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terça-feira, 25 de setembro de 2018

BARRA DA TIJUCA



Colorizada em 2026 por IA



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                                    Colorizada em 2026 por IA


Sorria, você está na Barra!
 
Assim consta no cartaz que se vê ao chegar à Barra da Tijuca.
 
As fotos, bem do início dos anos 70, não permitiam supor que em tão pouco tempo a Barra da Tijuca fosse invadida por condomínios com prédios gigantescos, gerando um estilo de vida peculiar, diferente do resto do Rio de Janeiro.
 
Com quase a obrigatoriedade do uso de automóveis, com poucas exceções como a região do Jardim Oceânico, procura-se imitar um tipo de vida americanizado, com até uma, na minha opinião, ridícula cópia da Estátua da Liberdade.
 
O assunto é altamente polêmico, mas prefiro o estilo de vida do "velho" Rio, que acho mais humanizado.

43 comentários:

  1. Com o metrô e o BRT até passei a ir com alguma frequência a endereços na Barra. Sempre na reta da estrada. Gostaria que as estações do BRT tivessem um número, para que fosse mais fácil saber a hora de saltar, mas seria pedir demais às ideias do "nervosinho", que se avizinha ser o novo governador. Esse é o tipo do cara trabalhador que não troca calor. Ou melhor, troca só com os amiguinhos.
    Não me sinto bem na Barra, pudera, vivendo em Santa Teresa, já tropeço em Copacabana. É horrível caminhar na avenida, com entradas e saídas de garagem a cada 100 metros. Dá é medo, caio fora rapidinho.

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    1. Ir à Barra da Tijuca atualmente é uma "África" em todos os sentidos. Com pequenas exceções, não existe um "comércio de bairro" que atenda às pequenas necessidades dos moradores. Os shoppings são apenas grandes ilhas de civilização em meio a um "mar de incertezas". A existência do chamado BRT trouxe muito mais problemas do que avanços, já que levou para a região um enorme "estuário de problemas" como um fluxo de pessoas incompatível com as características até então invejáveis da região. Moradores dos mais remotos grotões da zona oeste e da baixada fluminense em sua maioria despidos de requisitos mínimos de civilidade, estão gradativamente transformando a região em uma espécie de "Miami de Madureira". O resultado "é visível à olho nu"...

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  2. Bem: Já falamos muito sobre a barra e o que ela se tornou.
    Lembro-me quando ela pertencia aos Tijucanos que eram gozados pelo pessoal da zona sul,mas era uma praia espetacular: Selvagem limpa ampla como nenhuma outra do Rio.
    Precisava de carro sem dúvida mas valia muito a pena.
    ìa com o meu fusca vinho 1,3 litros com 40 cv (aliás como os motores de 1 litro evoluiram ) boa pavimentação pouco transito enfim um paraiso. Bons tempos.

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  3. Que saudade desse tempo! A Barra da Tijuca era um refúgio para os moradores da Tijuca. Isso fez com que muitos resolvessem morar lá e deu no que deu. Mesmo no século XXI e com a construção de vias expressas, Metrô, e "modais integrados" com os bairros limítrofes, as questões do transporte público e da segurança estão longe de serem resolvidas. A última foto mostra que há muito tempo a região é frequentada por integrantes do P.T & congêneres...

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  4. "Bom dia".

    A Barra da Tijuca foi uma das principais vítimas do rodoviarismo que imperou no pais desde o final dos anos 50. Só recentemente ganhou acesso por trilhos, mas a um custo astronômico. E mesmo assim no "começo" do bairro.

    A terceira foto é emblemática e mostra os correligionários da cavalgadura misógina e racista internada no veterinário, quer dizer, hospital de SP.

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  5. Conheço muito pouco a Barra da Tijuca e confesso que atualmente não me sinto "em casa" por lá. Aparentemente o Jardim Oceânico é o melhor trecho.
    Na foto 4 a ponte foi acrescentada ou retocada pelo fotógrafo.

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  6. Bom dia a todos. Barra que foi da Tijuca, infelizmente toda esta região teve o seu projeto de urbanização elaborado pelo Arquiteto mais idiota e idolatrado que o Brasil já teve. Acho que os Deuses também tem a minha opinião, pois nos livraram dos prédios redondos do projeto Athaíde de Ville, seriam mais de 100 deles, só um foi finalizado e existem dois não terminados esperando a boa vontade da Prefeitura implodí-los. Seria uma região que teria tudo para revitalizar e modernizar a cidade do Rio de Janeiro, foi destruída pela cobiça da construção civil(torço sempre para que elas não durem mais de 10 anos e que venham a falir) e a corrupção dos nossos políticos (torço para morrerem enforcados). Esta região deveria ter sido projetada, prevendo previamente a construção de uma rede de saneamento própria, com tratamento de esgotos, águas pluviais, abastecimento de água potável, preservação dos rios e lagoas, rede interna de transporte público (ônibus ou mini ônibus) e de interligação com os demais bairros da cidade (metrô e VLT). Bairros planejados sem mega condomínios, mega supermercados, mega shoppings centers, bairros com construções de vários padrões visando atender a todas as classes sociais, as edificações não poderiam ter mais de 12 pavimentos e na orla não poderiam ter mais de 4 pavimentos, a elevação da cota de construção se elevaria para as quadras a medida que se afastassem da faixa litorânea. Espera aí Lino, se isso acontecesse no Brasil, aqui seria a Alemanha, Inglaterra, não seria o Brasil, acorda acho que você ainda está sonhando.

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  7. Não gosto do estilo de vida da Barra,mas é um.local bem descolado.

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  8. O plano de Lucio Costa foi totalmente desvirtuado por intere$$e$.

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  9. A Barra nunca teve nada a ver com a Tijuca (bairro). A expressão barra vem do caminho marítimo entre as Ilhas Tijucas e o litoral da região.

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  10. Depois de mais um pesquisa, fica cada vez mais certa a previsão de minha bola de cristal: um paulista será eleito presidente do Brasil. Índice de 95% de acerto e 3% de margem de erro por conta da acriana.
    A julgar por alguns comentários, o páreo final será no Jockey Club.

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  11. Essa igreja é católica? Perde feio para as evangélicas.Só a Universal tem algumas.O Malafaia,o Romildo Soares, e algumas menores estão faturando alto.Tem que botar na Barra um padre forte e carismático.

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  12. Prezado Gustavo. Realmente a Barra nunca teve nada com a Tijuca apenas era a praia preferida pelos Tijucanos. A Tijuca é um bairro único.

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  13. Poxa Gustavo você me tirou um peso da consciência em saber que a Barra da Tijuca, jamais pertenceu ao bairro da Tijuca. Como bom Tijucano, me sentia como aquele Pai que deixou uma grande herança para os filhos e estes em pouco tempo destruíram tudo. Passei quase umas 2 décadas sem ir a Barra, mas agora meu filho está morando lá em virtude da sua empresa ser neste bairro, porém com o nascimento do meu neto, estou indo praticamente toda semana ao bairro. Só pode ter sido castigo, pois sempre dizia que não ia a Barra, porque não havia perdido nada lá. KKKKKK

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  14. Boa noite ! Não me lembrava que quando a auto-estrada Lagoa-Barra foi terminada, no final da década de 60, que a Barra ainda era tão pouco habitada como mostra a foto 4...

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  15. A Barra era tão deserta nos anos 60 que o protótipo Carcará, com motor Vemag 1.1, bateu o recorde brasileiro de velocidade a 212km/h na "Rio-Santos", atual Av. das Américas, acho que em 66.

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  16. Nas fotos 3 e 4, aparece absoluto na orla o Hotel Praia Linda, construído em 1969, um dos precursores da hotelaria local que reinou ali sozinho por anos, no atual trecho chamado praia do Pepê. Eu nunca gostei da Barra da Tijuca. Lá não se anda a pé, tudo tem que ser feito de carro. Lá não se encontra um amigo na rua para um bate papo informal e lá não tem boteco pé sujo/raiz, que ainda sobrevivem por toda a cidade. Como comentado acima, apenas o pequeno trecho da Barrinha guarda características de um bairro "normal". Foi ótima a colocação do falecido Joel quando se refere à Barra como "Miami de Madureira". Quando jovem, nos anos 70, eu só ia a Barra para tomar uma batida no Oswaldo ou para algum motel da região. E só!

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  17. Com bastantes áreas verdes, prédios distantes entre si (mais arejamento e menos poluição concentrada), diversos shoppings, largas avenidas, praças e parques, além da praia, a Barra é um excelente bairro para se morar, diferentemente das favelas verticais da zona sul ou de alguns bairros da zona norte, onde os edifícios são "colados" uns nos outros, tanto que o morador que mora nos "fundos" e embaixo, nem consegue ver o céu. Com a expansão do e-commerce e do delivery, praticamente não se precisa sair de casa para fazer compras, e quem trabalha em home office e mora na Barra é um privilegiado. Detalhe: não moro na Barra.

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    1. É um bairro de gente solitária. Minha enteada mora na Vila do Pan, que nem Barra da Tijuca é. Ela não conhece absolutamente ninguém do prédio, nem sequer seus vizinhos de andar. Idem minha prima, que mora no Jardim Atlântico há décadas.

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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    3. Concordo com várias críticas a alguns dos bairros da zona norte (nem todos são assim) e da zona sul, e concordo apenas com algumas das vantagens da Barra (mas não com todas).

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    4. Eu sou um cara muito fechado e reticente com contatos, mas aqui no meu ruim e desvalorizado bairro do Engenho Novo, conheço e converso com o Cícero e Josué de uma farmácia, o Sergio Luis de outra, o Leandro de uma terceira, a Elizabete e a Wandir do hortifruti, o Lucas, Jaqueline e Rosilane da petshop, o uruguaio do churrasquinho de calçada, o Cosme e o Cláudio da loja de ferragens, o Leandro zelador do prédio do outro lado da rua, o Jorginho meu barbeiro, o Marcelo zelador do prédio aqui vizinho, o Paulo do restaurante self-service, o Afonso dono da padaria. Fora aqueles cujo nome desconheço, como o chaveiro, o pasteleiro de rua, a jornaleira, os filhos do Afonso, alguns atendentes do hortifruti e das farmácias, o primo do zelador Leandro, etc. Compare isso com minhas primas barrenses.

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    5. Dispensável falar sobre os moradores aqui da vila, que obviamente conheço e converso com todos. Já minhas primas....

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    6. Errata: onde se lê "Jardim Atlântico" leia-se "Jardim Oceânico", no meu comentário das 09:33h.

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    7. Anônimo, então por quê você não se muda prá Barra? simples assim.

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  18. FF: quase que o "novo ciclo" começou como terminou o antigo. Gol no último lance do jogo salvou um pouco a pele do Ancelotti...

    Não tenho muito a acrescentar ao meu comentário original. A perspectiva de expansão do metrô na região é quase nenhuma. Com sorte até a Alvorada daqui a mais de dez anos.

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  19. Lá para meados da década de 1950 acho que não era usado o nome Barra da Tijuca. Aquela área era chamada simplesmente de Jacarepaguá. Mas não tenho certeza.

    Um dia meu tio Adhemar (apelido familiar Inhô, simplificação de Sinhô, por sua vez corruptela de Senhor) e meu tio-avô Arlindo Morelli (apelido familiar Cravinho, não me perguntem o motivo disso) resolveram construir um barco para pescarem numa das lagoas lá daquela área de Jacarepaguá. Compraram tábuas, pregos de cobre de seção quadrada, cordas, tinta, material para calafate e começaram a montar o barco no quintal lá de casa, na Tijuca. Passaram semanas nesse mister, nem todo dia, é claro. A furadeira era manual, não havia elétricas. Para forçar as tábuas das laterais a se curvarem e dar forma ao barco, usavam as cordas, puxando-as de alguma forma que não lembro qual era e molhando-as.

    Ao fim de semanas, o barco estava pronto. Calafetaram-no todo e pintaram-no de azul claro. Tinha uns dois ou três bancos transversais. Tínhamos um amigo de família que era motorista de estrada e dirigia um caminhão Mercedes-Benz LP-312, do tipo grande, apelidado de "Mercedão". Era da empresa 1001, com sede em São Caetano do Sul (nenhuma ligação com a 1001 de ônibus, atual). Um dia em que esse amigo, de nome Amílcar, apareceu lá em casa com o caminhão descarregado, o barco foi colocado na carroceria e levado para uma das lagoas lá de Jacarepaguá, onde meu tio contratou um sujeito para tomar conta dele, não sei detalhes.

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  20. Nesse ínterim da construção do barco, meu tio Inhô comprou linha e chumbada para fazer uma tarrafa. A agulha necessária para isso ele confeccionou esculpindo-a com canivete numa tarisca de madeira. Passava horas tecendo a rede, fiada por fiada. Lembro que a linha era de cor marrom, a chumbada eram pedaços de chumbo de forma parecida com cilindros.

    Feita a tarrafa, várias vezes ele foi pescar lá na tal lagoa, que não sei qual era.

    Além das redes de pescar, meu tio também confeccionava sacolas com a linha, usando argolas de plástico colorido a título de alças. Minha mãe usava essas sacolas para ir à feira ou a compras no comércio local.

    Lembro que nós usávamos redes antigas, já furadas, como redes de trave de futebol, quando brincávamos com o garoto vizinho, filho do "seu" Alfredo que citei ontem. O menino se chamava Nestor. A casa dele tinha uma armação de videira parecida com uma trave de futebol. Pendurávamos a rede de pesca furada na trave, imitando uma baliza de estádio de futebol.

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  21. Uma vez meu tio levou meu irmão e eu para pescar. Depois de pegar alguns bagres e jogá-los no fundo do barco, meu irmão espetou o pé num deles. Berrou de dor. Nunca mais quisemos pescar.

    Lá na lagoa o peixe que mais dava era bagre, mas vinham também alguns acarás e raramente um mais nobre, não sei se era robalo ou linguado. Esse ficava reservado para minha priminha Cely, na época com cerca de cinco anos de idade.

    De vez em quando meu tio trazia siris ou caranguejos, não sei a diferença entre eles e não lembro como eram os que ele trazia. Eu ficava com pena vendo os pobrezinhos sendo cozidos vivos. Particularmente nunca apreciei carne desses animais.

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  22. No fim da década de 1950 meu tio foi trabalhar em construção de estradas, no caso a Rio-Teresópolis, trecho na área do Soberbo. Aí o barco ficou abandonado e quando meu tio foi um dia lá para vê-lo o cara que tomava conta havia sumido e o barco idem.

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  23. Quando do meu primeiro casamento, houve um período em que fazíamos compras do mês no Carrefour ou no Freeway lá da Barra. Depois que abriu o Carrefour no Norte Shopping passamos a ir nele, muito mais perto de casa. No Barra Shopping fomos algumas vezes, mais para flanar do que para comprar. Isso já na década de 1990. Fora ele, só lembro de ir ao Downtown e ao Village Mall, para ver exposição de carros antigos. E um ou dois outros, para jantar em comemoração a aniversário de alguém ou convidado por meu genro, que cantava à noite num restaurante de um daqueles shoppings.

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  24. O hotel Praia Linda ficava na Av. do Pepê 1430, já o hotel Tropical, que aparece em outra foto, ficava na Av. do Pepê 500 e tinha 10 andares se não me engano. Foi inaugurado em 1972. Se não me equivoco, funcionava como hotel "normal" de 3º pavimento até o terraço, mas funcionava também como hotel de alta rotatividade no 2º andar. Isto gerava certo "stress" ao se pegar o elevador.

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  25. Ah, esquecimento lamentável: num raio de 200 metros tenho também o lava-jato do Gabriel, uma filial do Rede Economia, uma bem sortida loja de tintas (Rio das Tintas), uma fabriqueta de móveis de pequeno porte e uma filial dessas companhias odontológicas que viraram moda. Era Odonto Company até alguns meses, agora é outra.

    Se queima uma lâmpada aqui em casa, atravesso a rua e em menos de 1 minuto de caminhada chego ao Bazar Sucesso e compro outra. Já minhas primas têm de pegar o carro e sair vagando pelas largas e belas avenidas da Barra até encontrar um lugar onde comprar a lâmpada, naturalmente pagando estacionamento que é mais caro do que a lâmpada.

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  26. A polêmica IA fez parecer a ponte mais "natural" do que na foto original em p&b.
    Inclusive acrescentou uns carrinhos sobre ela, além de colunas que estavam na escuridão da sombra.

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  27. Da lista do Hélio, não podem faltar por perto para nós idosos em geral:
    Padaria; banca de jornais; boteco; barbeiro / salão de beleza; igreja; restaurante self-service; farmácias e mais farmácias.
    Se não passei batido, faltou lotérica na lista.

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    1. Esqueci de duas: tem lotérica e papelaria. Inclusive voltei da papelaria agora, onde fui encadernar um relatório. Para isso, andei dois minutos a pé até lá. E se eu morasse na Barra, não tendo carro?

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  28. Na década de 60 meu saudoso pai andou procurando algum terreno para comprar, na época o plano do Lúcio Costa ainda não tinha caído por terra, como citado pelo luiz e havia uma enorme preocupação se haveria alguma previsão de construção naquela localização tipo uma escola, hospital ou até uma praça pública. Na verdade muito tempo se passou até que a Barra atingisse o mínimo de infraestrutura para uma qualidade de vida minimamente decente, aquelas torres inacabadas por uma eternidade, nenhuma farmácia em caso de emergência, o único estabelecimento de saúde foi a clínica são Bernardo por décadas. O primeiro shopping já foi nos anos 80. Resumindo, tenho sérias dúvidas se teria valido a pena se meu pai tivesse comprado, pelo tempo que se passou até a valorização atual.

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  29. Que interessante: no julgamento do Gonet no Conselho Superior do Ministério Público, todas as subprocuradoras votaram pela investigação dele; todos os subprocuradores votaram contra, exceto um. Por coincidência, o presidente do Conselho é irmão do ministro Flávio Dino, e obviamente votou contra a investigação. Tudo em família.

    A alegação é que na época do namoro do Gonet com o Vorcaro ele não podia adivinhar o que aconteceria mais adiante. OK, é verdade. Mas a partir dos tenebrosos crimes do Vorcaro, o Gonet deveria se considerar impedido, por já ter tido convivência e usufruído de vantagens dele. Imagina se eu tivesse um amigo de longa data e este cometesse um crime bárbaro mais tarde, sendo eu o juiz do caso. Mesmo que minha amizade tivesse sido na época em que o acusado andava nos trilhos, esse convívio deveria me obrigar a me considerar suspeito. Mas aqui no Brasil a Justiça é diferente de outros países decentes. O motivo: o Brasil não é um país decente.

    E querem que eu seja patriota. Nem morta!!

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  30. Resumo da ópera: o Gonet continua encarregado de montar denúncia contra seu amigo do peito Vorcaro. Adivinhem no que vai dar isso. Provavelmente vai acusá-lo de ter avançado um sinal de trânsito ou cuspido no chão. Quanto às demais acusações, é coisa de perseguição política e criação de IA.

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  31. E o Moraes votou na bacanal em que se decidia se ele deveria ser investigado. Por isonomia, quando um assassinato estivesse sendo julgado no Tribunal do Júri, o assassino deveria ser um dos jurados. Ou não?

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  32. Boa noite a todos!

    Tenho alguns amigos de infância e juventude que migraram para a Barra da Tijuca e Recreio, a partir dos anos 2000. Alguns tem saudades daqui da Vila da Penha e adjacências, mas a qualidade de vida e, principalmente, as oportunidades financeiras, são o que mantém a continuar na região; fora a vida noturna e a praia que são um grande diferencial.

    Sempre gostei de transitar pela Barra, mas não me vejo morando lá.

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  33. Não se vê morando na Barra porque não é esse eldorado todo que vc descreveu.

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