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Em novembro de 1968
a rainha Elizabeth, da Inglaterra, visitou o Rio de Janeiro. Vemos hoje
fotogramas com eventos que contaram com a presença da rainha: no Monumento aos
Mortos, em desfile na Av. Atlântica, na recepção na embaixada da Inglaterra (na
Rua São Clemente) e na recepção no iate Britannia. E também uma foto do
ingresso do jogo Cariocas x Paulistas, bem como a taça entregue a Pelé, sob o
olhar de Negrão de Lima.
Outros lugares
foram visitados tal como a Igreja Anglicana, na Rua Real Grandeza, onde a
soberana e o Duque de Edimburgo chegaram acompanhados do cônsul inglês John
Kerly e foram recebidos pelo reverendo E. C. Wilcokson.
Durante os dias que
passou no Rio a rainha ficou hospedada no iate Britannia, onde ofereceu um
jantar para o Presidente da República (Costa e Silva). A rainha usou um vestido
de seda de zibeline, uma tiara, um colar de três voltas e longos brincos. Dona
Iolanda estava com um vestido verde com brocados de ouro. Também participou do
lançamento da pedra fundamental da Ponte Rio-Niterói. Face ao templo nublado a
visita ao Corcovado foi trocada por uma ida ao Mirante Dona Marta.
Na ida ao Maracanã,
em 10/11/1968, viu os paulistas, capitaneados por Pelé, vencerem por 3x1 os
cariocas, capitaneados por Gerson. Consta que o embaixador Lael Soares teve
dificuldade em traduzir para a rainha o que a torcida gritava a cada marcação
do juiz Armando Marques.
Na recepção na
Embaixada da Inglaterra é surpreendente ver a rainha com uma estola de peles em
pleno novembro no Rio. Mais tarde, após o jantar, Elizabeth assistiu da sacada
uma exibição de Escola de Samba nos jardins da embaixada. Deve ter gostado tanto
e contado para o filho, pois dez anos depois fez sucesso uma foto do príncipe
Charles, quando de visita ao Rio, tentando sambar junto com a Pinah.
Na ida ao Monumento
aos Mortos foi recebida pelo ministro do Exército (Lira Tavares), pelo
chanceler Magalhães Pinto, pelo governador Negrão de Lima, entre outros e
depositou uma coroa de flores protocolar.
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"Eram outros tempos". Eu estive nesse jogo e o clima era um tanto "protocolar", e civilizado por parte de uma torcida que, apesar de urinar nos corredores das arquibancadas e atirar "bagaços de laranja" e copos de papel com urina na "geral", podia ser classificada como "educada", tendo em vista os parâmetros atuais onde até homicídios são cometidos nos estádios. Com relação ao termo usado até hoje para qualificar indivíduos como Armando Marques, ainda acho o mais "educado", já que "bicha" advém do francês "biche", fêmea da corça, entre nós o popular "veado". Estávamos às vésperas do A.I.5, o clima no Brasil era tenso e "muita água ainda iria rolar", pois afinal "os dias eram assim".
ResponderExcluirConsidero a monarquia uma coisa ultrapassada mas a rainha da Inglaterra é um exemplo de dedicação. Infernal deve ser a vida do Charles que vive há décadas esperando para ser rei e não será.
ResponderExcluirA série The Crown é muito legal e a atriz que interpreta a rainha é espetacular.
Quanto aos generais citados é melhor deixar prá lá.
A rainha devia estar delirando em usar abrigo de pele no Rio.
De se registrar a tranquilidade das autoridades no desfile junto ao povão.
Ao contrário da "arquimilionária" Elizabeth II, sua antepassada Elizabeth I foi uma das mais atuantes monarcas de de seu tempo. A filha de Ana Bolena e Henrique VIII lutou contra os franceses e contra os espanhóis durante quase todo o tempo dos seus 45 anos de reinado, e sua vitória sobre a "Invencível Armada" de Filipe II em 1588 foi seu maior trinfo. Mandou matar a rainha da Escócia, a católica Maria Stuart. Ardilosa, cruel, mas sobretudo uma grande estadista, nunca se casou, mas teve inúmeros amantes, sendo o mais célebre deles Sir Francis Drake. Era conhecida como a "Rainha virgem". Morreu solteira em 1603...
ExcluirAo contrário do comentário das 7:48, as nações mais civilizadas do mundo são regimes monárquicos.
ExcluirEla continua firme e forte.A reprodução destes eventos aqui no blog me fazem refletir como o Brail mudou.Em 50 anos a coisa desandou pois piorou mesmo nos últimos 30 anos.Ontem o Rio teve mais um dia de sobressalto,mas tem gente que continua a negar os fatos.O governador, por exemplo, deu a entender que a imprensa só noticia coisa ruim..É pode ser...
ResponderExcluirBom dia a todos. Estava no Maracanã neste dia, o jogo em si foi bem ruinzinho, porém com os jogadores que estavam em campo, seria um espetáculo se comparado com as peladas jogadas hoje nos campeonatos estaduais e até mesmo no brasileirão. Já quanto a passagem da rainha pela cidade, naquela época não me trazia nenhum interesse.
ResponderExcluirPS. E o Flamengo continua contratando muitos jogadores, alguns na minha opinião totalmente desnecessários, depois no final do ano se não ganharem nada novamente, não sabem onde foi o erro.
Belletti, a título de reflexão e nada mais, isso é óbvio pois piorou muito. Não há termo de comparação e vou mencionar um certo comentarista que está desaparecido do SDR e que foi praticamente excluído daqui, depois de ridicularizado pela sua "fixação" de que os comunistas estavam tomando o poder. Guardadas as devidas proporções, vejo que ele não estava assim tão diante da realidade. Apesar do exagero de seus comentários, quase sempre desqualificados e ridicularizados "por alguns", estamos vendo absurdos em quantidades paquidérmicas e em velocidades supersônicas que passam "in albis". A constituição federal é "quase tão acatada" como a constituição venezuelana o é por Nicolás Maduro, atropelada por quadrilheiros legislativos e por bandidos de toga, mas o povo está mais preocupado com o desfile da Sapucaí, dos blocos, bem como de toda a torpeza e a imoralidade que regem esses tempos nebulosos, com notícias sobre Anita, Pablo Vittar, Ludmilla, Neguinho da Beija-Flor, e muitos outros, sempre adorados, aclamados, e incensados tanto pela choldra usual, pela mídia "marrom cocô", e pela suposta "elite letrada e engravatada". Mas basta que se comente sobre qualquer fato do período militar para que os "narizes de alguns" sejam torcidos como se estivessem diante de "algo absurdo"! Por que será? Falta de patriotismo, consciência, ou memória, ou todas as alternativas? Vemos no noticiário político que muitos desses críticos ferrenhos do período militar tiveram "negócios" junto a eles como participações, empresas, e "otras cositas más". Acho difícil alguém que viveu há 50 anos ache que vivemos melhor atualmente. Mas cito aqui sempre duas assertivas muito conhecidas de Nélson Rodrigues: "A unanimidade é burra", e a outra diz algo como "dominar o mundo"...
ResponderExcluircorrigindo: distante da realidade.
ExcluirO nome desse comentarista é Eduardo.Tinha razão em muita coisa.
ExcluirAo retornar, veio de lancha até o Aeroporto, no Galeão. Uma meia duzia de soldados da Aeronáutica interromperam o trânsito por uns cinco minutos e a Rainha da Inglaterra, com toda a sua pompa atravessou a pé a Estrada do Galeão. Eu estava como passageiro em um ônibus da Ideal assisti a cena, hoje em dia, inimaginável.
ResponderExcluirNa terra da Rainha ,parte do povo apoia a monarquia e outra nem tanto achando essa parte contra, ser um desperdício com tanto luxo e pompa. Charles jamais será rei, se a mãe não morrer antes ela abicará em favor de William. Um desfile desse hoje em dia nem pensar, apesar de que o Papa desfilou com tranquilidade.
ResponderExcluir"Quando o primeiro espertalhão encontrou o primeiro imbecil, nasceu o primeiro rei." Essa frase antológica do Millôr é tão sensacional que a palavra "rei" pode ser substituída por "Deus". Impressionante como o ser humano precisa idolatrar, seja lá o que for...
ResponderExcluirBoa tarde a todos.
ResponderExcluirParte dessa visita foi exibida naquela série de documentários estrangeiros que passou na Globo.
Considerando a qualidade das fotos e do acontecimento, são dispensáveis alguns conceitos externados por alguns comentaristas. A presença dos militares tem sido uma constante na história do Brasil, embora na maioria das vezes tenha sido inoportuna e inconveniente. Temos um agradável período de 33 anos sem que tenham se manifestado. Esperamos que continue assim, apesar de manifestações deletérias de alguns comentaristas.
ResponderExcluirAgradável! Caramba, como assim...... Por favor explique melhor, para que eu entenda....
ExcluirPela oportunidade da postagem vale lembrar que este ano estão programados eventos na Inglaterra para comemorar 100 anos da edição do "Representation of the People Act" que estabeleceu o voto feminino no Reino Unido. Muitos atribuem essa vitória das mulheres ao movimento das chamadas Sufragistas durante a Primeira guerra Mundial. O tema foi abordado no filme de 2015, "As Sufragistas" (Sufragette).
ResponderExcluirUma pérola de D. Iolanda: encantada com o príncipe mandou um “You are a bread”!
ResponderExcluirDesespero total da diplomacia brasileira.
Lá vou eu me meter em confusão, mas a verdade é que regimes monárquicos absolutistas têm suas vantagens em relação aos regimes presidencialistas: não há brigas de foice a cada quatro anos para um espertalhão qualquer assumir a presidência. O que vemos no Brasil (quiçá em outros países também) é o espertalhão, ao se confirmar sua vitória, no mesmo instante já começar a pensar que acordos espúrios e criminosos fará para conseguir se reeleger. Durante seu primeiro mandato, o único propósito, a única preocupação do espertalhão está nisso. O país que se dane.
ResponderExcluirJá se fôssemos uma monarquia absolutista, essa briga, esses acordos espúrios, essa preocupação consigo mesmo e com seu futuro político não existiriam. Como vantagem indireta, não haveria partidos políticos, já que isso seria perda de tempo porque seus faccionados não teriam a chance de tomarem o poder e se locupletarem e a seus cúmplices. Mesmo os países monárquicos parlamentaristas têm pouquíssimos partidos importantes. E é o suficiente.
Com a extinção dos partidos políticos, só a nível federal teríamos uma economia de aproximadamente 72 bilhões de reais, considerando nisso as emendas parlamentares que deixariam de existir. E um monarca absolutista também mudaria o Judiciário, acabando com tantas instâncias desnecessárias, inoperantes e corruptas, e poupando mais alguns bilhões de reais.
Alguns inocentes dirão que em compensação é muito difícil derrubar um rei, ao passo que a cada quatro anos podemos mudar o espertalhão (a mosca, porque a merda fede cada vez mais). Mas analisemos com calma:
ResponderExcluir1) Se o rei for ruim, incompetente, canalha, corrupto, adepto de conchavos e nepotismo, seria idêntico ao que temos visto no Brasil durante décadas. Portanto, o país seria a mesma merda porém sem a briga pela reeleição e seus acordos espúrios. E sem as facções criminosas brasileiras, chamadas de partidos políticos.
2) Se o rei for bom, honesto, interessado no progresso do país, seria uma maravilha.
Portanto, em um caso ou em outro, o país ganharia.
Se optássemos por uma monarquia parlamentarista a zona seria igual ao regime atual, pois continuariam a existir as facções criminosas políticas e também a briga de foice por assumir a chefia do governo. Acho que seria pior ainda do que no presidencialismo, pois a disputa pelo cargo de primeiro ministro ocorreria a pequenos intervalos, menores ainda do que o estipulado para eleição de um novo espertalhão.
ResponderExcluirMudando de assunto e revendo nas fotos o Costa e Silva, veio-me à lembrança uma constatação: os gaúchos sempre foram considerados valentes, machos, decididos. Para o bem ou para o mal, isso se aplicou a Borges de Medeiros, Júlio de Castilhos, Luís Carlos Prestes, Getúlio Vargas, Costa e Silva, Médici, Geisel, Golbery, o maldito Brizola. Mas para toda regra sempre há uma exceção e no presente temos no stf (minúsculas mesmo) um presidente fraco, desmoralizado, um dois de paus que seus pares chamam zombeteiramente de Frachin, com carradas de razão. E é esse dois de paus que deseja estabelecer um código de conduta para seus pares, vários dos quais riem às escondidas dessa iniciativa, já antecipadamente decididos a não obedecer ao que for prescrito.
ResponderExcluirJá não se fazem gaúchos como antigamente.
Bom dia. Dias atrás estávamos relembrando a visita do presidente português em 1957. Onze anos depois foi a rainha da Inglaterra por causa das obras da ponte Rio-Niterói. Havia a desconfiança de que ela fazia parte daquele grupo, Os Eternos, com o Pelé. Aliás, morreram praticamente na mesma época.
ResponderExcluirHoje o rei é o filho dela, aquele que se remexeu anos depois com a sambista.
Helio, só muda a cor das moscas. O regime é presidencialista mas a constituição é parlamentarista.
ResponderExcluirBom dia a todos!
ResponderExcluirCenas do Canal 100 do jogo entre os times da Guanabara x Bandeirantes, dos gols, do Rei Pelé e da Rainha da Inglaterra (que mais parecia uma princesa) no Maracanã. Público presente, mais de 100 mil.
Só atualizando, o jogo terminou 3x2 para os paulistas. Gols de Toninho Guerreiro, Pelé (gol 900 do Rei) e o "capita" Carlos Alberto Torres, batendo pênalti. Os 2 gols do time da casa foram de Roberto Miranda e Paulo César Lima, este também de pênalti.
Segue o vídeo no YouTube:
https://youtu.be/ZQBxKWWmBr0?si=Ug0XOjh-pXbx8ajL
Não sei como está na Inglaterra, mas, olhando daqui, do Brasil, o Charles III parece um ibope zero.
ResponderExcluirNem me refiro ao Reino Unido de modo geral, porque quanto mais distante do Palácio de Buckingham ficam os súditos de sua majestade, pior fica sua popularidade.
Hélio, até os atuais monarquistas escondem o período absolutista em seus argumentos, para não atrapalhar a volta ao trono da família Orleans e Bragança.
ResponderExcluirNão se pode nem lembrar aos defensores da Monarquia que Carlota Joaquina fez de tudo, e seu filho Miguel até guerra, contra D. Pedro I (IV em Portugal), para manter o absolutismo. Eles têm vergonha desse passado.
E nós temos vergonha (só isso?) do nosso presente.
ExcluirSobre o jogo, o Jornal dos Sports considerou que nada acrescentou ao futebol brasileiro, mas que Gerson foi o melhor. A base era o Botafogo, mas o técnico era o Paulinho, se não me engano do Vasco, que nunca ouvi falar se teve conquistas nessa função
ResponderExcluirA seleção paulista jogou com 2 crias do Bangu, Paulo Borges e Ademir da Guia, e 1 do Flu, o Carlos Alberto.
Ué, não comentei na época. Fui ao MAM ver a Rainha sair de almoço oferecido pelo Negrão de Lima. Ela desceu a rampa e entrou no Aero Willys especial . Fui ao jogo no Maraca. Minha amiga Beatriz Nascimento Silva é filha do Embaixador Geraldo Eulálio Nascimento Silva, já falecido, um craque em direito internacional. Sua esposa, a embaixatriz Hortencia, foi a "Lady in Waiting" da Rainha no Rio, tipo ajudante de ordens. e andou pra cima e pra baixo com Sua Alteza. Histórias ótimas.
ResponderExcluirFalar mal do período monárquico no Brasil equivale ao roto falando do esfarrapado. Desde que o presidencialismo foi imposto à revelia do povo, em1889, tivemos a ditadura de Floriano Peixoto, o tenentismo de 1922, a Coluna Prestes, a ditadura Vargas, a Revolução Constitucionalista de 1932, a Intentona Comunista de 1935, a dita Revolução de 1964, a catástrofe dos governos Sarney e Collor, o mensalão, o petrolão, a tragédia dilmesca, o tresloucado Bozo, a tentativa de golpes de 2022, o escândalo do INSS, agora o Toffolão e a ditadura do stf. Sabe mais o que teremos pela frente: ou uma tragédia de quarto mandato do Lularápio ou a eleição do Flávio “Rachadinha” Bolsonaro. Temos moral para falar mal da monarquia? Na pior das hipóteses, um rei absolutista prescindiria de um Legislativo ladrão.
ResponderExcluirAcusam o império de adiar a libertação dos escravos. OK, isso veio em 1888. De lá para cá os negros e mulatos se igualaram aos brancos? Foram realmente libertos e estão no mesmo patamar dos branquelos? Quantos presidentes negros ou mulatos tivemos? Quantos governadores? Quantos senadores? Quantos deputados federais, num conjunto de 513?
ResponderExcluirQuando estoura um escândalo, do qual a república está plena, quantos negros estão envolvidos? Quantos no mensalão? Quantos no petrolão? Quantos no roubo dos velhinhos do INSS? Quantos agora no caso Master? É porque eles são muito honestos? Ou é porque nunca alcançam o patamar de poder, riqueza e influência dos brancos azedos? Ué, mas não foram libertos há quase 150 anos? D. Pedro II não foi acusado pela demora? Qual a explicação para a desigualdade que perdura há tantos anos? Os abolicionistas, se vivos, estariam orgulhosos de seu movimento?
Temos mesmo motivo de nos ufanarmos do nosso presidencialismo e culpar a monarquia?
Não, não estou aqui para defender negros ou qualquer minoria. Estou apenas constatando uma realidade que muitos tentam esquecer ou negar. Antes de culpar a monarquia, lembremo-nos do ditado “Macaco, olha o seu rabo!”. Não temos nenhum motivo para nos orgulharmos da república presidencialista.
ResponderExcluirOs patifes sempre usam o argumento de que nos presídios só há PPP (pretos, pobres e putas). Verdade. Mas qual a causa? Quantos brancos azedos condenados pela Lava Jato estão presos? Quantos pelo mensalão? Quantos vocês acham que verão o sol quadrado no escândalo do INSS ou do Master? Ou no desvio de emendas parlamentares? Onde estão Sergio Cabral, Eduardo Cunha, Marcelo Odebrecht, Collor, Paulo Maluf, e dezenas de outros branquelos condenados? Em celas? Alguém acha que o Vorcaro vai para a cadeia? Ou as várias dezenas de políticos responsáveis por desvio de dinheiro público? Se não vão, sobra para quem? A culpa é da polícia? Não, é da justiça, das leis feitas por brancos azedos e aplicadas por brancos azedos. E os brancos azedos culpados por grandes crimes são defendidos por advogados brancos azedos. E quem defende os negros e pardos? Estagiários da Defensoria Pública ou advogados de porta de xadrez. Qual o resultado disso?
Antes de alguém acusar a monarquia, bote a mão na consciência e veja a tragédia que tem sido o presidencialismo no país.
ResponderExcluirOu enterre a cabeça na areia como os avestruzes para não se chocar com a realidade.
ResponderExcluirO Império do Brasil não era absolutista e os seus adeptos não têm motivo para esconder o periodo de absolutismo dos antepassados dos imperadores do Brasil, inclusive a tentativa de retornar nosso país à condição de colônia, revogando a de Reino Unido.
ResponderExcluirFora o golpe no regime constituicional de Portugal, iniciado em 1821, se nao me engano.
Como disse em comentario anterior, D. Pedro I, foi contra a mãe e o irmão nessas questões.
Ou seja, os monarquistas brasileiros não teriam do que se envergonhar, se contassem todas as versões da história. A vergonha está na omissão parcial.