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Colorizada em 2026 por IA
Hoje temos três fotos do Boulevard 28 de Setembro,
em Vila Isabel. A primeira, publicada em 18/11/2010, como etapa do “Concurso
Sherlock Holmes”, gerou 186 comentários entre respostas e reclamações...
Esta foto é do princípio do século XX. Pouco tempo
depois só a iluminação do canteiro central ficaria no local. Pelas árvores não
vemos as luminárias junto com os suportes da linha do bonde, que está pouco
mais a frente. O local exato ficou indeterminado.
Segundo o Lino, esta é a antiga Rua do Macaco, que
dava acesso à Fazenda dos Macacos, doada por D. Pedro I à sua 2ª esposa, Amélia
de Beauharnais. Com a partida de D. Pedro I, em 1831, para Portugal, a mesma
foi abandonada.
Somente com a retificação do Rio Joana, em 1870, é que o interesse volta-se
novamente para a fazenda. A partir daí, devido ao crescente estímulo de
ocupação da área, é feito um levantamento cartográfico, que indica a Rua do
Macaco, atual 28 de Setembro, como via principal de acesso à fazenda.
Em 1871, João Batista Viana Drummond, empresário progressista, ao perceber que
estava diante de uma área com potencial de desenvolvimento comercial solicita à
Corte a instalação de uma linha carril ligando a Fazenda dos Macacos ao centro
da cidade e, mais tarde, a compra da Fazenda, para nela dar início ao que viria
a se tornar o primeiro bairro planejado da cidade do Rio de Janeiro - Vila
Isabel.
Em novembro de 1873, a Companhia Arquitetônica, já fundada no Rio de Janeiro,
obteve os direitos de propriedade transferidos por Drummond, a fim de
possibilitar a urbanização da área, decidindo que o novo bairro ostentaria uma
aparência moderna como à de Paris.
No projeto, constava uma larga avenida, arborizada no centro por todo seu
trajeto, que culminava na Praça 7 de Março (atual Praça Barão de Drummond), em
homenagem à data de instalação do gabinete do Visconde do Rio, em 7 de março de
1871.
As duas últimas, mais recentes, são do acervo do Correio da Manhã.
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A vila de casas construída pelo português Manoel Tavares, meu bisavô, no inicio do Século XX e que ficava ao lado da atual igreja de Nossa Senhora de Lourdes na Vinte e oito de Setembro não existe mais, mas foi para lá que fui logo após minha mãe sair da maternidade do Hospital da Ordem Terceira após o meu nascimento, sendo portanto ali minha primeira residência. Hoje ali existe um prédio de apartamentos mas a região contém as minhas primeiras lembranças, como o som matinal dos sinos marcando seis horas, ou a "carreira" que eu dei após me soltar da mão de minha avó e atravessar uma espécie de canteiro central que havia. Ali também nasceu meu pai e em uma das missas diárias que eram realizadas na igreja, conheceu minha mãe. Mas os tempos eram bem diferentes...
ResponderExcluirBom dia!
ResponderExcluirA fazenda do macaco foi comprada de Amélia de Beauharnais pelo Barão de Drummond em prestações. Dizem que foi um golpe de mestre, pois D.Amélia morreu sem herdeiros e em testamento perdoava a todos que lhe deviam dinheiro.
A história é um pouco diferente. A fazenda dos macacos pertencia a uma das filhas de D.Pedro II e foi vendida em 1871 ao Barão de Drummond em suaves prestações. Com a morte da irmã da Princesa Isabel sem deixar descendência, a divida foi se arrastando sem que o barão se dispusesse a paga-la e aí caiu no esquecimento. Essa cláusula no testamento que "perdoava a dívida" é novidade, ainda mais em de tratando da família imperial.
ExcluirBem... Foi dote de casamento de D.Amélia. Nunca ouvi falar que pertencia a Princesa Leopoldina que tinha 4 filhos, marido e pais quando faleceu.
ExcluirA primeira foto é belíssima, bem como toda a história do bairro, incluindo o golpe de mestre do testamento de D. Amélia, aqui em cima explicado.
ResponderExcluirHá uma comédia francesa que trata de uma forma de correção de prestações a longo prazo, a ser extinta com a morte do vendedor; no filme, um pobre coitado aceita a correção pela cotação do alumínio, que pouco valia nos anos 20 - panelas, ora panelas...
Porém, com a explosão da indústria aeronáutica, a cotação do alumínio foi às alturas, levando os espertos compradores à falência, embora tentassem, por muitos meios e décadas, provocar a morte do vendedor.
Na foto 2, o Barão de Drummond-Leblon, antes de virar 498. Estimo que a foto seja de 59-60, pois esta carroceria horrível foi logo substituída por algo menos feio. Uma Rural-Willys 1959, chapa branca do Distrito Federal, aguarda a autoridade, enquanto a Kombi 57, ou perto, de parachoques verde e creme, faz a entrega do pão francês.
Na foto 3, o cidadão explica à mulher que carcomido é assim, como o dormente sobre a calçada e que ele está longe desse adjetivo, com que fora brindado por ela no café da manhã. Um diplomata, o cidadão.
É uma foto bem mais antiga, vemos um Mercury 1951 e um táxi Pontiac 1946-48. O friso na mala, embora pareça ser único é o primeiro dos quatro... controvérsias serão bem aceitas.
"Boa noite".
ExcluirAcredito que o Biscoito tenha digitado errado a linha que era a 438, extinta poucos anos atrás. Ainda existem outras versões da linha com outras numerações.
A primeira foto, dos anos 10, mostra o trecho onde em frente e à direita da foto seria construído o Hospital Pedro Ernesto. Na segunda foto o ônibus passou pelo cruzamento com a Visconde de Abaeté, e na terceira foto, os sobrados que aparecem à esquerda da foto e do outro lado da rua, está a esquina da rua Silva Pinto. Como curiosidade, os bondes circularam na Vinte e Oito de Setembro até Março de 1965, quando a linha 75 deixou de circular. Até 1918 a igreja de Nossa Senhora de Lourdes funcionou no convento existente na Praça 7. Irônica e profeticamente, os nomes originais nunca foram tão apropriados. Os assaltos em Vila Isabel tornaram a região insegura, já que os assaltos são frequentes. Leis ridículas e a associação de políticos com o tráfico de drogas são a causa principal de um problema que é comum no Rio de Janeiro.
ResponderExcluirUm lindo bairro sem dúvida num passado não muito distante que formava com a Tijuca , Grajaú e Lins os mais belos da zona norte.
ResponderExcluirBom Dia ! O ônibus é um chassis Steyer. Era tão ruim que só duas fabricas de carrocerias, Metropolitana e Vieira tinham coragem de aceitar encomendas desta marca,e assim mesmo com pagamento à vista. FF. Nos grupos de Busólogos e de Férreo-amantes que participo no Faceboock,tenho perto de 850 amigos. Destes, 32, apenas 32 não gostam do Bolsonaro. Estão no seu legítimo direito de gostar ou não dele. Desses 32,somente 4 manifestam-se educadamente.Os demais sempre que se referem a ele usam palavras chulas ou apelidos jocosos,e inverdades plantadas com intuito de denegrir sua conduta. Fico pensando. Será isso efeito dos 14 anos de " Brasil Pátria Educadora"?
ResponderExcluirMauro xará, sem dúvida alguma a falta de informação e a "doutrinação esquerdista" são os principais responsáveis por esse estado de coisas. "Dividir para conquistar". Essa máxima castrense se aplica perfeitamente à situação do Brasil. A separação existente entre brancos e negros, gays & assemelhados e heteros, e evangélicos e católicos, que antes não existia, é um exemplo dessa luta de classes. Devido às diferenças naturais e incontestáveis entre negros e brancos, a esquerda culpa os brancos por tal atraso e quer dotar a raça negra de inúmeras vantagem e prerrogativas absurdas, ainda que contrariem a constituição! No campo sexual, existem inúmeros e absurdos projetos de lei, em sua maioria de autoria do "anormal" Jean Wyllis, que entre outros torna a prostituição uma carreira e também um que permite o ato sexual com crianças a partir de 12 anos. Ficamos indignados com tais realidades e isso interessa à esquerda, que de outro lado já vem doutrinando nesse sentido há muito tempo. Por isso Mauro, penso como Stanislaw Ponte Preta quando dizia que "homem que desmunheca e mulher que pisa duro eu conheço no escuro"...
ExcluirPerdi o comentário, mais uma vez.
ResponderExcluirNa próxima sexta, 28 de setembro, há comemorações pelos muitos bares da avenida.
ResponderExcluirBoa tarde a todos. Vou tentar novamente enviar meu comentário. O Barão seguiu rigorosamente as regras do jogo que ele mesmo criou.
ResponderExcluir1ª Vale o que está escrito.
2ª Após o resultado o sorteado tem 3 dias para reclamar o seu prêmio, após este prazo perderá o direito ao mesmo.
3ª Em caso de divergências vale sempre a interpretação da banca.
4ª Boa sorte é o que desejamos a você e a nós também, para que possamos honrar com nossos fregueses premiados.
O palpite acima 8228 do Carneiro é uma boa pedida para às 14:00H, porém antecipamos que a mesma está cotada em 30% M e C e 50% G e D.
Não gosto e nem voto no Bolsonaro e muito menos gosto do Jean Willys.Extremos.
ResponderExcluirCerto dia Caio Julio César, que mais tarde seria imperador romano, disse uma célebre frase quando se encontrava às margens do rio Rubicão prestes a enfrentar as tropas de Cneu Pompeu em 49 A.C: "Alea jacta est". Significa "A sorte está lançada". Vivemos um dilema semelhante e que pode selar o destino do país. Para os "agnósticos políticos" a expressão nada significa, já que não implicará em nada que possa impedir o "churrasco na laje ou o baile funk" e são apenas palavras desconhecidas em uma língua esquisita. Para a esquerda significam a certeza de um futuro nebuloso que implicará em uma conduta ordeira e sem vícios morais, onde o trabalho será obrigatório e a família será o verdadeiro pilar do Brasil. E para os brasileiros de verdade será uma verdadeira redenção.
ResponderExcluirE se as pesquisas andarem corretas o PT ainda vai dar muito trabalho e pode voltar ao poder para continuar seu objetivo de comandar por pelo menos 50 anos.Ficaram 30 anos estudando o jogo quase 15 jogando.E parece ter operado milagres,para continuar com tantos seguidores.É um grande espanto,mas parece mais verdadeiro que nunca.
ResponderExcluirCom relação à foto 2, até 1958 a linha Barão de Drumond - Leblon, era operada pela Bandeirantes Auto ônibus S.A., com o número 104 e posteriormente 97. Em 1962, a empresa foi renomeada para Transportes Vila Isabel. Em janeiro de 1963, a empresa explorava as linhas 97 (Barão de Drumond - Leblon) via Jockey e 98 (Barão de Drumond - Leblon) via Copacabana, como o ônibus da foto, renumeradas respectivamente para 438 e 433. Era a condução utilizada pela rapaziada para as idas ao Maracanã, a partir do Leblon. Na década de 60 e 70, as cores da carroceria eram marrom, branca e uma faixa prateada.
ResponderExcluirNa foto 1 vemos um “burro sem rabo”. Quiçá era o avô da minha esposa, que morava justamente em Vila Isabel e exercia aquela atividade. E se, conforme disse o Joel, o local da foto é nas proximidades do atual Hospital Pedro Ernesto, bate bem com o local onde ele residia, na rua Oito de Dezembro, quase esquina com Jorge Rudge, e esta rua desemboca justamente em frente ao referido hospital. Quem sabe?
ResponderExcluirA origem do termo “burro sem rabo” remonta à época dos bondes puxados a burro, os de bitola estreita (820mm). Aqueles carrinhos usavam justamente essa bitola para poderem andar em cima dos trilhos dos bondes, onde o atrito era quase inexistente, ao contrário do que ocorria nas ruas calçadas de paralelepípedos ou de pedras irregulares, como era comum na época, o que exigia muito esforço de quem puxasse o carrinho.
Na foto do ônibus, a placa da Rural era originalmente branca e os dizeres eram “OFICIAL – DF” e não “GOVERNO –DF” como a IA gerou.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirAinda da foto do ônibus, excelente a contribuição do Mauro Marcello, das 08:26h de ontem. Mas eu gostaria de complementar o assunto, com base no magnífico levantamento de linhas de ônibus antigas feito pelo Marcelo Almirante.
ResponderExcluirDesde 1941, a linha 97 - Arsenal de Marinha x Penha e a 98 - Arsenal de Marinha x Praça do Carmo eram operadas pela Estrela do Norte. Ambas foram desativadas em 1948 e os dois números ficaram vagos.
Nesse mesmo ano de 1948 foi inaugurada a linha 104 - Barão de Drummond x Leblon, operada pela empresa de nome Independência.
Em 1950 a linha 98 ressuscitou, agora como Candelária x Vaz Lobo, operada pela mesma Estrela do Norte.
Por sua vez, nesse mesmo ano de 1950 a linha 104 mudou para Barão de Drummond x General Osório, assim permanecendo até meados de 1952, quando mudou para Barão de Drummond x Leblon até meados de 1953, passando então para Barão de Drummond x Lido até meados de 1958, sempre pela Independência.
Acontece que a linha 98, ressuscitada em 1950, havia deixado de existir em meados de 1956. Assim, a 104 foi renomeada para 98 – Barão de Drummond x Leblon via Copacabana, e a 97 foi recriada como Barão de Drummond x Leblon via Jockey, ambas operadas pela Bandeirantes Auto-Ônibus S.A., em substituição à Independência.
Daí em diante o relato do Mauro Marcello conta a história.
Ainda com relação à foto do ônibus, a Transportes Vila Isabel foi muito utilizada por mim para ir ao trabalho, em dois períodos completamente diferentes. Durante todo o ano de 1980, eu pegava um ônibus de casa até a UERJ e aí passava para o 222 – Barão de Drummond x Hospital dos Servidores, pois eu trabalhava na Praça Barão de Tefé. Tempos depois, entre 1999 e 2002, eu muitas vezes pegava o 432 – Barão de Drummond x Gávea, pois trabalhava na IBM da avenida Pasteur e o esperava na avenida Venceslau Brás, no ponto do Pinel.
ResponderExcluirAinda na mesma foto, o Mauro Xará criticou o fabricante Steyr do chassis do ônibus. A Steyr é uma renomada marca austríaca, sediada na cidade de mesmo nome, no Land de Oberösterreich (Alta Áustria), divisa com o Land de Niederösterreich (Baixa Áustria). Sua especialidade são motores diesel de alta performance, mas produziu caminhões a rodo.
ResponderExcluirNa foto do ônibus, temos de tirar o chapéu para o saudoso Joel. O cara era mesmo cópula! Ele disse que o local era próximo à rua Visconde de Abaeté. E realmente aquele prédio à direita é o de número 271 da Vinte e Oito de Setembro, logo após a citada rua de quem vai em direção à Praça Barão de Drummond.
ResponderExcluirJá na última foto ele disse ser próximo à rua Silva Pinto.Realmente, aquele sobrado rosa na foto colorida parece o de números 361 e 363 da Vinte e Oito de Setembro. Inclusive no 363 existe a firma Promo-Casa, onde já comprei diversas vezes pratos, copos e talheres para festas de aniversário e equivalentes. A última vez foi em abril, no meu aniversário. Mas há alguma coisa que não combina: na foto parece haver uma rua pouco antes do sobrado, mas na realidade há uma rua após o sobrado. Se o Joel estivesse certo, o casal aparentemente estaria em frente ao número 330-A, e na foto seguem-se dois edifícios no mesmo alinhamento. Mas na realidade após o 330-A há uma mini-shopping e um edifício, porém em alinhamentos diferentes.
ResponderExcluirAinda na última foto, o senhor em primeiro plano se parece muito com um antigo vizinho nosso, da época da Tijuca. Morava na casa número 44 e nós na 46. Chamava-se Alfredo Nahid. Era sírio-libanês, tinha a mesma compleição física, o mesmo narigão árabe, a mesma testa alta e meio careca, o mesmo ar sisudo e de poucos amigos do senhor da foto. Só não deve ser o “seu” Alfredo porque se a senhora da foto é sua esposa, é muito diferente da dona Olinda, a esposa dele. Ela era muito bonita e educada, bem branca, olhos verdes, um ligeiro buço. Presumo que fosse descendente de portugueses, em virtude do nome (muito comum em Portugal entre 1910 e 1940, e ela provavelmente havia nascido na década de 1920), a tez muito branca, o buço e uma penugem clara porém um tanto acentuada nos braços.
ResponderExcluirTinham um Ford canadense cor creme, modelo 1951, placa 12-81-37. Por volta de 1960 mudaram-se para uma bela casa de dois andares na rua José Higino, quase esquina com avenida Maracanã, atualmente ocupada pela Sociedade Espírita Ramatis, bem em frente à antiga fábrica da Brahma. Foi projetada pelo próprio “seu” Alfredo, que era engenheiro civil ou arquiteto, não sei direito.
O Helio lembrar da placa do carro de um vizinho de décadas atrás é um espanto. Nem o supercomputador da NASA é páreo para o Helio.
ResponderExcluirUm dos hobbies do Helio é coleção de placas de veículos.
ExcluirMais ou menos isso.
ExcluirAlgumas placas eu recordo. A do Dauphine de um dos engenheiros da firma onde trabalhei entre 1964 e 1970 era 21-45-63. E um fusquinha verde da firma era 19-64-78.
ExcluirRepararam na posição da perna e do pé do senhor da última foto? Estranhíssima.
ResponderExcluirSim. Meio estranha, mesmo.
ExcluirEsse detalhe sobre a placa da rural, brilhantemente observado pelo Helio Ribeiro, é muito estranho, afinal não se trata de imagem criada mas simplesmente colorizada pela I.A.
ResponderExcluirAnônimo, a posição da perna e do pé do seu Alfredo não tem nada de estranhíssima. Existem pessoas que têm uma característica peculiar no seu modo de caminhar, chamada "marcha do Carlitos" ou ("passo de Charles Chaplin"), termo popular e clínico informal mais conhecido para casos extremos. Refere-se diretamente às passadas em que a pessoa joga os pés totalmente aberto para os lados ao caminhar, imitando o famoso personagem.
ResponderExcluirDiscordo do Mauro. Não acho que seja um típico caso de marcha "dez para as duas". O gerente poderá opinar com conhecimento de causa já que é especialista no assunto.
ResponderExcluirA IA "delira" com alguns cartazes e números que não têm nitidez suficiente para só colorizar.
Exato. Não dá para confiar em números e textos de produtos gerados por IA. A placa do ônibus da foto, por exemplo, bem como seu número de ordem, foram invenção dela. No original a placa parecia ser 8-43-47 e o número de ordem era 27533. A IA inventou como 1352 para ambos.
ExcluirParece-me que passo de Carlitos e dez pras duas são coisas diferentes.
ExcluirNa última foto as madeiras parecem ser dormentes de linha de bonde.
ResponderExcluirBom dia Saudosistas. E Vila Isabel dez anos depois, está totalmente dominada pelo crime, um bairro que era conhecido como bairro boêmio da zona norte, hoje quase nada mais resta dos bares e restaurantes que fizeram a fama do bairro. O valor dos imóveis no bairro perderam mais de 50% de valor neste período, não se vê empreendimentos no bairro. E ainda teve um político que dizia que favela não é problema é solução.
ResponderExcluirA carroceria do ônibus é realmente muito feia. Lembra um modelo da Metropolitana, usado em lotações, que tinha o apelido de "Amigo da onça".
ResponderExcluirA situação do passo de Carlitos piorou pela necessidade em desviar dos dormentes carcomidos.
ResponderExcluirA terrível IA se ligou nas proximidades e, em homenagem ao Barão de Drummond, nos deu um palpite através da placa adulterada do ônibus.
ResponderExcluir1352 é galo. Meu falecido sogro durante certo tempo foi anotador de jogo do bicho. De vez em quando a polícia o pegava. Mas ele era muito bom de papo, já era idoso na época, fez amizade com um dos policiais e dali em diante quando havia batida ele não era mais preso.
ExcluirE o bonde avançou um pouco na foto colorizada.
ResponderExcluirQuase com certeza no ônibus a faixa prata citada pelo Mauro era o acabamento de alumínio ou cromado logo abaixo do para-brisa e das janelas laterais, que a IA amarelou.
Apesar das trocas alfa numéricas, na média essas colorizações conseguem se manter interessantes.
É mesmo, o bonde se deslocou da década de 1920 até hoje.
ExcluirTambém concordo que não há nada de errado na marcha do Sr. Pareceu estranho pq a foto flagrou a fração de segundo em que deu um passo adiante com a perna direita mudando de direção para fugir da pilha de dormentes enquanto o pé esquerdo ainda estava apoiado.
ResponderExcluirMais 4 dias é a data que deu nome ao Boulevard, em homenagem à Lei do Ventre Livre, que completará 155 anos.
ResponderExcluirO Barão de Drummond era abolicionista, por isso várias ruas de Vila Isabel (e o próprio nome do bairro) têm ligação com personagens e datas referentes à abolição dos escravos.
ResponderExcluirFF: Zuenir Ventura pode virar nome de rua em Ipanema.
ResponderExcluirhttps://diariodorio.com/politica/2026/09/24/zuenir-ventura-pode-ganhar-rua-com-seu-nome-em-ipanema-onde-viveu-por-mais-de-50-anos.html#google_vignette