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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

SANTA TERESA




 
As duas fotos de hoje são de Santa Teresa e contei com a colaboração do Dieckmann na tentativa de identificação.

A primeira mostra a Ladeira Frei Orlando, logo após o cruzamento com a Rua Paula Mattos. Lá embaixo, no asfalto, está a Rua Riachuelo, esquina com a Rua do Senado, que ali começa. Um Chevrolet 51, de praça, e a Hudson branca são  os carros mais novos, o que permite estimar a data como meados dos anos 50.

A segunda foto permanece sem a localização exata. Parece ser uma construção abaixo do nível da rua principal, como alguns trechos da Joaquim Murtinho e Almirante Alexandrino. Quem saberia informar o local e mais sobre este prédio?

20 comentários:

  1. Até ontem nenhum dos meus amigos deu uma pista da segunda foto. Esse tipo de projeto geminado está espalhado pela cidade, mas creio que Santa Teresa reúne um número proporcionalmente maior,

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  2. Não faço nenhuma idéia nem da primeira foto,que não imagino em que parte de Santa Teresa fica.Quanto a segunda,pior ainda até porque estaria a casa ainda de pé?Se estiver chama a atenção porque é uma bela construção,ainda que possa estar deteriorada o que seria uma pena.Vamos aguardar os especialistas do bairro.
    Uma coisa garanto:na escadaria tá tudo pichado....

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  3. Bom dia a todos.

    Hoje é dia de assistir aos especialistas. Volto mais tarde.

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  4. Bom Dia! Nunca gostei de ir a Sta Teresa, Ruas estreitas, muitas subidas, muitas curvas fechadas,trilhos de bonde traiçoeiros que ao menor descuido cortavam os pneus. FF. Lá no interior de Minas as TVs mostram a violência do Rio o dia todo, como se o Rio fosse uma unica grande favela.

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  5. Os especialistas em Santa Teresa são o Lino, o WHM e o Diekmann, que vendeu seu passe para a Piraquê e agora virou "biscoito". O Lino está viajando e o Walter "tomou Doril". Se nem o Diekmann sabe então fica difícil. FF: E o Grajaú, heim? Hoje vi no jornal do SBT uma matéria sobre o aumento da violência nesse tradicional bairro da zona norte e parece que o "bicho 'tá pegando" por lá com vários moradores entrevistados se queixando da atual situação. Mostraram até um vídeo bem recente sobre um assalto em uma padaria. E ainda tem comentarista por aqui que gosta de falar mal da zona sul...

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    1. No comentário das 10:45 onde seu autor menciona o assalto ocorrido na rua Professor Valadares, digo que ele tem razão quando diz que "o bicho está pegando" e os "comentaristas daqui tem ciência disso". Isso mostra que a violência é "democrática" e está "ao alcance de todos". E enquanto insistirem que a solução está no "politicamente correto", "nas urnas", "na constituição", "nos poderes da república", e outros clichês do gênero, podem ter a certeza que suas convicções haverão de se realizar quando Lula discursar em Latim ou quando Roberto Carlos vencer um concurso de "embaixadinhas"...

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  6. Segundo o Raul Felix, grande especialista em Rio Antigo, a segunda foto é na Rua Almirante Alexandrino. O palacete da esquerda foi demolido para construção do Hospital Quarto Centenário. Hoje está no local um terreno baldio.

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  7. Bom dia a todos Saudosistas, depois de vinte dias sem ouvir falar em violência, sem ouvir falar de favelas, de troca de tiros. A única noticia de violência que escutei foi a de um velhinho no Texas que matou e feriu um monte de gente nos USA.
    A 1ª foto é de fácil identificação, subi muitas vezes para jogar futebol de salão na quadra do Astória. A 2ª foto o local indicado pelo especialista é impossível de ter havido esta construção, visto que o Hospital está construido em um terreno em aclive, como quase todo o trajeto da rua Almirante Alexandrino, exceto no trecho já próximo ao Silvestre, no lado oposto ainda temos construções sem nenhum terreno baldio. Pelo estilo de construção, esta casa deveria ser na R. Joaquim Murtinho, pelo lado direito no sentido de quem está subindo Sta Teresa, local onde ainda temos construções similares a esta da foto, o que possibilitaria ao fotografo fazer esta foto de ruas abaixo rua J. Murtinho.

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    1.    De volta para o inferno? Lino, de qualquer forma seja muito bem-vindo!

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  8. Voltei para a minha cota de FF. Lembrando que estreia hoje no Canal Brasil, às 22 horas, o ducumentário "Crônica da Destruição". Vi no cinema e já botei para gravar...

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  9. Pessoal, o Raul Felix me mandou esta nova foto que adicionei e que parece comprovar ser mesmo na Rua Almirante Alexandrino.
    Lino, veja a construção à direita.

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  10. Agora eu estou mais confuso.Qual teria sido demolido?O primeiro da terceira foto ou que está só na segunda.Parece que em ambos os casos dá para conferir,ou não?Tô mais confuso que o amigo de Lino,o O.O.,bom rapaz...

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  11. Boa tarde a todos.
    Belas fotos essas. Como sempre o Luiz arrebenta com excelentes fotografias.
    A primeira, é interessante notar que a escadaria se encontrava limpa, isento de lixo, de mendigos, maconheiros, e bandidos. A foto mostra até uma lata de lixo próximo a um muro, e veja bem, o homem para sentar resolveu colocar o traseiro numa folha de jornal com medo de sujar da roupa. Há muito não via esse tipo de comportamento.
    Os edifícios mostrados na segunda e terceira fotografia, lembram aqueles filmes de Casa Mal Assombrada.
    Aliás, acredito que o Luiz deva se interessar por literatura clássica do RJ. Será que havia especialistas em escrever contos de terror passado nos velhos casarões e edifícios do RJ?
    Está aí algo que não vejo na cultura dessa cidade, ou talvez porque eu desconheça mesmo.
    Em relação ao comentário das 09:41, essa percepção só vem a corroborar quando digo de que a saída da Capital Federal daqui, somente serviu para agradar interesses escusos de muitas pessoas e de muitos lugares também.
    Acreditem: O RJ é um dos lugares mais mal falados do mundo!
    E isso, todos sabemos bem do porque.
    Forças internas e externas da cidade e até do Estado levam as pessoas a terem desse tipo de visão em se tratando daqui.

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    1. Wolf, não tenho dúvidas que a imagem do Rio está em baixa em razão principalmente pela violência. Quanto à MG, que conheço bem, não está muito melhor. Basta acompanhar os noticiários locais que, por óbvio, a maioria esmagadora dos telespectadores do Rio não assiste, além do que tenho filha e genro que fazem parte das forças policiais daquele Estado. Portanto me considero atualizado. E tendo um neto mineiro me preocupo em saber qual a situação de lá. Todavia, morando em um bairro turístico afirmo que o interesse dos turistas, nacionais ou estrangeiros, em visitar o Rio continua. Uma eventual redução é sazonal pois o momento é considerado de baixa temporada. Moro a poucos metros de uma agência de locação de imóveis para temporada e estou atualizado com os índices. Como exemplo uma das unidades do meu prédio é administrada por essa agência e não há uma semana que o imóvel fique desocupado. Portanto, falar mal, por incrível que possa parecer, também atrai interessados. Muitos turistas não deixarão de vir ao Rio pelas notícias sobre o aumento da violência. Se assim fosse algumas cidades da Europa deixariam de ser visitadas pela ameaça de ataques terroristas. A verdade, queiram ou não, é que o Rio continua sendo uma atração internacional apesar das conhecidas mazelas.

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  12. Boa noite ! A primeira foto deve ser antiga, lá pelos idos das décadas de 50/60, pois limpeza igual não existe mais nos dias atuais, no Rio.
    A informação de Raul Felix, no que se refere à segunda foto, está correta. O prédio em referência fica(va) - não sei se ainda existe - porque faz muitos anos (23) que não voltei mais à Santa Teresa, a não aquela vez em que estive na casa do Dieckmann que, diga-se de passagem, nos recebeu (minhas 2 irmãs e eu) muitíssimo bem.
    O tal prédio, onde morou um ex-colega alemão, do Colégio Cruzeiro, foi palco de uma das rodadas de um campeonato de xadrez que fizemos quando ainda adolescentes (ou aborrecentes, sei lá). Fica (ou ficava, já que o estado dele, quando foi tirada essa foto, já era lastimável) sim quase ao lado do Hospital 4° Centenário (que também não sei se ainda existe). Para ser mais exato, o casarão fica(va) 3 pontos de bonde depois do Vista Alegre e 4 pontos de bonde antes do Largo do França. Não sei qual era o seu número.
    Acabei de constatar, atavés do GSV, que o tal prédio não existe mais. Segue enderêço eletrônico do GSV...
    https://goo.gl/maps/rveHJhYtpgL2

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  13. O prédio, ao contrário do que suposto pelo Dr.D, ficava acima do nível da rua (do lado contrário ao que cai) ou seja, do lado esquerdo da rua Almirante Alexandrino, para quem vem do centro da cidade e vai em direção ao Silvestre.
    O que coloquei entre parêntesis foi o que foi publicado em um jornal, nos idos de 1954, ocasião em que desabou um prédio em Santa Teresa, também na rua Almirante Alexandrino (porque resolveram construir mais 2 andares, além daqueles constantes no projeto original. Pelo menos foi o que se comentou na época). Pouco depois do acontecido, saiu um anúncio no jornal, onde se desejava alugar ou vender um imóvel, na aludida rua. Rezava o anúncio, mais ou menos, assim: "Vendo (ou alugo) casa em Santa Teresa, na rua Almirante Alexandrino, n° tal, com as seguintes características.......... E, no final do mesmo anúncio, a seguinte observação: "Do lado oposto ao que cai".

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  14. Para certos órgãos de imprensa(?) é prazeroso falar mal do Rio, como foi no final dos anos 80. Sabemos o que há por trás disso.

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  15. Bom dia! A primeira foto é realmente a Ladeira Frei Orlando, antiga ladeira do Senado, lá em baixo onde agora existe um Pátio que devidos as festividades em homenagem a São Jorge dar se o nome de Pátio São Jorge, Lei Municipal Nº 6074 de 25 de maio de 2016.

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