quinta-feira, 26 de julho de 2018

ANIMAIS NA PISTA



Colorizada em 2026


 
Animais soltos pelas ruas do Rio de antigamente não eram privilégio de uma determinada região, conforme mostram as fotos do “Correio da Manhã”.
Em 1955, os cavalos que servem às crianças no Jardim de Alá pastam tranquilamente na Av. Vieira Souto, defronte aos belos palacetes existentes na vizinhança do Country Club.
Em pleno 1962 um cavalo passeou pelo Campo de Santana. A foto foi feita incluindo o relógio da Central para evitar desmentidos. Em contato feito pela reportagem junto ao Departamento de Parques e Jardins, um funcionário, muito atencioso, respondeu: "Não brinquem, senhores, onde já se viu cavalo no Campo de Santana?" O cavalo tinha as iniciais "P.S." marcadas na anca.
E em 1965 eram vacas que passeavam pelo Largo do Campinho.

44 comentários:

  1. Na Zona Oeste ainda se vê muitos cavalos nas pistas. Vá tentar pegar um pra você; rapidinho aparece o dono, que surge do nada...

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  2. Que saudade desta Ipanema com muitas casas.

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  3. Tempos românticos: Pelo menos as crianças conheciam os animais ao vivo.

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  4. O interessante é que toda a região do Largo do Campinho foi arrasada para execuções de obras viárias. Nota-se ainda trilhos de bonde junto ao Chevrolet que está atrás da vaca. Em 1965 eram usados pelas linhas de Jacarepaguá, já que apenas em Janeiro de 1966 foram desativadas. Os tempos mudaram mas "animais na pista" nunca deixaram de transitar, embora em quantidades maiores e espécies diferenciadas...

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  5. Há uns 30 anos, desci muito cedo pela Rua Julio Ottoni e me deparei com um cavalo comendo os restos de macumba de um alguidar. Claro, era sábado.
    Na foto da Vieira Souto, um Chevrolet 51 ao lado do cavalo. À sua frente uma camionete Dodge 51 e um Pontiac Catalina da mesma safra. Em primeiro plano, parece ser um De Soto Diplomat 51, mas pode ser Dodge.
    Na Central, o onipresente Chevrolet 51, o fusca dos anos 50.
    E, no Largo do Campinho, um bovino Packard Clipper 1953.

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  6. Bom dia!
      Dudu e Lulu também tinham seus momentos de lazer.

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  7. Bom dia.

    A terceira foto mostra um Largo do Campinho perdido com as obras do mergulhão da Transcarioca, que torrou a maioria da verba da obra, seja com a obra propriamente dita ou com as vultosas indenizações gastas em uma região bem adensada.

    Animais na pista ainda são vistos em muitas partes da cidade, como porcos de todos os tipos na Grajau-Jacarepaguá, no Lins, Rio Comprido, Catumbi e arredores da grande Tijuca. Alguns cavalos também.

    Na zona oeste temos casos de capivaras (com direito a placas de advertência em logradouros) e até jacarés.

    Fora os onipresentes cães e gatos de rua.

    PS- alguns anos atrás vi várias vacas atravessando a Cândido Benício, na altura da Vila Olímpica.

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  8. Bom Dia! O cavalo Pampa me fez lembrar de um que tive. Era bonito, mas trotão.

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  9. Infelizmente o que se vê hoje são viciados, ladrões, traficantes, prostitutas... VIVAM OS EQUINOS E OS BOVINOS!!!

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  10. Na primeira foto a presença dos cavalos é mais ou menos explicitada em função da serventia as crianças do Jardim de Alá naquela época,mas as duas outras não deixam de ser motivo para espanto.Nas rodovias estaduais e mesmo federais constante perigo.O "pampo" da primeira foto me lembrou o Escoteiro,cavalo do Tonto.

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  11. Bom dia a todos. Ainda hoje temos muitos animais andando pelas ruas, no Jacaré logo após a saída do Túnel Noel Rosa, ficam vários deles diariamente pastando na divisória das pistas. Também aqui na Tijuca na Barão de Itapagipe, nas proximidades da favela vira e mexe aparecem vários porcos caminhando pela rua, alguém no morro deixou o chiqueiro aberto e eles fogem para a rua, e vão direto procurar comida nos sacos de lixo. Nas fotografias observem que a foto é da época em que o mesmo estava sem grades, período que assim ficou entre as décadas de 30 até 1968. Ipanema só com casas sem os atuais prédios e o Largo do Campinho que praticamente desapareceu.

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  12.   Como dito pelo Belletti, os cavalos de Ipanema deveriam trabalhar em passeios,quanto mais que têm aparência de cavalo "de rico".

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  13. Por baixo do cavalo do Campo de Santana, é possível ver do outro lado pedestres atravessando a Av. Pres. Vargas, coisa que eu era obrigado a fazer me deixava preocupado, já naqueles meados dos anos 60, quando era levado à Cidade por minha mãe, para as compras e outros assuntos a resolver em repartições, inclusive na Light da Mal. Floriano também, talvez a única coisa a fazer do lado de lá da larga avenida, que até tinha uma passagem subterrânea, mas nada agradável, principalmente para senhoras, inclusive pelo forte odor de urina.
    Na foto dos bois: não pegou bem a mãe se encolher quase junto à coluna e deixar as crianças entre ela e os sonsos bovinos.

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  14. Ai,Ai,Ai eu tô começando a sentir falta do Negueba Junior por incrível que pareça.O mosquito sem pilha tá muito confuso e o time não ameaça mais ninguém.Interino é interino e inventaram de mandar este cara para o comando e estou preocupado e ontem achou um gol no começo e depois passou sem jogo contra o timeco do Santos.Colocou os três centro avantes e cada um mais só que Robson Crusoé e finalizações nada.A coisa tá ficando feia e depois da Copa piorou sem o Negueba Junior ,o Everton e Vizeu.Estão apostando a gastando horrores para trazer este Vitinho que não sei se está com a bola toda.

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  15. Estou curioso para saber a referencia das iniciais P.S.

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    1. Curioso,as iniciais são minhas:Professor Sabidão.

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  16. O Corneteiro Velho está reclamando do Flamengo e o Palmeiras é que manda o Roger embora depois da derrota para o Fluminense.Este é mais um que não emplacou apesar de um bom elenco nas mãos.Naturalmente o Abel Braga volta a ser cogitado e naturalmente deverá recusar mais um convite de momento.

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  17. FF: ontem, um laranja, quer dizer apostador, do Sarneyzistão levou sozinho a megasena.

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  18. Não existem animais na pista na Noruega e na Dinamarca e sabem porquê? Porque lá existem posturas municipais rígidas. Bem diferente daqui, onde toda espécie de animais se espalha não só pelas ruas mas também pelos prédios públicos onde viceja a vida política do país. São ruminantes, bovinos, paquidermes, suinos, e uma quantidade assustadora de cervideos. O mais assustador é que essa fauna é mantida pelo voto por um número incrível de equinos. Um outro equino governou o Brasil por dois mandatos, mas o mais incrível é que a "atrofia cognitiva crônica", muito comum em terra brasilis, não permite que esse quadro se altere...

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  19. Corremos o risco de ter uma cavalgadura como presidente a partir de janeiro. A chapa poderia ser sido puro-sangue mas a cavalgadura fêmea cotada para vice correu fora.

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  20. Augusto acertou em cheio, em 2018. Tivemos realmente uma cavalgadura como presidente. Tanto que seu filme biográfico tem a palavra "Horse" no título.

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  21. Quanto à postagem, na foto colorizada a IA aprontou das suas, como é de costume.

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  22. Por falar nisso, acho que todos conhecem a expressão “Aos costumes!”, usada em programas humorísticos ou popularmente, significando ordem para um preso ir para a cadeia. Sabem a origem dela? É a seguinte: quando alguém está prestando depoimento ou declaração na polícia, o delegado que está à frente do caso precisa fazer algumas perguntas básicas ao interrogado. Como elas são sempre as mesmas, para não poluir os termos do interrogatório ele faz as perguntas porém não as dita ao escrivão que está registrando o fato. E como normalmente o interrogado responde negativamente a todas elas, o delegado dita ao escrivão apenas o seguinte: “Às de costume, disse nada”. Isso não tem a ver com prender o sujeito, mas essa frase foi deturpada ao longo do tempo e se transformou em “Aos costumes!”.

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  23. Voltando ao tema da postagem: quanto a animais na pista, não é exclusividade de nenhum país. Deparei-me várias vezes com eles no exterior. Na Nova Zelândia tive de acompanhar pacientemente um enorme rebanho de ovelhas numa estrada. Em estradinhas pequenas da Áustria também me deparei com viadinhos à margem da via. Também são muitos os cangurus nas estradas australianas e cervos em rodovias dos EUA. Na Lapônia finlandesa as renas é que andavam a esmo pelas estradas.

    Por falar nisso, os lapões são muito interessantes: parecem-se bastante com os esquimós (ou inuits, melhor dizendo, porque chamá-los de esquimós pode resultar em morte), usam roupas muito coloridas, com predominância de azul e vermelho, além de toques de amarelo, e usam uma espécie de gorro. São muito baixinhos e suas tendas lembram as dos índios norte-americanos.

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  24. Em Soure, na ilha de Marajó, os búfalos andavam soltos pelas ruas e de vez em quando atacavam um morador. Nas férias escolares de Belém eles eram recolhidos, para evitar problemas. Quando estive lá, em julho de 1967, não havia nenhum solto. Na época não existiam carros em Soure, nem sequer ambulância. Fui no navio Lobo d’Almada com a família em cuja casa estava morando. Cinco horas e meia de viagem, durante a qual comi um prato de maniçoba. Muitíssimo gostoso, mas se não for preparado com cuidado pode matar quem a consumir. A maniva (folha de mandioca brava) precisa ser cozida durante uma semana, para eliminar o veneno que contém.

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  25. Eram muitas pessoas no passeio: umas dez ou doze, contando com rapazes amigos da família. A tal família tinha uma casinha de madeira, tipo barracão, numa rua magnífica: a largura era de uns 50 metros, sem calçadas, gramada de fora a fora, com uma ala central de mangueiras altas e muito antigas. Uma beleza só. Na manhã seguinte a turma toda foi à praia. Quase uma hora de caminhada, com direito a atravessar uma entrada de mar com água pelo peito, arriscando pisar numa arraia. Na volta, a maré cheia impediu que voltássemos pelo mesmo caminho. Tivemos de pagar a um barqueiro para nos atravessar aquele trecho. Foi uma odisseia, que não vou narrar pois seria longo.

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  26. Por acaso, navegando no YouTube, como faço diariamente, dei de cara com dois sites muito interessantes: um é o “In Comum” e o outro é “Hackers do Crime”. Eu sou por natureza muito precavido e em se tratando de internet e celular sou extremamente cauteloso, tanto é que apesar de várias tentativas que sofri, nunca fui vítima de golpes cibernéticos. Mas ao assistir a vários vídeos daqueles sites me deu um medo muito grande. É assustador saber como nossos dados podem ser facilmente comprados por bandidos. E não só eles, mas também cartões de crédito clonados, chips SIM com nosso número, etc e tal. A certeza que fica é que mais dia menos dia todos nós seremos vítimas de um golpe. Questão de tempo. Dá saudade da época em que pegar dinheiro só no banco, com cheque. A tecnologia trouxe facilidades para nós e para os bandidos.

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  27. O mais assustador é que boa parte dos hackers mais famosos e perigosos começou ainda quando adolescentes. E alguns deles fizeram acordo com o FBI para ajudar a descobrir outros hackers, mas ao mesmo tempo continuavam a atuar como criminosos.

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  28. Ainda peguei muitas casas tanto na Delfim Moreira quanto na Vieira Souto. Mostrando essa foto para jovens, eles não acreditam que era assim o panorama da região. Lembro bem desses bancos no canteiro central que dividia as pistas. Creio que ao lado da bela casa de pedras já tem um stand de vendas da Gafisa, conforme o logotipo estampado. Era o início do bota abaixo das simpáticas casas. Não cheguei a ver cavalos pastando mas sempre via aqueles já comentados cavaleiros que vinham da Hípica passear na orla nos finas de semana, isso no final dos anos 60 e início dos 70.

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  29. Me preparando para o GP da F1 daqui a pouco e trocando rapidamente com a final do vôlei feminino. Podemos ter em janeiro (isola...) a cavalgadura Jr. Sinal de que tudo pode sempre piorar.

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  30. Helio, o pior já começa a aparecer. Semana passada um teste colocava um agente de IA para resolver um desafio de segurança cibernética em um ambiente sem acesso à Internet.
    Em vez de permanecer dentro desse ambiente, o agente encontrou uma forma de contornar as restrições impostas ao teste.
    Depois disso, acessou um sistema externo e realizou ações na plataforma Hugging Face para obter informações que o ajudassem a cumprir seu objetivo. Altamente preocupante.

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  31. Nem sei porque pensava que recolher aos costumes se referia só aos crimes de atentado ao pudor e coisas desse tipo.
    Urinar ou ter relações sexuais em local público, mostrar genitália (exibicionismo), coisas desse tipo.

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  32. Falando de hackers: por duas vezes bandidos diferentes mandaram zap para mim se passando por advogado de um processo que movi contra o INSS em 2016. Mas na época eu nem tinha celular. Como descobriram meu número? Não foi só por acesso ao processo no tribunal, eles tiveram acesso a outra fonte que me ligava ao numero do meu celular. Cruzaram os dados de duas fontes diferentes.

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  33. Idem em duas ocasiões em que se passaram por minha filha: ela nunca soube o número do meu celular. Não falo com ela desde 2002 e meu celular é de 2018.

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  34. Na segunda vez, bem recente, a mensagem vinha com a foto dela. Quando perguntei quem ela era, desistiram de continuar, mas pouco depois mudaram a foto para alguém que desconheço.

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  35. Listas de celulares são vendidas por funcionários de operadoras.
    CPFs estão disponíveis em qualquer lugar. Farmácias, por exemplo, só dão descontos se for fornecido o CPF.
    Inúmeros prédios comerciais exigem que se tire foto para autorizar a entrada.
    Telefones de bancos, falsos, aparecem na tela do celular, se passando por seu gerente.
    Milhares de celulares são roubados com informações particulares.
    Maquininhas de cartão e caixas eletrônicad com “chupa-cabra”.
    Por mais cuidado que se tenha, em algum momento seremos vítimas. .

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    1. Esse é meu medo. Já tentaram me passar golpe de falsa compra com meu cartão, falsa filha, falsos advogados, fortuna à minha disposição em países africanos, sequestro de dados do meu celular exigindo resgate em bitcoins, necessidade de prova de vida junto ao INSS, etc. Para minha esposa passaram do falso sequestro da filha dela, do primo com carro enguiçado em estrada, etc. Ela é ainda mais desconfiada do que eu. Mas quase cai no do sequestro da filha. Aí entrei na ligação e pedi o nome completo dela. Aí desistiram, após ameaças.

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  36. Quando minha enteada mais nova era gerente no Bradesco, passaram-se por ela e mandaram zap para seus clientes sugerindo aplicações financeira.

    E clonaram o zap da minha enteada mais velha e bloquearam o acesso dela. Mas ela reagiu prontamente e conseguiu neutralizar o golpe e recuperar o zap. Mas em minutos já tinham mandado mensagem para vários contatos dela.

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  37. Este comentário foi removido pelo autor.

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  38. Já o marido de minha prima teve o zap clonado e pediram dinheiro a seus contatos. Alguns chegaram a pagar.

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  39. Boa tarde a todos!

    A foto 01, mesmo colorizada por tecnologia atual, ficou muito bonita, independente de algum erro ou discordância de cores.

    Com relação ao tema da postagem, na sexta-feira uma página do Facebook da Vila da Penha mostrou uma capivara passeando calmamente nas margens do rio na Avenida Meriti esquina com Rua Oliveira Belo.

    Durante a pandemia houve uma proliferação de gambás provenientes de uma chácara próxima daqui de casa. Teve até matérias de jornais televisivos da Globo e SBT. Infelizmente muitos gambás foram mortos, pois eram confundidos com ratazanas, especialmente à noite.

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  40. Ontem fui a Festa da Igreja da Penha e durante as atrações musicais e as quadrilhas que se apresentavam, o "animador" da festa fazia perguntas relacionadas à religião. Quem soubesse a resposta levantava a mão e ganhava um brinde, caso acertasse. Alguns espertinhos que acertaram buscavam ajuda no Google.

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