As ruas dos subúrbios da Central junto à linha do trem são todas iguais, mas vamos lá: A primeira foto parece ser a Carolina Machado ou a Nerval de Gouveia. A segunda pode ser a Cerqueira Daltro. O certo é que são da segunda metade dos anos 60, já que na primeira foto não se vê mais trilhos de bonde. O ônibus também confirma a assertiva.
Os dois táxis mostram um degrau de 30 anos. O DKW de frisinhos na mala é 58-60 e o Ford é 1928-29. Certamente o Ford não estava com a autorização em dia, mas, lá longe, talvez fosse possível circular. Na Usina, durante anos, apesar dos Fuscas não serem mais aceitos na cidade, tinham permissão de táxi, se sediados ali ou no Alto da Boa Vista. A foto aérea(?) é de 1963 em diante, garantem os Aero-Willys 2600. O Simca Chambord fica quieto, feliz por estar funcionando sem ferver.
Peraí que não estou conseguindo entrar no ar.O que este carro dos anos 30(?)está fazendo ao lado do Belcar?A foto deve ser dos anos 60 e este carro aí,parecendo inclusive estar com motorista a caráter?Socorro Biscoito....Otima foto.
Biscoito,estou aqui chegando a uma conclusão meio maluca:considerando o ano do carro,a figura do motorista e o fato de estar parado no meio da rua, é uma filmagem.Deve ser filme do Zé Trindade e o Correio foi lá.Sem espanto!!!
O cinema que aparece à esquerda era o Beija-Flor, que posteriormente passou a ser o Madureira 3, confirmando, assim, que a rua é a João Vicente. A segunda foto deve ter sido tirada do alto da passarela da estação, mirando a Rua Domingos Lopes, que nesta época tinha a mão invertida, cujos ônibus entravam vindos da Ernani Cardoso.
Concordo com a João Vicente ou Carolina Machado. Parece um orelhão atrás do cidadão de paletó e gravata claros. Poderia fixar a época. Alguns fubicas funcionavam como táxis cumprindo o percurso até Ramos e outros até a Praia do Galeão.
Bom Dia! Na foto 1 não se vê trilhos de bonde porque ali nunca passou bonde. O carro antigo com capota de lona é um Buick e está fazendo serviço de lotação, na linha Madureira-Fontinha.O ônibus é da Santa Maria e deve estar na linha Madureira-Jardim Boiuna. A foto foi feita pela manhã acho que as 9 horas e o fotógrafo deve ter dado uma trepadinha nas grades da estação para conseguir melhor ângulo.Aonde está o DKW era um cinema que quando fechou virou uma casa da luz vermelha, atualmente é uma loja de Ching-Ling.Em frente as escadas está a rua Domingos Lopes.Na foto 2 acho que é Estrada do Portela
A história da cidade do Rio de Janeiro poderia ser escrita juntando-se alguns Blog's a este e a nata de seus sábios comentaristas. Mauro xará está entre os melhores. Nos honra com seu conhecimento e memória.
Morei em Higienópolis- RJ e lá era comum moradores irem ao Iate Clube de Ramos ou à praia do Galeão usando esses tipos de carro. As crianças sentavam usando a lateral dos bancos e a carroceria e com a capota aberta como era feito nas carreatas do carnaval do início do século passado. Morei lá desde os finais dos anos cinquenta até 1965.
Em Higienopolis havia um grande valão. O Rio Faria Timbó ainda era navegável e Higienopolis ainda era um bairro agradável. A rua Darke de Matos e a Avenida dos Democráticos tinham o inconveniente dos mosquitos provenientes do matagal e do valão. Eu morei na rua Ubiraci. Em 1965 o lugar ainda era bom, mas com a favelizaçao e com a construção do viaduto Faria Timbó sobre a linha da Leopoldina tornaram a região precária. As favelas do "Alemão" na Estrada do Itararé sepultaram finalmente o lugar.
O lotação é um clássico ! Da mesma época dos "Mata Sete" que faziam a linha Ramos-Praia e Ramos-Galeão. Para usar com os pneus mais modernos, costumavam a trocar os aros, que originalmente eram raiados.
As razões que me levaram a identificar o táxi antigo como Ford foram a enorme quantidade de carros Ford que sobreviveram e os dois frisos verticais na traseira.
Jaime Moraes: Das linhas que saiam da estação de Ramos, a mais famosa foi a Ramos-Maria-Angu. Curioso: A casa da Luz Vermelha era uma mistura de Boate-Dancing e bar e nos fundos tinha alguns quartos onde as dançarinas levavam os clientes para um repouso.
Os Ônibus da foto 2 : Na frente um MB/Bons Amigos da Estrela, depois um MB/Cermava da São Pedro Lá atras a esquerda um lotação Engenho Novo- Marechal, que na época era obrigado a ter capelinha. onde tem a seta da Drogaria ,hoje tem uma passagem que dá para o Shoping dos Peixinhos.
Quase o dia inteiro fora e logo hoje o Dr. D' posta sobre Madureira...
A foto 1, como já foi debatido, é da João Vicente. A foto já rodou por várias páginas do FB. Os dois carros têm placas da GB e o ônibus, como também já foi esclarecido, era da falecida Santa Maria.
A foto 2 não sou capaz de identificar, seja Domingos Lopes ou Estrada do Portela. Se os ônibus estivessem mais perto talvez desse para identificar as linhas. Só acho a rua meio estreita para ser uma dessas duas opções.
Eita que ninguém acertou a segunda foto... É a Av. Min Edgar Romero, do lado do Mercadão de Madureira. No alto da foto tem uma casa com terraço circular e que está lá até hoje, esquina com a rua Vila Maia
Eu morei em Madureira e na primeira foto identifiquei o que me parece o cine Madureira (nota-se fachada com o que parece título de filme). A segunda parece a Carolina Machado. A Domingos Lopes tinha canteiro central e mão dupla.
A segunda foto é a rua Sidônio Paes em Cascadura, no alto da foto, bem no centro, vemos um prédio com um terraço circular, que pode ser visto em https://goo.gl/maps/EN4YVvMVM9oMhvTq9 , as contruções nas esquinas da rua à esquerda (R. Cel.Magalhães) também conferem https://goo.gl/maps/Mq4bYGA6iw7yLnea6
Simples assim..........primeira imagem toda recortada e muito batida na internet é na Rua João Vicente, próximo a Ponte e portanto ao lado do antigo Cine Teatro Madureira. A segunda é na Sidonio Pais, Cascadura.
Madureira é talvez o bairro com a maior concentração de comércio em tão pequena área. Não é muito grande, fazendo divisa com Cascadura, Vaz Lobo, Osvaldo Cruz e Campinho. É uma balbúrdia só, com trânsito caótico e centenas de camelôs ocupando as calçadas das ruas, dificultando a passagem de pedestres. Abriga ainda duas escolas de samba (Portela e Império Serrano), o imenso Parque de Madureira e vários shoppings como o Madureira Shopping e o assim chamado Shopping dos Peixinhos.
Embora eu não goste nem um pouco do bairro, quis o destino me forçar a frequentá-lo incontáveis vezes. Minha ex morava lá, com seus pais. Também ali residiam suas duas avós e vários tios e tias com respectivos filhos. Houve uma época em que todo domingo ela e eu íamos almoçar e passar a tarde com os pais dela, residentes na rua Américo Brasiliense, a poucos passos do Madureira Shopping, embora este só tivesse sido inaugurado em 1989, enquanto eu comecei a namorar minha ex em 1975.
Também era ponto de reunião da família do lado paterno dela a casa de sua avó, na rua Carolina Machado, em frente à estação ferroviária, numa casa de vila muito simples e antiquíssima. Cansei de ir lá em churrascadas e aniversários.
Por outro lado, minha atual esposa tinha as duas filhas estudando no Colégio Lemos de Castro, na rua Carolina Machado, quase em frente à estação ferroviária. Durante doze anos ela ia diariamente levar e pegar as filhas, morando no Engenho Novo. Enriqueceu os donos da Viação Três Amigos (linha 638 - Saens Peña x Marechal Hermes) e da Viação Caprichosa (linha 639 - Saens Peña x Jardim América). Na saída do colégio, ao fim da tarde, gastava quase uma hora de ônibus. Um dia convenci-a a ir de trem, que levava apenas quinze minutos. Foi só ela experimentar que logo pegou um trem que enguiçou entre as estações de Quintino Bocaiúva e Cascadura. Ela teve de pular na linha férrea e andar nos trilhos até Cascadura, junto com os demais passageiros. Tomou trauma e voltou a andar de ônibus.
Quando eu pensava haver me livrado de Madureira, começou tudo de novo: minha enteada mais velha vai se casar e comprou o vestido justamente numa loja da citada acima rua Américo Brasiliense. Já estive lá duas vezes, com ela e com minha esposa.
Para completar, na rua Dagmar da Fonseca há uma filial do nosso plano de saúde, que minha enteada acima citada frequenta. Já fui lá duas vezes: uma para ela, em novembro, e uma para mim, no último dia 20. E devo retornar lá em breve para mais uma consulta.
Engraçado é que os pais de minha ex eram conhecidos por nomes completamente diferentes dos reais: ele se chamava Plínio mas era conhecido como Zeca; ela tinha o nome de Maria mas todos a chamavam de Glória.
Mas na minha família também ocorria isso: um tio-avô meu se chamava Arlindo mas era conhecido como Cravinho, e meu padrasto era Satyro mas era chamado de Lisímaco. No caso dele, já expliquei o motivo disso. Nos demais casos, desconheço o motivo.
Vejam que não eram alterações do tipo apelido e sim mudança de nome. Apelidos tinham meu tio Adhemar, chamado familiarmente de Inhô ou Nhonhô (corruptela de Senhor) e minha mãe Celina, chamada de Nhanhá (corruptela de Sinhá), mas isso apenas por uma tia-avó.
Na família materna do meu amor de adolescente, dos 10 tios, tias e mãe, nove tem/tinham apelidos. A sua avó, idem. E por extremo mau gosto (cala-te, boca!), o nome de todos os 10 começava por "Ita", inclusive o do meu amor. Alguns exemplos: Itagildásio, Itagilca, Itagilsete. Como descobri isso? Ah, a Internet está aí para isso mesmo. E não sou hacker. Imagine se eu fosse.
Consegui a cidade de nascimento e a data de nascimento de todos, e para os já falecidos também a data do óbito. Viva a web! E partindo do zero, apenas do nome dos pais do meu amor. Até a árvore genealógica da família eu consegui.
Sem falar toda a biografia do pai dela, que também levantei. A Hemeroteca da BN está aí para isso mesmo. E muito mais informações de parentes, até mesmo notas obtidas em concursos públicos e cargos exercidos. Mas minha decepção é que do meu amor, mesmo, nada obtive além de citação em dois processos. Para a web ela é praticamente desconhecida. Estranho, porque as duas irmãs constam muito na rede. Não procurei no Instagram, porque não tenho essa rede social. No Facebook até me cadastrei para tentar achar algo sobre ela, mas foi em vão. Ou ela não o usa ou está com outro nome ou apelido lá.
Na quarta-feira tentaram me dar um golpe daquele tipo que alguém se passando por um familiar diz que está com telefone novo e pede para o alvo do golpe pagar uma conta dele com PIX. Mas o golpista pecou gravemente por um fato: fez-se passar por minha filha, com quem não falo há mais de vinte anos. Mandou zap com foto dela e texto todo meloso, assim: "Oi, pai, bom dia!" e um coração a seguir. Ora, minha filha não quer me ver nem pintado de ouro, já me chamou no Instagram de "inseto repugnante do tipo que eu mato pisando" (me deduraram isso). E o golpista, é claro sem saber disso, se passa por ela me mandando coraçãozinho!! Nem vem que não tem. Minha enteada mais velha, que me chama de pai e tem o maior amor por mim, pegou o meu telefone, disse que o número não era mais do pai dela (do golpista) e perguntou o que ela queria comigo. Aí o golpista falou a história do PIX. Minha enteada então disse que para confirmar se era ela mesmo, perguntou qual era a cor do meu carro. A resposta foi "branco". Mas meu carro era vinho. Então minha enteada respondeu com "Erroouuu.... Golpista safado. Vai enganar outro trouxa!". Desligou e denunciou o número ao zap.
O incrível é como o golpista associou minha filha com meu telefone, já que essa linha eu peguei em 2018 e naturalmente ela não tem o menor conhecimento disso. Já aventei a hipótese de ser através do DETRAN, já que ali certamente consta na CNH dela o meu nome e nos cadastros do DETRAN tem meu número de celular, pois em dezembro renovei minha CNH e nos formulários a gente tem de informar o celular. O hacker ou alguém do próprio DETRAN fez a ponte entre meu nome na CNH dela e meu telefone no formulário que preenchi, do qual obviamente também consta meu nome.
Vai ser difícil aplicar golpe em mim. Já passei horas no YouTube vendo narrativas de golpes, de todos os tipos. Estou escolado. Uma vez tentaram passar para minha esposa o golpe do sequestro da filha dela (a enteada que citei em comentário acima). Minha esposa acreditou, entrou em choque, tremendo feito vara verde, descontrolada. Tomei o telefone e perguntei ao golpista (que pensava ser eu o pai) qual era o nome completo da minha filha. Ele tentou forçar a barra com ameaças. Então fui curto e grosso: "Vou contar até cinco para você dizer o nome completo da minha filha. Um, dois, três, quatro, cinco." Obviamente ele não falou. Desliguei. Ele tentou mais um telefonema, mas não atendemos. Aí, desistiu.
Outra vez vieram com a história da compra de valor alto em cartão de crédito no meu nome. Falei que já sabia do golpe: eles iriam mandar um motoboy à minha casa para pegar meu cartão, que eles tinham bloqueado por segurança, e depois mandariam outro. E com meu cartão em mãos fariam compras à vontade. Aí o golpista falou, puerilmente: - Você já caiu nesse golpe? Eu respondi: - Não, mas eu sei que é assim. O cara desligou.
Bom dia. A segunda foto foi identificada mais tarde. Realmente faz mais sentido Sidonio Paes (ou até Cerqueira Daltro), no caso em Cascadura, do que Domingos Lopes ou Estrada do Portela, além de Edgard Romero.
Madureira tem ficado na mídia nas últimas semanas por motivos futebolísticos. Nesta semana se classificou para a terceira fase da Copa do Brasil ao eliminar o ABC em Conselheiro Galvão. Na próxima fase pega o Águia de Marabá ou um time do Acre. Não sei se aqui ou no norte. Depois de amanhã tem o jogo da volta contra o Flamengo. O momento do adversário não é dos melhores mas sendo realista é melhor focar mesmo na Copa do Brasil...
Constitui-se de um pequeno conjunto arquitetônico, de frente para a antiga estação de Madureira, onde foram instalados o primeiro açougue do bairro de Madureira, datado de 1896, e o Cinema Beija Flor, inaugurado em 1904, ainda como cinema mudo.
O Cinema Beija-Flor situava-se na Rua Lopes, 169, Madureira, no subúrbio do Rio. Esta rua posteriormente se chamou Rua Antonia Alexandrina, atual Rua João Vicente, em frente à estação de trens de Madureira. Foi inaugurado por volta de 1914 e funcionou até 1986, quando se transformou no Cinema Madureira 3, hoje também extinto.
A origem do nome da Rua João Vicente é uma homenagem a João Vicente de Oliveira. Ele era o pai de Bento Ribeiro de Oliveira (que dá nome ao bairro homônimo), militar e ex-prefeito do Rio de Janeiro. A nomeação reflete a tradição da época de homenagear figuras ligadas às famílias influentes que participaram do desenvolvimento urbano e ferroviário da região.
Sidónio Pais (1872-1918) foi Presidente da República Portuguesa, assumindo o cargo entre maio e dezembro de 1918, após um golpe militar em 1917 que instituiu a "República Nova".
Foi baleado mortalmente por José Júlio da Costa, sendo o único presidente português a ser assassinado no exercício do cargo.
Quanta confusão com o nome das ruas. Várias contribuições durante este tempo todo. Augusto é o responsável, já que é o embaixador plenipotenciário de Madureira...
A quantidade de comentários posteriores ao dia da postagem já são suficientes é suficiente para uma hora extra de leitura. Também me chamou atenção a quantidade de gente na foto 2 e a explicação é que tinha uma feira na rua à direita da bifurcação logo à frente, mas com muitos camelôs de "ponta de feira" ainda na Rua Sidônio Paes. Lembrando que muitos camelôs usavam apenas lonas diretas no chão para seus produtos, sem nenhum tipo de armação de madeira para apoio, para remoção rápida em caso de alarme de chegada de fiscais do chamado rapa. Em foto do Street View do ano passado o citado sobrado da torre aparece bem conservado.
A Tia Zulmira do Stanislaw Ponte Preta diria que, diante da ambulância de plantão em frente ao sobrado da torre, do outro lado da rua, rolava uma verdadeira feijoada completa naquele endereço.
Madureira era o latifúndio da família Lopes. Domingos Lopes, Maria Lopes (onde morei por quase vinte anos), Lopes(?) (atual João Vicente), além da Dona Clara, que tinha seu próprio ramal de trem...
FF: ontem morreu aos 86 anos o cantor Neil Sedaka. Hoje morreu aos 78 anos o ator e diretor Denis Carvalho.
Há 40 anos o cruzeiro perdia três zeros e virava cruzado. No bojo veio um tabelamento e congelamento de preços que duraria até a eleição de novembro...
Acredito que a primeira é a Rua João Vicente e a segunda a Rua Domingos Lopes.
ResponderExcluirTambém reconheci ambas
ExcluirA Domingos Lopes tinha canteiro central e era mão dupla.
ExcluirAs ruas dos subúrbios da Central junto à linha do trem são todas iguais, mas vamos lá: A primeira foto parece ser a Carolina Machado ou a Nerval de Gouveia. A segunda pode ser a Cerqueira Daltro. O certo é que são da segunda metade dos anos 60, já que na primeira foto não se vê mais trilhos de bonde. O ônibus também confirma a assertiva.
ResponderExcluirBem antigo o carro ao lado do DKW.
ResponderExcluirQuanto às ruas só sei que nada sei.
Os dois táxis mostram um degrau de 30 anos. O DKW de frisinhos na mala é 58-60 e o Ford é 1928-29. Certamente o Ford não estava com a autorização em dia, mas, lá longe, talvez fosse possível circular. Na Usina, durante anos, apesar dos Fuscas não serem mais aceitos na cidade, tinham permissão de táxi, se sediados ali ou no Alto da Boa Vista. A foto aérea(?) é de 1963 em diante, garantem os Aero-Willys 2600. O Simca Chambord fica quieto, feliz por estar funcionando sem ferver.
ResponderExcluirAcho que as fotos são de 1967.
ExcluirPeraí que não estou conseguindo entrar no ar.O que este carro dos anos 30(?)está fazendo ao lado do Belcar?A foto deve ser dos anos 60 e este carro aí,parecendo inclusive estar com motorista a caráter?Socorro Biscoito....Otima foto.
ResponderExcluirLá no fundo da da 2 foto um Mercedes Monobloco passando um lotação.
ResponderExcluirO Dieckmann pode confirmar.
Biscoito,estou aqui chegando a uma conclusão meio maluca:considerando o ano do carro,a figura do motorista e o fato de estar parado no meio da rua, é uma filmagem.Deve ser filme do Zé Trindade e o Correio foi lá.Sem espanto!!!
ResponderExcluirO cinema que aparece à esquerda era o Beija-Flor, que posteriormente passou a ser o Madureira 3, confirmando, assim, que a rua é a João Vicente. A segunda foto deve ter sido tirada do alto da passarela da estação, mirando a Rua Domingos Lopes, que nesta época tinha a mão invertida, cujos ônibus entravam vindos da Ernani Cardoso.
ResponderExcluirConcordo com a João Vicente ou Carolina Machado. Parece um orelhão atrás do cidadão de paletó e gravata claros. Poderia fixar a época.
ResponderExcluirAlguns fubicas funcionavam como táxis cumprindo o percurso até Ramos e outros até a Praia do Galeão.
Bom Dia! Na foto 1 não se vê trilhos de bonde porque ali nunca passou bonde. O carro antigo com capota de lona é um Buick e está fazendo serviço de lotação, na linha Madureira-Fontinha.O ônibus é da Santa Maria e deve estar na linha Madureira-Jardim Boiuna. A foto foi feita pela manhã acho que as 9 horas e o fotógrafo deve ter dado uma trepadinha nas grades da estação para conseguir melhor ângulo.Aonde está o DKW era um cinema que quando fechou virou uma casa da luz vermelha, atualmente é uma loja de Ching-Ling.Em frente as escadas está a rua Domingos Lopes.Na foto 2 acho que é Estrada do Portela
ResponderExcluirA história da cidade do Rio de Janeiro poderia ser escrita juntando-se alguns Blog's a este e a nata de seus sábios comentaristas.
ExcluirMauro xará está entre os melhores. Nos honra com seu conhecimento e memória.
Mauro, grande lembrança do carro lotação da Fontinha. Cheguei a andar num, quando minha madrinha morava na Henrique de Melo, em Oswaldo Cruz.
ResponderExcluirComo sou curioso vou perguntar:o que seria casa da luz vermelha?
ResponderExcluirMorei em Higienópolis- RJ e lá era comum moradores irem ao Iate Clube de Ramos ou à praia do Galeão usando esses tipos de carro. As crianças sentavam usando a lateral dos bancos e a carroceria e com a capota aberta como era feito nas carreatas do carnaval do início do século passado.
ResponderExcluirMorei lá desde os finais dos anos cinquenta até 1965.
Em Higienopolis havia um grande valão. O Rio Faria Timbó ainda era navegável e Higienopolis ainda era um bairro agradável. A rua Darke de Matos e a Avenida dos Democráticos tinham o inconveniente dos mosquitos provenientes do matagal e do valão. Eu morei na rua Ubiraci. Em 1965 o lugar ainda era bom, mas com a favelizaçao e com a construção do viaduto Faria Timbó sobre a linha da Leopoldina tornaram a região precária. As favelas do "Alemão" na Estrada do Itararé sepultaram finalmente o lugar.
ExcluirO lotação é um clássico ! Da mesma época dos "Mata Sete" que faziam a linha Ramos-Praia e Ramos-Galeão. Para usar com os pneus mais modernos, costumavam a trocar os aros, que originalmente eram raiados.
ResponderExcluirAs razões que me levaram a identificar o táxi antigo como Ford foram a enorme quantidade de carros Ford que sobreviveram e os dois frisos verticais na traseira.
ResponderExcluirJaime Moraes: Das linhas que saiam da estação de Ramos, a mais famosa foi a Ramos-Maria-Angu. Curioso: A casa da Luz Vermelha era uma mistura de Boate-Dancing e bar e nos fundos tinha alguns quartos onde as dançarinas levavam os clientes para um repouso.
ResponderExcluirOs Ônibus da foto 2 : Na frente um MB/Bons Amigos da Estrela, depois um MB/Cermava da São Pedro Lá atras a esquerda um lotação Engenho Novo- Marechal, que na época era obrigado a ter capelinha. onde tem a seta da Drogaria ,hoje tem uma passagem que dá para o Shoping dos Peixinhos.
ResponderExcluirBoa noite a todos.
ResponderExcluirQuase o dia inteiro fora e logo hoje o Dr. D' posta sobre Madureira...
A foto 1, como já foi debatido, é da João Vicente. A foto já rodou por várias páginas do FB. Os dois carros têm placas da GB e o ônibus, como também já foi esclarecido, era da falecida Santa Maria.
A foto 2 não sou capaz de identificar, seja Domingos Lopes ou Estrada do Portela. Se os ônibus estivessem mais perto talvez desse para identificar as linhas. Só acho a rua meio estreita para ser uma dessas duas opções.
E eu posso achar Ipanema lá longe também...
Eita que ninguém acertou a segunda foto... É a Av. Min Edgar Romero, do lado do Mercadão de Madureira.
ResponderExcluirNo alto da foto tem uma casa com terraço circular e que está lá até hoje, esquina com a rua Vila Maia
A segunda foto é a rua Sidonio Paes em cascadura.
ResponderExcluirEu morei em Madureira e na primeira foto identifiquei o que me parece o cine Madureira (nota-se fachada com o que parece título de filme). A segunda parece a Carolina Machado. A Domingos Lopes tinha canteiro central e mão dupla.
ResponderExcluirA segunda foto é a rua Sidônio Paes em Cascadura, no alto da foto, bem no centro, vemos um prédio com um terraço circular, que pode ser visto em https://goo.gl/maps/EN4YVvMVM9oMhvTq9 , as contruções nas esquinas da rua à esquerda (R. Cel.Magalhães) também conferem https://goo.gl/maps/Mq4bYGA6iw7yLnea6
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirA foto 1 é da rua João Vicente ou Carolina Machado.
ResponderExcluirA foto 2 é da rua Sidónio pais em Cascadura.
Simples assim..........primeira imagem toda recortada e muito batida na internet é na Rua João Vicente, próximo a Ponte e portanto ao lado do antigo Cine Teatro Madureira. A segunda é na Sidonio Pais, Cascadura.
ResponderExcluirNão consegui ver as construções citadas pelo comentarista Icrcar em 24/04/2021. Só se nesse intervalo de tempo elas foram demolidas.
ResponderExcluirMadureira é talvez o bairro com a maior concentração de comércio em tão pequena área. Não é muito grande, fazendo divisa com Cascadura, Vaz Lobo, Osvaldo Cruz e Campinho. É uma balbúrdia só, com trânsito caótico e centenas de camelôs ocupando as calçadas das ruas, dificultando a passagem de pedestres. Abriga ainda duas escolas de samba (Portela e Império Serrano), o imenso Parque de Madureira e vários shoppings como o Madureira Shopping e o assim chamado Shopping dos Peixinhos.
ResponderExcluirEmbora eu não goste nem um pouco do bairro, quis o destino me forçar a frequentá-lo incontáveis vezes. Minha ex morava lá, com seus pais. Também ali residiam suas duas avós e vários tios e tias com respectivos filhos. Houve uma época em que todo domingo ela e eu íamos almoçar e passar a tarde com os pais dela, residentes na rua Américo Brasiliense, a poucos passos do Madureira Shopping, embora este só tivesse sido inaugurado em 1989, enquanto eu comecei a namorar minha ex em 1975.
ResponderExcluirTambém era ponto de reunião da família do lado paterno dela a casa de sua avó, na rua Carolina Machado, em frente à estação ferroviária, numa casa de vila muito simples e antiquíssima. Cansei de ir lá em churrascadas e aniversários.
Por outro lado, minha atual esposa tinha as duas filhas estudando no Colégio Lemos de Castro, na rua Carolina Machado, quase em frente à estação ferroviária. Durante doze anos ela ia diariamente levar e pegar as filhas, morando no Engenho Novo. Enriqueceu os donos da Viação Três Amigos (linha 638 - Saens Peña x Marechal Hermes) e da Viação Caprichosa (linha 639 - Saens Peña x Jardim América). Na saída do colégio, ao fim da tarde, gastava quase uma hora de ônibus. Um dia convenci-a a ir de trem, que levava apenas quinze minutos. Foi só ela experimentar que logo pegou um trem que enguiçou entre as estações de Quintino Bocaiúva e Cascadura. Ela teve de pular na linha férrea e andar nos trilhos até Cascadura, junto com os demais passageiros. Tomou trauma e voltou a andar de ônibus.
ResponderExcluirQuando eu pensava haver me livrado de Madureira, começou tudo de novo: minha enteada mais velha vai se casar e comprou o vestido justamente numa loja da citada acima rua Américo Brasiliense. Já estive lá duas vezes, com ela e com minha esposa.
ResponderExcluirPara completar, na rua Dagmar da Fonseca há uma filial do nosso plano de saúde, que minha enteada acima citada frequenta. Já fui lá duas vezes: uma para ela, em novembro, e uma para mim, no último dia 20. E devo retornar lá em breve para mais uma consulta.
Engraçado é que os pais de minha ex eram conhecidos por nomes completamente diferentes dos reais: ele se chamava Plínio mas era conhecido como Zeca; ela tinha o nome de Maria mas todos a chamavam de Glória.
ResponderExcluirMas na minha família também ocorria isso: um tio-avô meu se chamava Arlindo mas era conhecido como Cravinho, e meu padrasto era Satyro mas era chamado de Lisímaco. No caso dele, já expliquei o motivo disso. Nos demais casos, desconheço o motivo.
Vejam que não eram alterações do tipo apelido e sim mudança de nome. Apelidos tinham meu tio Adhemar, chamado familiarmente de Inhô ou Nhonhô (corruptela de Senhor) e minha mãe Celina, chamada de Nhanhá (corruptela de Sinhá), mas isso apenas por uma tia-avó.
Na família materna do meu amor de adolescente, dos 10 tios, tias e mãe, nove tem/tinham apelidos. A sua avó, idem. E por extremo mau gosto (cala-te, boca!), o nome de todos os 10 começava por "Ita", inclusive o do meu amor. Alguns exemplos: Itagildásio, Itagilca, Itagilsete. Como descobri isso? Ah, a Internet está aí para isso mesmo. E não sou hacker. Imagine se eu fosse.
ResponderExcluirConsegui a cidade de nascimento e a data de nascimento de todos, e para os já falecidos também a data do óbito. Viva a web! E partindo do zero, apenas do nome dos pais do meu amor. Até a árvore genealógica da família eu consegui.
ResponderExcluirSem falar toda a biografia do pai dela, que também levantei. A Hemeroteca da BN está aí para isso mesmo. E muito mais informações de parentes, até mesmo notas obtidas em concursos públicos e cargos exercidos. Mas minha decepção é que do meu amor, mesmo, nada obtive além de citação em dois processos. Para a web ela é praticamente desconhecida. Estranho, porque as duas irmãs constam muito na rede. Não procurei no Instagram, porque não tenho essa rede social. No Facebook até me cadastrei para tentar achar algo sobre ela, mas foi em vão. Ou ela não o usa ou está com outro nome ou apelido lá.
ResponderExcluirNa quarta-feira tentaram me dar um golpe daquele tipo que alguém se passando por um familiar diz que está com telefone novo e pede para o alvo do golpe pagar uma conta dele com PIX. Mas o golpista pecou gravemente por um fato: fez-se passar por minha filha, com quem não falo há mais de vinte anos. Mandou zap com foto dela e texto todo meloso, assim: "Oi, pai, bom dia!" e um coração a seguir. Ora, minha filha não quer me ver nem pintado de ouro, já me chamou no Instagram de "inseto repugnante do tipo que eu mato pisando" (me deduraram isso). E o golpista, é claro sem saber disso, se passa por ela me mandando coraçãozinho!! Nem vem que não tem. Minha enteada mais velha, que me chama de pai e tem o maior amor por mim, pegou o meu telefone, disse que o número não era mais do pai dela (do golpista) e perguntou o que ela queria comigo. Aí o golpista falou a história do PIX. Minha enteada então disse que para confirmar se era ela mesmo, perguntou qual era a cor do meu carro. A resposta foi "branco". Mas meu carro era vinho. Então minha enteada respondeu com "Erroouuu.... Golpista safado. Vai enganar outro trouxa!". Desligou e denunciou o número ao zap.
ResponderExcluirO incrível é como o golpista associou minha filha com meu telefone, já que essa linha eu peguei em 2018 e naturalmente ela não tem o menor conhecimento disso. Já aventei a hipótese de ser através do DETRAN, já que ali certamente consta na CNH dela o meu nome e nos cadastros do DETRAN tem meu número de celular, pois em dezembro renovei minha CNH e nos formulários a gente tem de informar o celular. O hacker ou alguém do próprio DETRAN fez a ponte entre meu nome na CNH dela e meu telefone no formulário que preenchi, do qual obviamente também consta meu nome.
ResponderExcluirVai ser difícil aplicar golpe em mim. Já passei horas no YouTube vendo narrativas de golpes, de todos os tipos. Estou escolado. Uma vez tentaram passar para minha esposa o golpe do sequestro da filha dela (a enteada que citei em comentário acima). Minha esposa acreditou, entrou em choque, tremendo feito vara verde, descontrolada. Tomei o telefone e perguntei ao golpista (que pensava ser eu o pai) qual era o nome completo da minha filha. Ele tentou forçar a barra com ameaças. Então fui curto e grosso: "Vou contar até cinco para você dizer o nome completo da minha filha. Um, dois, três, quatro, cinco." Obviamente ele não falou. Desliguei. Ele tentou mais um telefonema, mas não atendemos. Aí, desistiu.
ResponderExcluirOutra vez vieram com a história da compra de valor alto em cartão de crédito no meu nome. Falei que já sabia do golpe: eles iriam mandar um motoboy à minha casa para pegar meu cartão, que eles tinham bloqueado por segurança, e depois mandariam outro. E com meu cartão em mãos fariam compras à vontade. Aí o golpista falou, puerilmente:
ResponderExcluir- Você já caiu nesse golpe?
Eu respondi:
- Não, mas eu sei que é assim.
O cara desligou.
Hélio, infelizmente minha mãe de 80 anos caiu nesse golpe ano passado.
ExcluirBom dia. A segunda foto foi identificada mais tarde. Realmente faz mais sentido Sidonio Paes (ou até Cerqueira Daltro), no caso em Cascadura, do que Domingos Lopes ou Estrada do Portela, além de Edgard Romero.
ResponderExcluirMadureira tem ficado na mídia nas últimas semanas por motivos futebolísticos. Nesta semana se classificou para a terceira fase da Copa do Brasil ao eliminar o ABC em Conselheiro Galvão. Na próxima fase pega o Águia de Marabá ou um time do Acre. Não sei se aqui ou no norte. Depois de amanhã tem o jogo da volta contra o Flamengo. O momento do adversário não é dos melhores mas sendo realista é melhor focar mesmo na Copa do Brasil...
Pelo que vi, Madureira joga em casa contra o Águia. Boas chances de passar de fase e engordar os cofres.
ExcluirBom dia a todos!
ResponderExcluirFoto 01, atualmente
Rua João Vicente.
https://www.google.com/maps/@-22.8764515,-43.338295,3a,69.7y,290.8h,82.34t/data=!3m4!1e1!3m2!1skufmAG19g4N0Al3l3JRy0w!2e0?utm_campaign=ml-ardl&g_ep=Eg1tbF8yMDI2MDIyNV8wIJvbDyoASAJQAQ%3D%3D
CONJUNTO ARQUITETÔNICO CINEMA BEIJA FLOR
ResponderExcluirConstitui-se de um pequeno conjunto arquitetônico, de frente para a antiga estação de Madureira, onde foram instalados o primeiro açougue do bairro de Madureira, datado de 1896, e o Cinema Beija Flor, inaugurado em 1904, ainda como cinema mudo.
O Cinema Beija-Flor situava-se na Rua Lopes, 169, Madureira, no subúrbio do Rio. Esta rua posteriormente se chamou Rua Antonia Alexandrina, atual Rua João Vicente, em frente à estação de trens de Madureira. Foi inaugurado por volta de 1914 e funcionou até 1986, quando se transformou no Cinema Madureira 3, hoje também extinto.
A origem do nome da Rua João Vicente é uma homenagem a João Vicente de Oliveira.
ResponderExcluirEle era o pai de Bento Ribeiro de Oliveira (que dá nome ao bairro homônimo), militar e ex-prefeito do Rio de Janeiro. A nomeação reflete a tradição da época de homenagear figuras ligadas às famílias influentes que participaram do desenvolvimento urbano e ferroviário da região.
Foto 92, atualmente.
ResponderExcluirRua Sidônio Paes.
https://maps.app.goo.gl/6Qg8cDc9TfMnuyLy6
*Foto 02
ExcluirSidónio Pais (1872-1918) foi Presidente da República Portuguesa, assumindo o cargo entre maio e dezembro de 1918, após um golpe militar em 1917 que instituiu a "República Nova".
ResponderExcluirFoi baleado mortalmente por José Júlio da Costa, sendo o único presidente português a ser assassinado no exercício do cargo.
A casa em forma de castelinho continua lá, firme e forte, na Sidônio Paes.
ResponderExcluirhttps://www.google.com/maps/@-22.8798828,-43.3259468,3a,90y,1.11h,92.28t/data=!3m4!1e1!3m2!1smzANB4nw_i8vY9QntEuOKw!2e0?utm_campaign=ml-ardl&g_ep=Eg1tbF8yMDI2MDIyNV8wIJvbDyoASAJQAQ%3D%3D
Na Foto 01, três transportes coletivos, o táxi, a lotação e o ônibus.
ResponderExcluirNa foto 02 chama atenção a quantidade de pessoas caminhando pela rua, além do aglomerado de gente à direita. O que seria??
Quanta confusão com o nome das ruas. Várias contribuições durante este tempo todo. Augusto é o responsável, já que é o embaixador plenipotenciário de Madureira...
ResponderExcluirConfusão saudável, a procura para confirmar local é um exercício para o cérebro.
ExcluirA quantidade de comentários posteriores ao dia da postagem já são suficientes é suficiente para uma hora extra de leitura.
ResponderExcluirTambém me chamou atenção a quantidade de gente na foto 2 e a explicação é que tinha uma feira na rua à direita da bifurcação logo à frente, mas com muitos camelôs de "ponta de feira" ainda na Rua Sidônio Paes.
Lembrando que muitos camelôs usavam apenas lonas diretas no chão para seus produtos, sem nenhum tipo de armação de madeira para apoio, para remoção rápida em caso de alarme de chegada de fiscais do chamado rapa.
Em foto do Street View do ano passado o citado sobrado da torre aparece bem conservado.
Um "suficiente", no singular, é mais que suficiente.
ExcluirA Tia Zulmira do Stanislaw Ponte Preta diria que, diante da ambulância de plantão em frente ao sobrado da torre, do outro lado da rua, rolava uma verdadeira feijoada completa naquele endereço.
ResponderExcluirTirando os "causos" (que eu gosto) do Sr. Helio, muitas informações, inclusive atuais, dos locais das fotos, como deveria sempre ser.
ResponderExcluirMadureira era o latifúndio da família Lopes. Domingos Lopes, Maria Lopes (onde morei por quase vinte anos), Lopes(?) (atual João Vicente), além da Dona Clara, que tinha seu próprio ramal de trem...
ResponderExcluirFF: ontem morreu aos 86 anos o cantor Neil Sedaka. Hoje morreu aos 78 anos o ator e diretor Denis Carvalho.
ResponderExcluirHá 40 anos o cruzeiro perdia três zeros e virava cruzado. No bojo veio um tabelamento e congelamento de preços que duraria até a eleição de novembro...