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Hoje
é sábado, dia da série “DO FUNDO DO BAÚ”. E de lá sai esta foto, recebida de um
amigo, que mostra a equipe dos THEORICOS que, representando o Botafogo, venceu
por 4x0 a equipe dos HYPOTHETICOS, do Fluminense, em 8 de agosto de 1915, às 8
½ ante meridium.
Meu
avô é o que está com uma marca vermelha no calção.
Fui
procurar no “Correio da Manhã” se havia alguma notícia deste prélio amador. E
qual não foi a minha surpresa em encontrar uma extensa reportagem.
O
“Correio da Manhã” assim anunciava a partida: “O publico que nesta dorminhoca
cidade consegue acordar cedo vae ter ensejo de assistir, no domingo vindouro, a
uma partida de “football” destinada ao mais franco sucesso.
Trata-se
de uma luta entre a “equipe” dos “Theoricos” do Botafogo, cuja estréa foi a
mais auspiciosa possível ao encontrar-se com o “Quebra-canellas”, que a venceu
por causa das más “theorias” do juiz, em desaccordo com a dos vencidos, e a dos
“Hypotheticos” do Fluminense, que, pela primeira vez, pugnará nos campos
cariocas.
Na
primeira, como se deduz do titulo, os jogadores jogam “football” exclusivamente
por princípios de “theoria”; na segunda, só disputam aquelles cuja competencia
para as respectivas posições é uma “hypothese”, accionando em campo em lances
“hypotheticos”.
O
distincto “sportman” Sr. Salvador Fróes, nosso collega de imprensa, afim de
prestigiar e animar um emprehendimento que tanto influirá no progresso do
“football” entre nós, offerecerá uma delicada e artística “taça”, que servirá
de premio aos encontros.
Aos
encontros, dissemos nós, porque serão effectuados dois jogos: o primeiro no
campo do Botafogo; o segundo no do Fluminense. Caso se dê um empate de
victorias, o terceiro jogo de desempate será realizado no campo do club a que
pertencer a “équipe” que haja obtido maior “score”.
O
juiz será o Dr. Alvaro Zamith e a taça se denominará “Taça Salvador Fróes”.
Na
foto vemos em pé, Antonio Soares Dutra, Bandeira, Adalberto Darcy, Paulo
Azeredo, Oldemar Murtinho e Jorge da Gama e Abreu.
Sentados:
Armando de Souza Ribeiro, Lauro Muller Filho e Antonio Ferreira Vianna Neto.”.
Outros
clubes formaram também suas esquipes: a do Flamengo chamava-se “AQUATICOS”, a
do América era a “UTOPISTAS” e a do Bangu os “LOGICOS”.
Foto
do acervo do Dr. Rivadavia Correa Meyer.
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A família do meu avô era toda botafoguense. Morávamos naquela casa que a maioria conhece de fotos aqui publicadas, em Copacabana. Não sei explicar o que houve, mas meu irmão mais velho seguiu os passos do avô. Imagino o desgosto do meu pai. A seguir todos os irmãos fomos ser torcedores apaixonados pelo Flamengo.
ResponderExcluirEntre os que foram assistir à partida em General Severiano estavam o pranteado e saudoso General Miranda e seu irmão Eleutério, o Teco.
ResponderExcluirO futebol nessa época possuía características próprias e a sua "não manutenção" fez com que tomasse a dimensão gigantesca que possui atualmente. Esporte para ricos da elite letrada e exclusivamente para brancos.
Excluir"Bom dia".
ResponderExcluirJogo cedo só na TV, como agora, com os campeonatos lá de fora. Acredito que parte do clã D' tenha afinidades com o clube rubro-negro pela proximidade com o estádio.
E hoje estreia o tapa-buraco.
Bom dia a todos. Hoje o fundo do baú é Botafogo. Vem das origens botafoguenses a prática do futebol com classe e elegância, tradição esta que se manteve até os anos 80 do século passado. É fácil entender porque os torcedores do Botafogo não se sentem representados pelo atual time de futebol, cujos seus jogadores sequer teriam vaga na formação do time de aspirante dos áureos tempos do Botafogo. Time que foi responsável pelas bases das Seleções Brasileiras que deu as maiores alegrias ao povo brasileiro e aos amantes do futebol.
ResponderExcluirO Flamengo deste ano estaria mais para hipotético com um time razoável no papel,mas que em campo não consegue aparecer.A postagem é muito interessante e os comentários da imprensa na sua forma,podem ser classificadas com médio espanto.
ResponderExcluirComo só havia futebol amador no Brasil daquela época, esses times citados apenas usavam o uniforme como preferência de seus jogadores e nada tinham a ver com os clubes ou eram aspirantes?
ResponderExcluirEles usavam o uniforme e o emblema do clube. Não havia outra categoria, pois entende-se que o "aspirante" o era até ser profissional. Como a classe amadorística, não havia o que aspirar. Só que "os tempos eram outros" e apenas "os bem nascidos" tinham acesso. Vide o caso do Fluminense e do "pó de arroz"...
ExcluirEu, como um tricolor, sempre senti mais rivalidade de botafoguenses, do que de flamenguistas ou vascaínos. Não sei se é impressão minha, mas conversando com outros tricolores eles disseram ter a mesma impressão...
ResponderExcluirA alcunha racista, infelizmente empregada pelo nobre Joel, ao Fluminense vem apenas reverberando na cabeça daqueles que não procuram se informar.
ResponderExcluirO caso do pó de arroz veio de um jogador chamado Carlos Alberto. Advindo do América, tinha a mania de passar pó de arroz antes de entrar em campo. E já fazia isso nos tempos do América. Corria o ano de 1913 e o Carlos Alberto veio jogar no Fluminense. No primeiro jogo contra o seu ex-time, o torcedores rubros passaram a gritar "pó de arroz" todas as vezes que o jogador pegava na bola. Se havia racismo aí, era dos torcedores rubros.
Carlos Alberto não foi o primeiro jogador negro a jogar no Fluminense. Em 1910, já havia um jogador negro no Fluminense, por exemplo, fato comprovado em fotos da época.
Enquanto isso, no Flamengo, os negros não podiam entrar pela porta social do clube, por exemplo. Os jogadores do Fluminense, quando foram formar o futebol da Gávea, também não podiam.
O Vasco foi saber o que era ter um negro em 1923. Porém, eram jogadores contratados. Como o campeonato era amador, foram eliminados do certame, tendo que jogar a divisão de acesso no ano seguinte.
Inclusive, Vasco e Flamengo só jogaram futebol porque o Fluminense emprestou gratuitamente o campo das Laranjeiras para eles jogarem, pois não tinham onde jogar. Mas isso é uma outra história.
Em tempo: o primeiro time de futebol a ter um negro em seus quadros foi o Bangu.
Somos Fluminense!
Anônimo mandou bem...
ExcluirDescobri agora que o segundo jogo foi em 14/09/1915, 9:30 da manhã de domingo, nas Laranjeiras, com os THEORICOS venceram novamente, desta feita por 1x0.
ResponderExcluirA sociedade brasileira desde sempre possuiu contornos elitistas e mesmo racistas, e em um passado recente os exemplos são muitos, desde a proibição de empregados domésticos entrarem pela porta social, conduta hoje proibida por lei recente, até fatos gritantes como o ocorrido em 1969, quando a Rede Globo apresentou a novela "A cabana do Pai Tomás" da americana Harriet Beecher Stowe. Nela o ator Sergio Cardoso que interpretou o personagem titulo, teve o corpo pintado de negro para viver o "Pai Tomás", apesar de dezenas de atores negros em atividade, demonstrando com tal postura um imenso desprezo. Na filmografia, os diálogos existentes em filmes antigos são de uma crueza atroz. Vide o "Assalto ao trem pagador". Mesmo nos tempos atuais são muitas as expressões "politicamente incorretas".
ResponderExcluirSou torcedor do Fluminense (de cabeça inchada) mas jogadores, com raríssimas exceções, foram obrigados por um bom tempo a usar a entrada de serviço da sede das Laranjeiras.
ResponderExcluirQuem teve a paciência de ler meus comentários verborrágicos deve se recordar que eu jamais fui, não sou e jamais serei patriota. Isso não significa que sou macaquinho de imitação, como acontece com a população em geral.
ResponderExcluirDigo isso por causa da exibição de futebol americano no domingo passado, que lotou o Maracanã como poucas vezes se viu. Caraca, aquilo é um esporte que não tem nada a ver com nossa tradição. Até no nome ele revela sua origem. E aí o estádio lota com dezenas de milhares de micos amestrados.
Daqui a pouco vão introduzir aqui o rugby, o baseball, o badminton, o curling, o hóquei no gelo, e os macaquinhos vão vibrar de emoção. Los hermanos não deixam de ter razão de nos chamarem de macacos, embora por outro motivo. Mas macaco é macaco.
Rúgbi já tem faz tempo, assim como o beisebol. Badminton também, por causa da olimpíada.
ExcluirEste ano conseguimos a façanha de ganhar medalha de ouro na olimpíada de inverno com um filho de norueguês com brasileira... só falta mesmo o curling.
O que mais me impressionou foi o número de brasileiros cantando e vibrando com o hino e a bandeira americanos.
ResponderExcluirDevem ser os que se intitulam “patriotas”.
A maioria moradora da Barra da Tijuca onde colocaram uma “estátua da liberdade” e só usam nomes em inglês.
Ninguém merece.
Uma coisa é você ter em ambiente restrito, com plateia pequena. Na década de 1950 havia um clube de japoneses lá na Tijuca e eu os via jogando baseball. Isso é uma coisa, outra coisa é um evento enorme, com farta propaganda e transmissão televisiva, em estádio de grande capacidade, com dezenas de milhares de miquinhos assistindo ao jogo.
ExcluirTambém tem golfe aqui, mas bem restrito. Isso não tem problema. Agora tentar enfiar goela abaixo do povo algo que não tem nada a ver como nossa tradição, é outra coisa.
Já não chega termos importado a Black Friday e o Halloween? Daqui a pouco vamos festejar o 4 de julho, a data da batalha de Gettysburg, o dia dos namorados vai passar a ser o Valentine Day, vamos comprar peru e fazer torta de maçã no Thanksgiving Day, vamos comemorar o Memorial Day, o Dia do Trabalho vai passar a ser o Labor Day e comemorado na primeira segunda-feira de setembro, vamos reverenciar George Washington no President's Day, e sabe-se lá mais o quê.
ResponderExcluirJá teve bandeirão dos EUA no sete de setembro.
ExcluirFaltou a de Israel. Com direito à multidão cantar o Hakitva. Ou, como o brasileiro é hiena, pelo menos cantar o Hava Nagila.
ExcluirOs filhos de uma conhecida estudam numa escola maternal de propriedade de brasileiros. Lá eles aprendem inglês. Até aí, tudo bem. Só que as crianças comemoram alguns feriados americanos. Que porra é essa?
ResponderExcluirÉ bem verdade que se o Rachadinha vencer as eleições provavelmente todos os feriados americanos serão introduzidos aqui. O nome do Brasil vai voltar a ser Estados Unidos do Brasil, como já foi um dia. E quiçá passaremos a ter o mesmo status de Porto Rico, que é Território Não-Incorporado dos EUA. Rachadinha vai ser o governador, Trump o presidente. O hino será o Star-Spangled Banner.
ResponderExcluirTem gente que não acredita nisso.
ExcluirBom dia a todos!
ResponderExcluirEste ano conheci um árbitro oficial de Futebol Americano, ele é amigo de um primo de minha esposa. Estávamos num aniversário do sobrinho dela e ficamos batendo papo. Ele disse que existe um número enorme de fãs desse esporte no Brasil. Muitos praticantes, com Ligas e tudo mais. E que vai ser inevitável o crescimento em terras brasilis. O evento de domingo no Maracanã é só mais uma peça para montar esse quebra-cabeças. "Gostando ou não, vai acontecer", disse ele.
É nesse "gostando ou não, vai acontecer" que engolimos tanta coisa ruim e estranha a nossas tradições. Quando dizem que o brasileiro é um colonizado cultural, têm toda a razão. Bem que poderíamos absorver a honestidade, ética, moral, correção e outras boas qualidade dos povos nórdicos. Mas isso não interessa. Melhor absorver as bets, a corrupção, o tráfico de drogas e armas, o comportamento mafioso, que rendem muito mais.
ExcluirA estrutura norte-americana de eventos esportivos, com shows e toda pirotecnia, é muito rica e exige muitos milhões de doletas. O automobilismo, o basquete e o futebol americano são provas disso. É uma outra forma de produzir diversão, que não estamos acostumados. Eu, particularmente, acho estranho, para usar uma palavra mais educada.
ExcluirAcho que já escrevi isso aqui antes, mas vocês sabem a origem do termo Halloween? É uma corruptela de All Hallows' Eve (Véspera de Todos os Santos), por ser comemorado na véspera do Dia de Todos os Santos, que é 1º de novembro. Daí o Halloween ser dia 31 de outubro. Isso a origem do nome, mas a da festa é bem mais antiga, remonta aos celtas.
ResponderExcluirCom relação à postagem original, muito interessante! Aliás, o avô de minha esposa era botafoguese. Seus quatro filhos se tornaram rubro-negros. Os netos do botafoguense, nove no total, também são todos flamenguistas. Aí, esses netos foram casando... apenas dois se casaram com rubro-negros legítimos e cada qual tem apenas um filho, que são torcedores do time da Gávea. O restante dos sete se casaram com vascaínos(as), apenas uma neta casou com tricolor. Resumindo, atualmente dessa nova geração temos 6 vascaínos, 2 tricolores e 6 rubro-negros de tararanetos do avô botafoguense.
ResponderExcluirRealmente, o Brasil não tem futuro. Já nem estou falando de política, pois seria chover no molhado. Estou me referindo ao baixo nível cultural, ético e moral da população, aliado ao espírito de vira-lata. E o exemplo vem de cima. Ou seria o oposto: o de baixo chega ao de cima, por capilaridade? Seja qual for o sentido, o resultado é o mesmo. É cansativo, desanimador.
ResponderExcluirSabem aquela piada do português que vem andando na calçada e avista uma casca de banana lá na frente, e diz:
- Ah, mô Deus, lá vou eu cair de novo!
Assim somos nós a cada eleição: escolhemos a dedo quem vai nos roubar. Mas isso é assunto meu para o próximo sábado.
Mas falando de futebol, minha mãe era flamenguista doente e meu padrasto era vascaíno. Quando ambos os times jogavam e o Flamengo perdia, minha mãe ficava emburrada. Aí, se meu padrasto passasse perto dela e a olhasse, ela rosnava:
ResponderExcluir- Que é que está me olhando!
Da minha parte da família, meu pai era vascaíno e minha mãe não ligava, ora dizia ser Vasco, ora falava Fluminense, mas o tempo foi passando e tornou-se vascaina de vez. Eu e minha irmã somos vascaínos. Eu casei com uma rubro-negra e nosso filho é super vascaíno, sem eu tê-lo influenciado; e minha irmã casou com um rubro-negro. A filha deles não demonstra muita afinidade, mas usa a camisa vermelha e preta para agradar ao pai.
ResponderExcluirMeu tio, irmão de meu pai, adotou o América quando aqui chegou de Portugal, no início dos anos 50, por causa da cor vermelha, que era similar ao Benfica de Portugal. Meu pai também era adepto do Benfica. Meus dois primos são vascaínos, mas casaram com rubro-negros. A filha da minha prima escolheu ser Fluminense e os dois filhos do meu primo seguiram com a família extensa e rubro-negra, por parte materna.
Nenhum botafoguense.
ExcluirRealmente nenhum botafoguense na família. Eu, se não fosse vascaíno, seria torcedor do clube da Estrela Solitária. Até hoje torço para o Botafogo em vários jogos. Curioso é que no prédio onde moro tem muitos botafoguenses, não são a maioria, mas aqui está bem democrático, de torcedores dos quatro grandes clubes do Rio.
ExcluirMinha mãe não tem time. Meu pai era vascaíno. Ele falava que quando criança, lá no Maranhão, eram transmitidos pelo rádio, vários jogos do Vasco. Por isso, virou vascaíno. Eu e meu irmão somos vascaíno tb.
Excluir"Gol anulado" de Aldir Blanc e João Bosco gerou polêmica:
ResponderExcluir"Quando você gritou Mengo
No segundo gol do Zico
Tirei sem pensar o cinto
E bati até cansar
Três anos vivendo juntos
E eu sempre disse contente:
Minha preta é uma rainha
Porque não teme o batente,
Se garante na cozinha
E ainda é vasco doente
Daquele gol até hoje
O meu rádio está desligado
Como se irradiasse
O silêncio do amor terminado
Eu aprendi que a alegria
De quem está apaixonado
É como a falsa euforia
De um gol anulado"
Quem está com a razão? Críticos apontam que a letra normaliza a violência contra a mulher e reforça estereótipos patriarcais, enquanto defensores da obra argumentam que se trata de uma crônica social e de um personagem trágico/dramático criado pelos compositores para denunciar o horror e o fanatismo, e não de uma apologia pessoal dos autores.
Sobre a avalanche de torcedores do futebol americano em terras tupiniquins, esse é o resultado de décadas de transmissões pela ESPN. No começo restrito aos abastados assinantes. Com a popularização desse tipo de canal, foi somente uma questão de tempo. O beisebol tem regras ainda mais difíceis o que torna sua popularização mais demorada. Ainda é algo restrito a descendentes de japoneses e outras nacionalidades. Mas tem doido para tudo...
ResponderExcluirDaqui a pouco vão aparecer as cheerleaders. As tomboys já temos muitas, mas ainda tem espaço para mais. E as universidades vão se tornar centros esportivos e não mais educativos, bem à la United States. Colonização cultural é isso.
ExcluirAh, sim e vão aparecer as fraternidades com nomes de letras gregas, cada qual com seus agressivos integrantes promovendo bacanais e forçando os novatos a procedimentos humilhantes ou violentos para serem aceitos na fraternidade.
ExcluirPelo menos máfias já temos. E várias. Assim como a saúde e a educação privatizadas. Mas temos de avançar ainda mais nesse aspecto. Drogas também já temos à vontade, embora tenhamos de diversificá-las mais. Faltam ainda a liberação geral de armas e a eliminação do SUS. E a expansão das seguradoras e das hipotecas. E as casas feitas de madeira e dry wall, que são muito mais baratas que de tijolo. Não esquecendo de dependurar bandeira em todas as portas. De preferência, a Star-Spangled Banner. Eliminar muros ainda vai ficar para o futuro longínquo.
Já temos também vendavais e inundações. Mas precisamos investir em furacões e tornados.
Alguns clubes já têm as suas "animadoras de torcida" com seus indefectíveis pompons...
ExcluirAs fraternidades obrigatoriamente seriam Alpha Pi Épsilon, seguidas de em número. Se é que me entendem.
ResponderExcluirA nova bandeira imitaria a do colonizador cultural: listras verdes e amarelas, uma para cada capitania hereditária. Retângulo azul, com uma estrela para cada Estado. O lema "Ordem e progresso" seria ignorado, por serem palavras de português arcaico, desconhecidas atualmente.
ResponderExcluirSó voltar a original da república que durou quatro dias.
ExcluirEu iria comentar isso, só não sabia quantos dias durou, se tiveram outras ideias antes entre 15 e 19 de novembro de 1889.
ExcluirO que eu sei sobre esse citado jogo de futebol americano no Brasil:
ResponderExcluir- Numa data que não teve o campeonato do futebol de verdade, ou seja, sem a principal concorrência, mesmo que fora do Rio ou na TV, como acontece todo fim de semana;
- Nenhum outro grande evento, esportivo ou não, na cidade;
- Propaganda intensa nas poucas vezes que vejo TV aberta (não assisto ESPN), parecendo lavagem cerebral.
- Foi num domingo (eu acho).
Portanto esse recorde de público no ano pode ser considerado uma concorrência desleal, equivalente a um hipermercado ter permissão para abrir sozinho num dia de folga, se isso existisse nesse setor (e depois ainda curtir que bateu recorde de vendas em sua propaganda).
E ainda tem o limite de ingressos para visitantes e as separações de torcida no futebol de verdade, que "comem" bastante lugares, conforme vejo na TV.
ResponderExcluirAcredito que acontece também no Maracanã, não tenho reparado.
O que vejo nos campinhos de "peladas" é o jogo com os pés para quase todos, exceto um de cada lado, que tem um espaço limitado por linhas imaginárias para por as mãos na bola. Isso quando o gol não é de somente de um passo, quando aí não tem o jogador que pode por a mão na bola, que ultimamente são esferas perfeitas, o que nem sempre acontecia nos tempos antigos, de bolas de plástico e até de meias enroladas.
Já a bola "oval" de fábrica, ainda não vejo por aí em campinhos em jogo quase todo jogado com as mãos. Ouvi falar, já faz um bom tempo, em disputas organizadas até entre mulheres, mas o que chamamos de "bater uma peladinha" (êpa! Diriam alguns), nunca vi ou ouvi falar e isso mostra que vai demorar muito a popularização do futebol americano, se é que um dia isso vai acontecer no Brasil.
Li o comentário do Colaborador Anônimo, domingo passado se não me engano, sobre o porque do nome futebol para o que os americanos praticam em campo, que seria por ter a bola 1 pé de comprimento.
ResponderExcluirEu não sabia dessa. Nem sei se li em algum lugar ou se imaginei por ser o único esporte popular nos EUA que pode usar o pé, mesmo que eventualmente, mas como único jeito para ultrapassar o alto da trave, oportunidade rara. Deve ter só um titular e um reserva com talento para fazer isso em cada time por lá e muitos disputando essa vaga para dar esse pontapé aqui no Brasil.
Nos anos 1980 teve os Harlem Globetrotters no Maracanazinho. Era um evento de show, malabarismos e o jogo propriamente dito, como se fosse um amistoso. Nunca fui, mas assisti algumas vezes pela TV, além do desenho animado que passava nas tardes da Bandeirantes.
ResponderExcluirEstava aqui me lembrando que no Colégio Pio XII tínhamos um professor de Educação Física de nome Jackson. Diziam que ele havia sido cabeça-de-área na época de Pelé, no Santos. Não sei se era nos juniores, aspirantes ou em outro time da Baixada Santista ou no próprio Santos. Lembro que ele era muito esportista e exigente na nossa preparação física. Nas aulas de educação física, fazíamos corridas curtas e longas, dando voltas no quarteirão do Colégio. Nas aulas de esportes, era principalmente de handebol, que nosso Colégio chegou a dominar por alguns anos nos campeonatos intercolegiais. Praticávamos também futebol de salão, basquete e vôlei. E em algumas vezes ele incluía o futebol americano, além do xadrez. Cheguei a disputar campeonato de xadrez no Pedro II, de São Cristóvão. Bons tempos!!
ResponderExcluirEm tempo, dos pouco mais de 70 mil expectadores no estádio por volta de 10 mil eram estrangeiros de dezenas de países. A rede hoteleira da cidade chegou a 80% de ocupação em média. Em alguns bairros passou de 90%.
ResponderExcluirNada mal...