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sábado, 6 de maio de 2017

DO FUNDO DO BAÚ - TERESÓPOLIS




Hoje é sábado, dia da série "DO FUNDO DO BAÚ". E de lá saem estas fotos da década de 70 de Teresópolis.
 
De vez em quando temos algumas agradáveis surpresas proporcionadas pela Internet. Recebi e-mail do Luiz Flavio, que disse acompanhar o "Saudades do Rio" há tempos, desde Porto Alegre. Por conta do "Fundo do Baú" da semana passada, enviou algumas outras fotos também de Teresópolis com o seguinte texto:
 
"Vendo sua postagem de sábado, 29/4, a respeito de Teresópolis, me lembrei das fotos que minha família fez em passeio àquela cidade serrana. Estou lhe enviando as melhores. Deixo a seu critério postagem ou não.
 
Somos a família Pereira Lopes, do Rio Grande do Sul. Numa das fotos em frente ao Fusca está minha mãe Glacy, o irmão mais velho, José Márcio, infelizmente falecido em 2010 por dengue não diagnosticada a tempo. Tem ainda a mais nova, Rosane. Noutra foto com o Fusca, estão todos menos a Clarissa, que não aparece nestas fotos. Lá atrás sou eu, Luiz Flávio, a irmã Rosane, a mãe Glacy, o pai Regis e o primogênito José Márcio. E, no passeio a cavalo, estão o José Márcio, mais dois amigos da família Massa que nos acompanhou naquele dia.
 
Por enquanto é isto.
 
Um grande abraço.
 
Luiz Flávio, de Porto Alegre."

25 comentários:

  1. Sempre há histórias surpreendentes do alcance de "blogs" como o "Saudades do Rio". Durante todos estes anos foram inúmeros as coincidências e o "mundo pequeno" que se deram por conta de algumas postagens. Uma das mais incríveis foi contada pelo Candeias que, em viagem por Goiás ou Mato Grosso (já não lembro), conversou com o motorista de um táxi e soube que ele acompanhava diariamente este "blog" sobre o Rio de Janeiro de antigamente.

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  2. SDR é um ótimo núcleo! Parabéns! Pouco sei de Teresópolis (sou essencialmente Petropolitano), salvo nomes ao léu como Imbuí, Alto, Várzea, Quebra-Frascos. Minha avó tinha casa perto do Carmelo e da casa do Maestro Isac Karabitchevsky. Gostava da estrada Petrópolis-Teresópolis com suas curvas fechadas. Quanto ao pessoal do Sul as fotos me lembram algumas ruas internas de Teresópolis e como curiosidade lembro que lá chamavam o besouro de "fuca". Imagino que tenha acontecido com Terê o fenômeno da verticalização que atacou a serra. Recentemente vi prédios(???!!) em Nogueira. Os prefeitos que permitiram a alteração de gabarito podiam ser alvo de alguma investigação. Muito triste, mas vida que segue, com saúde. Bom sábado a todos.

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  3. Bom dia a todos.

    Nunca fui a Teresópolis, mas uma amiga de infância chegou a morar um tempo por lá.

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  4. O Fusca novinho, ainda com a licença de para-brisa e o Corcel ali atrás denunciam que a foto é de 1969, no máximo primeiro semestre de 1970, quando o Fusca perdeu as garras do parachoque.

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    1. Olá Gustavo! É 1970, com certeza, pois em abril daquele ano o pai esteve, a trabalho, no Panamá e de lá trouxe a câmera Yashica Electro-35 com a qual passou fazer as fotos em slide. O filme destas fotos foi o Ektachrome 64, da Kodak, que passou muito bem no teste do tempo. Já outras marcas...
      Abraços
      Luiz Flávio

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    2. Foi um dos últimos Fuscas desse modelo. O novo saiu em agosto de 70. Grande abraço.

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    3. Se bem conheço meu pai, deve ter sido uma daquelas promoções "limpa-pátio" pra se livrar dos modelos não mais fabricados...

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  5. Bons dias,
    Magia, pura magia...
    Podíamos passear pela mata, regar nossas plantas sem remorsos, pegar sol sem proteção, ser completamente picado em Muriqui ou Mangaratiba sem grandes preocupações. Meu filho já teve Dengue hemorrágica e agora, recentemente, teve uma "virose" com os mesmos sintomas.
    Mãe sofre. Mãe brasileira sofre muito mais.

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    1. Olá Elvira!
      No caso do José Márcio,o rapaz de camisa vermelha das fotos, a dengue foi adquirida em Cuiabá em onde esteve a trabalho em novembro de 2009. Foi tratada como gripe h1n1, com doses cavalares de Tamiflu. O resultado positivo para dengue só saiu após o falecimento.

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    2. Olá, Flávio.
      Como mãe fiquei muito comovida em ver uma família tão linda sofrer com tamanha perda. Meu filho está agora com 49 anos, tenho três netas, duas são suas filhas, mas lembro ainda com muita dor da sua última crise de dengue que foi hemorrágica. Os sintomas recentes me deixaram apavorada. Felizmente, sarou.
      Lindas as fotos. Linda família!
      Também li durante muito tempo até criar coragem de entrar.
      O Saudades do Rio é realmente apaixonante. É um grande prazer contar com novos participantes.
      Dr. Luiz é realmente um "expert" no assunto.
      Um abraço.

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    3. Muito obrigado pelas palavras, Elvira!

      Já fui participante mais ativo no tempo dos FRA(Fotologs do Rio Antigo) hospedados pelo Terra. Depois muita coisa migrou para o Facebook onde não tenho página nem interesse.
      Mas prometo mais algumas fotos aqui com o Dr. D' para adiante.
      Muita saúde a todos!

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  6. Esta Teresópolis ainda era bonita; recentemente estive lá, no Hotel Alpina. Triste ver como surgiram tantas favelas nas encostas...

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  7. Passei por Teresópolis apenas uma vez.Sempre me sitiei mais em Petrópolis e Nova Friburgo,sendo que nesta cidade me hospedei num Hotel chamado Olifas(década de 70)e no Bucsky algumas vezes um pouco mais adiante.Considero a região muito interessante,embora tenha perdido um pouco do seu encanto com a chegada do chamado progresso.
    Mesmo com a informação mais técnica do Gustavo,apostaria que as fotos estão mais para os anos 70.Colorização e indumentárias....
    FF:Penso que o Flamengo com Zé Ricardo e Muralha vai continuar passando sufoco.Não me inspiram nenhum confiança.Espero estar enganado.

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  8. Bom dia a todos. Impressionante como a internet atinge locais e pessoas, como o Luiz Flavio que nos acompanha a tempos sem participar dos comentários, estes sim, são os verdadeiros anônimos. Bem que poderíamos ter mais participações como esta, servem para valorizar o blog e aumentar a participação de comentaristas.
    Belletti vai aí minha opinião, Zé Ricardo = O.O. é estudioso, dedicado, mas na hora da prova final é sempre reprovado. Já o Muralha = Presídio de Segurança Máxima Brasileira, passa tudo que devia e o que não devia também.

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    1. Olá Lino! Tô sempre de olho. Não tenho o cabedal de conhecimento dos tradicionais colaboradores deste blog. Por isso fico quieto, aprendendo muito com vocês.

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    2. Olá Luiz Flávio, seja bem vindo ao nosso bar, aqui vale a participação e o bate papo diário, mesmo quando as vezes saímos do foco original ou voam algumas cadeiras, o gerente sempre controla a situação e coloca ordem na casa. Sendo você gaúcho saiba que a turma também gosta de um bom vinho para acompanhar o bate papo, não somos radicais em só beber OM's.

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  9. a camisa do rapaz é de "Banlon"?

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  10. Eu gostava do Gilmar,goleiro. Tia Nalu adora o outro.

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  11. Boa tarde. A localização da foto parece ser a Várzea, tendo em vista a construção ferroviária em primeiro plano, bem como a topografia do local. A Central desativou a ferrovia em 1957 mas nos anos 60 ainda havia vestígios.

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  12. Boa tarde a todos!
    Embora não tenha comentado ultimamente, continuo acompanhando o SDR (e administrando o Museu).
    Ótima postagem!

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  13. IMPORTANTE: recebi um e-mail de Jorge Izvekov informando que há "um idiota" comentando com o nome dele. Conduta lamentável, sem dúvida. Desta forma, todos os comentários com este nome serão excluídos, salvo comunicação prévia do Izvekov.

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  14. Moleque Travesso, além do Gilmar, o goleiro, eu gostava dos "Gilmar" (plural), personagens engraçadíssimos do genial TV Colosso, um programa que ficou pouco tempo no ar.
    Quanto ao outro... melhor ficar calada.

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  15. Oi, Luis Flávio, sou a Evelyn, seja bem vindo!

    Passei várias temporadas na infância em Teresópolis e tenho um carinho especial pela cidade por isso! Minha tia tinha um pequeno apto no Ed. Club Turismo, que ficava na "reta", a Av. Feliciano Sodré! Achei o trecho da foto parecido com o quarteirão ao lado do edifício, será?

    Neste edifício também tinha apto o pai do Marcos Szpilman,Marcos era cirurgião plástico e maestro do Rio Jazz Orquestra.Acho que o pai chamava-se Valdemar(Waldemar) e também era músico.

    Lamento pela perda do rapaz( mas como dengue não há tratamento específico, o tratamento é com suporte e sintomáticos, pensar que nenhuma medida deve ter sido deixada de fazer, mesmo só tendo o resultado posit. para dengue após.Pode confundir mesmo...)

    Falando de coisas mais amenas, marcou época e vocÊ deve ter conhecido, assim como os frequentadores daqui e de Terê nessa época, a Confeitaria na Várzea, perto da Praça da Igreja( Matriz, acho) Mickey? Famosa pelos seus doces, mil-folhas e bombas, acho que o proprietário era Mikonos Kaplona! Depois ele ficou apenas com a metade da loja e parece que findou-se...

    A Confeitaria Joyce também marcou época, ponto de encontro na entrada às 1700H, com suas enormes bisnagas, quentinhas e torradinhas...

    Uma época tranquila, bucólica e que guardava ainda a essência...

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  16. FF1 Banlon é do balacobaco, Gustavo!

    Quando eu era criança eu achava que o nome certo era...balon! rs

    FF2 E achava também que "coma" era um adulto q não sabia falar cama...quanta ingenuidade para uma criança...antes fosse...

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