Total de visualizações de página

terça-feira, 27 de março de 2018

TRAVESSIA RIO-NITERÓI


 
Antes da inauguração da Ponte Rio-Niterói, na década de 1970, os carros cruzavam a Baía da Guanabara em barcas. Em feriados e fins-de-semana, nos horários de pico, formavam-se filas quilométricas, com algumas horas de espera. A alternativa era fazer a volta por terra por Magé, percurso longo e desconfortável.
Quem não lembra de como ficava todo mundo parado esperando na Praça XV ou do outro lado na volta? A única coisa boa era que, junto com os amigos, havia a possibilidade de ficar paquerando as meninas dos outros carros.
Durante um período após a inauguração da ponte o serviço de balsas ainda ficou na ativa.
A primeira foto, do início dos anos 70, é muito conhecida na Internet (foi publicada originalmente no “Saudades do Rio” em 2007) e é de autoria de meu amigo Manolo, o feliz proprietário do Corcel marron.
A segunda foto, de meados dos anos 60, é do acervo da Nalu. Mostra o valente Fiat 1100 da tia dela, em meados dos anos 1960. Segundo a Nalu o destino era Araruama e o carro provavelmente é 1947/1948, por aí.

55 comentários:

  1. A foto da balsa é de fato bem divulgada na net e hoje o Biscoito pode descansar,pois os carros são de domínio público. Na outra imagem a Nalu deveria ser estar cercada de implicante Peraltas e Garotinhos na figura de primos e assemelhados.

    ResponderExcluir
  2. Para mim, foi muito agradável saber a origem das fotos, conhecia a primeira, da linha da VALDA. A segunda é da então STBG, ex-Cantareira, e mostra o Fiat 1100, um Fusca 1961 e um Simca Chambord, também do começo dos anos 60. O caminhão é um Mercedes-Benz LP 321, que fez história no Brasil. Interessante, entretanto, era o Fiat. Suas portas abriam em sentido oposto e, de forma semelhante às portas traseiras da Kombi antiga, não se apoiavam em uma coluna central, abrindo todo o vão. Naturalmente, era necessário fechar primeiro a porta traseira, com ferrolhos em cima e embaixo, para se poder trancar a dianteira.

    ResponderExcluir
  3. A única coisa boa da fila do lado de Niteroi era poder beber o Mineirinho.

    ResponderExcluir
  4. Sensacionais as fotos, tanto a do seu amigo Manolo que circula há tempos na internet, quanto a da tia da tia Nalu. Tia da tia tem algum nome especial?
    As filas para a balsa de carros eram um suplício. Valiam a pena pelo que se encontrava do outro lado da poça tal como uma Búzios que era um Paraíso. Acho que a última vez que peguei a balsa foi em 1971 ou 1972 para ir a Vitória visitar uns amigos.

    ResponderExcluir
  5. Era a alternativa mais viável para ir para a região dos lagos. Era necessário ter muita paciência, visto que era um verdadeiro "programa de Índio" essa travessia. A sorte é que na época das fotos não havia violência e a região de Niterói e São Gonçalo era das mais sossegadas. FF. Operação das forças armadas no momento fechou a Grajaú Jacarepaguá e toda a região do Lins está sendo vasculhada. Isso mostra que também a região de "Vila Isabel, Grajaú, Engenho Novo, e adjacências", também sofre com a violência.

    ResponderExcluir
  6. Na segunda foto temos a Bi/Tia,Plinio que devia ser muito corajosa ao enfrentar a estrada com uma galerinha.O Fiat é antológico e as malas amarradas nada mais que um grande ...espanto!!!
    Em 71 ou 72 o Plinio fez um bom programa,com parada em Guarapari e/ou Meaipe.Na época Vix ainda tinha muito a crescer.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Não sei se o Plinio foi a Meaípe, mas eu passei dias ótimos por lá. Chegava cedo na praia, encomendava o almoço num restaurante simples de lá, marcava a hora e ía almoçar por volta das 13 horas frutos do mar e peixes. Com umas boas cervejas. Era tudo de bom. E ainda havia uma menina chamada Elisabetta, se a memória não me falha tanto tempo depois.

      Excluir
  7. Bom dia.

    Minha opinião é de que deveriam ter continuado com o serviço de balsas, pelo menos em ocasiões extraordinárias. Mas hoje seria inviável depois das últimas intervenções na região da Praça XV.

    Qual outro ponto do centro poderia hoje servir de partida para as balsas?

    ResponderExcluir
  8. O biscoito podia fazer uma parada hoje lá no site do André. A postagem está para ele...

    ResponderExcluir
  9. Bom Dia! Como já comentei da outra vez,tinha preferencia pela Valda por que era mais rápida,mais barata,tinham 5 barcas operando (a STBG) eram só 4. e o desembarque era na Ponta D'areia longe da muvuca do centro de Niterói.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Mais uma que aprendo aqui, não sabia que tinha opção de empresa e de local para desembarque em Niterói.

      Excluir
  10. A Ponta D'areia é uma espécie de "São Cristóvão de Niterói" e era a porta de entrada dos subúrbios de lá. Quem morasse e trabalhasse em Niterói era bem servido de transporte público, já que a rede de bondes , ônibus eletricos, e convencionais era bem razoável. Não sou o ucraniano, mas conheci Niterói em 1960 quando estagiava em um escritório de advocacia no Centro.

    ResponderExcluir
  11. O pai da sumida comentarista Evelyn faleceu hoje.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A Evelyn faz falta por aqui. Um abraço para ela. Hoje o dia está ruim, pois faleceu também um companheiro de tênis.

      Excluir
    2. Luiz, agradeço! Está muito difícil, chorando muito...

      Excluir
  12. A barca era tão estável que o caminhão lotado de sacas de batata pode ficar na lateral e na "linha de fundo".
    Tem um carro com pinta de importado, branco com teto preto, atrás daquele pessoal sentado à direita. Deve ser um daqueles com "rabo de peixe", na época já um veterano.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Localizei o carro, mas não consegui identificar. Parece um Chevrolet, ou Ford, entre 55 e 58.

      Excluir
  13. FF Hoje começou uma rotina que há décadas não se via: patrulhas da P.E estão patrulhado as ruas em diversos pontos do centro, da Zona Norte, e da Zona Sul. Os "bons tempos" estão voltando?

    ResponderExcluir
  14. Mais um FF: Mais uma matéria tendenciosa de O Globo, de autoria de um professor de história de viés esquerdista na pág.14, comparando a morte do suposto estudante Edson Luís, na verdade um garçom, ocorrida em 28 de Março de 1968 no Calabouço, com a da vereadora Marielle Franco. Comparação esdrúxula e descabida de situações completamente diferentes e que tem o objetivo de claro de desqualificar as forças de segurança. Existe um comentarista "neste sítio" e que está desaparecido que é profundo conhecedor do assunto e que pode ser mais abrangente e detalhar o fato...

    ResponderExcluir
  15. Típica postagem para levar as viúvas de antanho ao nirvana já que representa o maior dos atrasos e da falta de comodidade e dinâmica que vieram com a modernidade da ponte Rio Niterói verdadeira obra de arte da engenharia moderna e retrato do desenvolvimento.13 quilômetros de modernidade ao contrário das balsas arcaicas que levavam quase duas horas para cumprir seu trajeto deixando os proprietários de carros ao relento e tomando fumaça nas ventas ou ainda rodando 100 quilômetros por Magé.Na inauguração em 4 de Março de 74 era a segunda maior ponte do mundo e um orgulho para os brasileiros.Hoje passam por ela mais de cem mil veículos enquanto no adorado tempo da balsas tudo era no conta gotas com 50 carros por viagem..E tem muita gente com saudades daquelas tralhas aquáticas.Só podem ser adeptos da Glostora e do Biotônico Fontoura.
    Em tempo- Vi que muitos comentaristas andaram clamando pela minha presença especialmente nas postagens das vedetes e mantive o silêncio pois não gosto de confundir as coisas e sinceramente teria que fazer algumas comparações que poderiam melindrar aquelas moças que acredito que poucas estejam entre nós.Teria que falar da modernidade dos tratamentos médicos-odontológicos-estéticos da revolução do mercado da cosmetologia com seus hidratantes,shampoos ,sabonetes e cremes e uma centena de outros avanços do mercado da beleza e seria covardia lembrar do sabonete Phebo,da Colonia de Alfazema e dos absorventes da época. Teria que falar de outras dificuldades daquelas moças e comparar com o mundo de hoje e com as belezas que encontramos diariamente.E teria ainda é questão de gênero para abordar o que poderia levar a outras discussões.Só quero lembrar que continuo sendo Do Contra.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. B.noite,Então eu nasci na baia da Guanabara mais diretamente na ilha da conceição,eu acompanhei toda essa super obra ela foi super útil mesmo só que depois da sua inauguração a nossa linda baia foi totalmente destruída eu sei ,eu comi os peixes siris azulões, camarões, mais agora é um grande esgoto a céu aberto ok

      Excluir
  16. Boa tarde ! Se não me engano, havia um modelo da Simca que era parecidíssimo com esse Fiat 1.100 da segunda foto...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. WHM, a Simca produzia alguns modelos Fiat sob licença. O Fiat 1100 era o Simca 8 e o Fiat 500 era o Simca 6. Os números correspondem aos cavalos fiscais franceses. Depois a Simca lançou a série Aronde e deixou de produzir sob licença. Mas a semelhança entre os Aronde e o Fiat 1400 era bem grande, não no estilo, mas na concepção.

      Excluir
    2. Muito obrigado pela informação, Bis !

      Excluir
  17. No lugar de uma junta universal ( Cruzeta), o eixo cardã dos Simca 8 era acoplado com juntas de borracha e lona. E diziam que os carros antigos é que eram bons...

    ResponderExcluir
  18. Qual foi o ano em que parou a circulação das balsas que transportavam veículos?

    ResponderExcluir
  19. Sobre as fotos de hoje tenho muito a comentar. Comecemos.

    ResponderExcluir
  20. Ao que me lembre, só atravessei a baía em balsa uma única vez, na segunda metade dos anos 1950, para irmos a família toda a uma farofada em Cabo Frio. Meu tio (marido de minha tia) trabalhava nas Pioneiras Sociais e conseguiu um carro num fim de semana para fazermos esse piquenique. Se não me engano, era uma station wagon Ford Fairlane, rosa e branca, muito bonita.

    ResponderExcluir
  21. O Luiz D' fez uma citação a Meaípe às 10:43h da postagem original. Estive algumas vezes lá. Se ele estiver lendo este meu comentário, por acaso o restaurante a que ele se refere era o Cantinho da Curuca, especializado em moqueca capixaba?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Helio, só me lembro da Elisabetta. Do nome do restaurante, não lembro.

      Excluir
  22. Minha primeira ida a Meaípe foi em fins de julho de 1999, nas minhas primeiras férias na IBM e também quando fazia apenas um mês que eu já estava morando com minha atual esposa e suas duas filhas, na época com nove e quatorze anos. Na verdade as férias seriam em Arraial d'Ajuda, mas como a distância era grande fizemos a viagem em três lances: o primeiro até Meaípe, onde ficamos por dois dias; o segundo até Conceição da Barra, no norte do Espírito Santo, quase divisa com a Bahia; o terceiro até nosso destino.

    ResponderExcluir
  23. No ano seguinte nossas férias foram em Conceição da Barra, o tempo todo. Mas tal como no ano anterior fizemos uma parada de um dia em Meaípe, na ida e na volta.

    ResponderExcluir
  24. Nossa terceira ida a Meaípe foi em 2004, porém apenas para comer a moqueca capixaba no Cantinho da Curuca, já que nossas férias eram em Guarapari.

    ResponderExcluir
  25. Entre a primeira e a última vez que estivemos no Cantinho da Curuca houve modificações. Em 1999 o chão interno era de terra batida, com mesas bem compridas e bancos idem. Havia vários aquários ao longo do restaurante, que não tinha paredes até o alto nas laterais. Minha mulher conseguiu convencer a cozinheira a lhe dar a receita de um doce que comemos de sobremesa, não lembro qual, após muita relutância dela.

    ResponderExcluir
  26. Engraçado é que na primeira vez ocorreu o seguinte: na época tínhamos acabado de nos instalar num apartamento em Vila Isabel, perto da Praça Barão de Drummond. Então, na nossa viagem a Arraial d'Ajuda, acordamos muito cedo. Eu havia alugado um Fiat Palio. Entramos no carro, as garotas haviam levado travesseiros e log caíram no sono novamente.

    Saímos pela Teodoro da Silva, pegamos a Radial Oeste e quando estávamos chegando em São Cristóvão minha enteada mais nova acordou e perguntou:

    - Já chegamos?

    Rimos muito. Acontece que a viagem mais longa que elas haviam feito na vida tinha sido a Araruama, onde minha esposa e seu ex tinham uma casa de veraneio.

    Para a garotinha não ficar me perguntando a toda hora se já havíamos chegado, mostrei a ela o indicador do odômetro e falei que só quando o valor ali fosse de x (não lembro quanto) estaríamos chegando.

    No restante da viagem ela não mais me fez a tal pergunta.

    ResponderExcluir
  27. De Meaípe, nessa primeira ida, lembro que logo ao chegar, subindo as escadas da entrada do hotel Gaeta, à beira-mar, minha atual escorregou e caiu de joelhos na escada, rasgando a calça jeans e machucando o joelho.

    ResponderExcluir
  28. No dia seguinte fomos andar ao longo da areia da praia, que tinha um bom declive em direção à água. Eu e minha atual de mãos dadas, ela no meu lado direito, mais próxima à rua, e eu do lado do mar. Como sou um pouco mais baixo do que ela, a diferença ficou mais gritante em virtude do citado declive. Como se não bastasse, temos grande diferença de idade: na época eu estava com 52 anos e ela com 36. Eu com minha sunga preta centenária, ela de biquini azul claro. Ambos com corpos bonitos, pois na época eu malhava quase todo dia, embora nunca tenha sido marombado. Eu nunca primei pela beleza, ela bonita. Tudo isso fazia com que chamássemos atenção e os poucos frequentadores ficavam nos acompanhando com o olhar, para meu completo embaraço.

    ResponderExcluir
  29. No mais, tenho excelentes recordações do Espírito Santo, onde estive muitas vezes: Vitória, Vila Velha, Guarapari, Meaípe, Anchieta, Iriri, Piúma, São Mateus, Conceição da Barra, as belíssimas dunas de Itaúnas, Santa Maria do Jetibá (colonizada por imigrantes da Pomerânia), Domingos Martins (idem, da Alemanha), Venda Nova do Imigrante.

    Banhei-me nas praias de Meaípe, Três Praias, Iriri, Piúma, Praia do Morro, Praia dos Adventistas, Setiba, Ponta da Fruta, Praia Formosa, Guriri, Praia da Barra. Não tive coragem de entrar no mar em Itaúnas. Muito bravio.

    ResponderExcluir
  30. Minha primeira ida ao ES foi a Iriri, na virada do ano de 1975 para 1976. Estava namorando minha ex havia apenas quatro meses. A mãe dela criou o maior caso porque não queria autorizá-la a viajar comigo, porém minha ex fez pé firme e lá fomos nós. Foi nossa lua-de-mel, por assim dizer.

    Minha segunda vez foi no Carnaval de 1977, quando fomos a Conceição da Barra. Minha ex tinha uma colega de serviço no IBGE cujo irmão era da Marinha e tomava conta do farol existente na foz do rio Cricaré. Quando chegamos a Conceição da Barra não havia vaga em nenhum hotel, por isso fomos obrigados a retroceder até São Mateus e ficar numa espelunca de beira de estrada. Éramos minha ex, eu e meu cunhado mais velho. Todo dia saíamos cedo e íamos até Conceição da Barra, passando o dia lá e retornando para São Mateus ao anoitecer. São 22 km de distância entre ambas as cidades.

    ResponderExcluir
  31. Depois voltei ao ES novamente em meados de 1977, 1993, 1997, 1999, 2000, 2001, 2003, 2004 e por último em 2011.

    ResponderExcluir
  32. Em Arraial d'Ajuda uma noite o Gugu Liberato estava jantando no mesmo restaurante que nós, acompanhado por um mancebo. Eu mesmo não o vi porque não o conhecia, porém minha atual e as filhas, sim. Aliás, a mais velha delas, por ser muito comunicativa, havia feito amizade com as filhas do dono do restaurante, de nome Paulo, e toda noite jantávamos lá sem que ela pagasse o valor de sua refeição. O mesmo se repetiu em Conceição da Barra no ano seguinte, quando ela fez amizade com o filho do dono do restaurante que ficava no térreo da pousada onde estávamos. Novamente ela não pagava sua refeição.

    E no Carnaval de 2004, que passamos em Sete Lagoas, onde fomos para eu mostrar a elas as grutas de lá e também a de Maquiné, ela também fez amizade com o filho do dono do hotel onde estávamos hospedados. Passavam o dia na piscina e ele pedia batata frita e outros aperitivos, e ambos os devoravam.

    Como antecipação dessa facilidade de comunicação, quando ela era pequena um dia saiu da escola com minha atual e num momento de distração desta, que estava conversando com outra mãe de aluno, ao procurar a filha encontrou-a sentada no meio-fio de altos papos com um mendigo. Toda alegre, ainda apresentou-o a minha atual pois por coincidência ele e seu pai tinham o mesmo nome.

    ResponderExcluir
  33. E para completar, um dia ela desceu da van que a trazia da escola e entrou em casa chupando bala. Minha atual perguntou onde ela havia conseguido a guloseima. Ela então conduziu a mãe e mostrou: era num despacho de macumba que tinham colocado na entrada da vila onde moravam.

    ResponderExcluir
  34. Ao longo da vida andei poucas vezes em balsa: essa para Niterói e duas no oeste paranaense. Já em ferry boats foram incontáveis vezes: três vezes Grécia, duas na Nova Zelândia, duas entre Alemanha e Dinamarca, mais de uma vez na travessia entre ilhas da Dinamarca, uma na travessia Dinamarca x Suécia, uma na travessia Finlândia x Suécia e muitas vezes entre os fiordes da Noruega. Por sorte nunca peguei tempestade nessas travessias. No máximo tempo chuvoso e nevoento, especialmente na Noruega, onde a corrente do Golfo, de águas quentes, encontra o ar frio da atmosfera e gera nevoeiro. Origem inclusive dos famosos fogs ingleses.

    É a corrente do Golfo que permite aos portos noruegueses ficarem livres de congelamento das águas mesmo no inverno.

    ResponderExcluir
  35. Ah, esqueci mais duas travessias (ida e volta) entre Atenas e a ilha de Paros. O motivo do esquecimento é que nessa ocasião já havíamos devolvido o carro alugado e estávamos a pé. Por isso o ferry boat não me chamou a atenção.

    Saímos do hotel deixando as grandes malas, porque iríamos voltar para ele. Com apenas maletas, pegamos o ônibus elétrico até o porto do Pireu, onde embarcamos num pequeno ferry boat que fez a travessia em cerca de seis horas, com escala numa ilha intermediária, creio que Serifos, mas não tenho certeza. Viajamos no deck ao ar livre, tomando sol. De vez em quando os alto-falantes anunciavam (pronúncia aproximada) "Prozorri parakaló!", que significa "Atenção, por favor!". Não havia anúncio em outros idiomas. Ficávamos sem saber o motivo da fala.

    ResponderExcluir
  36. Chegando a Paros, no dia seguinte pegamos um microônibus de linha normal, cor verde e creme, para a praia de Náussa, no norte da ilha (o povoado principal da ilha fica na costa oeste). Praia muito ruinzinha, não tomamos banho, apenas andamos a esmo pelo litoral, inclusive escalando umas pedras parecidas com as do Arpoador, ocasião em que vimos duas mulheres deitadas trajando apenas a parte de baixo do biquini. Viram-nos e não deram a mínima importância.

    No dia seguinte novamente pegamos outro microônibus de linha normal e optamos pela praia de Pisso Livádi, do lado leste da ilha. Aí sim tomamos banho ali naquele dia e também no dia seguinte.

    Ficamos em Paros cinco dias, depois retornamos a Atenas. Ao final da viagem o outro casal embarcou para Roma e nós, para Paris.

    ResponderExcluir
  37. Bom dia. Geralmente quando "dá ruim" na ponte lembram das balsas. Como há oito anos defendo uma operação mínima, principalmente para essas eventualidades. Nunca usei as balsas (que eu me lembre) e a primeira vez que me lembro de ir a Niterói foi na formatura da minha prima na UFF nos anos 80. Mas não lembro como eu fui. Na verdade só lembro da comemoração na churrascaria em Icaraí... Alguns anos depois eu segui o mesmo caminho.

    ResponderExcluir
  38. De acordo com edições do Jornal do Brasil em março de 1974:
    - Inauguração da ponte no dia 4;
    - A STBG (Superintendência de Transportes da Baía de Guanabara) encerrou as atividades na travessia Rio-Niterói na noite do dia 7.
    - A Valda (Viação Atlântica Ltda.) prometia operar por mais uns 2 meses, com redução de viagens. Não consegui a data exata, mas em junho algumas barcaças, de ambas as empresas, foram rebocadas para a travessia entre cidades gaúchas, Rio Grande e Pelotas, devido à problemas na ponte que lá existia.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Existe uma ponte desativada em Rio Grande, será que não teve jeito e construíram a nova naquela época? Nesse caso as barcaças ainda duraram um bom tempo por lá. A pesquisar.

      Excluir
    2. Tinha uma empresa de ônibus que era Valsa, salvo engano meu. Valda que eu lembro é a pastilha...

      Excluir
  39. FF: primeira rodada da Série D para os times do RJ.

    Grupo A13

    Sábado (04/04) - 16h: Água Santa-SP x América-RJ
    Sábado (04/04) - 16h: Pouso Alegre-MG x Madureira-RJ
    Sábado (04/04) - 19h: Portuguesa-RJ x Portuguesa-SP

    Grupo A14

    Sábado (04/04) - 17h: Maricá-RJ x Velo Clube-SP
    Sábado (04/04) - 18h: XV Piracicaba-SP x Nova Iguaçu-RJ
    Sábado (04/04) - 19h: Sampaio Corrêa-RJ x Noroeste-SP

    ResponderExcluir