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quinta-feira, 30 de julho de 2020

RESTAURANTE E BOATE DAS CANOAS 2








Continuando a série idealizada pelo Carlos Paiva vemos hoje o viaduto Bertha Leitchic na Estrada da Canoa e as plantas do empreendimento do Restaurante e Boate das Canoas, localizado na Estrada da Canoa nº 3000.

O Viaduto Berta Leitchic foi inaugurado no ano de 1950 que com seus pilotis e seção em forte curva. É considerado um marco nas estruturas de concreto protendido durante décadas e até hoje é usado como exemplo nas aulas de cálculo nas faculdades de engenharia civil. Foi projetado por Bertha Leitchic, da equipe de Pena Chaves, da Secretaria de Viação e Obras do Distrito Federal.

O projeto foi executado pelo arquiteto do DER-DF Carlos Calderaro. No total eram quatro pavimentos, o último dos quais com varanda descoberta, e tinha três quartos e oito banheiros.

16 comentários:

  1. Uma paisagem inigualável. Como essa existem muitas mas que não podem ser apreciadas. O Rio de Janeiro visto por Charles Darwin, Rugendas, e Jean Manzon não existe mais. Essa "morte" não ocorreu por causas naturais, mas numa lenta agonia em que a moral (ou a falta dela), a política, e o crime, atuaram juntos, numa prova inequívoca do imenso atraso de sua população. Nunca foi tão falsa e é de mau profundo mau gosto a afirmação de que "o povo brasileiro é melhor do mundo".

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  2. Bom dia, Dr. D'.

    Continuarei acompanhando a série. Interessante o viaduto levar o nome de quem o projetou. Homenagem merecida.

    FF: a novidade das últimas horas foi o anúncio do lançamento no próximo mês da nota de 200 reais, com a figura do lobo-guará. Tenho uma sensação de que a nota será verde-oliva. Será interessante ver essa nota circulando no comércio. Dizem que decidiram lançar por causa do auxílio dos 600 reais. Imagina pessoal aglomerando na Caixa para pegar três notas de 200...

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    1. Não é essa a razão. Esse lançamento será acompanhado pela entrada em circulação das novas cédulas de 50 e de 100 Reais. O motivo principal é forçar aqueles que possuem dinheiro escondido em paredes, cofres, e mesmo enterrados, a promover a circulação desse dinheiro supostamente ilícito. As notas antigas perderão a validade em um ano. Com isso muito dinheiro em mãos de corruptos e de criminosos terá que sair de seus esconderijos. Em 1914 quando governou provisoriamente o Estado de Chiuaua no México, Doroteo Arango, mais conhecido como Pancho Villa, usou desse mesmo estratagema para desentocar dinheiro escondido pela população.

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    2. "o BC informou que de fevereiro - antes da pandemia - para junho, o Papel Moeda em Poder do Público (PMPP) saltou 28,9%, de R$ 210,227 bilhões para R$ 270,899 bilhões. Este é o maior valor da série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2001.

      De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, o aumento do papel moeda nas mãos do público nos últimos meses foi causado pela demanda da população com a liberação do auxílio emergencial mensal de R$ 600 pelo governo, durante a pandemia.

      Em meio à busca por dinheiro em papel na crise, o Ministério da Economia havia confirmado em 22 de julho que o BC havia solicitado ao Conselho CMN um reforço de R$ 437,9 milhões para atendimento do meio circulante."

      https://odia.ig.com.br/economia/2020/07/5960748-bc-vai-lancar-cedula-de-r--200-no-fim-de-agosto.html

      "O governo anunciou mais uma medida inadiável. Vai lançar uma nota de R$ 200 em plena pandemia do coronavírus. Até o fim de agosto, a nova cédula deve começar a chegar às mãos dos brasileiros. Ou de alguns deles, é claro.

      A diretora de administração do Banco Central, Carolina de Assis Barros, atribuiu a novidade ao entesouramento. O fenômeno ocorre quando a população passa a guardar mais dinheiro em casa.

      Com a quebradeira e a redução de salários, milhões de famílias limitaram o consumo a itens essenciais. Quem não perdeu o emprego tenta cortar despesas e seguir adiante. Ainda que a luz no fim do túnel pareça vir de um trem na contramão.

      O auxílio emergencial também aumentou a demanda por papel moeda. Isso elevou o gasto federal com impressão e transporte de valores. Até aqui, o governo precisava de ao menos seis notas para pagar os R$ 600. Agora só precisará de três — e os beneficiários que se virem para arrumar troco na quitanda.

      Os economistas explicaram que o lançamento da cédula de R$ 200 não significa a volta da inflação. Mesmo assim, quem viveu no Brasil antes do Plano Real pode ter sentido um frio na espinha. Em 1993, o país chegou a rodar uma nota de meio milhão de cruzeiros. Ela estampava o rosto do poeta Mário de Andrade, que nada tinha a ver com aquela desordem monetária.

      Ontem o BC anunciou que a nova cédula vai trazer a imagem do lobo-guará. A escolha decepcionou quem preferia homenagear o vira-lata caramelo ou a ema que bicou o presidente Jair Bolsonaro.

      Para alguns setores da classe política, a novidade chega com atraso. Se a nota de R$ 200 já existisse em 2017, o ex-deputado Rocha Loures não precisaria ter corrido com uma ostensiva mala de rodinhas. Bastaria uma discreta mochila para transportar a propina até o táxi.

      O assessor que abastecia a conta do senador Flávio Bolsonaro também teria poupado tempo diante do caixa eletrônico. A cada depósito de R$ 2.000 em espécie, ele era obrigado a contar e separar 20 cédulas. Agora só precisaria de dez."

      https://blogs.oglobo.globo.com/bernardo-mello-franco/post/alguns-beneficios-da-nota-de-r-200.html

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  3. Sei não...mas com a Lei Seca considero dificil a manutenção de uma boate ou restaurante em local mais à ermo,mas posso estar enganado.No momento a quarentena ainda joga contra.O carrão da foto deveria ser um daqueles bebedores natos...

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  4. Bom dia a todos. Quantos dias o projetista gastou para fazer estes desenhos de projeto na época em que foram criados. Nos dias de hoje, não gastaria nem meio dia de trabalho, com o uso dos softwares existentes no mercado. Quanto a exploração turística de áreas com belezas naturais no Brasil, é uma utopia, visto que muitos fatores todos eles de conhecimento público, influenciam para que não tenham sustentabilidade natural e econômica, e o fator número 1 é o povo, pois ou ele destrói, ou ele transforma, ou ele explora o turista, ou os criminosos te impedem de ter acesso.

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    1. Foz do Iguaçu funciona muito bem.

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    2. Reginaldo Martins30 de julho de 2020 15:21

      Foz do Iguaçu fica bem longe daqui e pelo que consta não tem favelas iguais.

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    3. Mas o Lino falou de belezas naturais do Brasil.

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    4. Reginaldo Martins30 de julho de 2020 17:57

      Com certeza, quando o Lino disse "belezas naturais no Brasil" generalizou, se referindo às belezas cariocas. Não é, Lino ?

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  5. Quem apostou que os carros das fotografias eram beberrões acertou em cheio.
    Na foto 2, um Mercury 1950, branquinho, já bebia o suficiente, mas, nem de longe, algo que o equiparasse ao Oldsmobile Holiday 98, 4 portas sem coluna, de 1956, que se harmoniza ainda melhor com as linhas do viaduto na foto 1.
    Pessoalmente, acho a linha Oldsmobile, entre 1949 e 1957, extremamente cativante, tanto pelo estilo, como pelo desempenho de seus motores chamados roquete, de Rocket, por terem válvulas no cabeçote. Um 98 topo de linha, como este da foto, tinha um motor de 5,3 litros, com 240 HP. A título de comparação, o nosso Dodge Dart tinha um motor de mesma cilindrada, porém com 200 HP quase 20 anos depois.
    Para não ficar só nisso, no ano seguinte, a Oldsmobile apresentaria um motor de 6,1 litros, com 300 HP. O Oldsmobile 1957, com sua vigia traseira dividida em 3, foi um símbolo e é muito cultuado; e já apareceu neste blog, quando o SDR sai da linha Nash e mostra esses belos exemplares de um mundo que acabou.

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    1. Com esse 6,1 l minha verba mensal para combustíveis sairia em forma de fumaça pelo cano de descarga, toda só no tempo para aquecimento do motor, ainda na garagem, antes de sair para a rua.

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    2. Parece que no caso do Olds,nem o AA com adaptações para veículos conseguiria período de abstinência. Um grande espanto!!!!

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  6. Meio fora de que foco: Acho que todos aqui já tiveram chance de percorrer no passado não apenas a estrada das Canoas mas todo o Rio de Janeiro, não é mesmo? Eu também. Mas e agora? Só em pensamento e as razões são conhecidas por todos. É essa é uma das muitas razões para a minha total falta de tolerância com toda e qualquer conduta que inclua "coitadismo","vitimismo", ou "politicamente correto". Graças a essas "correntes filosóficas" estamos no fundo do poço.

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  7. Com uma ou outra modificação seria um ótimo local para eventos.

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  8. Boa Noite! Só agora deu uma folga. Lendo os comentários,concordo com o que diz o Joel de Almeida.

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