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terça-feira, 28 de julho de 2020

PROJETOS




O que teria sido do Rio se alguns desses projetos mirabolantes de Le Corbusier ou Lucio Costa fosse realizado?

Teríamos uma praia de Copacabana sem sinais de trânsito, com um corredor para os automóveis do Leblon à Praia Vermelha, com um túnel do Leme à Urca.

Ou o “Viaduto Habitável” de Le Corbusier, da década de 30, onde um edifício-viaduto iria de Copacabana a Botafogo.

16 comentários:

  1. Bom dia, Dr. D'.

    A da década de 30 era bem mais mirabolante. A do Lucio Costa, comparando, era mais plausível. A via expressa na praia até daria para adaptar nos dias atuais. O resto do projeto poderia ter sido feito com o que foi gasto no planalto central...

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  2. Parece que os projetistas estavam com o motor ligado além do natural...

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  3. Tais projetos poderiam ser viáveis, por que não? Mas certamente esbarrariam em um óbice que nenhum argumento poderia questionar: a péssima genética do povo brasileiro. O Brasil é palco da maior contradição do mundo conhecido, pois possui o território mais bem provido de riquezas naturais do planeta, um solo fertiliissimo regado por bacias e mananciais inesgotáveis, um clima fantástico, mas nada disso pode ser usufruído em razão do enorme atraso moral e social de sua população, o que faz do Brasil o país mais violento e desigual do mundo, palco de 10% de todos os homicídios praticados no planeta e que faz com que países como Chile e Uruguai sejam "sonhos de consumo" para grande parte da população. Para o homem culto e instruído, viver no Brasil é uma grande provação.

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  4. Bom dia a todos. Graças a Deus nada disso aconteceu, não sei se foi bom senso de quem vetou, ou mesmo por falta de dinheiro ou se foi mais um daqueles projetos feitos para Inglês ver, onde alguns arrumam uma grana nas tetas da viúva. No Brasil se idolatra Lucio Costa e Niemeyer, porém para mim as suas obras quando não são só de gosto duvidoso, são em sua grande maioria anti funcionais.

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  5. Essa integração do moderno com as praias, as montanhas e os maciços é fantástica. Diriam alguns: agressão a natureza...é mas o que fizeram com o Rio postado na serie "Pedreiras" é de lascar. Copacabana mais civilizada, mar e montanha mais harmonizada...e por ai vai. Os governantes preferiam derrubar, abandonar, etc. Com a palavra o Sr."Do contra"

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  6. Fico irritado quando vejo passarelas cruzando as pistas. Denota falta de visão e de planejamento não atentarem para pessoas idosas, cadeirantes ou com mobilidade reduzida terem que ser submetidas ao esforço de rampas íngremes para atravessar um pequeno trecho caso fosse feito por baixo da pista.

    Além de deixar feia essa paisagem.

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    1. Aprendiz de Arquiteto28 de julho de 2020 11:58

      Não sabia que o esforço de descer primeiro e subir depois é menor do que o inverso.

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    2. Sou cadeirante e sei como é difícil subir e descer rampas sozinho.

      Quando digo "passar por baixo da pista", a pista é que deveria ser mais elevada nos pontos de travessia para evitar fazer isso que você disse.

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  7. Copacabana estilo aterro não vejo como algo ruim, o vão central da Atlântica não tem serventia nenhuma. O resto e viagem estilo Brasília, onde o carro impera e junto seus problemas.

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  8. Muito loucos! O que vi que funcionou foi o de Bogotá. A cidade fica num vale circular cercado por montanhas . Um anel rodoviário no topo das montanhas fica oculto pela vegetação e permite que o usuário "desça" na área que lhe interessa. Foi a experiencia que vi. Por aqui, delícia ir do centro até o Itanhangá pelas montanhas, se não for assaltado . Curioso que à noite vejo numero considerável de faróis na altura da Vista Chinesa e Mesa do Imperador. O Luiz sabe que meu sonho é o transporte lacustre na lagoa Rodrigo de Freitas com barcos movidos a energia solar limpa e inda com aspecto turístico. Ainda no sonho, todos os prédios teriam que ter cobertura de plantas. Será que diminuiria a temperatura da cidade?

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  9. Concordo com seu sonho. Em Genebra as "mouettes" são pequenos barcos que cruzam o Lago Lémann em todas as direções e funcionam muitíssimo bem. E TODOS os hotéis dão passes grátis para os turistas. outro mundo.

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    1. Mestre Dr. Luiz D' tomar a Suiça para exemplo no Brasil, é o mesmo que ganhar a Mega Sena de Final de Ano sozinho, vamos ficar com a proposta do GMA de Bogotá, tá bem mais ao jeito brasileiro, os morros são cobertos por favelas, o tráfico de drogas comanda a região. O Lula até começou a copiar Bogotá instalando os teleféricos em algumas favelas do Rio.

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  10. Projetos como esses são viáveis e adequados em países sérios. Qualquer cidade Norte Americana possui verdeiras "teias de viadutos" construídos para desafogar o trânsito, muitos deles do início do Século XX. Nenhum deles "desabou" ou teve custos astrômicos. O Lino tem razão em se tratando de obras de Niemeyer, e eu acrescento: São verdadeiras "obras" mal cheirosas. É cômico se ver indivíduos tecendo loas às obras de Niemeyer quando a maioria deles não sabe o que são os pontos cardeais, só sabem "ver as horas" em relógios digitais, solicitam à CEF "auxílio emergencial", e perambulam pelo Largo da Carioca usando camiseta com a inscrição "Marielle vive".

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  11. Essa do prédio viaduto é do balacobaco, imagine esse monstrengo hoje em dia?...

    Com respeito aos nobres comentaristas não me parece que o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Pampulha, diversas construções da novacap, etc, sejam de gosto duvidoso e não funcionais; acho que a desconstrução de determinadas figuras seguem mais fundamentos ideológicos, infelizmente tão em voga ultimamente...

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    1. Niemeyer está fatalmente associado a JK e toda a "operação" que resultou na criação de Brasília. Decerto era um bom arquiteto assim como outros, mas sem a "genialidade" que lhe atribuíram. JK e seu criminoso "rodoviarismo" podem ser "sentidos e vistos" nas enormes avenidas de Brasília projetadas por Niemeyer. Não sou urbanista nem tampouco arquiteto, mas não vejo nada no projeto a não ser um enorme desvio de dinheiro. Niemeyer deve ter "levado muito".

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  12. O que Le Corbusier bebia naquela época?
    A ligação Leme-Praia Vermelha também seria um atentado ao visual e à natureza.

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