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Hoje
é o Dia do Professor. Para homenageá-los temos fotos do Instituto de Educação,
na Rua Mariz e Barros.
Tudo
começou no final do século XIX com a criação da Escola Normal da Corte.
Funcionou em vários locais antes de ir para o atual endereço.
E
o início das aulas neste novo prédio deu-se de maneira curiosa: com o prédio
pronto, os convites para a inauguração, que seria no dia 12 de
outubro de 1930, foram distribuídos. Acontece que, em outubro, explodiu a
revolução vitoriosa de Vargas. Começaram a correr boatos de que tropas gaúchas
iriam aquartelar-se no Rio, mais precisamente no prédio recém-construído da
Escola Normal. Os alunos e professores, temendo a invasão do prédio, carregaram
todos os móveis e livros das antigas instalações para as novas. Assim
garantiu-se a inauguração da atual sede da Escola Normal!
Foto
1: restauração da piscina em 1955
Foto
2 e 3: provavelmente dos anos 40.
Foto
4: anos 70.
Para
terminar a homenagem cito alguns grandes mestres do Colégio Santo Inácio, que
muito me ensinaram:
Aderaldo
Sampaio / Afonso Pontes / Alvaro Dutra / Anibal Espinheira / Antonio Mendes / Arthur
Sette / Augusto Rainha / Cloves Dottori / Domingos Cegalla / Edmar Mattos / Eduardo
Motta / Fernando Bomilcar / Gilberto O. Castro / Guilherme Frota / Guimarães
Correa / Jacques Chambriard / José Gonçalves / José Gualda / José Rodrigues / José
Stamatto / Lincoln Mesquita / Lucas Mauro / Marco A. Paiva / Mauricio Leite /
Nelson Mariano / Odette Mathieu / Olimpio Araújo / Renato Magno / Ricardo Rossi
/ Sergio Escarlate / Sergio Linhares / Sergio Regina / Villas Boas / Waldir
Cortinhas.
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Bom Dia ! Era o sonho dourado de quase todas as Normalistas namorar com um estudante do Colégio Militar,e depois de formados casarem na capela do Colégio.
ResponderExcluirJustíssima homenagem àqueles que são indispensáveis. Pena que sejam tão desvalorizados.
ResponderExcluirO que funciona atualmente no Instituto de Educação já que o Curso Normal não existe mais?
O Instituto de Educação funcionou até 1930 no Estácio, onde após sua transferência para o prédio da rua Mariz e Barros passou a abrigar as instalações do Colégio Fagundes Varela, demolido juntamente com quase todo o bairro do Estácio para a construção da estação do Metrô. Minha avó, minha mãe, minha tia, e diversas primas estudaram e se formaram professoras no I.E. Eu fiz o meu curso primário nessa modelar instituição de ensino e só tenho a agradecer. Infelizmente a educação chegou em seu nível mais baixo no Brasil. Estive ontem na "Feira Hippie" em Ipanema e conversei com diversas pessoas e vi como falta cultura e conhecimento na maioria das pessoas. A maioria não sabia da existência de um "Estado da Guanabara" ou de que aqui um dia foi "Distrito Federal". Não tal a menor noção de "tempo e espaço". Mas entre os mais incultos prevalece a unanimidade que Lula é um injustiçado, Bolsonaro é um "torturador", e que "não existe o kit gay". Malba Tahan certamente deve estar se perguntando lá no astral onde vive: "Onde foi que eu errei?"
ResponderExcluirBoa tarde, Luiz, pessoal,
ExcluirJoel, boa lembrança do professor Melo e Souza, que lecionou no IE. Era um dos bons exemplos de educador que meu Pai costumava citar.
Presto aqui minha homenagem aos professores e em particular à minha esposa Teresa professora de francês e português.País sem educação nao progride.
ResponderExcluirInfelizmente nossos políticos só lembram de falar em educação nas eleições. Base de tudo,é totalmente esquecida e isso interessa para manutenção dos votos dos menos esclarecidos.Vejam o que é feito com os professores no país .Um grande espanto.
ResponderExcluirBom dia a todos. Profissão tão importante e tão desvalorizada nos dias de hoje, porém altamente aparelhada pelos partidos de esquerda, que desvirtuam o seu objetivo principal que é ensinar, para formar novos soldados da causa, sem mesmo dar a opção do jovem fazer a sua opção. A maioria das Escolas Públicas desde as de ensino fundamental as universidades nos dias de hoje são dirigidas por pessoas ligadas diretamente aos partidos de esquerda, como o PT e o PSOL.
ResponderExcluir"Bom dia".
ResponderExcluirFui a primeira "cobaia" da minha irmã, que continua dando aulas. O curso normal, no sentido de formar professores, foi esvaziado com a obrigatoriedade do curso superior. Hoje ainda existe, mas só como obrigação curricular de ensino médio em contraponto ao ensino médio profissionalizante.
Dentre os professores relacionados, fui aluno de José Stamatto na antiga Faculdade Nacional de Filosofia e depois seu col2ega de trabalho, na Rede Estadual...
ResponderExcluirO dia dos Professores me traz saudosas recordações.Ah...Neusa, onde você está?
ResponderExcluirKKKKK,sai da toca para emanar dor de cotovelo!!!!
ExcluirA qualidade das escolas e universidades são fundamentais na formação de um cidadão. A excelência das escolas é primordial para a existência de uma sociedade desenvolvida, porém escolas de má qualidade tem consequências catastróficas na vida de uma nação. As escolas e universidades sempre foram uma preocupação para o regime militar, já que inúmeros terroristas e "elementos perniciosos" eram infiltrados nessas instituições com o objetivo de propagar suas doutrinas espúrias e naquele momento, ilegais. Elementos como um certo professor comunista foi exilado, retornou devido à Lei da Anistia, foi ministro da Fazenda, foi eleito duas vezes presidente da república, e foi o principal artífice das privatizações, da redução de benefícios da previdência, e também foi o principal incentivador dos "planos de saúde". É pouco? Não, para complementar possui um apartamento nos "Champs Elisées" em Paris no valor de onze milhões de dólares. Os protestos estudantis de 1968 foram principalmente devidos às ações desses elementos. Muitos supostos estudantes foram presos, outros foram torturados, e muitos desapareceram. Teriam razão os militares? O fato é que sem entrar no mérito dos atentados terroristas, assaltos, sequestros, etc, praticados pela esquerda, a resposta foi dura e implacável por parte dos militares. Morreram inocentes? Sim, e toda e qualquer violência é lamentável mas naquele momento necessária. Hoje, 50 anos depois, esses mesmos "elementos perniciosos" em 1968 retornaram ao Brasil, se elegeram para cargos eletivos, aparelharam as instituições nacionais, e o resultado é a educação sucateada ao extremo, os hospitais destruídos, e mais de 60.000 homicídios por ano, sem contar a doutrinação comunista praticada nas escolas e universidades que resultou em invariavelmente elementos fracassados profissionalmente, desempregados ou sub empregados, morando em periferias ou cercanias, mas que completamente "anestesiados", ainda acreditam em "papai Lula". Além do mais de o país foi literalmente saqueado. Teriam razão os militares? Talvez tivessem se excedido em alguns fatos pontuais, mas nada comparável com os assaltos, arrastões, homicídios, e estupros que acontecem diariamente...
ResponderExcluirEsta talvez seja a categoria profissional mais desvalorizada do Brasil. Guardamos em nossos corações todos os professores que contribuíram para nossa formação cultural e até mesmo social. Lembro com carinho especial de minhas professoras do pré primário e primário na escola pública Shakespeare, na Rua Jardim Botânico, onde estudei antes de entrar no Admissão do Santo Inácio. As tínhamos como verdadeiros ícones! hoje, xingam as professoras, não respeitam mais ninguém. É a total falência do Estado, da educação e dos princípios morais.
ResponderExcluirTia Nalu teve um aluno nota 10 que só tinha nove dedos....
ResponderExcluirOs mestres merecem as congratulações de hoje, apesar de tudo que dissermos possa parecer apenas uma tentativa de consolar a classe na atual situação que muitos deles vivem.
ResponderExcluirO também citado Domingos Cegalla participou de minha educação através de seu livro.
Houve censura sobre os progressos do movimento dos tenentistas e dos governos do Rio Grande do Sul, Minas e Paraíba, iniciado em 3 de outubro de 1930, até que no dia 24 do mesmo mês comandantes do Exército e da Marinha tiraram o Washington Luiz do poder e o povo pode ser informado sobre o avanço dos rebelados. Então a notícia divulgada antes de 12 de outubro de 1930, sobre a ocupação do novo prédio do instituto deve ter sido de "boca em boca" para acelerar motivar a rapidez na mudança. Hoje seria chamada de "fake news" motivacional.
Para concluir: uma junta militar governou durante 10 dias e após conversações até com Osvaldo Aranha, em 3 de novembro de 1930 passou o governo para Vargas, após sua viagem, que segundo contam, cheia de paradas pelo caminho para dar tempo às negociações e chegada de tropas revolucionárias que eventualmente poderiam ajudar nos argumentos. Consta que o almirante que fazia parte da junta não queria "largar o osso" do poder. E quem comanda navios de guerra pode causar bons estragos.
FHC como presidente da república errou muito, principalmente a partir da lei de reeleição e seu segundo mandato foi tão ruim, principalmente para a classe trabalhadora, que ajudou a eleger o Lula em 2002. Do alto de sua empáfia, Fernando Henrique deve ter achado que o PT seria um fracasso total e que o PSDB voltaria nos braços do povo em 2006. Aliás não voltou até hoje e tudo indica que os Tucanos vão ter que mudar de "fantasia" e se misturarem em outros ninhos para ter boa votação a nível nacional novamente.
ResponderExcluirPorém é preciso corrigir: FHC foi candidato ao Senado em 1978 e chegou a suplente do senador Franco Montoro antes da Lei da Anistia, ou seja, não é um dos anistiados de 1979.
A Dilma Rousseff também foi citada, mas só no dia 12/10, como uma das pessoas que retornaram após a Anistia de 1979, porém foi libertada pela própria Justiça Militar uns 5 ou 6 anos antes e se mudado para o Rio Grande pouco tempo depois do fim da reduzida pena de prisão.
Acabei confundindo as datas. Na verdade FHC retornou "espontaneamente" em 1968 depois de um exílio no Chile, mais ou menos na mesma época em que Chico Buarque retornou da Itália. A "calmaria" durou pouco, pois o protesto no F.I.C no Maracanãzinho e as bombásticas declarações de Márcio Moreira Alves em Setembro acabaram por precipitar o A.I.5 em Dezembro. Mas o "homem da foto" não teve a oportunidade de presenciar o desenlace desses acontecimentos, já que morreu vitimado por um ataque cardiaco no final daquele mês. Se fosse vivo em 13 de Dezembro daquele ano, iria "debochar do A.I.5? Teria sido perseguido pelos militares se fosse vivo? Afinal não foi ele quem disse que no Brasil "cada um conhecia o deu lugar?"
ExcluirÉ triste que esse espaço de evocação do Professor e seu dia seja utilizado por um dos comentadores para louvar os militares, casta que odeia a educação, a cultura e o conhecimento, e que se aproveita do atual governo corrupto que apoiam para obter ainda mais benesses e para exercer seu autoritarismo ignorante de sempre.
ResponderExcluirNão creio que o Luiz se lembre dos nomes completos de tantos de seus professores do Santo Inácio, décadas após ter saído de lá. Certamente ele consultou uma relação com tais nomes.
ResponderExcluirEu lembro apenas o prenome de alguns professores que tive ao longo da vida. No primário, donas Alayde, Celina, Marita e Marina. No admissão, professores Ivan, Delane e o pai deles, que todos chamávamos apenas por “general”.
Nos sete anos de Pedro II, só lembro do Délio, da Evangelina, de um professor que apelidamos de “Pinduca”, do Sá Roriz (o único que quase me reprovou em toda a minha vida). Nome completo, só lembro de um, por causa do modo como ele se vestia e se apresentou para nós. Era o professor de Inglês da quarta série ginasial. Trajava sempre terno preto, portava u’a mala de couro com alça, trazia sempre um guarda-chuva. E no primeiro dia de aula, ao se apresentar, falou pausadamente seu nome, dando um intervalo entre cada componente do mesmo: Thomaz Newlands Netto. Tirei dez o ano todo com ele, embora não tenha nenhuma simpatia pelo idioma inglês.
No vestibular, só lembro do Deusdedith (Matemática) e do Arnaldo (Desenho).
Na faculdade, só lembro da Lucy Geisel, filha do famoso general-presidente.
Quanto ao professor Arnaldo, do curso de vestibular, lembro que ele passava uns exercícios de Descritiva que eu não entendia patavinas. Ficava desesperado, acompanhado por toda a turma, que também estava mais perdida que cego em tiroteio. Durante todo o primeiro semestre, eu olhava para o quadro-negro como o burro olha pro castelo. Ao final do semestre, o professor deu uma bronca na turma, dizendo que nenhum de nós passaria no vestibular.
ResponderExcluirAí entraram as férias do curso e também consegui o mesmo no trabalho. Então passava o dia em casa, tentando entender os exercícios. De repente, “eureka!”. Saquei o mistério. Dali em diante, ele podia passar o exercício mais escabroso e escalafobético que eu tirava de letra.
Na quarta série ginasial, chegou a época das provas finais. Numa tarde, estávamos lá para fazer a de Desenho. A professora se atrasou. Os elementos bagunceiros da turma começaram a fazer barulho, atrapalhando as outras turmas em prova. Aí o bedel, um cara baixote, muito branco, com cara e porte de boxeador, de nome Helio Limp, que o colégio todo apelidou de Helio "Marafa", chegou na porta da sala e mandou todos nós formarmos lá na entrada do colégio. Chegamos lá, ele deu a ordem de “cobrir” e logo a seguir, apontando direto para a saída com o braço esticado, gritou: “Rua!”. E lá fomos nós para a rua. Aí ficamos sem saber o que aconteceria quando a professora chegasse e não houvesse a turma. Será que daria zero para todos? Por sorte um colega nosso, de nome Sérgio Salvador, era sobrinho dela. Ele foi até o telefone de uma padaria próxima e ligou para ela, explicando o sucedido. Ela então disse que não iria até o colégio e remarcaria a prova. Foi a nossa salvação.
ResponderExcluirPor uma dessas muitas coincidências que aconteceram na minha vida, lá pelo ano de 1976 eu trabalhava no IBGE e um dia dei de cara com o Helio Limp, que estava também trabalhando lá, porém na sede, na avenida Franklin Roosevelt, no Departamento de Pessoal. Dali em diante volta e meia eu o encontrava, quando ia até lá levar algum relatório do computador.
ResponderExcluirQuanto ao professor de Desenho apelidado de “Pinduca”, ele não tinha nenhuma moral com a turma, também a da quarta série ginasial. Nossa sala ficava no anexo do colégio. Era um conjunto de seis salas seguidas, com janelas de um lado e um espaço entre o teto e a parede do outro lado. A aula do Pinduca era sempre a última. Antes que ele chegasse, os bagunceiros bloqueavam a porta da sala com cadeiras para ele não entrar. Ele ficava batendo na porta e os bagunceiros respondiam “Hoje não queremos aula, não!”. O caso só era resolvido quando o Pinduca pedia a presença do Helio Limp (citado no comentário anterior), que chegava e ordenava a abertura da porta. Enquanto isso, alguns desenhavam no quadro um bolo de aniversário e colocavam palavras de parabéns para o Pinduca. Quando ele finalmente entrava, um dava o grito “Hoje é aniversário do professor!”. E todos cantávamos “Parabéns pra você”, ignorando o Pinduca, que dizia repetidamente que não era aniversário dele, não. Toda vez isso ocorria.
ResponderExcluirUma vez, diante da negativa de que não era seu aniversário, alguém gritou “É aniversário da mãe do professor!” e lá fomos nós cantar o “Parabéns pra você”.
ResponderExcluirAlguém se lembra de um quadro humorístico da TV, em que um grupo de fiéis imitava uma procissão, precedidos por um ator que levava uma imagem santa? Era um quadro de viés político, em que o ator que ia à frente falava "Irmãos, isso assim assim" (alguma medida polêmica ou antipática tomada pelo governo) e os “fiéis” caminhavam lentamente repetindo “E vai seguindo a procissão, e vai seguindo a procissão!”. Alguém se lembra? Pois é.
ResponderExcluirUma vez um de nós achou uma imagem de um santo em madeira compensada, certamente oriunda da matéria de Trabalhos Manuais. E conseguiram um sininho, daqueles que as madames usam para chamar o mordomo. Quando o Pinduca entrou na sala, um dos alunos da primeira fileira se levantou, erguendo a tal imagem do santo, seguido por toda a turma, enquanto um colega, de nome Antônio Valente Branco, tocava o sininho. E a turma toda, nas várias fileiras, andou para a frente em direção ao Pinduca, falando “E vai seguindo a procissão, e vai seguindo a procissão!”. Acabamos encurralando-o contra o quadro-negro. Aí ele avançou contra o Antônio, tentando tomar-lhe o sino das mãos. Mas antes de chegar até ele os alunos das carteiras anteriores esticaram os braços transversalmente de uma carteira até a do lado, impedindo a passagem do professor. Foi uma luta dele contra os alunos, até que ele conseguiu pegar o sininho.
Doutra feita, o Pinduca perguntou à turma quem gostaria de desenhar algo no quadro-negro. Apresentou-se o Antônio Valente Branco, que era muito hábil em desenho. Com o giz ele traçou uma rua ladeada por casas do tipo colonial, com uma calçada e um poste de rua daqueles alimentados a gás. Ficou muito bonito o desenho, até parecia um quadro de pintura. Para completar a paisagem, o Antônio desenhou um cachorro com a perna traseira levantada fazendo xixi no poste.
ResponderExcluirO Antônio Valente Branco era bem branco, baixinho e com uma barriga grande e flácida que quase caía sobre o cinto. Era unha e carne com outro colega, o Carlos Alberto Moutinho.
Muitos alunos saíam da sala durante a aula do Pinduca. Iam até o pátio, enchiam as mãos de brotos de manga e jogavam tudo dentro da sala, pelo espaço entre o teto e a parede lateral. Realmente, o Pinduca não tinha a menor moral com a turma.
ResponderExcluirAntes de entrar para as salas, as turmas formavam no pátio traseiro do colégio, e esse pátio era dois ou três degraus mais baixo do que o nível do resto do colégio. Turmas formadas, os inspetores ficavam nesse nível mais alto, observando a formação.
ResponderExcluirUm dia contrataram um inspetor bem moreno, e sei lá por que cargas d'água ele recebeu o apelido de Rin-Tin-Tin. Quando as turmas estavam formadas, os alunos começavam a falar "Rin-Tin-Tin" em uníssono e compassadamente. Se você notar bem, dá para falar isso apenas entreabrindo os lábios, embora em tom baixo. Mas centenas de alunos fazendo o mesmo, o resultado era bem alto. O Helio Limp, furioso, tentava descobrir quem estava falando. Então ele descia os degraus e começava a andar ao longo das fileiras de alunos das turmas. Obviamente, estes paravam de falar, mas todo o restante das turmas continuava no mesmo tom. Era inútil ele tentar descobrir os arruaceiros.
O resultado é que o tal inspetor não durou muito tempo lá.
Também outra coincidência ocorrida comigo foi em 2018 eu fazer uma consulta com um urologista na rua Jardim Botânico cujo sobrenome era Balassiano. Acontece que um dos mais bagunceiros alunos da minha turma se chamava Roberto Balassiano. Puxando assunto com o médico, descobri que eram primos um do outro.
ResponderExcluirEm 04 de outubro do ano passado resolvi pesquisar quem havia falecido dos 65 colegas com quem havia estudado ao longo dos quatro anos do ginásio no Pedro II. Descobri que 17 deles já não estavam mais entre nós. Porém o site só registra óbitos no Estado do Rio de Janeiro e a partir do ano de 2007. Portanto, a quantidade de falecidos pode ser maior.
ResponderExcluirEsqueci de dizer que o apelido "Pinduca" do professor derivava do fato de ele ser completamente calvo.
ResponderExcluirMinha primeira esposa era formada como professora, porém exerceu a função por muito pouco tempo, preferindo o trabalho no IBGE. Deu aula de supletivo na Escola Municipal Prudente de Moraes, na rua Enes de Sousa, na Tijuca, perto da Praça Saens Peña. Foi na saída dessa escola que marcamos nosso primeiro encontro, embora já nos conhecêssemos há vários meses no IBGE, embora sem maiores intimidades. Dei uma carona para ela até sua casa, em Madureira. Dali em diante engatamos o namoro, noivado e casamento.
ResponderExcluirTambém era formada em professora uma outra garota que conheci e de quem gostei bastante. Mas ela nunca exerceu a profissão. Meu rápido caso com ela foi imediatamente precedente ao com minha primeira esposa, acima citada.
Mas que piscina suja!
ResponderExcluirNestes oito anos minha irmã se aposentou de uma de suas matrículas no estado e na outra faltam aproximadamente dois anos. Ela acredita que até o final de 2028 consiga sair de vez.
ResponderExcluirCada vez mais eu me lembro menos dos nomes dos meus professores, exceto os mais marcantes. Praticamente todos os de matemática e de cálculo. Obviamente não poderia deixar de lado a minha professora por dois anos no antigo primário, em 1979 e 1980, a "tia" Dalva.
Pois é, Helio, não consultei lista alguma. Foi tudo de memória.
ResponderExcluirDe acordo com as fotos encontradas através de foto de satélite e link no Maps, a edificação dessa escola não tem modificações e até a piscina e seu entorno continua igual.
ResponderExcluirE a quadra de esportes em tacos de madeira que eu diria ser do tipo residencial.