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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

POSTO DE SALVAMENTO




A primeira foto, de Malta, do Acervo do MIS, mostra a Praia de Copacabana na década de 1910. Este precário Posto de Salvamento (Posto de Sauvatage) está localizado na Avenida Atlântica, ainda antes da construção da calçada junto à praia, que se deu quando do alargamento de 1919. Na foto há um curioso defletor na lâmpada superior do poste de luz (seria para proteger as casas da iluminação excessiva?).
O salva-vidas, então chamado de "banhista", no topo do seu posto de observação, protegido por uma barraca e com binóculos, vigia os que entram no mar. Uma bóia, com uma corda, além de um pequeno barco, são instrumentos de auxílio ao salva-vidas. O trecho poderia ser entre as ruas Figueiredo Magalhães e Siqueira Campos, pelo tipo das casas.
A segunda foto, do acervo do Correio da Manhã, é dos anos 30 e, nesta, claramente vemos que o trecho é entre as ruas Figueiredo Magalhães e Siqueira Campos, pois a mansão à direita é a de meu tio, James Darcy, no nº 1 da Rua Figueiredo Magalhães. Foi demolida na década de 50 para a construção do edifício Vésper.
A terceira foto é da casa de meu tio nos anos 50.

20 comentários:

  1. Acho que havia um igual ao da segunda foto em frente à Francisco Otaviano, no Arpoador. A garotada gostava de subir e brincar de banhista no começo dos anos 50.

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  2. O posto de salvamento mais antigo, que aparece na primeira foto, parece mais bem equipado do que o mais recente, da segunda foto. Sempre achei que uma boia amarrada numa corda era uma maneira inteligente de salvar alguém que estava se afogando. Bastava atirar a boia e puxar o nadador. Belíssima a mansão em que morava seu tio, como já vimos em outras ocasiões no SDR.
    Candeias, havia sim. Até recentemente o esqueleto dele estava lá. Não sei se ainda resiste.

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  3. Bom dia a todos. Os postos de salvamento, na verdade seriam apenas posto de observação, visto que se o guarda vidas tivesse que descer do posto, correr até as águas e depois nadar até chegar ao afogado, ou o afogado já teria morrido afogado ou ambos morreriam afogados, pois ele já chegaria cansado para ajudar o banhista que estava se afogando. Acredito que ele se comunicasse com outro guarda vida que estivesse já na areia, porém como não tinha rádio transmissor, a comunicação deveria ser aos gritos.
    Reza uma história, que um destes observadores reclamou com seus chefes, que nos finais de semana sempre ficava rouco de tanto gritar para os seus companheiros da areia, tentando avisá-los de alguma ocorrência de salvamento e da dificuldade de avistar ao longe um banhista se afogando com a praia cheia. Foi então que o chefe lhe deu um binóculo bom de longo alcance. Este no primeiro final de semana, passou a usar o binóculo, estava maravilhado pois com o binóculo via as pessoas a distância como se estivessem quase ao alcance da sua mão. Eis que de repente observa um banhista a se afogar nas águas. Este imediatamente direciona o binóculo em direção ao guarda vidas que estava na areia, focaliza a cabeça do guarda vidas e então diz bem baixinho. Oh, Joaquim tem um banhista a se afogar bem a tua frente, vai a correr lá salvá-lo.

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    1. Comentarista Lino Coelho,não faças troça com o conterrâneo,já que ficou provado que quem come capim e puxa carroça é o brasileiro!Não fosse isso não taria tento brasileiro querendo ir para Portugal.Não conheço portugueses que sejam insanos a ponto de "virem pro Brasile".

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    2. Dava tempo sim, Lino. Uma vez eu e um amigo estávamos no calçadão em São Conrado e vimos dois rapazes querendo nadar contra a correnteza em uma vala. Corremos até lá, mergulhamos e pescamos os dois numa boa.

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    3. O Anônimo, ficas então a conhecer um Português que está aqui.

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  4. Hoje em dia essas torres seriam completamente inúteis, tanto pela quantidade de pessoas na água como segurança do próprio posto, já que com a ausência do guarda vidas, seus pertences seriam furtados. A praia hoje é uma grande preocupação para a segurança pública a presença do bucólico "banhista" chega a ser patética. Acabei de ver em um telejornal as ações ocorridas ontem em Copacabana evolvendo "menores" na praia de Copacabana e imagino o que esses "banhistas" que atuavam na época das fotos poderiam fazer.

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  5. Os postos atuais viraram depósitos de mercadorias e abrigos para mendigos. Os arrastões continuam e no próximo verão ficarão mais frequentes. Alguém sabe informar se o amigo do nosso patético alcaide já regularizou o IPTU devido?

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    1. A região do Lido é a que sofre com esses arrastões que são praticados invariavelmente por jovens "escandinavos" oriundos da região do Jacarezinho e demais favelas próximas. O coronel Amêndola montou um esquema que deu certo e além de evitar a depredação de um ônibus, acabou "apreendendo" 60 menores. Dizem que a delegacia parecia palco de um concerto da orquestra sinfônica de André Rieu devido ao aspecto dos "apreendidos". Mas ironias à parte, os moradores daquela região terão graves transtornos nesse verão. Ainda acho que para esse tipo de delito, deveriam ser adotadas penas corporais. Duvido que depois de vinte chibatadas no lombo, um moleque desses voltasse a delinquir. Certamente procuraria "aceitar Jesus" em alguma igreja evangélica.

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    2. O Prefeito aumentou o IPTU de todo mundo,para cobrir a dívida do Secretário dele.
      Joel é isso mesmo, é só levar para a delegacia dar 20 chibatas nas costas e depois da um banho com álcool e sal grosso, solta e manda para casa não precisa nem fazer registro policial. Se o pai, a mãe ou um babaca qualquer do DH aparecer para reclamar, recebe a mesma pena em dobro. Garanto que na semana seguinte ninguém mais quebra ônibus, mas se aparecer algum reincidente basta olhar as costas para saber se é reincidente, passa o cerol e manda para a vala. só com tolerância zero, se acaba com a criminalidade.

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    3. Lino Coelho, com soluções paternalistas e politicamente corretas não iremos a lugar algum. No Japão os pais são responsabilizados pelos atos dos filhos. As pessoas acham que esses jovens são dóceis. Não são, desde tenra idade estão habituados a roubar, assaltar, e a viver à margem da lei. Aqui não é a Noruega ou o Japão.

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  6. O casarão daria um belo templo,No térreo salão de espera com Tv digital,ar central,cafezinho e livretos sobre os caminhos da fé.No segundo piso apenas dizimistas e dependentes com cotas menores e no terceiro os tarjas verdes.Uns 4 ou 5 diáconos na ajuda e tudo estaria bem.Em paralelo,cursos a preços módicos,para todos os os males ,menos efeitos políticos,pois estes dependem de trabalho especialíssimos.

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  7. Peralta, o implicante11 de setembro de 2017 12:07

    Tia Nalu é especialista em salvamentos.De antas,sapos e similares.

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  8. Observador de Comentários11 de setembro de 2017 13:32

    O Lino Coelho propõe a volta à barbárie. Medidas duras podem melhorar, mas radicais, como propostas por ele, não dão certo. Nem sei como o Dr. D' não passou o bisturi neste comentário.

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    1. Não seria tão radical quando os comentaristas Joel e Lino,mas gostaria de saber do observador qual a melhor saída?Prende aqui e solta ali como hoje ou prende e não tem retorno?Estou curioso em saber,já que leis existem aos montões sem funcionar.

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    2. Ilustre Observador, me diga então qual é o nome que se dá as condições que vivemos hoje no RJ, bandidos já mataram 102 PM, quadrilhas de bandidos mais bem armados do que a própria polícia, pessoas são assassinadas a sangue frio por se assustarem ao ser abordadas, por reação e por pura covardia do bandido, assaltos a estabelecimentos comerciais a qualquer hora do dia, explosões de caixas eletrônicos, pessoas arrastadas presas ao seu próprio carros, assassinatos de pessoas por balas perdidas diariamente dentro da sua própria casa. Arrastões em toda a parte da cidade, baderneiros quebrando o mobiliário público e veículos de transporte. Tem um ditado que diz: Quem refresca --- de pato é lagoa.

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    3. Observador de inconvenientes11 de setembro de 2017 18:55

      Considerando que o ordenamento jurídico do país é o mais importante, continuar a dar ouvidos a certos comentaristas e seus acólitos que continuam a fazer apologia de regimes discricionários é pura perda de tempo.

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  9. Sr.Pastor das ovelhas desamparadas, desesperadas, etc. Ar no seu tempo a Calango está dentro. Preços módicos e na atualidade fazemos qualquer negócio. Cartas para direção.

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  10. Acho interessante a sugestão do Lino, apenas sugeriria iniciarmos este tipo de castigo para uns moradores ilustres lá de Brasília...

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  11. Ceará,individuo,da forma como a coisa anda nem ventilador está sendo possível.Estamos providenciado leques com propaganda da tarja verde para os próximos meses.Grande espanto!!!!

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