Colorizada em 2026 por IA
 |
|
Na época dos paralelepípedos e dos bondes era imprescindível ter a
habilidade de dirigir com as rodas sobre os trilhos dos bondes.
Nas fotos de hoje podemos observar esta manobra em diferentes anos e
locais.
1)
1966 – Rua Barão de Bom Retiro com Rua Dona Romana, lá vai o táxi com
banda branca e banda preta.
2)
1963 – Reboque do Automóvel Clube do Brasil e outro caminhão sobre os
trilhos.
3)
Data e local não identificados. Lá vem a ambulância. Os letreiros à esquerda
estão ilegíveis.
4)
1964 – Rua 24 de Maio. O Aero-Willys do início dos anos 60 e o lotação 251
na contramão, ambos sobre os trilhos.
|
A predileção do SDRL por reboques é marcante. Deve haver qualquer coisa na infância do redator.
ResponderExcluirFoto 1 - Para o Jason Vogel, que teve um Chevrolet 1951, com bandas pretas. E foi ao Uruguai, há coisa de uns 10 anos.
O local parecia Santa Teresa, mas como eu não conhecia o táxi, vi logo que não era.
Foto 2 - Dois Ford F-350. O reboque é nacional, de 1959 e o caminhãozinho é 1957, americano, já com a carroceria moderna que sairia aqui em 1963, porém com a grade modificada.
Foto 3 - A ambulância é Chevrolet, de 1948 a 51. É a chamada Boca de Sapo. Vou ajustar os apelidos, seguindo recomendações.
Foto 4 - Aero-Willys 1962 e um lotação sobre chassis LP-312 (até 59).
Para corroborar vou fazer uma nova publicação sobre o Urubu...
ExcluirBom dia!
ResponderExcluirVias de paralelepípedos são um pouco incômodas, mas mais bonitas e ecológicas. Deveriam continuar assim, pelo menos, nas ruas residenciais.
"Bom dia".
ResponderExcluirOs paralelepípedos causavam muitas trepidações nos veículos e os trilhos pareciam mais estáveis. Além de que na chuva, os paralelepípedos eram mais escorregadios. O risco de ficar sobre os trilhos recaía nos pneus, caso houvesse alguma imperfeição (rebarba).
Algumas ruas ainda são de paralelepípedos ou onde há calçamento deficiente de asfalto aparece por baixo o paralelepípedo original.
Eu acho que a foto 3 é da 24 de maio também. Em frente à Aliança dos Cegos.
ResponderExcluirNa primeira foto aparece à direita a entrada da vila onde mora um conhecido comentarista "deste sítio". A terceira foto de local não identificado da zona norte, aprecem no canto à esquerda "Tião Medonho" e Manoel Godinho. Estariam planejando algum assalto?
ResponderExcluirOs calçamentos com paralelepípedos muito bons para cidades tropicais como o Rio,pena que asfaltaram tudo. Fotos sensacionais ,
ResponderExcluirO paralelepípedo escoa melhor a água e o ambiente fica mais fresco.
Excluir...além de ser mais durável que nosso ordinário asfalto que logo vira buraqueira.
Excluir... Na B.do bom retiro é preciso mesmo asfalto devido ao tráfego intenso. Talvez pudessem usar algum tipo de paralelepípedo com o topo mais regular(não sei se existe).
ExcluirRisco maior de danos aos pneus com sensação de desfile em asfalto.O banda branca já estava em desacordo,Mais parecendo o time do Flamengo.Ser socorrido por uma Boca de Sapo não deixa de ser um espanto.
ResponderExcluirNa época, chama-se a isto "Chapinhar" ( a pronuncia era essa...). Muito bom para rasgar as laterais dos pneus Brasil...
ResponderExcluirNa época do trilhos eu ainda não dirigia mas gostava da sensação de andar sobre os trilhos. Os trilhos molhados não escorregariam mais que os paralelepípedos?
ResponderExcluirBom dia a todos. Belas fotografias, os trilhos de bondes eram ótimos para rasgar pneus, sempre dirigi cortando os trilhos e andando entre eles, era sempre a melhor pavimentação das ruas de paralelepípedos. Como não sou tão velho assim, visto que quando tirei a minha carteira de motorista já fazia anos que os bondes tinham saído de circulação, mas como sempre ia a Santa Teresa, lá dirigia desta maneira. Realmente a foto 3 parece a R. 24 de Maio como disse o Luiz Antônio, se do lado direito desse para ver o muro ou as grades da linha de trem, confirmaria com certeza o local.
ResponderExcluirVocê anda numa rua ou estrada calçada com paralelepípedos, em Portugal, e parece asfalto. Quando trocaram o pé-de-moleque por paralelepípedos, nos anos 50, as ruas de Santa Teresa eram perfeitas; os operários da Light trocavam os dormentes e continuava tudo liso. Hoje é vala atrás de vala, há lugares com buracos crônicos, apesar de chumbarem as pedras no piso de concreto. Acho que alguém desaprendeu... um dia, conversando com um "engenheiro" da Prefeitura, ele teve a petulância de me responder: "Ah, paralelepípedos de Santa Teresa não têm jeito".
ResponderExcluirNunca mais falei com este cidadão.
O Corinthians já mandou o tampão para o seu devido lugar e o Flamengo insiste no Mosquito sem pilha que a cada dia está mais enrolado sem saber o que fazer.Ja passou para o quarto e breve vai estar na cozinha.Estou injuriado e cansado de tocar está corneta.
ResponderExcluirJá identifiquei o local da foto 3. Podem dar seus palpites, pois à noitinha vou revelar. Só digo que é na zona norte.## A foto 1 é anterior à 1966.
ResponderExcluirNa terceira foto tem um "poste" inclinado à esquerda, talvez uma cancela de trem. Nesse caso um dos "meliantes" citados pelo Joel estaria disfarçado de "o homem da cancela", com quepe e uma muito pequena guarita, que pode ser só uma cobertura mínima.
ResponderExcluirEsses detalhes podem ajudar a identificar o local.
Fora de foco: Jair Bolsonaro foi atacado à faca em um ato de campanha em Juiz de Fora. Ele está fora de perigo devido apesar de não estar usando balístico. Perdeu pouco sangue e está fora de perigo. O vídeo é impactante. O agressor foi preso em flagrante e responderá por tentativa de homicídio.
ResponderExcluirLamentável sob todos os aspectos. O radicalismo, a intolerância, que separam os brasileiros não leva a nada bom.
ResponderExcluirSoube por um colega de Juiz de Fora que houve uma lesão no fígado e numa alça intestinal. Será operado pelo Dr. Glaucio.
Cada vez mais vamos para o fundo do poço.
Caramba, teremos agora uma enxurrada de "teorias da conspiração", de todos os lados, de todas as matizes políticas e partidárias, de todas opiniões. Enfim, é triste; mas, são os caminhos, duros e trabalhosos da democracia. A desejar pronta recuperação ao candidato.
ResponderExcluirO imbecil conseguiu transformar o ... nem sei como chamá-lo em vítima. Um desequilibrado que pode aparecer em qualquer lugar. Mas as teorias conspiratórias já estão a todo vapor por causa da antiga filiação política desse imbecil.
ResponderExcluirDr. D', o dano no fígado foi descartado. Houve lesão nos dois intestinos.
Ele é bem intencionado. Torço muito para que recupere a saúde.
ResponderExcluirLamentável. Se um atentado contra a vida de qualquer cidadão tem que ser apurado com rigor, imagine quando é contra um representante do povo, seja deputado, senador, vereador ou qualquer outro cargo conquistado pelo voto popular, independente de ser candidato a presidente da república ou não.
ResponderExcluirPor mais que tenha defeitos, não queremos ver a democracia sofrendo atentados.
Lamentável sob todos os aspectos o ocorrido em Juiz de Fora.E assim um marco contra a democracia.Espero que a vítima se recupere bem.
ResponderExcluirBrasil, o país da piada pronta até em episódios de alta gravidade.
ResponderExcluirO Bispo que tentou matar o Messias.
Colaborador Anônimo, ontem, 18:00h ==> a sugestão é boa. Tenho o Shazam no meu celular. O problema é que meus dois tape decks deram defeito e não acho quem os conserte. Inclusive um deles já joguei no lixo reciclável.
ResponderExcluirGraças ao Shazam consegui identificar como sendo Muslim Magomaev o cantor de uma versão da belíssima canção napolitana "O Marenariello", composta em 1893 por Gennaro Ottaviano e Salvatore Gambardella. Por sinal, ela está na minha lista das mais lindas canções de todos os tempos. Magomaev (1942-2008) era natural do Azerbaijão. Cantava desde óperas a jazz e músicas românticas.
ResponderExcluirQuem tiver curiosidade, o link https://youtu.be/2vbvB11DC74?is=HqNOtxALx_rhvPuG mostra essa performance dele.
Se o Luiz ler meu comentário acima, gostaria de saber se com o conhecimento dele de italiano ele consegue entender a letra em dialeto napolitano.
ResponderExcluirAinda na foto 1, os trilhos que aparecem eram da linha 75 - Lins de Vasconcelos. Quando voltei para a vila, em 2006, parte deles ainda era visível nessa esquina. Uma obra de troca da canalização de gás teve de cortá-los e a posterior asfalto liso os tapou de vez.
ResponderExcluirQuanto ao ônibus, estou na dúvida se seria da linha 606 - Engenho de Dentro x Praça da Bandeira (antiga S-87). A favor dessa hipótese temos a inicial 2 do número de ordem, já que a empresa que opera essa linha, a Rodoviária Âncora Matias, ocupa a faixa 25500. Contra a hipótese tem as faixas na pintura do ônibus, que não lembro serem assim. Uma outra hipótese é ser ele da antiga linha 106 - Lins x Urca, renumerada para 442 na época do Fontenelle e operada pela ETAL - Empresa de Transportes Auto Lotações. A disposição das cores parece coincidir com a do ônibus da foto, porém não sei a faixa de numeração usada na empresa.
ResponderExcluirQuanto ao letreiro parecido com o de um posto de gasolina, à esquerda do ônibus, era de uma garagem ali existente. Foi demolida há muitos anos e atualmente é um enorme terreno baldio pertencente à AIACOM, já citada acima. Nos fundos dele, embora não pertencente ao terreno, há um CIEP, cuja entrada é numa viela ao lado do antigo cinema Santa Alice.
ResponderExcluirJá a banca de jornais da foto hoje em dia fica em outro local, mais próximo da esquina e dos meios-fios. Quando meu padrasto era vivo, trabalhou algum tempo nela.
ResponderExcluirQuanto à última foto, o trecho parece o da 24 de Maio já chegando à estação do Méier, em virtude daquele aclive em reta. Há um posto de gasolina Atlantic na foto, que parece ser parte do bem maior existente hoje em dia lá no local, na esquina com a rua Maria Calmon.
ResponderExcluirO lotação da linha 251 deve ser o Engenho de Dentro x Castelo.
Aqui no Engenho Novo só há duas escolas públicas, porém muito distantes uma da outra: um CIEP com entrada pela viela ao lado do antigo cinema Santa Alice, e a escola Sarmiento (antiga Argentina), que já foi fruto de postagem aqui no dia 24/02/2022, situada na 24 de Maio, quase esquina com a rua Bela Vista. Distam entre si "apenasmente" 1350 metros. Outra escola é a Noel Rosa, no antigo Jardim Zoológico.
ResponderExcluirO AIACOM é frequenta basicamente pelas crianças de parte do morro São João; a Sarmiento o é pela outra parte do São João e pelas da favela Rato Molhado. As instalações da Sarmiento são antigas, quase as mesmas da época de sua inauguração, há 100 anos. É lá que eu terei o prazer de anular todos os meus votos na próxima eleição, já que ali fica a seção eleitoral onde estou cadastrado. Por isso conheço o interior da escola. É triste de ver.
Não estou falando do Colégio Pedro II, situado a uns 200 metros aqui de casa, por ser de outro nível.
Escolas particulares aí é ainda pior: só há o Colégio Araújo Rocha, na rua Condessa Belmonte, quase esquina com Dona Romana.
Pais de classe média só dispõem desse acima citado, se não conseguirem colocar o filho no Pedro II.
A princípio continuarei acompanhando os comentários. Essa sempre foi uma região de passagem para mim. Os assuntos paralelos podem dominar a discussão como vem acontecendo. Por exemplo, feriadão bem molhado com previsão de chuva por quase toda a semana. Previsão de "máxima" para amanhã de 19°.
ResponderExcluirA famosa IA escolheu a cor amarela para o teto do ônibus, mas na foto original em P&B o tom é mais escuro que a faixa logo abaixo do vidro traseiro, que também ficou amarela na colorização.
ResponderExcluirNo ano de 2028 será a última vez que votarei por obrigação de lei.
ResponderExcluirEstou pensando na possibilidade de fazer em 2029 uma cerimônia de incineração do meu título de eleitor, em frente ao belo hall de entrada do TRE na Rua da Alfândega.
E me declarar anarquista no sentido original da palavra, pois o que não falta é anarquista extra-oficial entre os políticos profissionais do Brasil.
Hélio Ribeiro, você pode fazer essa pesquisa sem precisar nenhum aplicativo, basta abrir o google e clicar no microfone que fica no canto do campo onde se digita. Logo nas primeiras notas aparecem todas as informações da música.
ResponderExcluirSim, mas como eu não tenho mais tape deck não tenho como tocar as músicas para o Google identificar.
ExcluirPaulo Roberto, 09:48h ==> pois é, acho que as cores reais eram saia azul escuro, faixa amarelo claro, teto verde, o resto cor de alumínio. Por isso creio ser da linha 106 - Lins x Urca, renumerada para 442. Lembro que já nos anos 1970 eram Mercedes-Benz monoblocos, de cor amarelo vivo e não passavam naquele ponto da rua porque ela tinha virado mão única no sentido inverso
ResponderExcluirFiquei me perguntando o que seria no lugar da AIACOM na época da foto, já que a AIACOM foi fundada em 1992 e a foto é de 1966. Hoje quando acordei o doutor alemão ainda estava dormindo e me lembrei que ali era antes a fábrica das coberturas de alumínio Zetaflex, pelo menos quando me mudei a primeira vez para cá, em 1973. Era um material de boa qualidade e minha primeira casa no bairro tinha a entrada lateral coberta com esse material, nas cores azul e branco. Isso em 1978. Está lá até hoje, intacto e perfeito, fora uma perfuração de bala ocorrida no dia da conquista da Copa do Mundo pelo Brasil, em 1994.
ResponderExcluirNaquele dia o jogo havia terminado. Escutamos o barulho do impacto de algo batendo no Zetaflex. Desconfiamos do que seria. Vimos o furo na cobertura de alumínio. Procurando no chão, encontramos a bala embaixo de um armário. Era de calibre pequeno, talvez .22" ou .32".
ExcluirHelio, o dialeto napitano, de vez em quando, é difícil até para italianos.
ResponderExcluirLi que o napolitano é considerado pela UNESCO um idioma à parte, e não um dialeto.
ExcluirQuando estive em Roma, uma camareira do hotel falou com outra e esta não conseguiu entender. Teve de pedir ao gerente para traduzir. Não sei qual dialeto ela usou.
ResponderExcluirEm vários países europeus acontece este problema: Itália, Alemanha, Suécia, a ex-Iugoslávia, a ex-Tchecoslováquia.
ResponderExcluirHelio, se achar, te mando dois escoceses entrando num elevador comandado por IA e onde eles teriam que dizer qual andar iriam. Nem era questão de dialeti, apenas sotaque. É hilariante.
ResponderExcluir