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A
foto 1 é de 1965, no Campo de Santana. Vemos um caminhão blindado da Casa da
Moeda escoltado por caminhonete e jipe da PM repleto de policiais. Não sei para
onde se dirigiam.
Pelo
menos há até poucos anos, não sei se ainda continua, saía um comboio da Av. Rio
Branco, perto da Rua dos Beneditinos, por volta do meio-dia, acompanhado por
vários veículos policiais. A informação era que se dirigia para a Casa da Moeda
em Santa Cruz.
Este
comboio saía de um dos poucos prédios sobreviventes da Av. Rio Branco, situado
na esquina da Visconde de Inhaúma (foto 2). É o prédio que serviu à Caixa de
Amortização, depois foi sede provisória do Ministério da Fazenda (1934/1943),
abrigando inclusive o gabinete do Ministro, e na década de 60 é finalmente
absorvido pelo Banco Central. Hoje, no local, funciona o Departamento de
Meio Circulante (Mecir) e o dístico “Caixa de Amortização” foi substituído por
“Banco Central do Brasil”. 05/06/2026 A segunda fotografia colorizada pela IA
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Lembro bem dos comboios na Avenida Rio Branco, onde eu trabalhava no 25. Parava tudo, sirenes de moto, de veículos de escolta e dos Scania abóbora (todo Scania é abóbora?) que chegavam em boa velocidade, pelo meio da pista desimpedida. Na foto do Campo de Santana, uma Pick-up Jeep de uso militar, um Dodge e, atrás do caminhão, um Skoda da safra 48-51. Não identifiquei o local, apesar da construção que aparece ao fundo e da quantidade de trilhos.
ResponderExcluirInteressante a foto de uma rotina inviável para os dias atuais. Hoje em dia essa rotina acontece com o uso de carro forte fortemente escoltado. Se fosse como no tempo da foto, um bando armado de fuzis atacaria o carro da P.M, mataria os policiais, e fugiria com o dinheiro para alguma favela controlada por algum deputado estadual. Em 65 o Rio ainda "aspirava" ser uma cidade européia mas seu destino foi tornar-se uma típica "cidade africana"...
ResponderExcluirAcho que na primeira foto estão passando bem em frente da faculdade de Direito ao lado do SouzaAguiar. O comboio da Rio Branco bloqueava todo o quarteirão da Rio Branco.
ResponderExcluirO prédio da Caixa de Amortização é bonito. Pena que a maior parte da Avenida tenha vindo abaixo.
Rio Branco demais no meu comentário.
ExcluirNão me recordo bem,mas em 65 acredito que as escoltas já estavam de olho nos guerrilheiros,que volta e meia estavam firmes nas agências bancárias e correlatos,ou não?A pratica só aconteceria mais tarde?
ResponderExcluirHoje os carros fortes são bem diferenciados e parece que os guerrilheiros foram para outros postos mais cômodos ...Não deixa de ser um espanto!!!!
Se tinha alguma guerrilha urbana em 1965 ela não foi divulgada. Facções organizadas só a partir de 1969, antes foram uns poucos ataques isolados. Ou então fora das cidades.
ExcluirBom dia.
ResponderExcluirO trânsito parece estar na contramão (em relação aos dias de hoje) na primeira foto. O homem está com uma bengala na mão direita, mas também parece carregar uma muleta na esquerda. Também acho que estão passando perto do Largo da CACO. Qual seria aquele prédio da direita da foto?
Parece que a história se repete. Quanto aos Scania sempre vinham na cor abóbora.
ResponderExcluirBelletti, não era bem assim. Em 1965 ainda estávamos na "fase branda" do governo militar. Uma bomba que explodiu no Bruni Flamengo em 12 de Novembro de 1964 foi o único atentado terrorista ocorrido no Rio de Janeiro antes que a esquerda começasse a radicalizar em 1968. Após a morte do "garçom" Edson Luís e da "passeata dos cem mil" ocorridos naquele ano é que o terrorismo exacerbou suas ações. Os assaltos a banco, também chamados de "expropriações", se tornaram mais frequentes naquele ano. Portanto na época da foto, "ainda" não havia essa preocupação. FF. Mais uma tentativa desesperada da Rede Globo para caluniar o governo militar acaba sendo patética quando um "documento da CIA" afirma que o Geisel "tinha conhecimento" de que havia corrupção em se governo. Ora, é possível que houvesse, afinal vivemos no Brasil, mas nada que se compare ao "tsunami de esterco" que nos assola, seja na política, seja na moral, seja na vida cotidiana. Por acaso nos toma por néscios?
ResponderExcluirCertamente o comboio iria para a Caixa de Amortização para ser distribuído, ou então para o Banco Central da Av. Pres. Vargas.
ResponderExcluirO rapaz de bengala e muleta, não lembro de ter visto alguém usando esses dois recursos ao mesmo tempo, devia estar se dirigindo ao Souza Aguiar.
ResponderExcluirO caminhão baú de dinheiro estava bem "malhado", será que já teria sofrido uma prensa pela s ruas da cidade?
Seja casa de amortização ou de meio circulante, entendo que o local mostrado na foto 2 é para o dinheiro que vem e que vai para as agências de bancos, movimento que deve ter diminuído bastante depois que adotaram a utilização da rede mundial de computadores.
Bom dia Saudosistas. Nesse tempo a mão de transito era invertida em relação a atual, a via do lado da Igreja se dirigia a Av. Pres. Vargas e a via do Hospital Souza Aguiar era no sentido da R. Frei Caneca.
ExcluirBoas explicações do Paulo Roberto e do Joel com relação aos assaltos a bancos pelos guerrilheiros.É que em 65 estava mais ligado no futebol e Marcial,Silva,Escurinho,Garrincha,Gerson eram figuras carimbadas.A outra turma s[ó fui tomar mais conhecimento depois de 70 naquela chamada guerrilha do Araguaia.
ResponderExcluirTia Nalu sempre que vai ao banco precisa de escolta.
ResponderExcluirPeralta, ó implicante maledicente, a pobre e alquebrada tia Nalu só vai ao banco para pagar contas. Escolta, só se for para garantir o pagamento das dívidas...
ExcluirHá cerca de um ano atrás, era inadmissível "neste sítio" qualquer comentario simpático ao regime militar, sendo seu autor execrado solenemente. Hoje em dia as manifestações favoráveis a uma intervenção militar tomam as ruas e tal intervenção não só é admitida como desejada por enorme parcela de brasileiros. Civilizados debates ocorrem aqui. Bom sinal, já que contra fatos não há argaumentos.
ResponderExcluirNão sei como o gerente aceita a fotografia do torturador maior da ditadura como identificação do comentarista Joel Almeida. É uma ofensa a todos os democratas, mas enfim.
ResponderExcluirO gerente é que é um verdadeiro democrata.
ExcluirBoa noite a todos. A foto mostra a entrada do Campo de Santana bem em frente ao Largo do C.A.C.O., embora não dê para observar corretamente na fotografia, nesta época o Campo de Santana, não estava cercado com as atuais grades, nem tinha os atuais portões. Não sei que de que dia é esta foto de 1965, porém uma coisa eu tenho certeza, depois das 17:00h, eu estava batendo uma pelada, que reunia os alunos que saiam do Colégio Tiradentes, Souza Aguiar e Rivadavia Correia. Bons tempos.
ResponderExcluirÉ no mínimo irônico a direita criticar a Globo de hoje, depois de tantos serviços prestados por ela ao regime de 64. Realmente "os tempos são outros" e o Roberto Marinho não manda mais.
ResponderExcluirVerdade.
ExcluirO local é no Campo de Santana, em frente à Faculdade de Direito da UFRJ. O prédio antigo é da Odontoclínica Central do Exército, ao lado do Hospital Souza Aguiar. O caminhão blindado com certeza saía da Casa da Moeda, que na época ficava no Campo de Santana, onde hoje está o Arquivo Nacional, e devia estar seguindo para o prédio do Banco Central na Av. Rio Branco, antiga Caixa de Amortização, da segunda foto. Dali, até hoje, o comboio de caminhões que vem da Casa da Moeda seguem para o Aeroporto do Galeão, para distribuição.
ResponderExcluirMuito estranha essa mão de direção no Campo de Santana. Não lembro jamais de tê-la visto nesse sentido. De qualquer forma, realmente a foto mostra o portão que fica em frente à rua Moncorvo Filho, onde entram os trilhos que são vistos na foto. Antiga rua do Areal, que conduzia ao Largo da Sentinela, na confluência múltipla das ruas Frei Caneca, Moncorvo Filho e Riachuelo, próximo à Lagoa da Sentinela, na região das ruas Frei Caneca, Riachuelo e Senado.
ResponderExcluirBom dia Saudosistas. Nesse tempo a mão de transito era invertida em relação a atual, a via do lado da Igreja de São Jorge se dirigia a Av. Pres. Vargas e a via do Hospital Souza Aguiar era no sentido da R. Frei Caneca.
ExcluirPor falar em sentinela, lembro um episódio ocorrido em 1966, num dia em que eu estava de serviço de guarda no CPOR. Um dos alunos da guarda naquele dia era o Alcolumbre, número 3003 (eu era o 3023 - quase, hein?). Já para o fim da noite, ele foi designado para um posto de sentinela que ficava no entroncamento das ruas São Cristóvão e Almirante Baltazar. Estava havendo um jogo de futebol no Maracanã, entre o Fluminense e outro time. Ao final da partida, um grupo de torcedores passou pelo posto e começou a encarnar no Alcolumbre, chamando-o de soldadinho de chumbo e outros xingamentos. Num determinado momento ele se invocou, pegou o mosquetão, acionou o ferrolho e apertou o gatilho, mirando os torcedores. Por extrema sorte parece que o projétil não entrou na câmara e por isso a arma não disparou. Caindo em si pela quase tragédia que teria cometido, ele apertou o botão de alarme e a campainha soou no aposento do corpo de guarda. O comandante da guarda levou alguns alunos até lá e trouxe sob mira de arma os torcedores para dentro do corpo de guarda, onde ficaram "de castigo" até o amanhecer.
ResponderExcluirO Mauro Marcello comentou hoje na postagem de ontem enquanto o Helio Ribeiro comentou ontem na postagem de hoje, tá parecendo o samba do crioulo doido.
ResponderExcluirColoquei a fotografia da Caixa de Amortização, lá em cima, colorizada pela IA.
ResponderExcluirHelio, já vi em algumas fotos esta mão de direção contrária à atual, no Campo de Santana.
O Mauro Marcello foi rigoroso na crítica à Panini. Se foram 134 fotos erradas, dariam 2,7 por cada seleção. Como o álbum é preparado antes das convocações, no caso do Brasil, como não incluir o Rodrigo e o Estêvão na lista? E o João Pedro e o Bento eram cotadíssimos.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirFiz um comentário mas fiquei com dúvidas se estava correto.
ExcluirEra sobre um trecho do Campo de Santana exclusivo para trânsito de ambulâncias do Sousa Aguiar, se seria em mão inglesa ou normal.
Sim, Augusto, havia (não sei se ainda há) um trecho entre a Faculdade de Direito e o Souza Aguiar para uso de ambulâncias.
ResponderExcluirNos meus 25 anos de trabalho no Souza Aguiar também era permitido pelos guardas o acesso dos médicos ao estacionamento do hospital por esta “contramão”. Usei muito.
Boa noite a todos!
ResponderExcluirTalvez a quantidade excessiva de figurinhas erradas seja o aumento de 32 para 48 seleções nesta Copa "Norte-Americana". Se cada seleção tiver 18 jogadores no álbum, serão 288 nomes a mais que os álbuns de Copas anteriores.
Fui pesquisar agora sobre os jogadores brasileiros no álbum:
ResponderExcluirAo todo, 18 jogadores: Alisson, Bento, Marquinhos, Éder Militão, Gabriel Magalhães, Danilo, Wesley, Casemiro, Lucas Paquetá, Bruno Guimarães, Luiz Henrique, Vinícius Jr., Rodrygo, João Pedro, Matheus Cunha, Gabriel Martinelli, Raphinha e Estêvão.
Desses, 5 foram "cortados".
O álbum tem 980 figurinhas. Cada pacote tem 7 figurinhas e custa 7 reais. Ou seja, uma família vai gastar 2 mil reais e provavelmente não vai completar o álbum, mesmo na base da troca de figurinhas.
ResponderExcluirNas duas últimas Copas eu colecionei com meu filho. No de 2018 desistimos um pouco mais da metade do álbum completo. No de 2022 fiz uma estratégia. Cada álbum tem um número X de figurinhas que você pode encomendar. Comprei 4 álbuns e fomos enchendo, quando faltava o número exato de X.(4) parei de comprar e fiz a encomenda de forma virtual. Tive que colocar 4 endereços diferentes e usar 4 e-mails para fazer o pedido.
Meu último álbum foi da Copa de 2010, pois ainda estava palpável... Nas outras, mesmo com álbum e figurinhas "grátis" junto com jornais, nem pensar. Agora então com aumento de 50% das seleções...
ExcluirNem pensei em colecionar, pois vi logo que seria furada pelo enorme gasto financeiro. Meu filho também não cogitou nada. Escapei dessa "cilada". Fui olhar aqui na estante de casa e achei alguns álbuns de Campeonatos Brasileiros, um da Marvel e outro do Angry Birds, todos pela metade, alguns já com as folhas soltas. Não achei meu álbum completo da Copa de 2022.
ExcluirEu me lembro do meu 1° álbum, que era algo do "Mundo Animal", não tenho certeza se tinha algo a ver com Amaral Neto, o repórter.
Tive meus álbuns de ciências (um até reedição de outro da época dos meus irmãos, só que já com figurinhas autocolantes), da Disney, de aviões (acho que um deles com álbum e pacote de figurinhas trocados por tampinhas de refrigerantes da Antártica), da Copa de 1982, do Ping-Pong (que me obrigou a comprar alguns chicletes de morango...), entre outros.
ExcluirSobre a foto colonizada por IA, achei bonita, não sei se é fiel ao original, mas aprovei a foto.
ResponderExcluirLocal da foto 2, em 2024:
ResponderExcluirhttps://maps.app.goo.gl/GFM7EL4B8Y3jZoZv8
Pelo menos os trilhos retornaram à Visconde de Inhaúma.
ExcluirO outro lado da calçada tem alguns sobrados antigos bem mal-conservados, além da sujeira excessiva, péssima impressão, como muitos outros no Centro.
ExcluirHá poucos dias assisti vídeo no Youtube mostrando detalhes arquitetônicos do antigo Ministério da Fazenda na Av. Antônio Carlos. Também teve citações sobre os prédios anteriores, inclusive o mostrado acima.
ResponderExcluirA uma semana da abertura da Copa, morreu, aos 76 anos, o ex-jogador Leivinha, tio de outro jogador (ou recentemente aposentado) Lucas Leiva.
ResponderExcluirHá 75 anos entrava em circulação o jornal O Dia.