Colorizada em 2026 por IA. Retirei o bonde que aparece à direita na foto original. Estava pouco nítido e a IA não conseguiu colorizá-lo adequadamente.
Colorizada em 2026 por IA


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As
fotos de hoje foram obtidas na Internet, zapeando por publicações dos prezados
Achilles Pagalidis, Francisco Patricio, Ivo Korytowski, Roberto Tumminelli,
Helio Ribeiro.
Vemos
os prédios dos edifícios do Clube Militar e do Edifício Lafond (ou Lafont?), na
esquina da Avenida Central (Rio Branco) com a Rua Santa Luzia.
O
Lafond foi construído por volta dos anos 10 e demolido nos anos 50, tendo sido
o primeiro prédio de apartamentos de luxo da cidade. Foi projetado por Viret
& Marmora.
O
Clube Militar, um pouco mais novo que o Lafond, foi construído em 1910.
Para
os que estranharem um bonde na Av. Rio Branco, conta o Helio Ribeiro que até
1911, quando o convento de N. S. da Ajuda foi demolido, havia um estreitamento
na que é atualmente a Praça Floriano. Em virtude desse estreitamento, os bondes
da Jardim Botânico, provenientes da Zona Sul, faziam um percurso que ia até
quase a Rua Santa Luzia, quando então dobravam à esquerda, junto à avenida Rio
Branco, para então se dirigirem para a rua 13 de Maio. Se olharmos bem a última
foto, veremos que o alinhamento do carro-motor não é o mesmo do reboque,
indicando que o bonde estava no fim de uma curva.
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Um edifício residencial na Avenida eu não lembrava de ter ouvido falar. Se preservassem, hoje estaria totalmente reformado internamente e seria só para salas de escritórios.
ResponderExcluirEm 4 fotos é possível ver que a praça ainda estava triangular por conta dos trilhos do bonde, porém com o convento já demolido. Inclusive na foto 2 só pela sombra bem à esquerda que ali já não tinha uma construção relevante.
Em dia de desfile o bonde em direção à Santa Luzia não passava ou tinha que esperar para atravessar a Avenida.
Tenho escrito sobre o crime arquitetônico de construírem 3 espigões na Cinelândia. Vendo estas fotos, percebo que o crime é muito maior. Esses dois prédios nunca deveriam ter sido demolidos.
ResponderExcluirNo lugar deles há prédios que fecham o quarteirão, de dez ou doze andares, que hoje não chocam como os tais espigões, mas como era tudo mais elegante. Hoje há uma barreira à ventilação e ao bom gosto.
E, quanto à modernidade, que fizessem como Paris, espigão lá longe, La Défense neles.
Na foto 4, aérea, vemos um evento, talvez uma parada militar.. e há uma bela praça em frente ao Monroe e Obelisco.
Na mesma foto aparece o Matadouro. Dá para ler Grandes Frigoríficos; como é que alguém comprou um apartamento de luxo do lado?
Certamente o fim do matadouro já devia estar definido...
"Bom dia".
ResponderExcluirOs bondes passavam em algumas transversais da avenida, como mostram algumas fotos espalhadas pela grande rede.
Só recentemente, com o VLT, o transporte por trilhos chegou à avenida propriamente dita. Em breve teremos a ligação entre as linhas 1 e 3 na altura da Marechal Floriano.
Os proprietários do Lafon foram devidamente indenizados?
ResponderExcluirO edifício Lafond não resistiu ao contrário do Hotel Monroe que vimos aqui outro dia.
ResponderExcluirEsses espigões citados pelo biscoito são um absurdo igual àquele em frente à Catacumba, que é quase 30 metros mais alto que os prédios vizinhos.
Bom dia a todos. Não acredito que tenha havido razões especiais para que tais construções, que foram o marco da modernização da nossa cidade tenham sido demolidas com pouco mais de 40 anos de construídas, a não ser a estupidez dos nossos governantes aliada a ganância das construtoras com a especulação imobiliária. Em compensação, acho que tem uma praga contra as construtoras nacionais que nenhuma delas consegue sobreviver mais de 40 anos, uma pena que a praga não tenha sido estendida aos nossos políticos, que não deveriam sobreviver mais do que 4 anos. O crime cometido com a demolição das construções da Av. Central, não deve ter paralelo em qualquer outra nação do mundo.
ResponderExcluirFora de foco: Hoje ainda é possível comentar "neste sítio", tendo em vista a vasta bagagem que os comentaristas possuem, bagagem essa adquirida através dos anos graças à excelência de boas escolas. O episódio ocorrido em Rio das Ostras onde um professor foi agredido por uma horda de marginais travestidos de alunos, mostra que em um futuro próximo, blogs como esse serão inviáveis por falta de usuários capacitados. O vídeo mostra o "belo trabalho" que a esquerda comunista produz. A lógica doentia desses adeptos da desgraça é "sem educação, sem futuro". Dessa forma é possível manipular e "doutrinar" esses animais "supostamente humanos". Mas quando se fala em "chibata" para esses elementos perniciosos, logo aparece algum "comprometido com a doutrina" para protestar e tentar "justificar o injustificável".
ResponderExcluirBom Dia! Faço meu o comentário do Joel de Almeida.
ResponderExcluirBoa noite ! Concordo inteiramente com a colocação do Joel. Está faltando muita chibatada em certos elementos perniciosos à nossa sociedade. Me refiro a petralhas e assemelhados.
ExcluirMeus Amigos....
ResponderExcluirÉ de chorar o que fizeram com o Rio de Janeiro.....
Já vi a planta do prédio no Arquivo da Cidade. Foi construído pela Light . O Edifício Marquês do Herval era de uso misto e até os anos 90 tinha gente morando lá.
ResponderExcluirFF: Parece que foi drenada nova coleção purulenta abdominal. O capitão que se cuide.
ResponderExcluirTriste onde chegamos, pela arquitetura podemos observar que a aula está sendo dada em um CIEP. Tirando o viés político era uma boa ideia, como sempre os governos seguintes a desmontaram. Escola integral. Lamentavelmente o Rio continua sua decadência, agora temos que escolher entre três pragas: Romário, Eduardo e Garotinho. Nenhum deles nos tirará do buraco. Ao Rio só sobram lágrimas...
ResponderExcluirO comentário das 12:28 mostra o quão sorrateira é a esquerda. O grande erro que ela comete é insultar a inteligência alheia. Até pela idade, é possível supor a "autoria do anonimato". O retrospecto dos últimos 30 anos demonstra o enorme retrocesso vivido pelo Brasil. Sugiro aos comentaristas um passeio na Cinelândia: Que sentem em um banco ou observem despreocupadamente a fachada dos prédios e o funcionamento do VLT. Certamente serão abordados por algum morador de rua, algum crackudo, ou mesmo algum "menor carente" que irão pedir dinheiro. É comum ver nas calçadas famílias inteiras, principalmente em frente ao edifício São Borja. E o que a esquerda pensa disso? Que "soluções" ela apresenta? Que "sólidos argumentos" ela apresenta para a existência dessa "excrescência social"? E por fim, a quem "atribuir a culpa"?
ResponderExcluirOlhando com mais calma é possível reparar que tem uma mancha mais clara que deve ser faixa de areia para o desfile na foto 4.
ResponderExcluirEm outras ocasiões já comentaram o motivo dessa areia, mas não consigo lembrar.
Boa noite ! Foi, realmente, um crime inominável que a ganância cometeu contra a cidade. Não é à toa que somos chamados de tupiniquins...
ResponderExcluirQue construção baixa e redonda seria aquela em frente ao Monroe, na foto 4 ?
A construção baixa e redonda fazia parte de um parque de diversões, conforme consta, montado ali no período entre a demolição do convento até a construção dos prédios da Cinelândia.
ExcluirA Foto 2 também mostra o desfile sobre a faixa de areia. A construção baixa na foto 4 deve ser um escritório de obra, ou da demolição do Convento, ou da construção dos prédios. Há um barracão semicircular com todo jeito de almoxarifado. Muito chique.
ResponderExcluirO que fizeram com O Rio se sucedeu em todo o País, Arquitetos Modernistas que estavam no Poder como o Sr.Lúcio Costa não gostava de construções ecléticas e diziam não ser nacional e junto com outros grupos promoveram a destruição de todos esses prédios da segunda metade do Sec.XIX e início do Sec.XX, O Palácio Monroe foi uma dessas vítimas.
ResponderExcluirVou comentar algumas fotos. A contagem que citarei inclui as fotos colorizadas.
ResponderExcluirFoto 1 ==>
ResponderExcluira) o que é aquela bela construção na extrema direita?
b) o convento já havia sido demolido, o que ocorreu em 1911. Os bondes vistos na foto eram então novíssimos, porque aquele modelo entrou em circulação justamente em 1912.
c) pelo menos na década de 1960, a única linha de bonde que circulava na rua Santa Luzia era a 9 - General Polidoro. Mas acho que em décadas anteriores havia linhas que passavam por aquela rua, pois já notei em vídeos na Internet carro-motor pequeno puxando reboque e cruzando a avenida em direção à Santa Luzia. E os bondes da Zona Sul não tinham o tipo de carro-motor que aparece nos vídeos, logo não era a linha General Polidoro. Provavelmente era alguma linha circular do centro da cidade, como havia várias.
Foto 4 (colorizada) ==> no canto inferior esquerdo aparecem dois veículos que me chamaram a atenção: um deles lembra muito um bonde de serviço, ao lado do ônibus, porém como não se encontra em cima dos trilhos deve ser aqueles modelos de caminhão da época; o outro, à frente deles, parece ser uma distorção de algum tipo de veículo.
ResponderExcluirFoto 5 ==> vê-se um ônibus da Viação Excelsior, da Light, aquele modelo apelidado de "jacaré", percorrendo a Rio Branco. Na Santa Luzia vê-se um carro dos anos 1920.
ResponderExcluirFoto 6 ==> aquela bela construção da foto 1 já tinha sido demolida. Acho que já vi algures as instalações de uma fábrica de gelo mais ou menos onde estão os Grandes Frigoríficos.
ResponderExcluirFoto 7 ==> o modelo de carro-motor que aparece é dos primeiros usados pela Jardim Botânico, entrados em operação na década de 1890 e substituídos paulatinamente pelo novo modelo que aparece na foto 1, até que em meados da década de 1920 não havia restado mais nenhum. A JB transformou alguns em reboque, como o 1313 que já apareceu aqui no SDR mais de uma vez, sendo uma na Praia Vermelha e outra na avenida Beira-Mar. Outros foram redesenhados e vendidos para a companhia da Ilha do Governador. Outros ainda foram usados inicialmente no ramal de Irajá, em substituição aos bondes puxados a burro tirados de circulação em 1928, após compra da companhia que operava os bondes a muar.
ResponderExcluirA gente não esperava mesmo o que viria alguns dias depois, especialmente no âmbito estadual. A propósito, o Canal Livre entrevistou o governador "em exercício" do RJ. Bem interessante. Um candidato em específico diz que trará "mudança" para o estado. Deve estar com saudades do que acontecia até abril...
ResponderExcluirCertamente. O movimento "Diretas Já" tinha como objetivo oculto trazer de volta o domínio do país e do orçamento para as ORCRIM políticas, e vimos no que deu. O governador em exercício, por não pertencer a nenhuma ORCRIM, pode fazer uma limpa geral em órgãos do Estado. Mas quando ele sair, teremos a ratalhada de volta, com recriação de milhares de empregos para os correligionários, parentes, amigos, cabos eleitorais, etc e tal. E as promessas de campanha? Ora, todo mundo já as terá esquecido. E não cumpri-las não causa estranhamento a ninguém. Estamos acostumados a isso. A nossa água já está bem quente há muito tempo mas ainda estamos coaxando. Nosso couro é duro, só derrete a 1200 graus centígrados, e água não atinge esse temperatura. O importante é ser feliz, como detectam as pesquisas sobre felicidade dos povos, nas quais obtemos lugar de destaque.
ExcluirNão precisa promessa de campanha, só dizer que "sou candidato do ... e o outro é candidato do ...".
ExcluirPreencha as lacunas como mais lhe convir.
ExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirComentário geral ==> dá vontade de chorar vendo como era linda a Rio Branco nos seus anos iniciais. Só mesmo o sumido (graça ao bom Deus!) Do Contra aplaude a demolição daquelas obras de arte e substituição pelos descendentes do moderníssimo e rebuscado estilo arquitetônico do Avenida Central. Dizem que foi projetado por um chimpanzé. Eu não duvidaria, porque bolar um paralelepípedo de pé com janelas não exige mais do que três neurônios. Que me desculpe o chimpanzé arquiteto.
ResponderExcluirHélio, na verdade o "sumido" Do Contra já é falecido. Eu diria até que fora do "personagem" era uma pessoa bem querida por aqui.
ExcluirA foto colorida da Rio Branco é um espetáculo!
ResponderExcluirE por trás dos belíssimos prédios Lafond e Clube Militar, avista-se o falecido Morro do Castelo ainda pulsando.
ResponderExcluirA dúvida entre Lafont e Lafond só persiste em que leu muito Tintin, onde os policiais Dupond e Dupont (em ordem alfabética, por favor) inauguraram essa dúvida homófona.
ResponderExcluirCabe registrar o pedido de continuidade das colorizações, especialmente a do bonde verde Light. Meu descanso de tela colorizado está fabuloso.
As diferenças entre os policiais (ou detetives) eram a letra final e o estilo dos bigodes. Agora, dizer quem era um ou o outro eu deixo para os especialistas...
ExcluirColaborador, quem era o "Do Contra"?
ResponderExcluirBom dia a todos!
ResponderExcluirRapaz, às vezes eu fico encucado com alguns comentários do Augusto. Tem vezes que eu consigo descobrir o que está nas entrelinhas e nos esconderijos, quando ele fala sobre alguém, algum caso específico ou mesmo quando disfarça a ironia, enfim... agora veio o Colaborador Anônimo falar de forma parecida, deixando as informações de forma interpretativa. Vamos dar nomes aos bois... ou pedir ao VAR alguns esclarecimentos. 😜
Vou respeitar seu direito de não se identificar, mas posso citar algumas características que eram evidentes, era um gozador nato com um censo crítico às vezes ácido porém sutil, seu nome utilizado aqui, apesar de aparentar um sobrenome normal nada tinha a ver com seu nome de batismo, o qual, por sua vez era outro personagem com uma crítica também sutil a um líder religioso. Acho que já está identificado, mesmo sem ter sido explicito. .
ExcluirObrigado pelas dicas, nobre CA!
ResponderExcluirAbriu um Sol de claridade em minhas dúvidas. Matei a charada!
X - 2 = 0
Basta seguir o dinheiro, ops, ou melhor, as postagens.
Abraços!
Até domingo na rua do Lavradio.
ResponderExcluirhttps://diariodorio.com/agenda/2026/09/21/album-historico-do-rio-de-janeiro-de-1920-pode-ser-visto-em-nova-biblioteca-no-centro-do-rio.html
Da última vez que estive no Rio Scenarium, dias atrás, reparei esse local, quase em frente, e notei que era algo novo.
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