Durante décadas houve desfiles escolares no Centro. Algumas escolas, como o Colégio Santo Inácio, tinham batalhões escolares.
Hoje vemos alunos da Escola de Educação Física, na primeira foto, da Agência Nacional.
As outras duas fotografias, do acervo do Colégio Santo Inácio, mostram seus alunos desfilando em meados da década de 30.
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Muito boas fotos, o desfile na frente do Senado Federal e na Avenida Beira Mar. Meu pai desfilou pelo CPOR, vou ver se acho uma foto. A placa do automóvel é daquelas antigas que começavam por P ou A, conforme fosse Particular, ou Aluguel. Esse sistema foi substituído pelo sistema puramente numérico, com identificação do Município e do Estado em 1941.O carro parece ser um Ford 33, ou 34, e o ônibus não tinha farois porque a cidade era iluminada. A motocicleta é Harley-Davidson, com seu garfo reto (o da Indian era curvo).
ResponderExcluirMuito boas fotos mesmo.
ResponderExcluirTempo em que as palavras civismo, civilidade, respeito, educação, honestidade, entre outras semelhantes, eram conhecidas e praticadas.
Na primeira foto parece o time do Boca Juniors. Eita como mudou esse Rio desde que cheguei aqui em 1956.
ResponderExcluirDevia ser mais prazeroso desfilar à beira da Baía de Guanabara.
ResponderExcluirHoje em dia aquela cabine do guarda do jeito que estava ali correria risco de ser "carregada" por um ônibus, com ou sem farol.
A nitidez da foto um é um espanto.O Ceará, indivíduo, tem razão em relação ao Boca.Dá para imaginar situação similar nos dias de hoje?
ResponderExcluirBoa tarde a todos.
ResponderExcluirLembro de ter visto fotos com desfiles e até livros do CSI na feira da Praça XV. Preço bem salgado.
Chamava a atenção o extintor de incêndio ao lado do quadro na Harley, com o seu corpo de bronze polido.
ResponderExcluirFF: O Allen Morrison liberou uma página sobre bondes da cidade de São Paulo e está solicitando a ajuda dos visitantes para identificar vários locais mostrados nas fotos. O endereço da página é http://www.tramz.com/br/sp/sp.html. Se alguém puder ajudar....
ResponderExcluirAbre outra página que não a do Allen.
ExcluirO correto é: http://www.tramz.com/br/sp/sp.html
ExcluirFord Tudor 1934.
ResponderExcluirBoa tarde ! Fotos bastante nítidas. O Colégio Santo Inácio possuia um uniforme tipo militar ?
ResponderExcluirNas primeiras décadas do século XX tinha um batalhão escolar, em convênio com os militares.
ExcluirO Santo Inácio tinha Tiro de Guerra.
ExcluirBoa noite a todos. As fotos são muito boas a cidade ainda era Maravilhosa, já quanto ao tema de desfiles cívicos naquela época ainda se tinha algum orgulho da pátria, já nos dias de hoje, pelo menos eu sinto uma grande vergonha de ser brasileiro, por tudo que os nossos líderes políticos fazem, a imprensa acoberta, parte da sociedade participa tirando proveito próprio e a grande maioria se omite. Pobre e indecente país (com letra minúscula mesmo, não merece outra) chamado Brasil.
ResponderExcluirNa data original da postagem, se minha mãe estivesse viva na ocasião, estaria completando 100 anos.
ResponderExcluirQuando fiz o CPOR nós todos escapamos de desfilar no Dia da Independência de 1966 porque nossa farda não ficou pronta a tempo. Na verdade, só as recebemos já por volta de outubro, pouco antes da cerimônia de nossa formatura, em novembro, no estádio São Januário. No dia do juramento à bandeira, em janeiro de 1967, lá fui eu de ônibus garbosamente fardado, com uma espada na cintura, todos os passageiros me olhando. E eu todo envergonhado com a atenção que estava chamando. Lembrando que era época do regime militar, com muita gente contra. Como não tenho cara de bons amigos, isso deve ter inibido alguma crítica.
ResponderExcluirObiscoitomolhado, 07:03h da postagem original: antes da padronização das placas em 1941, a coisa era meio zoneada porque cada Estado estabelecia seu próprio padrão, que ainda assim variou ao longo dos anos. Em alguns Estados e em certos períodos as placas tinham o nome do município; em outros tinham o código dele. Por exemplo, em determinado período Santa Catarina tinha placas com o código do município. Consegui levantar todos eles, a partir da foto de uma única placa. Alguns exemplos: 5 – Blumenau; 9 – Camboriú; 22 – Itajaí; 26 – Joinville; 41 – Tijucas.
ResponderExcluirAqui o Rio de Janeiro tinha: 3 – Araruama; 7 – Cabo Frio; 10 – Campos; 24 – Nova Iguaçu; 27 – Petrópolis; 44 – Teresópolis.
Minas Gerais: 1 – Mariana; 2 – Ouro Preto; 4 – São João del Rey; 10 – Barbacena; 40 – Juiz de Fora.
Como se vê, em SC e RJ os códigos se baseavam na ordem alfabética do nome dos municípios; já em MG a ordem dos códigos era por data de fundação do município.
As padronizações de 1941 e de 1970 só se referiam ao formato da placa e disposição dos caracteres. O conteúdo ficou a cargo de cada Estado. Assim, havia vários critérios para esse conteúdo. Seria longo discorrer sobre eles aqui. Só a partir da reforma de 1990 a coisa ficou realmente padronizada.
Depois veio essa inútil padronização Mercosul. Tipo da coisa mal feita e desnecessária. Quando em 1998 todos os Estados haviam aderido ao sistema de 1990 (três letras e quatro algarismos), a maior letra inicial era “N”. Quando o padrão Mercosul entrou em vigor, a maior letra era “R”. Portanto, ainda faltavam todas as combinações de “SAA” até “ZZZ”. Quantidade suficiente para não exigir mudança no sistema imbecil da Mercosul, LLLNLNN sob alegação de extinção de combinações vagas. Para mim, foi mais um caça-níquel. E a implantação do sistema Mercosul foi a coisa mais bagunçada que já vi na vida. Tipo do projeto mal bolado. Como tantos outros aqui no Brasil.
Bem no início, começo do século XIX, os primeiros carros aqui no DF tinham placas apenas com números. Depois surgiu o sistema com inicial "P" para carros particulares e "A" para os ditos de aluguéis, que englobavam ônibus, caminhões e táxis. Sendo que alguns raros caminhões tinham inicial "C". Bem mais tarde as placas passaram a ter a sigla "DF" e um brasão.
ResponderExcluirBom dia. Discordo do Helio em relação à placa Mercosul. A ideia na teoria é boa, de aumentar em 2,6 vezes a quantidade de combinações possíveis. Acho que o erro maior foi na década de 90, quando foi adotado o padrão ABC0123. Já deveriam ter definido qual estado ficaria com as respectivas letras iniciais de A a Z. Separando até veículos oficiais dos demais. Estados como SP, RJ, MG e outros teriam direito a mais de uma letra inicial ao passo que estados com pouca frota dividiriam uma mesma letra. No começo da placa Mercosul a letra inicial era R (tenho minhas dúvidas) e hoje já avançamos bem no U... em algum momento esse movimento seria necessário. Só acho que a combinação que sobrou para o Brasil não foi das melhores. ABC0D12.
ResponderExcluirSobre a reclamação da falta de informação de estado e município do veículo, as primeiras placas tinham essa informação e o Contran aboliu em 2018 ou 2019 para "diminuir o custo do emplacamento".
Prezado Augusto, o sistema de 1990 permitia até 175 milhões de combinações diferentes. Hoje a frota brasileira é da ordem de 124 milhões. Portanto, hoje em dia ainda há 50 milhões de combinações disponíveis. Anualmente são produzidos aproximadamente 2 milhões de veículos, portanto ainda temos 25 anos pela frente até esgotarem as combinações. Isso hoje em dia. Em 2018, quando a malfadada Mercosul foi adotada, a quantidade disponível de combinações era bem maior. Portanto, o argumento de que era preciso mudar o sistema porque a disponibilidade estava prestes a se esgotar era rematada mentira.
ExcluirQuanto à distribuição das letras no sistema de 1990, ela foi feita gradualmente. A primeira distribuição foi AAA até BEZ para PR, BFA a GKI para SP, GKJ a HOK para MG, e assim por diante, até MXH a MZM para RN. Conforme as combinações iam se esgotando para cada Estado, nova faixa era atribuída. E é assim até hoje, na Mercosul, já que as três letras iniciais dela ainda são do sistema de 1990. E, como você disse, ainda estamos na letra “U”. Portanto, estão ainda sem uso as letras “V”, “W”, “X”, “Y” e “Z”, totalizando quase 34 milhões de combinações disponíveis. Sem contar as vagas iniciadas por “U” e as restantes ainda começadas pelas outras letras. O total disponível é da ordem de 50 milhões. Mudar para o sistema Mercosul pode ter qualquer justificativa fajuta, menos a de esgotamento de combinações.
ExcluirConcorda comigo?
Quanto à escolha do horrendo formato LLL NLNN isso se deve a não confundir com as placas dos outros países do Mercosul. Todas devem ter 7 caracteres, misturando letras e algarismos. Ficou assim:
ExcluirArgentina ==> LL NNN LL
Brasil ==> LLL NLNN
Uruguai ==> LLL NNNN (igual ao sistema 1990 daqui)
Paraguai ==> LLLL NNN
Bolívia ==> embora não sendo membro do Mercosul, para os caminhões que transitam entre o país e o Peru as placas possuem o formato LL NNNNN. Para os demais o formato é o antigo do país, NNNN LLL.
Venezuela ==> usa o formato LL NNN LL porém a placa não é do tipo Mercosul. Suspensa do grupo em 2017, a adoção do formato Mercosul foi adiada.
O formato escolhido pelo Brasil não poderia ser pior, porque é difícil a pessoa decorar placa com essa mistura de letra no meio de algarismos. Seria preferível adotar o sistema LLL NNNL, que atenderia à justificativa fajuta da mesma forma que o horrendo formato atual.
Quanto à justificativa de se conseguir identificar o país pelo tipo de placa antiga, é rematada mentira. Quem lida com isso (guardas de trânsito, por exemplo) sabia perfeitamente distinguir o país ao olhar a placa. Sendo que vários países tinham seu nome na placa, como o Chile, o Peru, o Equador, o Paraguai, a Bolívia, o Uruguai, a Argentina, a Colômbia, a Venezuela. Só as placas muito antigas desses países não indicavam de onde eram.
ResponderExcluirPortanto: justificativa de identificar o país é falsa; de esgotamento de combinações é falsa. Restou o quê: caça-níquel.
Concorda?
ExcluirPara complementar: da distribuição inicial em 1990, com a letra mais alta sendo "M", até hoje, com "U", vemos que ao longo de 35 anos só 7 letras e mais um pouco da "U" foram usadas. Ainda temos 5 letras disponíveis. Fazendo uma regra de três simples, vemos que cada letra leva 5 anos para se esgotar. Portanto ainda temos 25 anos pela frente até chegarmos à ZZZ. Esgotamento de combinações? Me engana que eu gosto.
ResponderExcluirHelio, o motivo como sempre foi $$$$$.
ResponderExcluirTem sempre um esperto se dando bem em cima dos otários.
Pois é. Sempre é dinheiro. Dessas mudanças todas, só achei válida a do formato LL NNNN para o LLL NNNN, porque no formato anterior havia duplicação de veículos em Estados diferentes, com mesma placa. E, aí sim, a quantidade de combinações só comportava pouco mais de 6 milhões de veículos por Estado, e SP já estava pela bola sete.
ExcluirA mudança do formato totalmente numérico para o LL NNNN também foi válida, porque SP e MG sempre usaram placas com até 7 algarismos e PR também já tinha entrado na dança. As placas vermelhas de SP já estavam na faixa 2-NN-NN-NN. As de MG ainda estavam em 1-NN-NN-NN, onde o primeiro par de NN já estava na faixa de oitenta e pouco. E as do PR tinham entrado também nessa faixa 1-NN-NN-NN, embora com o primeiro par ainda baixo.
ExcluirO Mercosul quis dar uma de macaquinho de imitação da União Europeia, que padronizou as placas dos países-membros. Mas lá havia motivos: nenhum daqueles países tinha identificação com seu nome na placa. O movimento de veículos entre os países é extremamente alto, portanto numa mesma cidade grande se podiam ver placas de vários países diferentes. E aqui? Quando foi que no Rio, cidade turística por excelência, você viu pela última vez uma placa do Peru ou do Chile ou da Bolívia? Na Europa a indicação do país era feita por adesivos ovais afixados na traseira do veículo (caminhão ou carro). A adoção do padrão UE eliminou a necessidade desses adesivos. Mas nem se tentou estabelecer configuração de letras e números para cada país. Eles continuaram adotando o sistema original, apenas mudando o formato da placa. Sendo que alguns países possuem configuração flexível. Por exemplo, a Alemanha tem a configuração de 1 a 3 letras (mnemônico da região de emplacamento), em seguida dois símbolos redondos (um indica a próxima inspeção veicular e o outro o brasão do Estado ao qual está ligada a placa), e em seguida 1 ou 2 letras e uma numeração, sendo que essas letras e números podem ser escolhidas pelo proprietário, se vagas.
ResponderExcluirNas minhas viagens, aluguei carros na Alemanha com placa HH-LE440 (HH é abreviação de Hansastadt Hamburg), E-CT944, onde E é abreviação de Essen e GG-CP536, onde GG é Groß Gerau.
Quanto à mudança para o formato Mercosul, o RJ foi o boi de piranha e suas placas começavam sempre com "R", especialmente "RIO". Na primeira das dezenas de versões adotadas pelo sistema Mercosul, havia o brasão do Estado e do município. Depois aboliram esses brasões. Hoje em dia as placas com esse formato são disputadas por colecionadores.
ResponderExcluirOutra confusão feita pelos inteligentes da Mercosul foi o padrão para as placas de colecionadores. Na versão inicial, os caracteres seriam de cor cinza, ao invés de preta. Quem consegue distinguir cinza de preto numa placa? Os colecionadores chiaram e aí os inteligentes mudaram o padrão: para placas de coleção, a cor de fundo é preta e os caracteres são em branco. Ficaram muito bonitas. Mas criaram mais uma confusão: circulando no Brasil, eles podem usar esse novo padrão. Mas se saírem do Brasil têm de usar o padrão de caracteres cinza.
ResponderExcluirOu seja: os colecionadores precisam ter duas placas com cores diferentes, se quiserem sair do Brasil com o carro.
ResponderExcluirA Holanda tem um sistema simples, formado por 3 grupos de 2 números e letras. Exemplos: LL-NN-LL, NN-NN-LL, NN-LL-NN, LL-LL-NN. Cada composição é usada até esgotar sua capacidade, quando então se passa para outra.
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