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sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

POSTO DE GASOLINA STANDARD

A Standard teve vários postos de gasolina pelo Rio de antigamente. Este, do qual não me lembro, ficava na Av. Atlântica esquina com Siqueira Campos. Foi, como outros postos existentes nesta avenida, engolido pela especulação imobiliária, como já vimos em relação ao posto Texaco perto do Hotel Miramar e o posto da esquina da Av. Princesa Isabel, onde ficava a boate Fred´s.


Esta foto de outro posto Standard foi publicada pelo Decourt e enviada pelo Francisco Patrício. É de 02/01/1935. Contou o Decourt que a construção de postos de gasolina, pela Standard e Shell, estava mudando a forma de o carioca abastecer seus carros. À época se abastecia em grandes garagens ou então comprava-se gasolina em galões e abastecia-se em casa mesmo. Existiam prédios chiques que tinham bombas de gasolina em suas próprias garagens.

Quando da publicação desta foto não se chegou a identificar o local. Sugeriram Botafogo, Flamengo, Catete, Praça da Cruz Vermelha, Tijuca, etc.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

HOTEL ALLEN / HOTEL HUMAYTÁ

O “post” de hoje é colaboração do nosso prezado GMA. As fotos são da revista FON-FON.

O Hotel Allen´s ficava na Rua Humaitá nº 8, quase em frente à garagem de bondes, onde hoje funciona a Cobal Botafogo.

O anúncio enfatizava a boa localização, com transporte farto e banhos com água de nascente. O curioso é ser em inglês, talvez visando os estrangeiros que visitavam o Rio.

Anos depois, no mesmo local, funcionou o Hotel Humaytá, no mesmo endereço, porém com a numeração alterada para nº 30, telefone SUL 258, de propriedade de Malvina Chambau.  

Em outro anúncio dizia: “Situado no Largo dos Leões em chácara muito espaçosa, com abundante água de mina, tem cômodos confortáveis para famílias e cavalheiros”.



Este anúncio, ainda com a numeração de nº 8, afirmava: "Alugão-se aposentos com ou sem mobilia nesta aprazível residencia que acaba de ser completamente reformada e estando debaixo da immediata direcção da nova proprietaria, offerece excellente tratamento, bons banhos, optima cozinha e vinhos de primeira qualidade.
 

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA



O prédio do hospital foi construído entre 1919 e 1924 por Leonídio Gomes a partir de um projeto de Pedro Campofiorito. Interessante notar que a curvatura desta construção acompanha parte do formato do diâmetro da praça. O período dessas obras coincidiu com a Primeira Grande Guerra, época que colocou a Cruz Vermelha no cenário mundial.

Além do pátio externo, cuja entrada era pela Rua Henrique Valadares, e onde ficavam as ambulâncias, um grande galpão e oficinas, havia uma espécie de pátio interno no miolo da construção.

Havia enfermarias de vários tamanhos, desde de dois leitos até algumas enormes, com mais de dez. É uma pena ver, numa cidade tão necessitada de hospitais, o fechamento de um hospital como este há mais de 40 anos.

A Praça da Cruz Vermelha surgiu no local onde ficava o Morro do Senado que foi desmontado entre 1880 a 1906. Com o produto do desmonte do Morro do Senado foi possível realizar o grande aterro na área do porto e construir as avenidas Rodrigues Alves e Francisco Bicalho.

A Cruz Vermelha Brasileira ("In pace et in bello caritas") foi fundada em 4 de dezembro de 1908 e seu hospital no Rio prestou bons serviços até o seu fechamento na década de 1970, embora o prédio continue lá, com funções não hospitalares, até hoje.

Teve em seus quadros grandes médicos como Vivaldo Lima Sobrinho, Afonso Teixeira, Moacyr Renault Leite, Arnaldo Bonfim, Newton Paes Barreto, Luiz Paulo Tovar, Orlandino Fonseca, Jamil Haddad, Almir Pereira e tantos outros.

No térreo do hospital funcionavam os ambulatórios de várias especialidades médicas (durante muitos anos o Serviço do Professor Joviano Resende, os "Oculistas Associados", referência nacional, ali funcionou) e o setor de Radiologia, do Dr. Thiers.

Nos andares superiores ficavam as enfermarias, algumas enormes (o hospital tinha centenas de leitos). No andar mais alto ficava o Centro Cirúrgico.

A Diretoria responsável pelo fechamento do Hospital, segundo jornais da época, em anos posteriores enfrentou vários processos na Justiça, por fraude e desvio de dinheiro de campanhas humanitárias. Não sei como terminou esta história, se houve inocentados ou condenados, mas há reportagens da revista Época muito comprometedoras.

Nos anos 40, como parte do esforço durante a Segunda Grande Guerra, a Cruz Vermelha organizou um Curso de Socorro Médico de Urgência para formar enfermeiras. Era presidente nesta época o General Tourinho, sendo diretor da Escola o Dr. Artur de Alcantara, e o secretário geral, Dr. Carlos Eugenio Guimarães. As más línguas diziam que era um curso “espera-marido”. Afinal, no Hospital da Cruz Vermelha, havia vários jovens médicos solteiros.

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

RUA LEBLON

A foto de hoje foi pescada de uma publicação do “Saudades do Rio – O Clone “.

Mostra a Rua Leblon, no bairro do mesmo nome, no ano de 1962. É um local que passa despercebido para muitos. Tempos depois a rua foi transformada em um condomínio fechado em nome da "segurança" e da exclusividade pretendida pelos seus moradores.

Sua forma de implantação é de vila particular, tendo no meio do lote uma rua estreita, com unidades residenciais enfileiradas e voltadas para a rua, sendo nove unidades no lado ímpar e oito no lado par.

A rua fica entre as ruas Almirante Guilhem e Afrânio de Melo Franco, num sentido, e entre a Av. Delfim Moreira, onde a rua começa e a Rua General San Martin.

Lá no fundo seria um busto? De quem?


 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

RUA GUILHERMINA GUINLE - BOTAFOGO

Esta foto, do acervo de Paulo Sallorenzo, mostra a Rua Guilhermina Guinle, em Botafogo, em seu trecho final, quase na esquina da Rua São Clemente.

Esta rua que começa na Rua Voluntários da Pátria nº 170 e termina na Rua São Clemente nº 195, tem 332 metros de extensão. Foi aberta no início do ano de 1920.

D. Guilhermina casou-se em 1875 com Eduardo Palassin Guinle, sócio da firma Gaffrée & Guinle.

Esta outra foto, também do acervo de Paulo Sallorenzo, mostra o muro da casa dos Paula Machado, tradicional família que se uniu à família Guinle. No amplo terreno existente na Rua São Clemente, entre as ruas Guilhermina Guinle e Dona Mariana, moravam vários irmãos desta família.

Mais perto deste muro havia a casa de Candido Paula Machado, ao lado do palacete onde morava Francisco Eduardo Paula Machado. No final dos anos 60 esta casa foi vendida e ali passou a funcionar uma firma de propaganda, se não me engano. Fui à festa de despedida da casa dos Paula Machado, uma festa à fantasia muito animada.

Vemos um panorama de Botafogo, provavelmente dos anos 40 ou 50, com destaque para o Palacete Paula Machado, hoje espaço cultural da FIRJAN, na Rua São Clemente entre as ruas Guilhermina Guinle e Dona Mariana. Lá no fundo, com o bairro de Botafogo ainda com poucos prédios altos, destaca-se a Igreja Matriz de São João Batista da Lagoa, na Rua Voluntários da Pátria.

O belo Palacete Paula Machado, hoje sede do Centro Cultural FIRJAN.  

 

domingo, 10 de janeiro de 2021

ARPOADOR

Nesta foto da LIFE vemos uma praticamente desabitada Av. Francisco Bhering, inclusive sem as instalações do exército, que foram demolidas no final dos anos 70 para a construção do Parque Garota de Ipanema.

É curioso ver o grande número de automóveis parados em contrapartida ao pequeno número de banhistas. Será que todos vieram nos carros? Nessa época o Arpoador era uma praia praticamente desconhecida.

Ao fundo vemos a pedra e a Praia do Diabo, que certamente ganhou esse nome em virtude do visual árido e pedregoso e do sempre perigoso mar, que afastava os banhistas. Sendo, por muitos anos, a preferida dos jogadores de frescobol.

Chama a atenção, segundo conta o Decourt, o tamanho do complexo radiotelegráfico, com duas enormes antenas, mais umas 4 menores e uma construção que estranhamente parece maior que a que muitos de nós chegou a conhecer no mesmo local, em um estilo flertando com o art-déco. Essa que aparece na imagem, possivelmente era a original, construída pelos ingleses, quando da chegada do cabo submarino.

O fim da Francisco Bhering totalmente em asfalto foi no início dos anos 70, quando houve a construção de um prolongamento do calçadão perto da pedra.

O calçadão ainda era de cimento áspero e arrematado por uma fortíssima muralha de cantaria reforçada, com um robusto enrocamento, construída nos primeiros anos do século XX, que vem resistindo a todas as investidas do mar, com pouquíssimos danos, até hoje, ao contrário da velha muralha de Copacabana que foi sendo aperfeiçoada a cada ressaca, até desaparecer, sepultada pelo aterro da orla.

 

sábado, 9 de janeiro de 2021

DO FUNDO DO BAÚ: VÍSPORA

Texto do Helio Ribeiro, a quem o “Saudades do Rio” agradece.

“JOGO DE VÍSPORA"

Juntamente com pega-varetas, dominó e buraco, a víspora era um jogo que no meu tempo de criança e adolescente juntava minha família em torno da mesa de jantar. Éramos normalmente seis ou sete pessoas jogando.

Meu tio, que era dado a jogos, "cantava" os números usando apelidos e todos tínhamos de ficar atentos para não "comer mosca". Ainda me lembro de vários desses apelidos, que relaciono a seguir. Não me perguntem de onde meu tio tirava tais apelidos.

Algum visitante que tenha algo a acrescentar enriqueceria a postagem de hoje.

1 - começou o jogo

2 - Duque de Caxias

3 - orelha de porco

4 - quatrino que lambe los pintos

5 - quina da mesa

6 - pingo no bojo

7 - machadinha

8 - óculos de padre Inácio

9 - pingo no pé

10 - despe-te e cai n'água (que eu erroneamente entendia como "dez pintim cai n'água")

11 - onças vivas na mata bebem água

13 - número da sorte (ou do azar)

14 - com a trouxa na cabeça

18 - ronco do porco

20 - vim te ver

22 - dois patinhos na lagoa

29 - distrito de Madureira

33 - idade de Cristo

44 - dois bicudos não se beijam

55 - dois portugueses atracados

66 - noventa e nove

69 - de cá pra lá como de lá pra cá

77 - duas machadinhas

90 - acabou o jogo”

 

 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

BOATE FRED´S

Eu conhecia esta foto, publicada pelo Tumminelli há anos no “Carioca da Gema”, mas esta semana a recebi colorizada do GMA, que a encontrou no “site” Leme Antigo.

No mesmo terreno havia um posto de gasolina e a boate Fred´s. O dono era o Frederico Mello. A boate, que ficava no segundo andar, tinha atrações nacionais e internacionais. Nomes que passaram por lá: Bill Halley, Juca Chaves, Ari Barroso, Sarah Voughn, entre outros. No térreo ficava o Bar do Frederico. Nos anos 60 a casa passou para o controle do homem que fez sucesso com o teatro de revista, Carlos Machado. Vários shows foram apresentados durante sua direção. A casa fechou em 1971, foi demolida, assim como o posto de gasolina e em seu lugar foi construído o prédio do Hotel Meridien. Podemos ver um Chevrolet BelAir conversível estacionado na esquerda.



Era um grande programa ouvir Maysa cantando "Ouça", "Noite de paz", "A noite do meu bem", "Eu sei que vou te amar", ali na esquina da Avenida Atlântica Nº 1020, esquina com Avenida Princesa Isabel. É bom reservar pelo 57-9789, pois a procura é grande. 


Aqui vemos o terreno do posto e da boate já em demolição cercados por tapumes.


Foto do Acervo do Correio da Manhã com os tapumes da Construtora SISAL. Ali seria construído o Hotel Meridien.

Era um tempo em havia grande movimento de boates com música ao vivo em Copacabana. 

Por exemplo: o Golden Room, na Av. Atlântica nº 1702, telefone 57-1818, tinha Dick Farney cantando "Alguém como tu", "Não tem solução", "Nick Bar", "Copacabana". Para dançar, a opção era com Waldyr Calmon no Arpège, na Gustavo Sampaio nº 840-A, telefone 57-4624. Silvinha Telles, estava no Studium, no Hotel Excelsior na Av. Atlantica nº 1800, telefone 57-1950, mostrando uma nova batida da música brasileira, a bossa-nova, com "Dindi", "Lobo bobo", "A felicidade", ao lado de clássicos como "Se todos fossem iguais a você", "Foi a noite", "Castigo". Doris Monteiro e seu "Menino bonito", estavam na Hi-Fi, no Plaza Copacabana Hotel, Av. Princesa Isabel 63-A, telefone 57-1870. No Little Club, na Rua Duvivier nº 37-L, Lucio Alves fazia um "pocket-show", com "Valsa de uma cidade", "Tereza da praia", "Prá dizer adeus". Outras opções de programa de sábado à noite em Copacabana eram: Katacombe, Av. N.S. de Copacabana 1241; Maxim´s na Av. Atlântica 1850, telefone 37-9644;  Ma Griffe, Rua Duvivier 37-I; Au Bon Gourmet, Av. N.S. de Copacabana 202, telefone 37-7557; Michel, Rua Fernando Mendes 18; Scotch, Rua Fernando Mendes 28, La Boheme, Av. N.S. de Copacabana 14; o violino de Fafá Lemos, Rua Rodolfo Dantas 91-B, Texas, Av. Atlântica 974-A, ou a família do Cauby no Drink, na Avenida Princesa Isabel nº 20.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

GÁVEA GOLF CLUB

A foto de Malta mostra São Conrado na primeira metade do século XX. Vemos as duas partes do Gávea Golf Club separadas por uma estreita estrada de terra. Uns 50 anos depois, com a construção da Auto-Estrada Lagoa-Barra a separação ficou muito mais movimentada e larga.

O Gávea Golf Club, em São Conrado, iniciou suas atividades golfísticas em meados dos anos 20 do século passado. É um dos clubes de elite da cidade. A foto, publicada pelo Decourt, é do acervo de Myriam Gewerc, produzida por seu pai, o Sr. Erich.

A sede do Gávea Golf Club, inaugurada em 1935. Foto de Peter Fuss.

Foto do National Geographic Magazine. Uma partida de golfe em andamento do Gavea Golf Club, em 1939.

Foto do campo de golfe no início dos anos 60.


 O campo de golfe quando do início da construção do Hotel Nacional no final da década de 60

Em foto dos anos 70, feita por Manolo Conde, vemos a parte do Gávea Golf perto do mar, com os hotéis Nacional e Intercontinental.


Também da mesma época e do mesmo autor da foto anterior vemos a parte perto do mar do Gávea Golf Club.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

AV. ATLÂNTICA - CALÇADAS







Ao sabor das decisões do Prefeito do momento a calçada de Copacabana tinha vários desenhos e materiais diferentes. Ora as ondas eram paralelas ao mar, ora eram perpendiculares. Embora as pedras portuguesas, típicas do local, fossem predominantes, houve época em que foi usado cerâmica ou macadame.

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

PRAIA DE COPACABANA

Vemos hoje diferentes barracas de praia usadas em Copacabana desde o século passado.

A firma Duarte& Cia, da sociedade de Fomento Turista, com sede à Av. Atlântica nº 730, inaugurou nos postos 4 e 6, dois grupos de barracas, com o seguinte regulamento, em 1930: os pavilhões pequenos destinam-se à mudança de roupa – têm chuveiro, cabide, banco e estrado. O seu uso por cada vez custa dois mil réis. Só é permitido o uso dos referidos pavilhões a uma pessoa de cada vez. Os pavilhões grandes destinam-se a recreio, ao abrigo do sol e à guarda do vestuário e são privativos dos assinantes. Os senhores banhistas deverão exigir a ficha do cabide e a chave da caixa onde deixam seus objetos. Os assinantes têm direito à guarda de sua roupa de banho. Qualquer reclamação deverá ser feita no escritório. Fornecem-se roupas de banho e empregado próprio para proteger os banhistas.

Foto de meu irmão em 1945, com uma barraca no estilo das atuais abrigando minha mãe. Anos depois, aí mesmo em frente ao Ed. Guarujá, calçado com uma sandália japonesa, um "short samba-canção” comprado na Casa José Silva, uma camisa antiga (porque ninguém ía à praia sem camisa) e óculos ray-ban, com uma prancha de madeira, pé-de-pato da Balnéa e raquetes de frescobol compradas na Superball, eu daria meus mergulhos. 


As tradicionais barracas coloridas, sem símbolos de patrocinadores. C.E. Novaes escreveu (não sei se a sério ou de gozação) que a toalha apareceu na praia em 1902, levada pelo barbeiro inglês Wallace Green, que fora fazer a barba de seu patrão, dono da Royal Mail Steam Co., ali onde hoje é o Copacabana Palace. Somente oito anos depois da toalha é que surgiu a barraca. Admite-se que o primeiro modelo não passava de um modesto guarda-chuva. Foi introduzido em Copacabana por Firmino Gurgel, nacionalidade desconhecida, dono de uma fábrica de polainas, que só ia à praia nos dias em que o Serviço de Meteorologia anunciava "pancadas esparsas". 


Enviada pela tia Lucia, esta foto do acervo da família do Sergio Coimbra, vemos a casinha de vime que "Tia Cotinha" trouxe da Europa em 1913. Ao fundo podemos observar os belíssimos palacetes da Avenida Atlântica. 


 Esta barraca era típica dos anos 60. Ficavam armadas ao lado de redes de vôlei. Tinham um espaço fechado para troca de roupa e uma área aberta dando sombra.


segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

BANCO BOAVISTA




Vemos o prédio do Banco Boavista na Av. Presidente Vargas.

O projeto deste prédio é de Oscar Niemeyer, de 1946, numa época em que posturas rígidas determinavam que os prédios fossem colados uns aos outros e tivessem recuo da rua em seus primeiros pavimentos, de modo a se integrar nas galerias altas de proteção para a calçada.

Isto era baseado no Plano Agache.

Niemeyer criou um espaço interno modernista, que pode ser visto na última foto.

 

domingo, 3 de janeiro de 2021

AUTO-MODELO - LARGO DO MACHADO


A foto de hoje, de 1976, é no Largo do Machado e mostra a loja da revendedora Volkswagen Auto-Modelo S.A.

Em meados de 1952 a empresa Auto Modelo passou a representar a Volkswagen no Rio de Janeiro. Ela, futuramente, assim como a Guanauto, viria a se tornar um dos maiores concessionários da marca no país e na América do Sul.

A Auto-Modelo tinha várias lojas, como por exemplo no Largo do Machado nº 23, na Haddock Lobo nº 40, na Av. Suburbana nº 7570 e na Epitácio Pessoa (na pedreira ao lado da favela da Catacumba).

Nos anos 70 uniu-se com a Guanauto e a Auto-Industrial (se não me falha a memória) para dar início ao sistema de vendas de automóveis por consórcio no Brasil.

sábado, 2 de janeiro de 2021

POSTO PETROBRAS NA LAGOA



As fotos de hoje, acho que do acervo do Rouen, são do Posto Big Rio, da Petrobras, localizado na Av. Borges de Medeiros, na Lagoa, quase em frente à sede do clube AABB - Associação Atlética Banco do Brasil.

Lá pelo final da década de 60 a Petrobras conseguiu licença para fazer vários postos na Zona Sul, mais especificamente nas ilhas que dividiam as pistas da Lagoa e da Av. Atlântica.

O engenheiro responsável pela construção deste posto foi nosso saudoso Carlos Richard, o Richaaaard.

 

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

QUITANDINHA



 No primeiro dia do ano o programa é almoçar no Quitandinha.

"Slides" digitalizados, dos anos 70, do meu amigo Manolo.