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sábado, 23 de maio de 2020

CORETOS


Há tempos havia muitos coretos pelo Rio. Vamos ver alguns deles hoje. Atualmente há muito poucos, acho que apenas três, um deles no Méier.

Esta primeira foto, colorizada pelo Nickolas, mostra o da Glória.



Foto da inauguração do coreto de São Cristóvão, em 11/11/1906. Marcou a restauração do Campo de São Cristóvão por Pereira Passos.


Foto do acervo do Correio da Manha, de 1967, mostrando o coreto de Madureira (ou Quintino?).


Foto de Malta mostrando o Palácio dos Estados e o coreto de base octogonal, em 1908, na Av. Pasteur.


Outra belíssima foto do coreto da Glória.


Foto enviada pelo prezado Ricardo Galeno mostra o coreto da Praça da Bandeira em 1922.

20 comentários:

  1. O coreto da foto 3 continua no mesmo lugar em Quintino. O coreto do Jardim do Méier foi palco do início da carreira de Edir Macedo. Era lá que ele fazia suas pregações em 1977 quando começou sua "milagrosa e mágica" carreira. Um "mega Abravanel da fé". Coretos atualmente seriam mictórios, pontos de consumo de drogas, e é claro residências de ilustres moradores de rua. Seriam uma "típica realidade urbana". Uma pena.

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  2. NÃO DEIXEM DE VER OS COMENTÁRIOS DO HELIO NA POSTAGEM DE ONTEM.

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    1. Como sempre o Hélio Ribeiro "matou à pau" nos comentários ontem. A mudança de número do bonde não foi acidental como eu e o Mauro comentamos e sim em razão das modificações implantadas por Fontenelle na Operação Rio, de Primeiro de Maio de 1964.

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    2. Analista de Comentaristas23 de maio de 2020 10:20

      Onde se vê que o Sr. "sabe tudo" dono da verdade não deu uma dentro.

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    3. Luiz, obrigado pela gentileza de colocar essa referência ao meu comentário de ontem.

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  3. As fotos do coreto da Glória pagam o ingresso...Muito show.Gostei de saber que Edir Macedo começou a montar seu rebanho a partir de um coreto.Nunca é tarde para aprender...

    Ontem em Brasilia o coreto apenas balançou e mostrou mais grosseria,falta de educação e despreparo.Um grande espanto!!!!

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    1. Pois é, um circo dos horrores, cujo comando não é do malabarista, nem da equilibrista e nem do dono; é do palhaço, que treina pra virar o "homem-bomba".
      E o mais triste é ainda ver indivíduos, via de regra dogmáticos, contemporizando todas aquelas sandices e bravatas.

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  4. Bom Dia ! Na foto 3, No meu tempo de Ginásio,tinha um Professor de Educação física que também dava aulas na Escola 15 de Novembro (antigo SAM). Ele estava sempre marcando torneios de Volei na quadra de referida Escola.A minha Irmã fazia parte da equipe. Quando tinha jogos eu era "escalado" por minha Mãe para acompanha-la. O ponto de encontro era exatamente neste Coreto,que fica em frente a Estação de Quintino,para depois seguirmos todos pela rua que sai exatamente em frente a entrada da Escola.

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  5. A primeira foto do Outeiro da Glória é muito bonita. Além da paisagem, impressiona a limpeza e a conservação. Não tem um papel, uma folha no chão. Os bancos e o coreto preservados. O jardim bem cuidado. Na outra foto da Glória, quase no meio, aparece a Escola Deodoro, onde fiz o "Primário". Tirando a escola, nada mais resistiu na rua da Glória. Na rua da Lapa, que segue pra cima, algum prédio ainda deve estar de pé.

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  6. Este coreto da Praça da Bandeira era sensacional! concordo com o Joel, os poucos coretos restantes na cidade, são hoje em dia um convite a ocupação de moradores de rua para consumo de drogas, práticas sexuais e moradias quase que definitivas.

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  7. É só dar uma volta pelo Campo de São Cristóvão e mesmo de dentro de um carro ver o coreto ainda inteiro no trecho em frente ao posto de combustíveis.
    E tem uma ou mais construções da mesma época no local.
    Esse da Pç. da Bandeira era para uma orquestra inteira. Já vi fotos com algo parecido no Largo do Benfica.

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  8. Não conheci o coreto da Praça da Bandeira, apenas o "o rodo" e o quiosque. Aliás esse "rodo" diminuiu duas vezes nos anos 60. A foto aérea de baixa altitude de 1965 mostra um "rodo" exiguo, mínimo, apenas o necessário para que o bonde retornasse. FF: o comentário anônimo das 10:20 mostra o quanto conhecimento incomoda aos invejosos que se escondem atrás de alcunhas ou do anonimato. Claro que não sou nenhum "sabe tudo", de acordo com esse comentário tendencioso, mas estudo, cultura, e pesquisa, sempre foram um prazer para mim. E tendo em vista a experiência de mais de trinta anos em segurança pública me ensinaram a analisar textos, comentários, e condutas. Graças a isso consegui "identificar" dois comentaristas anônimos. Estou prestes a identificar um terceiro. "

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    1. Esqueci de comentar que apesar do "comentário irônico" das 10:20, eu tenho a consciência tranquila porque "nunca dei palestra em universidades norte-americanas, como também nunca "dei canja" em inferninhos de Copacabana, nem tampouco fui "saco de pancada" de militares da Polícia da Aeronáutica, "visse"?

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    2. Tinha que ser um policial do Rio de Janeiro, nossa que instituição a ser seguida. Agora entendo todos esses comentários. Fique tranquilo que não sou anônimo.

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  9. Boa tarde, Dr. D'.

    Tinha passado mais cedo mas o gerente ainda não havia aberto o estabelecimento.

    Depois de uma videochamada com a minha irmã e seus amigos cheguei para ver a postagem.

    A terceira foto é de Quintino. Alias estive lá uma vez em 1981 no centenário do Lima Barreto pela escola.

    A Praça Seca também tem seu coreto, que, se não me engano, foi reformado há alguns anos.

    Marechal Hermes tinha o seu, que foi demolido no Rio Cidade, perto do teatro. Recentemente foi reconstruído, mas não é original.

    Algumas fotos bem antigas mostram um na Praça Mauá. Não sei quando tiraram.

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  10. Boa tarde. Hoje o JBAN postou no FB uma foto da Vista Chinesa com um coreto no Alto da Boa Vista.

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    1. Naturalmente alguma montagem alusiva aos 90 anos do Zeppelin no Rio.

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  11. Ótimas fotos, porém, ninguém mencionou o coreto da Praça São Salvador em Laranjeiras (eu considero no Flamengo), além de ser muito frequentado, existe o Bloco de Carnaval chamado "Bagunça meu coreto" que ocorre na Praça há muitos anos, abraços à todos!

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    1. E também a já famosa roda de chorinho que ocorre todos os domingos neste coreto da Praça São Salvador.

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