Total de visualizações de página

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

COPACABANA COM SANTA CLARA








A foto de hoje, do acervo do Francisco Patrício, mostra a esquina da Av. N.S. de Copacabana com a Rua Santa Clara nos anos 70. Vemos o famoso e saudoso “Bazar 606”, de louças, pratas e cristais, no número 722/724 da Av N.S. de Copacabana.

Ao lado dele, a loja de modas e no prédio seguinte a agência do BEG (Banco do Estado da Guanabara) e o estúdio do famoso fotógrafo Aszmann.Mais adiante um pouco a Travessa Angrense (onde ficava a “Academia Katayama” de judô), em cuja esquina ficava as “Lojas Brasileiras” (no segundo andar, após subir as escadas rolantes, a ótima lanchonete e, de frente para a rua, a grande seção de brinquedos). Em seguida, em frente ao “Metro”, na esquina da Rua Raimundo Correa ficava a famosa “Casa Sloper” e, logo ao lado desta, a loja Rei da Voz (do Abrahão Medina), que patrocinava a decoração de Natal de toda a avenida.

Notar que a Rua Santa Clara dava mão para o interior do bairro, os cruzamentos tinham grades, os sinais eram de duas luzes, os postes de identificação das ruas eram do tipo “pirulito”.

Na outra esquina à direita ficava a “Joalheria Krause”, na Av. N.S. de Copacabana 710-A, uma das mais famosas da cidade. Na calçada da “Krause” ficava uma filial da “Casa Mattos”, do meu amigo José Augusto, e o prédio do IBEU. Mais adiante um pouco a “Galeria Menescal”, com suas lojas conhecidas como a “Sapataria Santa Fé”, a “Lucia Boutique” (com o máximo da moda carioca), a loja de fotografia “Film Caneta Copacabana”, a “Baalbek” (com a comida árabe), a “New Gipsy”, a “La Danse” (de malhas), a “Suzette” (roupas para grávidas e crianças), a  “Toca do Coelhinho Branco” (brinquedos), a “Floricultura “Belinha” (de cuja vitrine sempre escorria água pelo vidro).

Na esquina mais próxima à esquerda ficava uma “Camisaria” cujo nome não me lembro e que sobreviveu durante décadas ao lado do “Hotel Canadá”, no nº 687. Nesta calçada, em frente ao IBEU, fica até hoje o “Mercadinho Amarelo”.

Na esquina mais longe à esquerda ficava a “Barbosa Freitas”, no nº 709, com os metais das molduras de vitrine ultra polidos e sua estupenda seção de brinquedos (subindo as escadas, a meio caminho do 2º andar, nos anos 70 havia uma boutique de roupa jovem, completamente diferente do estilo sério e careta da Barbosa Freitas - chamava-se “Smuggler”).

Nesta calçada, quase em frente à “Cirandinha” ficava o ponto de bonde com destino ao Centro e logo após o “Cinema Metro-Copacabana”, que ficava ao lado do “Cinema Art-Palácio” no nº 759-B. Mais adiante a “Caixa Econômica”, a “Casa da Borracha”, o “Mercadinho Azul”, o “Cinema Copacabana” (em frente da “Sapataria Polar”), a “Helio Barki”, a “Sapataria DNB”, a “Tele-Rio”. No trecho entre a “Barbosa Freitas” e o “Metro” ), ficavam os fotógrafos ambulantes à cata de casais enamorados e as vendedoras de maçãs caramelizadas com seus tabuleiros.





45 comentários:

  1. Se dependesse do estilo e tamanho do prédio do bazar eu diria que não é Copacabana. Quando foi construído?

    ResponderExcluir
  2. Grande resgate.De que ano seria a foto?

    ResponderExcluir
  3. Bom dia a todos.
    Impressionante!
    É pelo relato acima que vemos como as lojas de rua, principalmente as tradicionais estão indo embora.
    E isso estamos falando de Copacabana.
    Imaginem em bairros que não havia de um centro comercial tão desenvolvido assim como por exemplo bairros da Zona Norte da cidade.
    É. Os tempos são outros.
    Muita coisa melhorou e eu concordo com isso, mas também concordo que muita coisa piorou.
    Ainda lembro de que nessa época ainda não existia o mercado lucrativo da segurança privada. Ainda estava no começo de tudo pois não havia tantos furtos e assaltos, principalmente que acabasse em morte como nos dias de hoje.
    Mas também, sejamos francos. Não havia 8 bilhões de seres humanos na Terra.

    ResponderExcluir
  4. Bom dia. Foto que mostra a "evolução" de Copacabana, com prédios construídos nos anos 40, 60, e 30 respectivamente sem vagas de garagem. Um crescimento de certa forma desordenado e onde não foram observadas as necessidades reais do bairro. O acidente ocorrido na virada do ano, em que uma mulher despencou no poço de um elevador antigo e caindo de uma altura do 6º andar, acabou morrendo, mostra os contraste arquitetônico e a precariedade que existe nesses prédios, assunto que foi mencionado nesse fotolog há dias atrás. A facilidade de acesso por ônibus, Metrô, além de vias expressas ligando o bairro aos subúrbios e à baixada fluminense despejado multidões nem sempre honestas na região, colocaram a "Princesinha do Mar" em franca decadência. Copacabana está se tornando um bairro promíscuo, uma babel inquieta e selvagem,onde o cotidiano se torna uma aventura.

    ResponderExcluir
  5. Bom Dia! As placas na esquina, além de conter os apressados ainda servia para o Estado faturar algum com a propaganda. Com a ajuda de uma lupa,( claro não tão boa como a lupercia ) pude ler na placa da esquerda: Banheiros e Cozinhas reformas a prazo.

    ResponderExcluir
  6. O comércio de Copacabana era "avantajado" para os anos 50, onde todos iam "à cidade" para fazer compras em uma época onde o centro da cidade era o "point". Os "Shoppings" construídos nos anos 60 com o nome de "Centro Comercial" no bairro são hoje em dia redutos de lojas "chinfrins" como o da N.Sª da Copacabana e o da Siqueira Campos. Hoje em dia Meyer, Tijuca, e Madureira, possuem comércio fortíssimo, além de Shoppings, e com preços mais em conta, não devendo nada à Copacabana e ao centro da cidade.

    ResponderExcluir
  7. Um Corcel, um Fusca táxi, parece 1300 com luz de ré (deve ser 1974+) e um Itamaraty. Brasil nos anos 70.

    ResponderExcluir
  8. O Xará me fez questionar se realmente era o Estado ou Prefeitura que faturava algum com a publicidade.Sera que no meio do caminho já não existiam interessados?A conferir.**O problema de falta de vagas de garagem em Copa é de fato um espanto....

    ResponderExcluir
  9. Minha mãe era freguesa assídua da Sloper em cuja calçada se instalavam vendedoras de acarajé e de uvas num palito. No Rei da Voz eu comprava LPs. Sempre me perguntava quem comprava as fotos desses fotógrafos de rua. Por falar em ponto de bonde o que ficava do lado par nesta região era entre Raimundo Correia e Dias da Rocha em frente à Spaghettilandia.

    ResponderExcluir
  10. Segundo o Decourt a Santa Clara, Figueiredo e Siqueira ficaram com suas mãos invertidas por uns dois anos graças a não conclusão de desapropriações em Botafogo após a duplicação do Túnel Velho.

    ResponderExcluir
  11. O trecho mais degradado de Copacabana é aquele compreendido entre a Rua Inhangá e a Princesa Isabel. Além de um comercio pífio, é lá a maior incidência de prédios degradados, prostituição masculina e feminina, tráfico de drogas, população de rua, etc. Por outro lado, a área mais "residencial" é a do posto 6 apesar dos pontos finais de ônibus provenientes dos subúrbios.

    ResponderExcluir
  12. Que viagem no tempo! Há alguns lugares bons de se morar em Copacabana tais como o Bairro Peixoto, a Cinco de Julho e perto da Cardeal Arcoverde, na minha opinião.

    ResponderExcluir
  13. Bom dia a todos. Estamos na pré temporada do Novo Ano, visto que o mesmo só irá começar após o Carnaval. Logo se entende porque o Brasil é assim. Então vamos a foto, típica de qualquer bairro do Rio, principalmente da zona sul e parte do centro da cidade, a partir dos anos 60 do século passado. Porém mais significativo do que a própria foto é o texto de memórias do mestre Luiz D', relatando ponto a ponto do comércio deste local em Copacabana, que nos dias de hoje já não abriga um comércio de rua, tão diversificado e de lojas de qualidade quanto naquela época. Quantos de nós, aos finais de semana andávamos após o cinema pelas Av. Copacabana e Barata Ribeiro, vendo as modas nas vitrines iluminadas destas mesmas lojas acima mencionadas, quantos de nós namoramos alguns produtos expostos nestas vitrines, muitas vezes por meses, até juntar uma graninha e poder comprá-lo. Como disse o mestre Wolfgang acima, a população da cidade do RJ cresceu muito, mas este não é o principal fator que levaram a queda do comércio de rua em toda a cidade não só em Copacabana, o principal deles é a falta de segurança na cidade, falta de um programa de segurança voltado ao comércio, a proliferação de favelas em toda a cidade, o comércio ambulante que se instala na frente de lojas tomando as calçadas dos pedestres e concorrendo deslealmente com o comerciante, os pivetes que assaltam principalmente idosos e senhoras e finalizando os demagogos e associações que protegem camelôs, bandidos de rua, menores infratores, e toda essa escória da população do Rio.

    ResponderExcluir
  14. O problema como já foi comentado aqui é que a maioria compra no camelô, fica com o troco a mais, fura fila, ultrapassa pelo acostamento, dá uma cervejinha para não ser multado, para em fila dupla, caminha pela ciclovia, pedala na calçada, compra na Robauto, não assina CP da empregada, sonega no IR, pede atestado falso, dá um jeitinho, faz gato na Net, na luz ou na água, e no final acha que a culpa é dos outros.

    ResponderExcluir
  15. Peralta, o implicante2 de janeiro de 2017 10:59

    Tia Nalu muito cansada.Posse de prefeitos.

    ResponderExcluir
  16. Houve uma decadência em queda livre no nível das lojas comercias de Copacabana, hoje substituídas por coisas rápidas, de curta permanência, de baixo custo, de qualidade duvidosa, com exceção, claro, de algumas poucas que resistem e as que também em pequeno número que ainda conseguem instalar-se( ultimamente as aquisições foram duas Venâncios, o Stallu's, aberto 24 horas e a The Bakers que expandiu suas instalações, ocupando onde era a Suprema....

    Onde temos uma loja de departamentos no nível de uma Sloper e uma Barbosa Freitas?! Londres tem sua loja de departamentos, New York também, Paris também! Aqui não temos, uma cidade do porte do Rio de Janeiro,turística, olímpica, capital internacionalmente conhecida, não temos!

    OBS: Lembrei da rede de sapatos Sapasso, muitas filiais, tb se foram... Polar virou DNB(?) que virou Paquetá. Sloper virou Siciliano que virou Saraiva. De novos foram a Renner, que não traz de modo algum o glamour das que se foram. Casa Mattos virou Folic, Raquel Presentes virou Casa e Vídeo, Roberto Simões parece ainda resistir( acho que andaram fechando outras), Rose Presentes resiste( sua filial no Catete agora é Café Hum), Arosa fechou, Cirandinha tb, ainda resistem Maison e o rest ao lado)

    Conheci bastante do comércio listado, ainda que tenha coisas supra citadas que não lembro. Havia ainda a loja Cogumelo, na Gal. Menescal, cheguei a ter um exemplar de uma calça jeans com cogumelinhos coloridos, na época era "fashion"! A Floricultura encantava-me com aquela aguinha caindo entre os vidros! Era ali também, salvo engano, que havia um casal de bonequinhos dançando em círculos?

    Creio ser a Sapat Santa Fé, se não a mais antiga loja comercial, uma das mais antigas do comércio de Copa. As Casas Nelson, muito tempo ali, creio que também não existe mais.

    La Danse ainda existe, assim como o Baalbeck!(Final da tarde é uma enorme muvuca, todos degladiando-se com as guloseimas árabes, e tem Mineirinho!). O kibe é muito bom, mas meu voto ainda é para o kibe da Casa Bassil, no Saara( Tomé de Souza), Não tenho ido para aqueles lados...assim q der, farei um rolé por lá!

    ResponderExcluir
  17. Boa tarde a todos.
    Saudades das Massas Suprema e dos seus pasteizinhos saindo a toda hora, sempre quentinhos e sequinhos. Meus preferidos eram os de presunto, mas os de queijo também eram muito bons. Os de camarão eu não apreciava! Nas Massas Suprema podíamos sempre observar o trabalho das máquinas que eram usadas na fabricação dos pasteizinhos e das diversas massas. Atravessando a rua, praticamente de frente para as Massas Suprema, havia uma ótima padaria, que ficava entre uma pequena papelaria e uma loja de brinquedos (onde adquiri vários bonecos Falcons). Esse complexo de lojas foi demolido e o edifício que construíram no local se encontra inacabado até os dias de hoje, em plena área nobre da rua Santa Clara! Alguém teria alguma informação quanto a situação deste prédio permanecer inacabado?
    Depois de lanchar nas Massas Suprema, eu dava uma passada nas Lojas Brasileiras, para comprar algumas guloseimas e ir namorar os kits da Revell na seção de brinquedos. Minha preferência eram os navios de guerra (encouraçados). Bons tempos!
    Desejo um Feliz 2017, que esse ano conserve a todos com muita saúde!
    Há braços!

    ResponderExcluir
  18. Lino Coelho, a informalidade (camelôs) é filha primogênita da altíssima carga tributária e da falta de educação. Some-se à falta de um controle de natalidade e uma natural leniência das autoridades.
    .

    ResponderExcluir
  19. Zierer,

    As massas Suprema, que tanto sucesso fizeram, seja no quesito pasteizinhos( presunto e camarão ficavam, queijo eram os meus preferidos!) ou no quesito massas, fecharam uma a uma, acho que a da Av, Copacabana, na altura do Lido foi a primeira, depois a do Flamengo( Sen. Vergueiro,esquina com Paissandu( hoje há uma Rio Farma no local...), chegaram a ter uma pequenina loja quase ao lado, chamvávamos carinhosamente de "Supreminha" e hoje nada mais disso há! Pena mesmo ver que um comércio que atravessou tantas décadas, acabe assim...

    Esse relato da calçada em frente talvez possa ser complementado pelos especialistas da área...Acho que eu só detinha-me na calçada da Suprema mesmo, onde a gastronomia era e é mais forte...rs

    Esqueci de registrar a Loja Circus, de brinquedos, na Gal. Menescal, tb resistindo aos tempos...Surpreendente que consiga se manter, preços não tão convidativos para hoje em dia, e algo que não é tão básico assim...Até a enorme e famosíssima F.A.O(N.Y). acho que diminuiu seu acervo, salvo engano!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Zierer, obrigada pelos detalhes, eu realmente não conheci esse conjunto que você citou, deve ter sido interessante!

      Não teria como entrar no Google com o número desse prédio inacabado e ver se há algum informe sobre ele?

      Ou perguntar nas cercanias...porteiros e jornaleiros talvez saibam informar...

      Excluir
  20. Comandante Batista dss Neves.2 de janeiro de 2017 15:21

    Zierer, os "couraçados" que a Revell comercializava no Brasil eram apenas 3: O Bismark, o Missouri, e o porta aviões Enterprise, sem contar com o destroier de escolta Bertioga. Os modelos da Revell comercializados "lá fora" eram praticamente todos os navios de guerra conhecidos. Só eram encontrados em importadoras a peso de ouro.

    ResponderExcluir
  21. Dra.Evelyn só Lista as lojas bacanas,mas adora um Xing Ling.

    ResponderExcluir
  22. rs Claro que não, Travesso!!! Pelo contrário, tento "fugir", dentro do possível. Comprei há pouco tempo um controle remoto universal( por necessidade mesmo), mas ao tentar usar esses dias em casa no meu Consul( controle original está no conserto), não funcionou! Evito sempre que posso!

    ResponderExcluir
  23. Demoro a aparecer e quando tento encontro nosso prezado Voltaire do Grajaú metendo a marreta na Princesinha do Mar. E ainda citando o acidente com o elevador como se todo dia caísse um no bairro. Menos, colega, menos. A propósito pela primeira vez vi os fogos da janela da minha residência, isso depois de vê-los de outras maneiras durante anos. Talvez em futuro próximo poderei apreciar da janela frontal como vizinho do Silva, apesar da "decadência" do bairro. Um caso curioso. Havia uma patrulha estacionada na calçada cercada de PMs. De repente, confusão. Acreditem se quiserem. Um cara veio correndo e se atirou dentro da viatura. Foi um sufoco para tirar o sujeito de dentro. Os policiais tiveram que usar arma de choque. Ninguém entendeu nada. É como disse certa vez: Copacabana são os malucos, os velhos e os cachorros. Qualquer dia eu volto.

    ResponderExcluir
  24. Boa tarde a todos.

    Não canso de elogiar a mudança de endereço do bar, que nos permite ver as fotos postadas com muito mais detalhes do que no UOL.

    Como não sou copacabanólogo, vou ficar vendo os comentários ou aparecer em algum FF.

    ResponderExcluir
  25. Folgo ao ler o comentário das 17:14, pois se Voltaire morasse no Rio de Janeiro já teria "jogado a toalha" há muito tempo. No meu modesto entender, não há termo de comparação entre situações semelhante, mas tratando-se de culturas e etnias diametralmente opostas, pois após 1789, jamais o berço das liberalidades poderia gerar figuras tão abjetas como as que pululam e chafurdam na política brasileira e cujo nome não vale a pena mencionar. Muito pelo contrário, criou "mecanismos" para ceifar literalmente "cabeças indesejáveis".

    ResponderExcluir
  26. O comércio de rua está em plena decadência. Só estão sobrando farmácias, óticas, lojas de colchão, bancos, bares e restaurantes.

    ResponderExcluir
  27. Estive em Copa na virada do ano pela quarta ou quinta vez.Nas vezes anteriores fiquei bem próximo ao local da postagem, uns 200 metros do Cirandinha. Desta feita optei pelo Leme,próximo a Princesa Isabel. Achei a "festa" mais devagar e menos concorrida ,reflexo da crise talvez.Nao vi arrastões e penso que é um evento altamente democrático, onde se vê de tudo,ou quase
    ...Na sexta de uma passada no Porto Maravilha mais uma vez.Permanece lindo.

    ResponderExcluir
  28. Salvo engano não foi mencionada a Windosr, masi pro lado da Constante Ramos e Barão de Ipanema, e mais tarde o Gordon. Ótimo relato. As sessões de cinema da tarde um must e o Hot Fudge com marshmallow e castanhas depois do Rian, um sucesso.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Gustavo, eu não citei muito as lojas fora deste quadrado para não julgarem que estaria "fugindo" dos limites geográficos, mas teríamos muito mais, a saber: A lanchonete Bonino's, quase esquina com Bolívar, local que meus pais e sua "patota" batiam ponto sábado à noite após o cinema, com o fiel Manolo servindo. O Bonino's possuía um cardápio parecido com os moldes do Cirandinha, alguns diziam que ambos eram do mesmo proprietário, mas nunca soube se essa informação procedia! Ele fechou há muitos anos, foi substituído pelo KFC( algum comércio ocupou o lugar entre acabar o Bonino's e entrar o KFC?), que também já saiu e agora dá lugar a uma das hamburguerias da moda, o BurguerKing!.

      A loja Mic Mac de bijouterias na "Galeria dos Peixinhos", a Di Marcello com seu garoto propaganda que vestia-se com um chapéu de "Viking" e ficava na calçada da Av. Copacabana com as sacolas da loja penduradas no braço! Anos depois, ele podia ser visto na calçada oposta, nunca mais o vi!

      A Importadora Guanabara, acho que hoje ocupada pela Sapataria Sonho dos Pés, importadora essa que também acabou sua filial na Cidade!

      Luvaria Gomes existia em Copa? Se sim, em que local? Essa semana minha mãe falou alguma coisa sobre isso...

      A Loja Newsplan, outro ícone da época, tive um macacão jeans de lá, usado com uma camisa xadrez por baixo!

      O Gordon,com seu canguru símbolo na porta, muito bem lembrado, hoje ocupado por um Mc Donald's!Sanduíches Angélico, Diabólico, molho Golf, batata frita vinha com um palito grande de modo que alcançássemos sem sujar nossas mãos!

      Windsor, sim!!! "CHiquerésima!" Quanto glamour evaporou-se...Tive um vestido azul claro que achava lindo, com uma estrelinha amarela no bolso à esquerda, presente de meu avô materno no meu aniversário!

      Vale o registro da Pizzaria Caravelle, no seu estilo art-dèco,cor de rosa, resiste bravamente na Domingos Ferreira, em frente ao primeiro Bob's do Brasil! Tem anos que não vou na Caravelle!

      Lojas de roupas femininas clássicas, como Agacê, Hermínia e talvez Celeste Modas. salvo engano,foram acabando e/ou aglutinando-se, havendo junção de algumas, dando origem à Línea HC, atualmente ALLÚ!

      Houve uma grande perda no total ou não houve? A "Galeria dos Peixinhos" está para chorar! Quando lembro como era e como está agora! Entrei ali há poucas semanas para uma consulta médica, e em um "sopro de nostalgia", perguntei ao funcionário: "Moço, aonde está o lago dos peixinhos? Minha filha, só tem tartaruga...! Como assim???

      Excluir
    2. Observador de conflitos3 de janeiro de 2017 02:14

      Docastelo,o Lino não falou por mal,mas ele pode ter uma certa razão.Da mesma forma você também tem razão quando fala das igrejas e do T.Tenis Clube.O que é isso?Somos todos amigos!

      Excluir
  29. Quando vi a fotografia logo me veio à cabeça a academia do Professor Katayama, na Travessa Angrense, conforme o belo texto do Luiz. Fui aluno dele por alguns anos. Ele chegou ao Brasil em meados dos anos 50 e sua primeira academia era na Gávea. Um dia recebeu a visita dos melhores judocas do Brasil, que conquistara o Pan Americano por equipes em 1956. Ele escovou um por um dos brasileiros, anunciando sempre que golpe daria. No final todos já estavam rindo, inclusive ele... A diferença era brutal.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Fui aluno do queridíssimo Katayama. Ele faleceu em 2014. Morava no Jardim Botânico e chegou a desenhar o nome do meu filho em japonês, no quimono, que depois era bordado por cima dos ideogramas. Grande figura!

      Excluir
  30. Boa noite a todos!
    O bar já está a toda e e eu aqui sem perceber e ainda tendo que provar que não sou um robô!
    Mas é ótimo ver todo mundo animado até esta hora!

    ResponderExcluir
  31. Muito frequentei o Bazar 606 com a minha avó.
    Na esquina seria a Camisaria Nelson?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Milu, penso que as Casas(?) Nelson ficava na calçada de número par. Havia uma filial na Cidade, Uruguaiana quase com imediações da Ouvidor, ( tendo sido ocupada anteriormente pelas Lojas Corrente, até pouco tempo ainda podíamos observar na sua fachada superior os elos de uma corrente. Anos depois instalou-se uma filial das Lojas Americanas!.

      Excluir
  32. A Dra. Evelyn comentou cedo porque agora vai à praia à noite. Sábia decisão.

    ResponderExcluir
  33. O maluco que pulou dentro da viatura da PM deve ter testemunhado alguma coisa e procurou proteção à força, antes que entrasse na lista da chamada "queima de arquivo". A lista do Gustavo que fala do comércio que ainda prospera são os que não sofrem concorrência de camelôs, exceto os dos comes e bebes que dá lucro, menor ou maior, para todos.

    ResponderExcluir
  34. Com o aumento da população idosa,o número de farmácias é cada dia maior.Existe uma rede paulista que tem como meta abrir uma farmácia por dia em algum lugar do território brasileiro. Segundo consta está conseguindo. Este parâmetro é muito mais acentuado em Copa.

    ResponderExcluir
  35. Moisés meu camarada, a moleza acabou vamos trabalhar, uma O.M. na mesa 27, que agora no novo endereço, fica na calçada.
    Acho que a Prefeitura deveria apagar os refletores na beira das praias Cariocas, um Peixe meu amigo reclama que não consegue mais dormir, pois tem banhista dentro d'água as 24 horas do dia. Quer se refrescar, vai para o cinema ou senta no bar do SDR e pede uma cerveja mofada, e não esquece de deixar uma caixinha para o Moisés. FF. Ouvi dizer que Copacabana como Princesinha do Mar, só não é mais velha do que o Príncipe Charles. Dizem também que Copacabana só não está mais degradada do que a Camilla Parker, atual mulher do Príncipe. Aliás Copacabana já foi Diana ou "Lady Di", hoje está igual ou pior do que a Camilla Parker.

    ResponderExcluir
  36. Evelyn,
    A padaria se chamava Confeitaria Suíça, foi onde tomei meu primeiro "sorvete de máquina" italiano, novidade na época. No seu lado direito havia uma pequena papelaria onde trabalhavam dois senhores portugueses, a Papelaria Atlântica. No lado esquerdo da padaria, havia a loja de brinquedos Dom Pixote. Sendo assim, da Av. Copacabana indo para a Barata Ribeiro, pela calçada da Rua Santa Clara, defronte as Massas Suprema, tínhamos 3 sobrados com lojas, a Papelaria Atlântica, a Confeitaria Suíça e a Dom Pixote. Faz mais de 30 anos que este conjunto de lojas foi demolido e no lugar foi construído um edifício que permanece inacabado até hoje! Um estranho mistério!

    Comandante Batista,
    Lembro que montei os encouraçados Bismarck e o seu irmão Tirpitz, além do Scharnhorst e Gneisenau, o Norte Carolina, um submarino que não lembro (não era tão interessante como os couraçados, ricos em detalhes), e o Porta Aviões Ark Royal que vinha junto com um destróier!
    Há braços

    ResponderExcluir
  37. Tive que voltar mais cedo. Agora durma-se com um barulho desses! O cara mora em um bairro calorento, careta, conservador, que antes só tinha cinemas e igrejas. Agora só tem igrejas e um clube que continua metido a besta, e vem falar de um bairro praiano, famoso internacionalmente, destino de turistas de todo o mundo, só pode ser despeito ou 'tá a fim de gozação. Sendo assim só resta um conselho: vá catar coquinho, Adelino.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Mestre DoCastelo isso é pura gozação, não entre na pilha. Agora é uma constatação Copacabana é um bairro em decadência já alguns anos, o Leme depois de cortado pela metade anda a deriva até hoje. kkkkkk

      Excluir
  38. Impressionante mesmo a memória do Luiz. Nem lembro o que comi ontem! rsrs

    "Na outra esquina à direita ficava a “Joalheria Krause”, na Av. N.S. de Copacabana 710-A, uma das mais famosas da cidade."
    No tempo que joalheria não se misturava com político!

    Camelôs? E tem gente que compra óculos! :O

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Bem lembrado, Ricardo!

      E agora, com sua chamada para a Krause, lembrei da Joalheria Doarel, na Gal Menescal, entrada pela Barata Ribeiro, com seu clássico relógio!!!

      Não lembrar o que comeu ontem é comum ( eu lembro, file de frango à milanesa com fritas e arroz no Lamas!),já essas lembranças que estamos citando aqui ficaram nas nossas retinas e corações, e recordamos não somente delas em si, mas de toda uma época que isso nos remete!!! E o legal é que cada um lembra de um ponto e aguça o outro, e coisa puxa coisa, e vamos complementando e aumentando! Bom demais!!!

      Excluir