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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

HIGH-SOCIETY






C
orria o ano de 1966 quando a revista Manchete fez uma reportagem com o “high-society” carioca, mostrando algumas de suas “locomotivas” e por onde festejavam. Pena que nosso comentarista especialista no assunto, o Conde di Lido, esteja em mais uma de suas viagens ao exterior, por conta da “merreca” que recebe de aposentadoria.
Na primeira foto vemos Teresa, no “On the rocks”, que ficava no Panorama Palace Hotel em Ipanema (Rua Alberto de Campos nº 12, tel: 27-3951), junto ao restaurante Berro d´Água. Provavelmente depois de degustar um "Faisão à moda", do maitre José Sanchez.
A seguir vemos Kiki, no Le Bateau, na Praça Serzedelo Correia, um dos “escritórios” do Conde, onde confraternizava com o Conde Hubert de Castejá e com o maitre Geraldino, além de dançar “monkeys”, “surfs” e músicas nacionais cantadas por Jorge Ben, Simonal e Elis.
Glorinha está no Le Chalé, na Rua da Matriz nº 54 Era uma casa colonial que começou como salão de chá. Os empregados vestiam-se ao estilo de Debret, com baianas servindo vatapá e papo-de-anjo.
Já Sylvia aparece no Le Bistrô, requintado restaurante de Mauro Travassos na Rua Fernando Mendes nº 7. Com sua inauguração o Le Bistrô se tornou um grande concorrente do Nino (Domingos Ferreira esquina de Bolivar), do Le Bec Fin (Av. N.S. Copacabana nº 178), do Chateau, do Relais (na Venâncio Flores, Leblon), do Le Candelabre (Rua Xavier da Silveira nº 13).
Miriam está no Sacha´s, na Rua Antonio Vieira nº 6, n Leme, onde o ponto alto era o piano de Sacha Rubin.
Por fim, vemos Tanit na simpática boate do Costa Brava, no Joá.
Outros restaurantes da Zona Sul em 1966: Maison Suisse (hoje Casa da Suíça, na Glória), o Petit Club, o Smilling Buda (chinês do Leblon), Al Buon Gustaio", na Rua Figueiredo Magalhães nº 35-A, telefone 37-0419, "Au Bon Gourmet", na Av. N.S. de Copacabana nº 202, telefone 37-7557, o Maxim´s na Av. Atlântica 1850, telefone 37-9644.  O Michel, Rua Fernando Mendes 18; Scotch, Rua Fernando Mendes 28, La Boheme, Av. N.S. de Copacabana 14; Le Mazot para comer um “fondue”, o Helsingor para um sanduíche diferente no Leblon, o Pomme D´Or na Sá Ferreira, bem com A Baianinha, na Av. Atlântica. Ainda em Copacabana o Le Chalet Suisse na Xavier da Silveira, pertinho do Ponto de Encontro (Barata Ribeiro), o Real, só de peixes, lá no Leme, perto da La Fiorentina e da Sorrento.
Havia os sanduíches incrementados do Amigo Fritz, o Rio-Nápoli, refúgio seguro para uma boa massa na General Osório. O violão do Black no Cheiro Verde na Real Grandeza e o Zé Maria no piano do Antonino, na Lagoa. Em Ipanema e Leblon, o Castelinho, o Garden, o Alpino, o Jangadeiros, o Zeppelin, o imortal Lagoa, o Varanda na Praça N.S. da Paz, o Grinzing, parente da Bierklause do Lido. O Final do Leblon na Dias Ferreira, o “Portinho” (atual Diagonal), o Real Astória, a Pizzaria Guanabara e o La Mole (ambos já viveram tempos melhores), o Alvaro´s, o Manolo´s, o Degrau, o Luna. Panelão e Caldeirão vieram um pouco depois.
Entre as boates e casas de “shows” a Don Quijote (na Bartolomeu Mitre), o Jirau (Rua Rodolfo Dantas nº 91-A), a Zum-Zum-Zum (na Barata Ribeiro nº 190-8)), o Porão 73 (do Miele e Boscoli), a Balaio (no Leme), o Drink (na Princesa Isabel nº 82-A), Cangaceiro, Fred´s (Av. Atlântica nº 1020), Meia-Noite (no Copacabana Palace), Fado (Barão de Ipanema nº 156), Lisboa à Noite (na 5 de Julho nº 335), Adega de Évora (Rua Santa Clara 292), Rui Bar Bossa (na Rodolfo Dantas nº 91-B), Golden Room, na Av. Atlântica nº 1702, telefone 57-1818. Arpège, na Gustavo Sampaio nº 840-A, telefone 57-4624. A Studium, no Hotel Excelsior na Av. Atlantica nº 1800, telefone 57-1950, a Hi-Fi, no Plaza Copacabana Hotel, Av. Princesa Isabel 63-A, telefone 57-1870, o San Sebastian Bar (Rua Miguel Lemos nº 51). Os templos da Bossa Nova como o Little Club, na Rua Duvivier nº 37-L, Bottle´s e Baccará. O Kilt Club (Rua Carvalho de Mendonça nº 35), Piaf na Sá Ferreira nº 30, Saint-Tropez (Av. Atlântica nº 3578).

27 comentários:

  1. Hoje, a princípio, acompanharei os comentários.

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  2. Eram "outros tempos"! Tempos de dondocas high society e dos "bem nascidos". Tempos de gente civilizada e educada, tempos de "pré emergentes". Mas as coisas mudaram para pior, pois atualmente é temerário "dar mole" com jóias penduradas. Andar na Avenida Atlântica ou no Leblon é tão perigoso como em ruas situadas em locais de risco como a Edgard Romero, Pastor Martin Luther King, Piraquara, Edgard Verneck, etc...

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  3. Daí começamos a entender porque temos uma distribuição de renda subsaariana que, se ainda considerarmos o fato de estarmos entre as dez maiores economias do mundo, torna o quadro mais cruel. Um por cento detém quase trinta por cento da riqueza do Brasil. E os direitopatas não querem enxergar.

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  4. Era um outro mundo... o "deles" e o nosso!
    Continuamos assim, porém o grupo de "Socialites" ficou mais reduzido e se afastou mais ainda daquele mundo que os cerca...

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  5. A colonização predatória dos portugueses contribui para a péssima distribuição de renda e isso é um fato. Nisso eu concordo com alguns elementos da esquerda, mas apesar de na época da foto haver gente perdulária que "esbanjava", com o advento da esquerda comunista no Brasil, cujos partidos políticos foram lamentavelmente legalizados, essa desigualdade se decuplicou! A miséria, a violência, e o desemprego se avolumaram em níveis africanos. No passado SÓ HAVIA DESIGUALDADE. A atrofia cognitiva crônica que muitos possuem não permite que esses elementos enxerguem que a utópica "igualdade social" tão propalada por eles só existe na cadeia, onde o termo "coletivo" é apropriado. Venezuela e Cuba são excrescências em todos os sentidos, e apesar de não existir nação socialista ou comunista que dê certo ou que esteja acima da linha da miséria, eu concordo com Nelson Rodrigues APENAS na quantidade, que aumentou de forma estratosférica, mas "dominar o mundo?" Hahaha, o máximo que conseguirão será dar "pitacos" nas redes sociais ou nos blogs de memória...

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    1. Essa cantinela "nenhum país socialista deu certo" é de uma obtusidade incrível. Hoje existem três ou quatro países socialistas no mundo; realmente não podemos dizer que Cuba e Venezuela sejam exemplos de países punjantes e de alto padrão de vida; o que não entendo é que quando vão comparar Cuba, por exemplo, com outro países utilizam como "benchmark" países ricos europeus, EUA, etc. Não seria mais "honesto" comparar com países semelhantes no histórico de colonização e exploração? Daí eu pergunto: será que Cuba é pior que o Haiti, Jamaica, Honduras, República Dominicana, Belize, e outros (só pra ficar no campo de América Central/Caribe)? A Nigéria, rica em petróleo e que vem se tornando uma das maiores economias do mundo, tem um padrão de vida melhor que Cuba? E dizer que o problema da ilha caribenha é a falta de democracia é partir para uma dialética infame.

      Quanto aos "pitacos" num blog de memória, vários os dão; inclusive alguns aproveitam para, além dos pitacos, destilar racismo, sob a argumentação que não concorda com o "politicamente correto".

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    2. Essa vergonha chamada distribuição de renda no Brasil, começou a piorar no tempo da ditadura militar com o malfadado ministro Delfim Neto que dizia que primeiro era preciso fazer o bolo crescer para depois repartir. O bolo cresceu mas mas continua (muito)mal dividido.

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    3. Falam tanto do regime militar, mas desde 1985 eles estão fora do poder. E nesses 33 anos de governos esquerdistas, o que melhorou no Brasil: a desigualdade social? A distribuição de renda? A saúde e a educação? A infraestrutura? Os índices de criminalidade? Os partidos esquerdistas vivem dizendo que estão ao lado dos pobres, mas nenhum dos seus integrantes reeleitos abriu mão da verba de mudança, que bem ou mal sai do bolso de todos, inclusive dos pobres. E que mudança, se não saíram de Brasília? Canalhas, são o que são. Mas não são os únicos, certamente. Embora sempre façam pose de éticos, honestos e interessados no bem-estar do povo. Canalhice parece ser uma característica definidora e pré-requisito da atividade.

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  6. Teresa está sob o olhar vigilante do marido ali atrás de cravo na lapela. Vida de altos e baixos. Kiki era um arraso. Gloria foi miss e viúva de um famoso colunista. Sylvia é filha de um famoso cientista. Separou do marido brasileiro e casou com um barão francês. Miriam ainda está na ativa. Tanit não tenho ideia de quem seja.

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  7. Bom dia a todos. Como diz o ditado, não basta ser rico, precisa se manter rico, e uma das maneiras de se perder uma fortuna facilmente, que normalmente foi adquirida pelos pais, avôs é gastando com ostentação. Vide os casos de vários famosos que hoje deixaram de ser ricos e se não passam necessidades, estão vivendo com grandes dificuldades sobre tudo se comparado aos tempos da bonança. Não é tão difícil ser ou nascer rico, difícil é se manter rico e principalmente multiplicar a fortuna nas gerações seguintes. Se olharmos a listagem dos milionários do século passado, quase nenhum ou nenhum descendente permanece nas listas dos 10 mais ricos do mundo neste século.

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  8. Pelo que vejo,esta ostentação diminuiu em muito e hoje a cantiga é outra.Um bom exemplo são os "clubes sociais" que desapareceram do mapa em grande escala.As festas de "locomotivas","elegantes" e "debutantes" e outras baboseiras do gênero também foram para o espaço,levando até mesmo os chamados "colunistas sociais".Agora ,vamos combinar que o pessoal da esquerda também adora uma "vidinha mais ou menos",especialmente no exterior.

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  9. E os esquerdopatas não querem trabalhar, mas querem ficar ricos com o dinheiro dos que trabalham e pagam impostos. Chega de demagogia, quer melhorar de vida, comece por trabalhar mais, poupar mais, usar seu tempo livre para melhorar sua renda, se aperfeiçoe na sua profissão, se não tem uma, procure aprender uma. Do céu só cai chuva, e se você não tem guarda chuva vai com certeza se molhar. Olhe as pesquisas dos Países ricos, onde a diferença da renda entre a população é menor, e veja que o habitante daquele País é inúmeras vezes mais produtivo que o trabalhador brasileiro.

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    1. Lino, você tem razão! O Brasil tem mais da metade da população desempregada, trabalhando informalmente ou "vivendo de bicos. O índice de analfabetismo é assustador e a maioria quer algum tipo de "bolsa vagabundo". Se você observar bem, a maioria das favelas abriga uma multidão de vagabundos que "vivem do que o tráfico proporciona", seja como olheiros, vapores, cozinheiras, arruaçeiras, parideiras, soldados, aviões, etc. O tráfico emprega milhões de pessoas e com o apoio de políticos, ongs, e outros setores que lucram com o esse hediondo comércio, são diretamente responsáveis pela manutenção desse circo de horrores. O governo está tendo trabalho para desmontar esse palco que a esquerda cultivou desde os anos 80. O Brasil é maior do que esse lixo humano que pulula não só nas favelas mas principalmente nas esferas do poder e certamente será varrido da realidade brasileira, ainda que com muito derramamento de sangue.

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  10. Observador Esportivo11 de fevereiro de 2019 11:02

    FORA DE FOCO: Eu não sou fã do Renato Mauricio Prado, mas acho que o artigo abaixo é bem pertinente:

    “Sonhei que o Flamengo tinha um presidente à altura de sua grandeza. Um rubro-negro que, diante da maior tragédia da história do clube, já teria se apresentado para uma grande entrevista coletiva, na Gávea, e que a abriria, constrangido, mas firme, admitindo, com humildade e grandeza: "Falhamos tragicamente com os nossos meninos. Tínhamos a obrigação de protegê-los e fomos incapazes de fazê-lo. Eles morreram dentro do nosso centro de treinamento, no Ninho do Urubu.

    Independentemente do que vier a ser apurado - e, podem ter certeza, apuraremos tudo com rigor -, a responsabilidade é nossa e a assumiremos por completo, apoiando e suportando as famílias dos jovens que se foram nesse lamentável incidente.”
    Isto posto, começaria, então, a responder, minuciosamente, perguntas a respeito do tal alvará que ainda falta e por que falta; das seguidas multas que o CT levou, sem cumprir as exigências da Prefeitura e dos Bombeiros; da manutenção nos aparelhos de ar condicionado, feita dias antes (por que?); do controverso container usado como alojamento, que tinha apenas uma porta de saída e seria abandonado em poucos dias; do misterioso (e forte) cheiro de solvente no corpo de um dos jovens que estavam no quarto de número seis; da ausência de extintores de incêndio no local do sinistro, bem como de uma brigada de incêndio no centro de treinamento, etc, etc...

    No meu sonho, o presidente do Flamengo não fugiria de nenhum questionamento e ainda que não fosse diretamente responsável pela tragédia (até porque assumiu há pouco mais de um mês), não se furtaria a levar consigo, para conversar com a imprensa, os responsáveis pelo CT, na sua administração e na anterior, bem como os responsáveis pelas divisões de base, pelos alojamentos e por aí vai.

    Ele aproveitaria a ocasião para explicar também quem é, afinal, o responsável pelo Ninho do Urubu, como um todo. Quem é o "prefeito" do pedaço. Porque, decididamente, não é ele nem o tal CEO. Presença obrigatória na entrevista seria, também, Carlos Noval, durante tantos anos o principal gestor das divisões de base. O que ele tem a dizer sobre o que aconteceu?

    Nos meus devaneios, a partir do exemplo determinado e da liderança do presidente, todos falariam francamente, abrindo o coração sobre tudo que pudesse ajudar a esclarecer o que houve e, sobretudo, evitar uma nova tragédia no futuro. E a partir daí o exemplo de uma nova forma de o Flamengo cuidar de seus jovens poderia servir de parâmetro e exemplo para os demais clubes no Brasil. Desta forma, ao menos, a morte dos dez garotos, não seria em vão.

    Pouco antes de despertar, imaginei ainda o final da longa coletiva, com o presidente anunciando que, diariamente, faria questão de manter contato com os repórteres para, através deles, manter informada a torcida e, por que não dizer, o país, sobre o andamento das investigações.

    Acordei, empapado de suor e ainda arrasado pela devastadora calamidade rubro-negra. Acorda também, Rodolfo Landim! E assuma, de uma vez por todas, a postura que um presidente do Flamengo tem que ter.”

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  11. Cadê o Bandeira de Mello e o Wrobel que eram os responsáveis pelo Ninho anteriormente?
    Cadê os jornalistas que iam lá diariamente e nada viram?
    Cadê o Landim?
    Cadê a fiscalização que não interditou se estava errado?
    Erros e mais erros = tragédia

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  12. Vejam as recentes tragédias ocorridas no País, e logo se verá que os responsáveis são os mesmos e nenhum foi punido. Agora blá blá blá blá, e exploração das tragédias pela mídia se repete a cada tragédia ocorrida.

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  13. Nunca fui ao Ninho do Urubu e nem imaginava esta situação pois caso contrário a corneta ia azucrinar os ouvidos dos diretores.Uma sucessão de erros e todos estão no mesmo barco com discreto refresco para a diretoria que tomou posse recentemente e não sei se foi inteirada da situação. Os jornalistas ficam colocando gasolina de avião mas o comentarista anterior tem razão e eles deveriam ter denunciado os erros e depois que a casa cai é fácil.Onde foi parar o jornalismo investigativo que deveria também procurar saber destes clubes de fachadas criados por empresários para gerenciar futuros craques? Agora é todo mundo berrando e como não cornetei antes também não posso dar de sabichão.

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  14. Não é a minha seara. Mas eu lembro que existia na Av Atlântica o Texas Bar. Era no 974, se não me engano.

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  15. Agosto caiu em fevereiro este ano. Caiu o helicóptero com o Boechat, que carregava a Band News nas costas

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  16. Casado,atualmente,com uma moça aqui de Vix e que foi jornalista em A Gazeta.A família dele é de Itaperuna salvo engano.De fato,era uma marca na Band.

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  17. Como ele foi auxiliar dos colunistas da high-society Ibrahim Sued e Zózimo, falar aqui do Ricardo Boechat hoje não é fora de foco.
    Atualmente era o único motivo para uma eventual passadinha pelo Jornal da Band, que tempos atrás eu assitia com mais frequência. Por um bom tempo fez dupla com a atual primeira-dama da JBS nesse telejornal.

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  18. O desfile de "países que deram certo" que aparecem no comentário das 13:37 é impressionante e mostra o "alcance" de mentes como essa. Quanto a "destilar racismo", digo que "falar a verdade" não é crime. Criminoso é o discurso da esquerda quando afirma que "é preciso acabar com o genocídio de jovens, negros, e pobres nas favelas". Seria mais apropriado responder que "isso acabará quando os indivíduos mencionados deixarem de roubar, assaltar, traficar, e estuprar". Quando a Policia mata criminosos, não escolhe cor ou raça. Se os elementos citados levarem uma vida ordeira, nada disso lhes acontecerá".

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  19. Revendo as fotos dessas socialites e lendo alguns comentários conclui-se, resumidamente, aquilo que todos sabem: o Brazil não conhece o Brasil.

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  20. José Rodolpho Câmara13 de fevereiro de 2019 16:55

    Infelizmente esse artigo está incorreto. Ninguém mais do que eu conheci essas pessoas. Afinal essas revistas eram minhas.

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  21. As fotos e localizações são das legendas da Manchete. As informações dos outros locais são de jornais de 1966. As histórias do Conde do Lido são private-jokes deste espaço.
    Para quem não sabe José Rodolpho era colunista social da Manchete.

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  22. Tia Glorinha quer parecer Twiggy mas é muita pretensão! Tinha o dobro da idade da faquir. Nunca gostei do le Bateau, sempre achei decadente, mas o Ademir dava conta. Mas de todas essas tias eu tenho inveja e sabem por que? Adivinhem.

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