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sexta-feira, 17 de abril de 2020

CENTRO

 
A moça está perdida.
 
O que ela estaria procurando? O IRB, o Ministério da Aeronáutica, a Santa Casa, a OAB, a Rua Fioravanti Di Piero ou o caminho para o aeroporto Santos Dumont?

19 comentários:

  1. Bom dia, Dr. D'.

    Área do centro quase inexplorada por mim. A moça parece que quer ir para a nova capital.

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  2. Poderia apostar que a foto é de 1960 e diante de um local extremamente limpo e civilizado, mais uma vez eu pergunto fazendo alusão ao personagem "papi" de Jorge Dória: "Aonde foi que eu errei?" FF: Ainda sobre as locações que aparecem no filme A falecida de 1964 e sobre a foto do prédio da São Francisco Xavier, foto essa que tive o cuidado de baixar, mostrei o filme para minha mãe e ela reconheceu o prédio como o da costureira da qual era cliente e foi lá inúmeras vezes. Contou que ficava próximo ao viaduto antigo da Mangueira e falou sobre o "morro arborizado" que ficava em frente e que hoje em dia faz parte da confluência com a Mal. Rondon. Pela foto a São Francisco Xavier era bem estreita. O interessante nisso tudo é que eu fui lá com ela "inúmeras vezes", mas não me lembro de nada, já que tinha dois anos de idade.

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    1. Joel : Este prédio atualmente está devidamente "esculachado". cresceu um favela ao seu redor, e aquele prédio muito bonito nos anos 50/60 hoje embora não seja,faz parte dela. Como diria a sumida Alcione: Mudando de pau para cacete, neste mesmo filme uma curiosidade para quem gosta de trem (mostrei para o grupo), uma composição Vera Cruz passando na linha 4, em frente a estação Sampaio, sendo tracionado por uma "cotó" ao invés de uma "escandalosa"

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    2. Mauro, o prédio foi demolido e não existe mais. A foto mostra uma São Francisco Xavier e no fundo aparece lá atrás na Mangueira o antigo prédio do IBGE. Vou enviar a foto para o gerente para quem sabe publica-la no SDR.## Eu viajei naquele trem em 1989.

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  3. Talvez o aeroporto e a preocupação com as malas fora do alcance.Tem sobremesa para o Biscoito.
    FF: Na entrevista de ontem,O Jânio Verde Oliva parecia com pilha fraca.

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    1. Jânio Verde Oliva foi ótimo.

      Observem que temos a síncope dos 29 anos, quando aparece um abilolado "direita volver salvador da pátria". 1932 Plínio Salgado + 29 = 1961 Jânio + 29 = 1990 Collor + 29 = 2019 "Capitão"

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    2. Todas mazelas que assolam o Brasil não são novas, começaram no Século XVI, são do conhecimento de todos, e continuarão a existir por muitas centenas, talvez milhares de anos. Não acontecem certamente na Noruega, Japão, ou mesmo na Argentina...

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    3. Também achei com farol baixo. Ar de Cansado evidente. A primeira dama desapareceu por completo a alguns meses.

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    4. O Brasil "mal comparando", está parecendo com o Brasil "recém egresso" da "Republica Velha", com os vícios naturais de países decadentes, onde "coronéis políticos" comandavam bandos de jagunços e cangaceiros e "davam as cartas" na política nacional impunemente, e "Barões do café" paulistas que acreditavam estar "acima do Brasil", e que em conluio com "raposas mineiras" se alternavam no poder, mantendo o país no atraso. Precisou que um Vargas colocasse ordem na casa. O Brasil está vivendo um momento semelhante.

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  4. Essa foto é famosa; a senhora estava imitando o Jânio Quadros e o José, a seu lado, fazia paredinha para o 10 não passar por cima. Mas vamos às novidades; Packard Clipper 1953 e Chevrolet Bel-Air 1957 (os três flaps no paralama identificam o modelo).
    Já o carro em primeiro plano vou jogar no grupo para ver se alguém descobre..

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  5. A região da foto é bem conhecida e dispensa comentários. FF: o novo ministro da saúde mais parece um mordomo de filme de horror.

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    1. O ministro faria belo par com o Christopher Lee em Drácula.

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    2. Reginaldo Martins17 de abril de 2020 11:24

      Neste aspecto, poderia também ser ministro do Temer.

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  6. A moça deve ter gostado do cara que passou de lambreta e disfarça para o marido não perceber.

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  7. O cavalheiro não deixaria uma beldade dessa andar a pé por muitos metros, deve ter saído ali do IRB e com certeza ouviu galanteio de algum passante. Não chegou a sorrir, para não passar como "mulher fácil", mas o reflexo automático fez ela ajeitar o cabelo para tentar melhorar ainda mais a aparência.

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  8. Bom dia.
    Essa é a Franklin Roosevelt.
    Ontem assisti de um episódio da série de TV Águias de Fogo de 1966, produzido por Ary Fernandes, criador da série Vigilante Rodoviário. No episódio A Trama, aparece da rua Graça Aranha na esquina com a Santa Luzia, além de outros pontos da cidade e, claro, no Campo dos Afonsos no já citado ano de 1966.

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  9. Não sabia que você gostava dessas séries, Wolf. Você também assistia o Clube do Titio na TV Rio, e o Falcão Negro?

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  10. Certamente o casal elegante não estava indo para o Restaurante Vendôme, ali em frente, na Franklin Roosevelt. Era um subsolo com decoração em veludo vermelho, com alguns nichos e meia luz. Pela frequencia feminina peculiar era chamado de "Vendo-me".

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