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terça-feira, 2 de janeiro de 2024

TABULEIRO DA BAIANA REVISITADO

A postagem de hoje é sobre o “Tabuleiro da Baiana”. Achei aqui no meu arquivo uma série de fotos que não constam como publicadas no “Saudades do Rio”.


FOTO 1: O “Tabuleiro da Baiana” foi criado na prefeitura de Henrique Dodsworth, em 1937, juntamente com mais uma ampliação do Largo da Carioca em direção a Almirante Barroso e com o alargamento da Rua 13 de Maio com a demolição da velha Imprensa Nacional, tendo em vista a desativação, para posterior demolição, do Hotel Avenida e Galeria Cruzeiro, por onde passavam os bondes.  

Nesta foto do Tabuleiro da Baiana podemos ver na esquina da Rua Senador Dantas o Liceu Literário Português, projeto em estilo neo-manuelino do arquiteto Raul Penna Firme. O Liceu foi a primeira instituição de ensino no Brasil a promover cursos profissionalizantes noturnos e gratuitos.

Foto do acervo da Light.


FOTO 2: O “Tabuleiro da Baiana” era o ponto final da maioria dos bondes que vinham e iam para a Zona Sul do Rio. Havia algumas linhas que não circulavam por aí, como o "Circular", linhas 20 e 21, o "Marquês de Abrantes", linha 24, e o "General Polidoro", linha 9, como conta o Helio Ribeiro.

Os bondes que faziam o trajeto para a Zona Norte paravam no Largo de São Francisco, Praça Tiradentes, Praça XV, Lapa, Praça Mauá.

Sua construção implicou na demolição do Teatro D. Pedro II, inaugurado em 1871 (antigo Teatro Lírico).


FOTO 3: Nesta foto vemos que houve uma época, na década de 60, em que o “Tabuleiro da Baiana” funcionou como ponto final de ônibus elétricos, após a desativação dos bondes no governo Lacerda. Acabou sendo demolido no início da década de 70, quando da abertura da Avenida Chile. 

O prédio da Caixa Econômica ainda estava em construção e os trilhos dos bondes ainda estavam aparentes.

FOTO 4: O apelido de "Tabuleiro da Baiana" deve-se à cobertura de concreto em formato retangular lembrar as mesinhas usadas pelas baianas para vender seus quitutes nas ruas da cidade. Entretanto, talvez a origem do apelido pode ter sido influenciada por uma música de Ary Barroso, que tinha este mesmo nome e foi sucesso na década de 1930.


FOTO 5: Fotograma garimpado pelo Nickolas Nogueira mostrando um bonde entrando no "Tabuleiro da Baiana".

O que seria "Riópolis", visto no cartaz ao fundo? Um bar?


FOTO 6: A passagem subterrânea que era muito utilizada. Segundo a tia Milu, citando reportagem da Revista Ilustração Brasileira de 1959, “O novo abrigo que substituiu a tradicional Galeria Cruzeiro, na sua função de estação terminal de todas as linhas de bondes da zona sul da cidade, é uma das mais recentes realizações da Municipalidade e veio beneficiar grandemente o público, resolvendo, com sua passagem subterrânea, o problema do trânsito nas ruas 13 de Maio e Bettencourt da Silva.”


FOTO 7: Na mesma edição da Revista Ilustração Brasileira, o Prefeito era elogiado: “A tarefa do Sr. Henrique Dodsworth, á frente da Prefeitura, não se tem limitado á organização do apparelhamento burocratico e ao saneamento das finanças, mas tambem se tem estendido a obras de real valor urbanistico.

As demolições que se têm feito no centro da cidade, ao mesmo tempo que melhoram extraordinariamente o trafego de vehiculos e pedestres, ampliam o horizonte, rasgam descortino, dão perspectiva e grandeza aos panoramas.

Pelas iniciativas que têm sido tomadas, podemos confiar na energia constructora do novo Prefeito, certo de que elle levará por deante os planos grandiosos que já estão traçados e que são de molde a satisfazer a todos os amigos sinceros da esthetica urbanistica.” 


FOTO 7: Na época desta foto vemos uma das poucas iniciativas de construir uma praça com árvores no Largo da Carioca. 

Conta o Decourt que coube ao engenheiro e arquiteto Mauro Viegas, então diretor do DPJ, fazer uma implantação relâmpago de um jardim, com espécies adultas na arborização e um paisagismo defensivo e até agressivo nos jardins. Para implantar esse projeto a execução também deveria ser diferenciada.

Em 19/9/1956 as obras começaram prometendo a PDF que um novo jardim seria entregue em menos de 3 dias à população, logicamente com incredulidade por parte de todos. O modo de plantio do jardim foi realmente revolucionário, máquinas de engenharia emprestadas de outros órgãos da prefeitura foram usadas, como tratores e guindastes para plantar as árvores todas já jovens e com mais de 3 metros, rolos compressores foram usados para fixar profundamente as placas de grama no solo fofo, fora britadeiras e pás mecânicas para revirar o endurecido solo.

Para espanto de todos os jardins foram inaugurados com menos de 3 dias e eram cercados por altos aramados, com estacas metálicas para impedir o trânsito pelos gramados bem como espinheiros para defender do vandalismo os canteiros de flores. Foi um grande sucesso, e a técnica foi usada em outros trehos do Largo que ganharam jardins menores nos dias seguintes em menos de 24 horas.

Esse ajardinamento ficou praticamente intacto, com as árvores grandes até as obras do Metrô quando desapareceram. 



FOTO 8: Nesta foto de 1967 vemos o "Tabuleiro da Baiana" em seus últimos tempos, pois o novo traçado da Avenida Chile exigia sua demolição.


FOTO 9: Foto de 1970 com o novo aspecto da região, após a demolição do "Tabuleiro da Baiana".

Hoje em dia acho a região muito mal resolvida. Um espaço enorme, árido, sem nenhum charme. Camelôs, passantes apressados, rodinhas de gente que não tem mais o que fazer olhando algum "artista" de rua fazendo malabarismos com uma cobra ou com uma bola de futebol, malandros atrás de incautos em algum jogo de azar e por aí vai. 

domingo, 31 de dezembro de 2023

31 DE DEZEMBRO

O MACAQUINHO NO SÓTÃO, texto de uma pessoa querida.

          Um macaquinho no sótão me azucrina o ouvido, com uma pergunta simples, mas de embaraçosa resposta.

      Aliás, ele aproveita sempre uma data marcante para retornar à pergunta: uma passagem de  ano, um carnaval, um aniversário natalício, o próprio Natal, e lá vem ele, o macaquinho irrequieto, indagando de mim com aquela carinha de levado:

        “Será que este é o último que o senhor vê?”

          Boa pergunta, macaquinho arteiro... Como vou saber a resposta?

         Hoje, por exemplo, é fim do ano. Chegarei ao próximo?

     Se chegar, tudo bem. A pergunta se repetirá, no ano que vem. E nova avaliação, então, será feita.

       Se não chegar... Ah! Se não chegar, aí então terá ocorrido algo importante durante o ano...Mas não vou me preocupar com isso, nem vou ressaltar-lhe a importância.

       Apenas vou contando o tempo, enquanto essa contagem puder ser feita.

    Tenho a consciência tranqüila para ser julgado pelo que fiz ou deixei de fazer em prejuízo de alguém.

  Nada me acusa a esse respeito. Sempre procurei dar alguma ajuda, a quem eu pressentia dela precisar.

Nesta foto de 1959, de autoria de Frank Scherschel, vemos um grupo de pessoas levando oferendas a Iemanjá, cena típica nas praias cariocas até alguns anos atrás. Hoje em dia, pelo menos no dia 31 de dezembro nas praias mais famosas da Zona Sul, são relativamente poucos os que mantêm esta tradição. O "reveillon" das milhões de pessoas, com fogos e música, acabaram com este costume. Os tempos mudaram.


Os bailes, como este do Jockey, não têm mais este formalismo. Smokings e vestidos compridos estão em desuso.


Para levantar o astral terminamos o ano com esta foto da anônima musa do "Saudades do Rio", desejando a todos um 2024 de muito sucesso e de muita saúde.


quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

TRANSATLÂNTICO AVON

O prezado GMA me enviou esta postagem sobre o “AVON”, um grande navio de passageiros que no século passado fazia viagens que incluíam o Rio de Janeiro. O avô dele era usuário do "AVON".

Este transatlântico fazia parte da frota da “Royal Navy Steam Packet”, empresa armadora fundada em meados do século XIX. Os navios tinham, inicialmente, nomes de rios da Inglaterra. Depois receberam nomes de rios de outros países.


FOTO 1: O “AVON” que vemos nas fotos é de 1907 e foi o terceiro que recebeu este nome. Fazia viagens como a “Inglaterra-Brasil-Prata”. Tinha capacidade para acomodar quase dois mil pessoas, tendo 350 tripulantes. Era um recorde que perdurou até a vinda do “Giulio Cesare”, em 1922, na linha da América do Sul.

Foi construído na Grã-Bretanha, pelo estaleiro Harland & Wolff (porto de Belfast), com 11073 toneladas de arqueação, dois mastros, uma chaminé, 157 metros de comprimento, velocidade média de 16 nós, 350 tripulantes, 1640 passageiros (300 na 1ª classe, 140 na 2ª classe e 1200 na 3ª classe).


FOTO 2: A primeira viagem do "AVON" de Southampton para Buenos Aires iniciou-se em 28/07/1907, com escalas em La Coruña, Vigo, Porto, Lisboa, Ilha da Madeira, São Vicente (Cabo Verde), Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Santos e Montevidéu.



FOTO 3: Anúncio da Royal Navy Steam Packet incluindo uma partida do "AVON" para a Europa na data de 11/03/1920.


FOTO 4: Aqui vemos anunciada uma partida num dia 13 de julho para Rio, Bahia, Pernambuco, São Vicente, Madeira, Lisboa, Vigo, Cherbourg e Southampton.


FOTO 5: A elegante sala de estar do "AVON". O convívio a bordo, dividido usualmente por classes, era grande já que a viagem Rio-Europa durava mais de vinte dias.



FOTO 6: As lojas a bordo eram uma atração à parte, com artigos difíceis de achar no Brasil. Jogos no convés, atrações musicais, grandes orquestras, eram passatempos muito apreciados.


FOTO 7: Os apreciadores de música se esbaldavam nos salões. O serviço de almoço e jantar eram dignos de um Conde di Lido.


FOTO 8: O "promenade deck" era frequentado com todo formalismo. Ternos e vestidos compridos eram o usual.


FOTO 9: O "AVON" tinha cabines como esta, mas tinha também "single berth cabins" (cabines individuais).


FOTO 10: Vemos a sede da Royal Mail Steam Packet na Av. Rio Branco 51-55. 

Foi uma companhia de transporte britânica fundada em Londres, em 1839, que tinha o lema “Per Mare Ubique” (“Em todos os lugares por mar”).

Depois de bons e maus momentos, tornou-se o maior grupo de frete do mundo em 1927, quando assumiu a White Star Line. A companhia foi liquidada em 1932.


FOTO 11: Aqui vemos um "irmão" do "AVON" na Baía da Guanabara.

Foi fundada por James Macqueen com objetivo de realizar serviços postais para a Royal Mail, o correio britânico. Macqueen usou seus contatos no Almirantado Britânico a fim de permitir que sua empresa servisse principalmente Caribe e América do Sul, tornando-se a maior companhia de navegação no Atlântico Sul. Ela também transportava pessoas e produtos e alimentos tropicais através de uma frota de navios de passageiros e carga.

FOTO 12: Mapa com as rotas para o Brasil e o Prata. 

Com o início da 1ª Guerra Mundial, o “AVON” foi requisitado e rapidamente adaptado para servir como navio-transporte de tropas, passando ao controle da Royal Navy. Pouco depois foi transformado em “Armed Merchant Cruiser” – cruzador auxiliar armado. Instalaram oito canhões de 150 milímetros e duas peças de artilharia antiaérea, além de adaptações nas máquinas e estruturas.

Durante a guerra mudou de nome para “AVOCA” e participou de diversas operações como o patrulhamento das costas do Pacífico na América do Sul e, depois, como navio-escolta dos inúmeros comboios que se formaram, para protegê-los dos submarinos alemães.

Depois da guerra o “AVON” continuou fazendo a rota “Ouro e Prata”, na América do Sul, durante quase dez anos. Com a entrada em circulação de novos super-transatlânticos, o “AVON” passou a fazer, a partir de 1927, a rota Nova York – Ilhas Bermudas, linha que servia aos ricos norte-americanos.

Com a crise de 1929, acabou perdendo sentido esta rota e o “AVON” foi desmontado em 1930.

NOTA: Em comentário feito há tempos o prezado Colaborador Anônimo escreveu: “Como é fácil de imaginar, o nome “paquete” dado aos vapores que cruzavam o Atlântico trata-se de uma corruptela de “packet”. Mas o curioso é que o termo “paquete”, usado na cultura popular para menstruação, tem a mesma origem, pois o tempo gasto na travessia entre Rio e Inglaterra, correspondia ao tempo de um ciclo menstrual (28 dias).


FOTO 13: Outra foto de uma das cabines do "AVON".


FOTO 14: Uma bela propaganda feita na Espanha.

sábado, 23 de dezembro de 2023

PRÁ NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE NATAL

Todo ano tem Natal em dezembro! E todo ano o “Saudades do Rio” repete um texto para “comemorar” a data. Pelo menos teremos algumas fotos, não todas, inéditas neste espaço.

A árvore na Lagoa saiu da lagoa e foi para o Lagoon. Menos mal. 

Quantos de vocês sobreviveram às famigeradas "caixinhas" e "livros de ouro": do porteiro, do faxineiro, do lavador de carros, do frentista, do manobrista do estacionamento, do atendente do bar, do jornaleiro, do entregador de jornal, do entregador de revista, do carteiro, do lixeiro, do atendente do vestiário no clube, dos guardadores de carro, do garçon habitual, do vigia noturno e por aí vai. Não há 13º salário que consiga pagar todas essas despesas.

Não bastasse temos o trânsito infernal, as lojas entupidas, as compras de última hora, as festinhas das empresas e o tenebroso "amigo oculto". Almoços e jantares com ex-colegas de colégio e de faculdade, com companheiros do futebol e do vôlei, com a turma do clube e da praia.

E tudo isto é preparação para a véspera de Natal, com o famoso jantar familiar, onde as crianças ficam enlouquecidas esperando os presentes, a sogra retardando a entrega para que a "galera" adolescente não vá logo para a "night", um calor infernal, pois o ar-condicionado não dá vazão face à multidão familiar, a comida inteiramente de acordo com a tradição europeia e "perfeitamente adequada" à temperatura do Rio, e, não podemos deixar de citar, os cunhados "malas", que acabam por estragar toda a noite.

Acabou? Não! Ainda está por vir o almoço do dia seguinte, com o "enterro dos ossos" e todo mundo reunido novamente, com cara de ressaca por conta dos excessos da noite anterior.

Dezembro é uma maravilha!

FOTO 1: Pura verdade.


FOTO 2: Papai Noel chegando no centro da cidade. Houve uma época em que chegava no Maracanã, com "show" da Xuxa. Era assim: o pai que levava o filho ganhava o diploma de "Pai Herói". Antes do clímax, milhares de puxa-sacos da Xuxa se apresentam numa sequência abominável de mediocridades. As horas se passam e nada do Papai Noel chegar. As crianças, a princípio felizes e com grande expectativa, começam a ficar irritadas e impacientes. Não há mais lugar para sentar. O calor é senegalês, ou carioquês, como se diz no Senegal. Não há como levar as crianças para fazer xixi porque senão elas perdem o lugar, então elas começam a se aliviar ali mesmo. É fácil reconhecer: elas ficam subitamente quietinhas e os olhinhos ficam virados pra cima e pro lado, como se quisessem disfarçar. E o xixi rola arquibancada abaixo se juntando a outros afluentes numa cascata de espuma. Quando Papai Noel chega as crianças já estão chorando e com fome. Você jura nunca mais cair nesta furada, passa a mão nos pentelhos e os leva pra casa cansado, mas orgulhoso do seu diploma de Pai-Herói...

FOTO 3: A cidade ficava toda enfeitada. O Centro ainda existia, bem diferente dos dias atuais.


FOTO 4: “Prezado Dr. D’, mais uma vez os incansáveis pesquisadores do vasto acervo do M.E.R.D.A. - Museu Eraldo de Relíquias, Descobertas e Alfarrábios - descobrem, numa feliz coincidência com esta época do ano, um LP (ou: elepê) do Elvis Presley cantando músicas natalinas.

No cantinho da capa lê-se LPM 1951, o que poderia significar long-playing mono e o ano de edição (ou outra coisa qualquer), mas o cantor aparece novinho, e, no verso, como bom patriota, prestando o serviço militar.

O curioso é que o disco, aparentemente importado, foi achado aqui no sítio Santa Bárbara, da dona Maria (minha sogra), em meio a outros vários, sabe-se lá o porquê.

Não chego a ser um fã de Elvis, nem ouvi o LP, mas fica o registro.

Abraços e um ótimo Natal

Eraldo

Curador do Museu”


FOTO 5: Natal em Vila Isabel na década de 60. Onde é?


FOTO 6: Natal em Bangu na década de 60. Onde é?


FOTO 7: A fotografia com Papai Noel na Mesbla. 60% das crianças choravam com medo do "Bom velhinho"...


FOTO 8: A grande concorrente da Mesbla, a Sears, também disponibilizava um Papai Noel para fotos.


FOTO 9: A última foto é para lembrar que o Rio já foi a Cidade Maravilhosa.

Um ótimo Natal para todos e que Papai Noel traga muita saúde para todos nós.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

BONDES (2)

Com  fotos do Acervo da Light, muitas delas do fotógrafo Malta, vamos voltar a ver bondes por aqui.


FOTO 1: Obras de reparo de trilhos de bonde. Em que rua seria? O bonde de nº de ordem 294 tem na "vista" escrito "São Francisco ..."

FOTO 2: O bonde de nº de ordem 116 trafega por Copacabana. Em que trecho estaríamos. Ao fundo aparece o Morro dos Cabritos. Poderia ser no Leme?

FOTO 3: Em qual estação estaria o bonde "Leme", nº de ordem 608? A legenda original diz se tratar de "um novo tipo de carro leve  com 13 assentos".


FOTO 4: A entrada de um bonde no terminal do Tabuleiro da Baiana nos anos 1950.


FOTO 5: O bonde Cascadura, nº de ordem 50 e com um anúncio dos cigarros "Tennis", na Av. Rodrigues Alves, em foto tirada em direção ao Centro.


FOTO 6: O bonde da linha 28, "Barcas-Estrada de Ferro" na Rua da Carioca.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2023

BONDES

Com  fotos do Acervo da Light, muitas delas do fotógrafo Malta, vamos voltar a ver bondes por aqui.

FOTO 1: Bonde Engenho de Dentro na Praça Tiradentes na década de 1920.

FOTO 2: Bonde Andarahi-Leopoldo na década de 1920. Em que rua estaria?


FOTO 3: Vemos uma subestação portátil. Talvez o Helio Ribeiro possa explicar como funcionava.

FOTO 4: Bonde São Francisco na Rua Senador Eusébio na década de 1920. A rua desapareceria na década de 1940 por conta das obras da Av. Presidente Vargas.

FOTO 5: Bonde fúnebre em Madureira no ano de 1926. Não sabia que havia bondes para este serviço. A logística de deslocamento, dado os trilhos compartilhados com o serviço normal, devia ser complicada.


FOTO 6: Bonde da linha 7, Jockey Club, na Av. 13 de Maio e se dirigindo para o Tabuleiro da Baiana.