FOTO 1: Acho que este cartaz não seria admitido hoje por conta do "politicamente correto". Mas, em 1969, com estes dizeres na traseira do ônibus, o Departamento de Trânsito, sob o comando de Celso Franco, realizava provas para reeducação de motoristas infratores.
Haja vista o que acontece nas ruas do Rio o curso não teve sucesso.
FOTO 2: Confesso que não me lembro de ter visto um caminhão auto-escola.
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O aviso na janela do ônibus seria um prato feito para um advogado que quisesse entrar com uma ação por danos morais nos dias de hoje. O tal do politicamente correto é uma chatice.
ResponderExcluirQuanto ao caminhão também nunca tinha visto mas faz sentido. Onde os motoristas de caminhão aprenderiam a dirigir? E aquelas carretas enormes com reboque onde aprendem?
"Politicamente correto" é uma expressão que deveria cair em desuso tal o efeito funesto que provoca, inibindo que verdades sejam ditas, ainda que necessárias. Expressões que chegam a ser patéticas foram "criadas" para substituírem as "denominações adequadas". Nunca vi um desses caminhões mas acho que iniciativas como essa deveriam ser incentivadas em desfavor de contumazes infratores e mesmo autores de crimes leves. Expo-los em condições vexatórias seria uma solução para que muitas ações futuras fossem evitadas. Segundo Frederico Bezerra Maciel, o maior biógrafo de Lampião, era comum que não só os cangaceiros como a própria policia, expusessem os desafetos fazendo-os desfilar nus em via publica, já que para o nordestino, expor sua nudez era naqueles "tempos bicudos" a maior humilhação a que um homem podia ser submetido. Se a moda pega...
ResponderExcluirTambém nunca vi um caminhão-escola. Além disso, quem aprovaria o cidadão? Um caminhoneiro-instrutor? Na foto 2, um Fusca de roda fechada, último ano 1966, mas parece ser 61-63 pelo pisca-pisca. O caminhão é Chevrolet C-65, de 64 em diante. Na foto 1, em boa hora tiraram o escape dos ônibus para o ar, poucas cidades ainda usam.
ResponderExcluirBom Dia ! As auto escolas ensinam: as regras, a botar o carro para andar e o ritual do exame. Só que dirigir é uma arte para poucos. É como cantar. Existem muitas escolas para ensinar as regras da musica,mas o dom de cantar vem de berço. O serviço de transportes de passageiros sempre foi vitima de modismos,e com isso surgem a cada novo governo atitudes ou informações inúteis que são "penduradas" nos coletivos com a real intenção de um politico ou seu aspone ficar na mira dos holofotes.
ResponderExcluirAqui na Ilha do Governador tem escola e veículos para treinamento de motoristas de ônibus e caminhões, inclusive reboque.
ResponderExcluirNa Ilha do Governador tem uma escola para motoristas com ônibus e caminhões.
ResponderExcluirAté pouco tempo o Celso Franco tinha uma coluna no Jornal do Brasil. Não tenho encontrado a opinião desse especialista em trânsito nessa nova fase do JB.
ResponderExcluirNo Rio também não lembro de ter visto caminhões auto-escola, só em outra cidade, porém nunca com carga, como o da foto.
A maioria dos futuros caminhoneiros devem praticar com seus pais e amigos. Embora muito mais perigosos quando em velocidades maiores o cara tem que ser muito bom também em pequenas manobras para não passar vexame em locais apertados e ladeiras. Já vi caminhão voltando e tombando em subida íngremes e já ouvi falar em pessoas sendo espremidas de modo fatal em simples entrada ou saída de galpão ou garagem. Aliás arranhões em portões e colunas não são raros, com pagamento pelo prejuízo e gozações pelo erro sobrando só para o motorista.
Bom dia a todos. Politicamente correto é pre requisito básico para demagogia.
ResponderExcluirTem sim. Conheço pelo menos duas auto-escolas de ônibus e caminhões com veículos próprios aqui no Rio: Trindade, em Bonsucesso e Abolição, no bairro do mesmo nome.
ResponderExcluir"Bom dia".
ResponderExcluirHoje o equivalente ao ônibus da primeira foto é o ônibus de "treinamento" das próprias empresas, geralmente também com o símbolo da Rio Ônibus.
Quando ainda havia um autódromo na cidade, a sua área externa era usada para provas de direção e era normal ver desde motos até ônibus, passando também por caminhões mas sem carga.
Pois é,na sexta feira renovei a minha CNH que deverá chegar em casa nos próximos dias(sic).Agora apenas 3 anos e acho que está bom demais....Se fosse habilitação para busão ou caminhão estaria ferrado.Depois da lei seca muita coisa mudou em termos de trânsito e com os pontos acumulados todos estão sujeitos a novas etapas de reeducação,que sinceramente desconhecia na época desta primeira foto.
ResponderExcluirDizem que Ceará,individuo,já fez vários cursos de reeducação no trânsito,acostumado que foi a dirigir lá no Ceará,Estado,onde a ré é primeira opção...Um espanto!!!!
kkkk...Esse Pastorzinho de quinta categoria é mesmo informado. De fato, recentemente passei uma quarentena sem habilitação por conta que ultrapassei o numero de pontos na carteira. Foram 3 meses de cursinho e se locomovendo na base de Taxi, carona, ônibus, VLT, Metrô e etc. Valeu o castigo. Nunca mais vou passar dos 40 km/h, estacionar em lugar proibido, andar pela seletiva, falar ao celular e outras de menor gravidade. Nunca mais...pois os meios de transportes públicos já é um grande castigo. Nunca mais...Agora, Pastor sabe porque ré é a primeira opção lá no Ceará? É...porque...bem deixa pra lá. Obs: Que levante a mão quem nunca tomou uma multa?
ExcluirCeará,individuo,a ultima multa que recebi foi há uns 4 anos por andar acima da velocidade de 40 km numa estrada paralela a uma rodovia federal.40 km ,Ceará, não deixa de ser um espanto..Resultado,pontuei / paguei a multa e logo depois o limite foi alterado para 60 km no mesmo local.Se era para tomar ferro era preferível com uma velocidade maior....
ExcluirBater em cachorro morto não resolve.O negócio é manter a pegada nos próximos jogos que vão ser decisivos e ainda não vi esta mudança toda alardeada pela imprensa inclusive de São Paulo.Melhorou é verdade mas não vejo vantagens pois pior não poderia ficar.Se ainda pensa em alguma coisa não pode vacilar e nem ficar comendo mosca e esquecer o tempo do Mosquito sem pilha que foi um horror depois de efetivado.E este goleiro querendo criar caso deve ser chamado no gogó para não atrapalhar o ambiente e voltar aquele desmando.Vou ficar de olho e com a corneta de plantão pois era para estar folgado se não fosse as bobagens desta diretoria.
ResponderExcluirFaltam motoristas de ônibus e caminhões. Ninguém consegue impedi-los de nada.
ResponderExcluirTenho notado pelo menos por aqui na Tijuca várias empresas com onibus com as suas antigas cores , n]ao era obrigatório pintar todos os coletivos de branco?
ResponderExcluirAs empresas de ônibus (leia-se Fetranspor) são uma das maiores facções que o Rio de Janeiro conheceu, comparável às outras existentes no Estado.Possui ramificações em todos os segmentos do poder público. Não admira que o transporte rodoviário no RJ "não ande". Ordens judiciais, determinações do MP, nada surte efeito. Portanto as cores dos ônibus são o menor dos problemas. Mas dia 28 as cousad mudam...
ExcluirA obrigatoriedade da pintura padronizada foi revogada pelo Crivella.
ExcluirBusólogos só não estão mais felizes porque muitas pinturas não voltaram com os mesmos desenhos anteriores.
Não vou afirmar que é o caso, mas padrões determinados por um governante podem mudar ou são deixados de lado conforme a mudança na chefia do executivo.
ExcluirTambém já vi alguns ônibus pintados com as cores originas de suas respectivas empresas. Essa invencionice da Prefeitura e do Consórcio, que obrigou, acho que em 2010, a mesma pintura para todos, apenas com os detalhes amarelo A, verde B, azul C e vermelho D, criou dificuldades para o usuário enxergar ao longe a linha que queria utilizar, especialmente para pessoas com alguma deficiência visual. Antigamente quem queria pegar uma das linhas por exemplo, da Empresa de Transportes Vila Isabel, só se ligava na aproximação dos ônibus vermelhinhos, ao invés de ter que de longe tentar enxergar o número da linha na vista, como vinha ocorrendo. Além disto, acho muito mais legal cada empresa ter seu próprio layout de logotipo e cores respeitados. Parece que a cidade fica até um pouco mais alegre.
ResponderExcluirOlhando bem, na foto 1, num domingo, pai, mãe e filhas aguardam um ônibus para a visita à familiares e a feijoada na casa do sogrão. Conforme combinado o genro leva as laranjas para o complementar a "boca livre".
ResponderExcluirEu acho que seria ótimo o infrator ser exposto ao público em geral. A vergonha pela qual ele passaria poderia ser um desincentivo para o cometimento de outras infrações. A falha gravíssima da nossa legislação (e não só da nossa) é estar preocupada com o criminoso e não dar a mínima para a vítima e para a sociedade em geral. Se eu for aqui me aprofundar nisso escreverei incontáveis laudas. E provavelmente vocês já sabem minha opinião a respeito da Justiça e das leis. Deixemo-las, assim como quem as cria e as aplica, lá na Vila Mimosa, que é seu habitat natural.
ResponderExcluirNa década de 1970 um colega meu do IBGE também trabalhava no setor de Engenharia do DETRAN. Sua função era verificar se os pedidos de rebaixo de meio-fio para entrada de carros ou veículos em garagens ou galpões tinham sido feitos corretamente. Esse serviço ele podia executar à noite ou nos fins de semana. Por isso durante o dia trabalhava no IBGE.
ResponderExcluirEle tinha um fuscão azul, placa ED-3130, na época ainda GB. Uma noite aconteceu um acidente com ele: um ônibus da linha 442 – Lins x Urca arranhou o carro dele, na esquina da General Canabarro com São Francisco Xavier. Ele desceu do carro e foi assuntar com o motorista do ônibus. Acontece que ele era um tanto gago, e o motorista começou a zombar disso. Aí ele não conversou: sacou a carteira do DETRAN e intimou o motorista a comparecer no órgão no dia seguinte, para cursar a escolinha.
Na manhã seguinte ele avisou ao chefe o que tinha ocorrido e ficaram aguardando a chegada do motorista. Quando isso aconteceu, o cara começou a pedir mil desculpas, alegou que tinha não-sei-quantos filhos, e que cursar a escolinha criaria problemas para ele por perda de horas extras trabalhadas na empresa, etc, etc. É o tal negócio: o tigrão nessa hora vira tchutchuca. Meu colega então aliviou a barra do sujeito, não sem antes o chefe passar um bom sabão no motorista.
Morria e não sabia que existe(ia) um fiscal de entrada de garagem. Uma das coisas que mais me irrita é o estado deplorável das calçadas das cidades brasileiras. E um dos motivos são as rampas das garagens muito inclinadas, o que torna quase impossível caminhar sobre ela, sem risco de escorregar.
ExcluirMeu treinamento para tirar a CNH foi em 1974, mas não consigo lembrar em que modelo de carro foi. O da minha esposa foi na segunda metade dos anos 1980, num Gurgel. Não completou o treinamento porque um motorista de ônibus cismou com ela e a perseguiu pela rua Dias da Cruz, acabando por bater na traseira do Gurgel, propositadamente, quando ela parou num sinal de trânsito. Deu a maior confusão, e ela desistiu de continuar as aulas.
ResponderExcluirQuando a CINCO pegou uma obra num conjunto residencial em construção em Higienópolis, havia um bom movimento de terra de um lado para outro dentro do canteiro. Um motorista chamado Ernani era boa praça e dirigia um caminhão basculante Chevrolet C65. Uma tarde ele permitiu que eu levasse de um lado para outro do canteiro o caminhão carregado de terra. Menino! Engatei uma primeira e quando pisei no acelerador, de mansinho, a frente do caminhão levantou (sem sair do chão), tal era o peso da terra. Mas não deixei o motor morrer e conduzi o bichão até o destino.
ResponderExcluirNo grupo zap do qual faço parte, formado por colecionadores de placas de carro, um dos integrantes é motorista de estrada. Ele mora em Rio do Sul (SC) e viaja pelo Brasil todo. Um dia ele trouxe uma carga de melancias para a CEASA e me chamou para nos conhecermos pessoalmente. Fui até lá. Ele dirige um DAF azul claro, pintura perolizada, que é uma beleza só. Fiquei impressionado com o caminhão, não só pela beleza dele como pela tecnologia embarcada.
ResponderExcluirNas suas andanças, já botou o DAF até em balsa, lá pelas bandas de Santarém, e pegou vento no rio, com ondas lavando o convés onde estavam os carros e caminhões. Ele filmou com o celular e me mandou os vídeos. Tenebroso!
Um outro integrante do grupo, ex-policial rodoviário, também dirigiu durante algum tempo um caminhãozinho pelas estradas deste Brasilzão. Ele mora em Curitiba. Andou por Rondônia, Piauí (região do Gurguéia), sertão da Bahia (lá pelas bandas de São Desidério) etc. Mas desistiu das andanças, não sei o motivo.
ResponderExcluirSe a legislação em geral é branda, a específica de trânsito é muito pior. Até hoje um ex-jogador condenado por homicídio em um "acidente" de trânsito na Lagoa está livre e se candidatando a deputado...
ResponderExcluirSou totalmente a favor que essa faixa na traseira do ônibus fosse mantida até os dias de hoje e dane-se a besteira do "politicamente correto" para os maus profissionais. Politicamente correto é o motorista parar no ponto de ônibus quando o passageiro faz sinal (uma das muitas infrações cometidas por eles). Há duas semanas estava eu num ponto na Av. Bartolomeu Mitre, sábado a noite, quando o número de carros é bastante reduzido e fiz sinal para o primeiro ônibus que me servia e o cara não parou. Pois bem, 20 minutos de espera e passou uma outra linha que também me servia, fiz sinal e o cara não parou. E após mais uns 15 minutos de espera passou o terceiro, que finalmente parou. Esses maus profissionais não têm dó dos usuários, inclusive idosos, sabendo que naquele horário a frota está reduzida? já vi pessoas reclamando com o motorista que o colega dele que passou anteriormente não parou. Eu não faço isso, pois ficaria p...da vida de ter que me explicar por causa de um colega que não faz seu serviço de maneira correta. Que cada um cuide de suas responsabilidades. Faixa para a população saber quem é quem e reeducação para eles!
ResponderExcluirA nova praga dos motoristas, em conluio com alguns patrões, é rodar com vista ESPECIAL e GARAGEM para não recolher passageiros e cumprir a meta de quilometragem do dia...
ResponderExcluirIsso quando não aparece completamente desligada.
ExcluirCaramba, Augusto, essa malandragem eu não sabia e já vi ônibus com essas vistas. Ganham o dinheiro enganando a prefeitura que estão rodando. Mas os carros não possuem o tacógrafo, telemetria e Módulo GPS mostrando que não pararam em ponto nenhum?
ResponderExcluirCaraca!! Peguei um Táxi Rio agora. O carro era um BYD modelo Yuan Plus. Nem conto a vocês como é o carro!
ResponderExcluirPeguei um elétrico com minha irmã no dia do aniversário dela para ir ao shopping. Era de aplicativo. O silêncio interno era algo assombroso.
ExcluirEsse que peguei tem teto solar escamoteável, com persiana idem, comandos de voz, um torque fabuloso, realmente fantástico.
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