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domingo, 21 de outubro de 2018

IGREJAS




 
Neste domingo vemos, em colorizações do Nickolas e do Conde di Lido, as igrejas da Santíssima Trindade (na Senador Vergueiro, projeto do arquiteto francês Henri Sajous, de 1938), de Santo Inácio (na São Clemente, da primeira metade do século XX, projeto de Antônio Jannuzzi), de Santa Terezinha (em Botafogo, projeto de Archimedes Memória e Francisque Cuchet, de 1930) e a de N.S. da Glória (na Glória, projeto de José Cardoso Ramalho, do século XVIII).

21 comentários:

  1. Além da beleza das Igrejas o que causa espécie é a qualidade dos pisos na 1º e 2º fotos assim como a colorização.

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  2. Belíssimas fotos. Nunca fui na igreja da Santíssima Trindade, vou ter que me programar. Acho que já li aqui que há uma outra capela muito bonita nas imediações dela. Alguém sabe onde é?

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  3. Foto 3 dá a dimensão exata do Rio Sul e do antigo Canecão. A foto do Jardim da Gloria parece de uma paisagem européia. Quanto às igrejas nada posso opinar, já que nunca entrei nelas. Por falar em igreja, a tentativa de furto de um sino ocorrido na igreja de N.S do Bonfim em São Cristóvão, mostram que nem as igrejas escapam da barbárie. A igreja está depredada e abandonada, ocupada por moradores de rua, e nem as imagens escaparam. Se ocorresse na zona sul esse fato ficaria impune?

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  4. Bom dia a todos. Já que não vou a igreja assistir a missa aos domingos, pelo menos neste domingo as igrejas vieram até mim, nestas belas colorizações dos mestres Conde e Nickolas. Vale o destaque para a beleza arquitetônica da igreja da Santíssima Trindade.

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  5. Estas são autênticas e não aqueles casarões que me levam a fazer comparações com a minha igreja,que está abrindo concordata.Nao conheço nenhuma delas embora já tenha ido a algumas no centro da cidade.****Está última foto é um show.De que ano seria?

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  6. O Trolley-bus saindo da General Góis Monteiro e virando à direita em direção ao Túnel Novo, mostra que a foto 3 é posterior ao mês de Setembro de 1962.

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  7. FF: Dieckmann, volte ao SDR de 19 de Outubro, veja o que postei, e diga se está correto.

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  8. Para meu gosto, igrejas bonitas são as da época colonial brasileira. Não aprecio as góticas. Normalmente são frias, sem atrativos, com naves altíssimas, quase sem decoração interna, pouquíssimas imagens e muitos vitrais. São construções massivas, gigantescas. Já visitei várias e nenhuma me despertou maior interesse. Não são aconchegantes, a gente vira um anão lá dentro.

    Prefiro mil vezes as igrejas bizantinas. Duas que me impressionaram muito foram a de Sveti Naum (São Naum), às margens do Lago Ohrid, e a igreja do mosteiro de Sveti Jovan Bigorski (São João Batista, sendo Bigorski uma referência à pedra calcária usada na construção do mosteiro), ambas na Macedônia do Norte. Sveti Naum é pequena, porém repleta de pinturas internas por todos os lados e por entalhes em madeira. Já Sveti Jovan Bigorski é impressionante pelos entalhes em madeira. Os curiosos podem confirmar e admirar o que escrevi. Vale à pena. Basta consultar o Google na opção “Imagens”. Sem contar a posição da Sveti Naum, circundada por uma paisagem de rara beleza. Vide Google Maps.

    De qualquer modo, se alguém me dissesse que eu só teria oportunidade de visitar uma igreja europeia, eu escolheria Santiago de Compostela, que me atrai há décadas, baseado apenas na sua aparência externa.

    Podem me excomungar à vontade pelo que escrevi neste longo comentário.

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  9. Na terceira foto, a grande construção na extrema esquerda, se não me engano, servia de república para estudantes. Em frente a ela começava a rua Lauro Müller, de mui tristes recordações para mim. Ainda me lembro de ver aquela construção e as vizinhas, quando andei por ali no ano de 1964, numa obra que a CINCO pegou na Lauro Müller. Esta rua na época não tinha saída e só havia três prédios construídos: os de número 16, 26 e 66, que era o último da rua, um prédio rosa e branco. O 46 estava ainda subindo, com tapumes na frente. O 16 era o único com lojas no térreo. E o mais estranho e incompreensível é o Shopping Rio Sul, que fica antes do número 16, ter como endereço o número 116. Dá para entender isso?

    Se bem me lembro, no fim da rua havia uma chaminé e acho que os fundos de uma marmoraria ou serraria. Mas como só estive lá duas vezes, posso estar enganado. O nosso barracão ficava encostado no muro do final da rua. Já havia linha de esgotos lá, mas não de águas pluviais. Nosso contrato foi justamente de colocar essa linha e preparar a rua para calçamento, já que era a única de Botafogo ainda em terra.

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  10. Aliás, é interessante que algumas ruas possuem a numeração das edificações correspondendo à distância das mesmas até o início da rua. Mas outras ruas não seguem esse critério, ficando a numeração quase sequencial. No caso da Lauro Müller, todos os edifícios terminam com 6, desde o 16 até o 86, num critério quase sequencial, já que a rua tem 320 metros de extensão. Aqui na Barão do Bom Retiro o critério é o da distância. Na rua Gregório Neves, onde morei, o número da minha vila era 185, que corresponde à distância ao início da rua. Porém a escritura da casa citava como endereço “185, antigo 53”. Portanto, a numeração da rua foi mudada em algum momento entre a construção da vila, em 1945, e o ano em que comprei a casa, em 1978.

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  11. Voltando ao caso do Rio Sul, descobri que a distância da entrada traseira dele até o início da rua é 116 metros. Vejam só que confusão: para o Rio Sul, vale o critério da distância; para os demais prédios da rua, vale o critério sequencial. Isso sem falar que o 116 vem antes do 16. Chose de loc!! O certo seria renumerar todos os prédios, em vez de fazer esse fudevu de caçarolê. Ou então dar como endereço sua entrada principal na avenida Lauro Sodré número 445.

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  12. Falando em igeja da Santíssima Trindade, na Grécia tem o mosteiro de Aghia Tríada (Santíssima Trindade), perto da cidade de Meteora, construído entre 1458 e 1476. Ele fica no cocoruto de uma alta rocha, praticamente inacessível, e que de longe lembra muito um dente molar com raiz e tudo. O acesso é bastante complicado, inclusive subindo escadas de pedra e passando por um semi-túnel escavado na rocha, com um abismo ao lado. Visitamos esse mosteiro em 1981 e por acaso ele apareceu num filme do 007, “Somente para seus olhos” (“For Your Eyes Only”), que por sinal tem uma belíssima música-tema, cantada pela Sheena Easton, indicada para o Oscar de 1982 de Melhor Canção Original. Por coincidência, quando voltamos da viagem, em outubro de 1981, logo depois o filme foi lançado aqui. E ao assisti-lo ficamos felizes de ver nele lugares onde tínhamos acabado de visitar, inclusive na ilha de Corfu.

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  13. Não lembro por que eu não comentei na época. Minha tia fez um curso de corte e costura no final dos anos 50, quando chegou no Brasil, e a formatura foi nessa igreja perto do túnel.

    Não sou de visitar igrejas, ao contrário da minha irmã, mas lembro de ter ido, no centro, à de Santa Rita e ao mosteiro de São Bento. Sempre com ela e minha mãe, antes da pandemia.

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  14. Em minhas viagens gosto de visitar igrejas, tanto aqui como no exterior. A que mais me arrepiei ao entrar, foi a Catedral de Notre-Dame, em Paris. Lá dentro eu senti o cheiro dos séculos e impressionante também são as Gárgulas e Quimeras (monstros, demônios e animais fantásticos) na parte externa.

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    1. Eu também costumava visitar igrejas, embora não seja religioso. Em Paris estive na Notre-Dame, na Sacre Coeur e na Madeleine. Mas também visitei as de Munique, Heidelberg, Colônia, Regensburg, Toledo, o mosteiro de Krems, além de várias em Portugal: Porto, Braga, Mafra. Preferi as de Portugal.

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  15. Também gosto muito de visitar as igrejas. São impressionantes. Na Espanha as catedrais de Sevilha e Toledo são estupendas. Mas há outras fantásticas como a de Santiago de Compostela, Burgos, Barcelona, além das de Madrid, como a de Almudena e a absolutamente deslumbrante e pouco visitada Real Basilica de San Francisco El Grande. Isto sem falar na catedral/mesquita de Córdoba, na de Segóvia ou as que existem dentro do Palácio Escorial e escavada na montanha no Vale de los Caídos (que agora mudou de nome).
    A Notre-Dame é excepcional, bem como a Basílica de São Pedro no Vaticano. E quantas outras Europa afora, muitas na França como a de Reims, na Itália, na Rússia (as de São Petersburgo são lindas), em Portugal, etc, demonstrando o poderio econômico da igreja católica em séculos passados.

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  16. Sou um católico "ovelha desgarrada", mas também visito igrejas por onde ando, inclusive mês passado conheci as fachadas novas (não sei se podemos chamar de afrescos) do Santuário de Aparecida e mais a torre com o museu.
    Só não recomendo esse tour em dias quentes, é cansativo.
    A numeração por distância em metro, citada pelo Hélio, eu nunca tinha reparado.
    Já números diferentes para portaria de hotel e sua entrada de serviços em rua nos fundos, confundiu o GPS ou similar do Uber que solicitei na última vez que visitei Belo Horizonte.
    Eu fiquei de castigo esperando na porta e a motorista deve ter perdido tempo e custo da quilometragem dando volta no quarteirão.

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  17. Boa tarde Saudosistas. Também adoro conhecer igrejas, sinagogas e bairros judeus, quando viajo e tenho oportunidade de visitar e conhecer. Em termos de igrejas, basílicas e catedrais, a que mais me impressionou foi a Sagrada Família em Barcelona, mas também visitei várias outras na Espanha, e outros Países da Europa. Gosto muito de apreciar as obras de arte sacra, no Brasil as cidades históricas de Minas também temos Igrejas belíssimas.

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  18. Boa tarde a todos!

    Como eu disse semana passada, estive em Aparecida. Como afirmou o Paulo, a visita pelo Santuário em dias quentes é cansativa, principalmente pela parte externa. Nos interiores é sempre fresco e agradável passear apreciando as belezas, pinturas e outras obras. Como fiz uma visita de uma tarde apenas, não pude ver nem 20% do local. Só espero não levar mais 50 anos para uma nova visita.

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  19. Fora do Brasil, só visitei Igrejas e Mosteiros em Portugal, nas cidades de Lisboa, Coimbra, Braga, Guimarães, Viseu e outras regiões menos conhecidas. Algumas edificações são suntuosas, outras chamavam atenção pelas obras internas, pelos detalhes e imagens de Santos. Fátima é espetacular também.

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  20. Não acho bonito o Santuário de Aparecida, pois não aprecio da arquitetura neorromânica.

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