Total de visualizações de página

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

AEROPORTO SANTOS DUMONT


 Esta semana recebi o email abaixo:

 “Dear Luiz,

My name is Max Groot. I am an airport planner and airport historian. I have a website about the development history of the world's airports. I am currently preparing an article about the history of Santos Dumont and Galeao airports.

I recently found your wonderful blog and I hope you might be able to assist me in the preparation of an article. I am looking for good, high-quality interior images of:

- The old Santos Dumont passenger terminal;

- The first passenger terminal of Galeao (1952-1977);

- Early interior images of the new 1977 passenger terminal.

To be clear, I will not post the images in high-res, only in low-resolution and with a copyright bar. But we like them in high-res so we can improve the quality. Also important to mention is that we are not commercial. In any case, I will arrange all the proper permissions.

In return I'm happy to promote your blog and share any materials I have.

I hope to hear from you soon!

 Regards from Netherlands”

Acho que podemos ajudar. Estou buscando as fotos solicitadas que tenho e peço aos comentaristas que tiverem fotos em alta resolução sobre o assunto que as enviem para luizd.rio@uol.com.br

Obrigado.

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

ONTEM E HOJE

 



No antigo fotolog do Terra a cada foto do Rio antigo o prezado Rafael Netto buscava foto atual do mesmo ângulo, num trabalho muito interessante. 

A foto colorida é de 2005. 

O local deste mirante é na subida entre Glória e Santa Teresa, no encontro das ruas Hermenegildo de Barros, Taylor e Barão de Paranaguá. 

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

PONTE ALEXANDRINO DE ALENCAR


 Vemos a ponte pênsil (?) que ligava o Arsenal de Marinha à Ilha das Cobras. Tinha 288 metros de comprimento e 16 metros de altura. Era a Ponte Almirante Alexandrino de Alencar. Teve curta existência, cerca de 15 anos, a partir de 1915. 


 Esta ponte tem a característica curiosa de ser mais um transportador do que uma ponte. Os passageiros (até 400 pessoas em pé) e as cargas embarcavam numa plataforma e eram levados de um lado para o outro. 

 O Arsenal teve um incêndio bastante sério e pouco depois deste incêndio foi iniciada a construção da ponte atual (coexistiu com a ponte pênsil durante uns poucos anos).  Esta ponte chama-se “Arnaldo Luz”.

 Acho que o incêndio deve ter provado que a capacidade de transporte da "ponte" era insuficiente.

 O  Rio teve outra ponte pênsil (?) que atravessava o canal do Mangue, entre a Praça XI e a fábrica (antiga) de gás.

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

JARDIM BOTÂNICO





 Como era simpática esta rua com seu canteiro central e com um trânsito quase inexistente. Podemos observar que ainda não existia o muro que hoje delimita as instalações do Jockey Club Brasileiro. O indivíduo de terno branco está em atitute suspeita, mas não posso crer que fosse um antepassado dos que hoje fazem xixi nas ruas. Os trilhos de bonde acompanhavam o canteiro central e, suponho, as pessoas tinham que descer no meio da rua. 

Sendo esta foto dos anos 20, fazia pouco tempo que tinha desaparecido a árvore mais antiga do parque do Jardim Botânico, a única sobrevivente da mata que outrora cobria aqueles terrenos: era uma "Guareia", a que os índios chamavam "Itó", vulgarmente conhecida como "Carrapateira", nativa das florestas cariocas. Essa relíquia ficava junto ao portão principal, de par com um pé de lit-chi (citando C. Costa). 

A belí ssima aléia das palmeiras tem sua origem na palmeira plantada pelo próprio D. João VI, a "Oreodoxa Oleracea", ou "Palma Mater. 

À direita o Jockey Club devia estar por ser inaugurado, o que ocorreu em 1926, no dia 11 de Julho, quando foi disputado o GP Cruzeiro do Sul, com vitória do cavalo Questor, com D. Lopez. 

Antes do Jockey funcionava ali o "Chalet Restaurante Campestre", todo circundado de frondosos arvoredos, muito frequentado por ser um lugar muito discreto, longe dos olhares bisbilhoteiros, como conta o historiador F.Rosa.

terça-feira, 12 de outubro de 2021

CENTRO

 


Marcha de judeus em protesto contra atentados à população de israelitas na Palestina em 1929. O local é na Av. Marechal Floriano esquina de Rua Camerino e Av. Passos. Vejam à direita na foto, o Colégio Pedro II. 

domingo, 10 de outubro de 2021

ONDE É?


Esta foto já apareceu por aqui, mas o local não foi identificado com segurança. 

Abaixo a transcrição de um comentário do Helio:
 

Havia muitos bairros onde circulavam bataclãs. Porém este reboque da foto, o 2402, era da Seção Méier, o que restringe um pouco as opções. E bondes com carro-motor e reboque bataclãs, como o da foto, na Seção Méier estavam restritos às linhas 77 - Piedade e 78 - Cascadura. O Mauro cita a linha 79 - Licínio Cardoso, porém não me lembro de bondes assim nesta linha. Os que vi eram carros-motores médios, às vezes puxando reboque pequeno. De qualquer forma, o trajeto do 79 era muito parecido com o do 78.


Com isso, dá para citar as ruas mais suspeitas:

a) linha 77 - Mariz e Barros, São Francisco Xavier, 24 de Maio, Dias da Cruz, Adolfo Bergamini, Amaro Cavalcanti, Clarimundo de Melo e Assis Carneiro.

b) linha 78 (durante certo período) - Francisco Bicalho - Francisco Eugênio - Figueira de Melo - S. Luís Gonzaga - Major Suckow - Dr. Garnier - Conselheiro Mayrink - Lino Teixeira - 2 de Maio- Souza Barros - Arquias Cordeiro - Dr. Padilha - Oficinas - Abolição - Suburbana - Carolina Machado - Carvalho de Souza.

c) linha 78 (durante outro período - apenas o que ainda não foi citado nos itens anteriores)