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sábado, 24 de agosto de 2024

JOIAS DA PROPAGANDA (1)

 

JOIAS DA PROPAGANDA (1), por Helio Ribeiro

Dizem que os autores de propaganda brasileiros estão entre os melhores do mundo. Se é verdade ou não, ignoro. Mas algumas de suas criações realmente marcaram época e se fixaram na memória de milhões de pessoas. Na postagem de hoje relembro algumas. Como sempre, a lista será incompleta, ou por esquecimento meu ou para não torná-la muito extensa.

 

GOTINHAS DA ESSO


Originalmente a Esso aqui no Brasil adotou como mascote um garotinho em forma de gotinha criado por uma agência de publicidade dinamarquesa, na década de 1950. A McCann Erickson incorporou uma menina, formando um casal que ficou conhecido como Casal Gasolina.

Na animação original o jingle era em ritmo de Bossa Nova e logo a seguir repetia em ritmo de samba, porém apenas a melodia, sem a letra. Vide a versão de 1962. Animação feita pela Lynxfilm.


 CASAS PERNAMBUCANAS

Também marcou época. Quem não se lembra dessa, ano de 1962? Autor do jingle Heitor Carillo. Produção Magisom.


 PORTUGUESES DA VARIG

Dentre os muitos comerciais da VARIG, este marcou época. Ano de 1967. Criação de Archimedes Messina. Arranjo de Chiquinho de Moraes. Cantora Ilda de Castro. Produção Sonotec.


 CAMISAS US TOP

“Bonita camisa, Fernandinho” passou a ser uma frase incorporada pelo público e usada até hoje. Ano de 1985, criação de Washington Olivetto, agência Talent.



BARDAHL

Ano de 1959. O detetive Bardahl combatia a Turminha Brava, composta por Chico Válvula Presa, Zé dos Anéis Sujos, Carvãozinho e Antônio Sujo.


Posteriormente apareceu uma mulher, a Clarimunda, que servia de isca para os motoristas.


O comercial abaixo é norte-americano, ano de 1955.


BOMBRIL

A primeira da série, com o ator Carlos Moreno. Agência de propaganda DPZ.


COTONETES JOHNSON & JOHNSON

Produzido pela Start Anima, o Homenzinho Azul da Johnson & Johnson ganhou Medalha de Bronze no Festival de Cannes em 1978.



-------  FIM  DA  POSTAGEM  -----


sexta-feira, 23 de agosto de 2024

ANIVERSÁRIO DO GMA

GMA, ilustre comentarista do "Saudades do Rio", é carioca, advogado e professor. Tem mestrado em Direito pela UGF. Atua na área cível e de direito autoral. É também advogado do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e conselheiro do MAM-RIO. 

A postagem de hoje é para homenageá-lo por seu aniversário. 

GMA, por coincidência, frequentou as mesmas escolas que eu, embora muito tempo depois: o Curso Infantil Eva Levy e o Colégio Santo Inácio.

GMA é grande colaborador do "Saudades do Rio", enviando material para as postagens e muitas informações complementares sobre o que foi publicado.

Hoje veremos algumas dessas colaborações, muitas inéditas por aqui.

Ao GMA os melhores votos de muita saúde e muito sucesso.


FOTO 1: Aqui vemos o jovem GMA na Lagoa, em frente à antiga pedreira. Na época o trânsito da Av. Epitácio Pessoa era interrompido às 10h e às 16h, por cerca de 10 minutos, para as explosões.

FOTO 2: Esta foto encaminhada pelo GMA mostra o Forte do Morro da Viúva (1866-1922) em fotografia de 23 de outubro de 1920.

Esta é a localização da ‘Bateria do Morro da Viúva’ que vinha a ser uma pequena fortificação erguida em 1863 e terminada em 1866. A respeito dos motivos da construção desta "Batterie" recomendo leitura sobre o naufrágio do "Prince of Wales" e a "Questão Christie". 


FOTO 3: Esta fotografia faz parte do excelente livro "Guanabara - La Superbe". Mostra uma aquarela da Embaixada da França na Praia do Flamengo. GMA ofereceu este livro para o acervo do "Saudades do Rio".


FOTO 4: Este selo foi enviado para a seção "Do fundo do baú", mas não chegou a ser publicado. O motivo do selo é o tricampeonato mundial de futebol em 1970.


FOTO 5: Esta foto enviada pelo GMA já gerou dúvidas na Internet, mas parece ser na Lagoa Rodrigo de Freitas.


FOTO 6: Aqui vemos a turma do GMA no "pier" que existia na Lagoa, defronte ao Corte do Cantagalo.


FOTO 7: Outra foto da turma, também na Lagoa defronte ao Corte do Cantagalo, agora em um reboque de bonde, daqueles que foram colocados nas praças no final dos anos 60.


FOTO 8: Uma das especialidades do GMA é complementar postagens com novas informações. A imagem acima se relaciona com o "Beco da Música", motivo da postagem em https://saudadesdoriodoluizd.blogspot.com/2024/08/beco-da-musica.html


FOTO 9: Esta fotografia do júri do Programa Flávio Cavalcanti complementa a postagem https://saudadesdoriodoluizd.blogspot.com/2024/08/locutores-e-apresentadores.html


FOTO 10: E esta garimpada complementa a postagem em que se de quem era" Jim Marshall":
https://saudadesdoriodoluizd.blogspot.com/2024/07/quem-e.html

quarta-feira, 21 de agosto de 2024

ONDE É? - BONDES

As fotos abaixo foram enviadas pelo Helio Ribeiro, que diz não saber o local exato. Vamos tentar ajudar o Helio?

FOTO 1: Poderia ser a esquina da Avenida Passos?

FOTO 2: Avenida Presidente Vargas? Em que altura?


                    FOTO 3: Poderia ser a Rua Visconde de Rio Branco?

 FOTO 4: Talvez esta entrada em curva suave possa ser uma pista.


 FOTO 5: Av. Presidente Vargas? Onde?


                                         FOTO 6: Praça Mauá.

segunda-feira, 19 de agosto de 2024

QUINTA DA BOA VISTA

O Rio de Janeiro tem locais fantásticos que são pouco aproveitados, pouco conhecidos e, às vezes, impossíveis de serem frequentados por questões de segurança.

Vemos hoje fotos da Quinta da Boa Vista e de alguns eventos que ali se realizaram.


FOTO 1: Esta imagem foi enviada por Lena David há muitos anos e nunca foi publicada no SDR. Um parque como este no centro da cidade é um privilégio.
CORREÇÃO: ESTA FOTO É DE BELO HORIZONTE.


FOTO 2: Foto de Dimitri Lambru, do acervo do Rouen. O Simca Chambord não existe mais, os escoteiros estão desprestigiados e o Museu Nacional ainda não se recuperou do terrível incêndio.


FOTO 3: Foto do acervo de Ana B. Nogueira, uma lembrança da  exposição americana na Quinta da Boa Vista de 4 a 6 de maio. A corrida espacial, nos anos 60, entre EUA e URSS mobilizava o mundo.


FOTO 4: Um domingo qualquer na Quinta da Boa Vista no século passado.


FOTO 5: Sob o patrocínio do Departamento de Turismo e Certames da Prefeitura do Distrito Federal, realizou-se em junho de 1955, em um dos lagos da Quinta da Boa Vista, onde está armado o grande navio de São João, uma grande festa junina dedicada às crianças. O festejo teve a participação de destacados artistas da Rádio Nacional.


FOTO 6: Na Quinta da Boa Vista  o Projeto Aquarius ganhou forma pelas concepções do jornalista Roberto Marinho, do maestro Karabtchevsky e do então gerente de Promoções de O Globo, Péricles de Barros. O projeto quebrou o tabu de que, no Brasil, a música clássica seria uma manifestação de arte reservada a pequenos nichos de apreciadores. Um público de mais de 100 mil pessoas compareceu ao espetáculo.

FOTO 7: Ir à Quinta da Boa Vista significava para as crianças visitar o zoológico, passear de barco, correr e brincar, tomar sorvete, comer pipoca e algodão doce, ganhar uma bandeirinha.


FOTO 8: Foto de Uriel Malta, do AGCRJ, do ano de 1952.




sábado, 17 de agosto de 2024

COMERCIAIS ANTIGOS DE CARROS (2)

 

 COMERCIAIS ANTIGOS DE CARROS (2), por Helio Ribeiro

Essa postagem é continuação da publicada no sábado passado. Naquela só foram mostrados comerciais da Volkswagen; nesta serão mostrados os de outras montadoras.

 

DAUPHINE 1959



O Dauphine e o Gordini ganharam o apelido de Leite Glória, com base na propaganda que dizia que esse leite em pó desmanchava sem bater. Já narrei aqui um episódio comprobatório desse apelido. No número 34 da minha rua morava uma mulher avançada em quilos, se é que me entendem, possuidora de um Packard que fazia jus a ela. Em frente, no edifício número 31, morava uma viuvinha muito bonitinha e novinha, na faixa dos 20 e poucos anos, que tinha um Dauphine cor de café com leite, se não me falha a memória. Um dia houve um temporal e como sempre minha rua encheu e ficou toda enlameada. Aí lá veio o Packard manobrar em frente ao 34. Derrapou na lama e bateu na lateral esquerda do Dauphine. O Packard teve um dos faróis trincado; o Dauphine ficou com a lateral destruída.


AERO WILLYS 2600 ANO 1965

Tenho uma característica: uma vez acostumado e gostado de algo, dificilmente aceito mudar de opinião para uma versão mais nova ou diferente. Isso vale para carros e músicas, entre outros. No caso do Aero Willys, sempre achei mais bonito o modelo antigo, lançado em 1960. Mas em 1963 veio a público o modelo 2600, número esse derivado da cilindrada do carro, que era 2638 cm³.

 

VEMAGUET 1965

Nunca andei num DKW. A origem dessa sigla é Damp Kraft Wagen, firma fundada em 1916 como fabricante de pequenos motores movidos a vapor. Com o tempo passou a fazer motores a gasolina de dois tempos, mais tarde usados em brinquedos, porém manteve a sigla DKW. Como esses brinquedos eram muito apreciados por garotos, a sigla ganhou o apelido de Des Knaben Wunsch (O Desejo do Menino). Uma versão desses motores foi adaptada para motocicletas e apelidada de Deutsche Kleine Wunder (Pequena Maravilha Alemã). Esse apelido foi usado durante muitos anos em propagandas da empresa.

Em 1957 a DKW fundiu-se com a Audi, a Horch e a Wanderer, formando a Auto Union. Cheguei a ver carros Auto Union aqui no Rio, muito parecidos com os DKW Vemag que foram produzidos no Brasil.

Uma característica dos Vemag era a porta abrir em sentido contrário ao normal, expondo as pernas e quiçá outras partes íntimas das mulheres ao descerem do veículo. Tal como acontecia com os Citroën que abundavam aqui no Rio.

O DKW Vemag Belcar era muito parecido com os Auto Union. Abaixo um vídeo deste último.


GORDINI 1968

Eu não conseguia distinguir um Gordini de um Dauphine.


SIMCA ESPLANADA 1968

Como citei no caso do Aero Willys, eu gostava mais do Simca Chambord. Não encontrei um comercial bom do Chambord. O único que achei foi filmado na França e do interior do carro, sem motorista, percorrendo estradas cercadas de montanhas nevadas. Só no final mostrava o exterior do carro. Deduzi que era na França porque o carro tinha placa preta no estilo francês, ostentando o número de departamento 75, correspondendo a Paris.


OPALA 1969

Esta é a propaganda de lançamento do Opala, feita em 1968. Ao longo dos anos houve muitas versões e alterações estilísticas no Opala. É um modelo com muitos admiradores até hoje. Um amigo meu tinha um SS 4100 de duas portas, pintura metálica vermelha. Um avião.


 

CHEVETTE 1974

Foi meu primeiro carro, como citei na postagem da semana passada, no item referente à Variant. Era branco. Comprei-o em abril de 1974 e vendi-o em janeiro de 1976. Comprei então um Chevette do ano, cor gema de ovo, para desgosto de minha futura esposa por causa da cor. Fiquei com ele até setembro de 1987, já aos trancos e barrancos, mas com apenas 117 mil km rodados, na época muito para o motor dos carros de então. Troquei por um Voyage do ano, o melhor carro que já tive, um GLS motor 1.8 a álcool, vermelho vivo. Pena que o ladrão também se apaixonou pelo carro e o levou em 19 de julho de 1990, com cerca de apenas 28 mil km rodados.

Esse modelo do Chevette é chamado carinhosamente de Tubarão, por causa da frente bicuda e dos faróis redondos nas extremidades.


DODGE 1800 modelo 1974

Também chamado carinhosamente de Doginho.



CORCEL 1975

Carrinho bonito, esse. Nunca tive um Ford. Só VW, Chevrolet e Fiat. Através de minha enteada, um Renault Sandero e um Honda Fit, que a ajudei a comprar mas que era eu que dirigia.


 

FIAT 147 modelo 1976

Depois do Voyage citado acima tive três Fiat Uno, anos 1990, 1993 e 1996. Este último foi o derradeiro carro meu. Furtado duas vezes, em outubro de 1998 e março de 1999, desisti de ter carro até hoje.

Saído do Voyage GLS 1.8 topo de linha para um Fiat Uno Mille 1.0, achei que iria estranhar muito. Mas amei o carro. Tanto que tive três em sequência, como citei acima. Por aí se vê que sou um cara muito simples. Tinha condição de ter um carro muito melhor. Mas para quê? O Uno me satisfazia. Eu havia comprado o Voyage por ter me apaixonado por um à primeira vista, ainda do modelo antigo.


 

----- FIM  DA  POSTAGEM  -----

 

                                                                      

quinta-feira, 15 de agosto de 2024

VILA ISABEL - JARDIM ZOOLÓGICO


Com fotos e informações de fontes diversas como a Brasiliana Fotográfica e textos da Internet, vemos o antigo Jardim Zoológico do Rio de Janeiro.

Jardim Zoológico de Vila Isabel foi criado pelo empresário e abolicionista mineiro João Batista Viana Drummond, primeiro e único Barão de Drummond, nascido em 1º de maio de 1825, em Itabira. 


O Jardim Zoológico de Vila Isabel foi aberto nas últimas décadas do século XIX. No dia de sua abertura, o zoológico recebeu a visita de “809 pessoas a pé e 15 a cavalo”, um sucesso, tanto que a Companhia Ferro Carril Vila Isabel em vista da grande concorrência para o jardim passou a ter carros extraordinários todos os domingos.

José Alberto C. Maia garimpou o seguinte trecho do livro “Ganhou, leva! O “Jogo do Bicho” no Rio de Janeiro, de Felipe Magalhães:

“Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, 3 de julho de 1892. Nesse domingo de inverno carioca foram inaugurados vários divertimentos na empresa do Jardim Zoológico, de propriedade do sr. João Baptista de Viana Drummond, o Barão de Drummond.

O parque estava localizado no “pitoresco bairro de Vila Isabel”, na encosta da serra do Engenho Novo. Por ser um dia especial, a Companhia Ferro Carril Vila Isabel dispôs carros especiais para levar o público e os convidados até as dependências do zoo.

Esbanjando a cordialidade de um nobre, associando-a aos interesses de um empresário, o barão recebeu seus ilustres convidados, entre os quais o vice-presidente da República, cuja presença foi saudada por todos com um brinde à mesa do jantar.

No agradável passeio, tendo em vista o clima ameno e a satisfação de todos, o Barão e seu gerente Manoel Zevada lhes apresentaram as dependências do Jardim. Além das jaulas, gaiolas e viveiros presentes em qualquer empreendimento desse porte, a empresa de Drummond contava com um hotel “nas melhores condições, um magnífico restaurante e tinha em construção um grande salão especial para concertos”.

Os visitantes ainda poderiam passar seu tempo divertindo-se em animados bailes públicos, no circo de cavalinhos, em variados espetáculos ou fazendo apostas em alguns jogos liberados para aquelas dependências. Havia bilhar, carteado, jogo da pelota, frontão e outros. 

No entanto, em um domingo especial, um novo divertimento estava para ser inaugurado.

Ao comprar o ingresso de entrada para o Jardim Zoológico, o visitante passaria a receber um ticket. No bilhete estaria impressa a figura de um animal. Pendurada num poste a cerca de três metros de altura, próxima ao portão de entrada do parque, havia uma caixa de madeira. Dentro desta ficava escondida a gravura de um animal, escolhida pelo Barão em uma lista de 25 bichos que ia de avestruz a vaca, passando por borboleta e jacaré.

Nesse domingo, às cinco horas da tarde, a caixa seria aberta pela primeira vez, e o público presente poderia, afinal, descobrir o animal encaixotado e saber se teria direito ao prometido prêmio de 20$000, 20 vezes o valor gasto com a entrada para o zoo. Na hora marcada, o barão dirigiu-se até o poste, revelou a avestruz e fez a alegria de 23 sortudos visitantes.

Estava criado o "Jogo do Bicho".

O pedido para instalação de um Zoológico em Vila Isabel foi feito pelo Barão de Drumond ao Presidente e Vereador da antiga Câmara Municipal da Corte e é datado de 5/08/1884.  Fundado como Sociedade Anônima, sob o título de Companhia Jardim Zoológico, ocupava o jardim uma área de 230.000 m², pertencente à Cia. Arquitetônica, entre as Ruas Visconde de Santa Isabel, Costa Pereira e Barão do Bom Retiro.

O primeiro zoo carioca teve uma área com riachos, lagos artificiais e uma extensa coleção de animais domésticos e selvagens, com bichos brasileiros como jacarés e macacos, mas também com atrações exóticas como elefante e leão, por exemplo.

O estabelecimento dispunha de papel timbrado com dizeres simples, mas era diferente para a época: “Jardim Zoológico – Villa Izabel – Rio de Janeiro”.

O passar dos anos, entretanto, trouxe dificuldades financeiras. Para solucionar o problema e salvar o zoológico de uma crise, o Barão criou o “jogo do bicho”, atraindo a atenção de visitantes, moradores do bairro e, mais tarde, de toda a cidade, que faziam suas apostas pela manhã e retiravam o resultado à tarde.

A ideia do Barão de Drumond acabou por transformar-se em uma marca no cotidiano da cidade, mas não foi suficiente para salvar o antigo zoológico, que terminou fechando suas portas na década de 1940.

Nos seus primeiros anos este zoológico era cercado pela floresta da Serra do Engenho Novo, onde habitavam muitos macacos, daí o atual nome do Morro dos Macacos na referida serra. Era uma expressiva reserva que com o tempo foi invadida, destruída, se tornando um grande complexo de favelas que cercam o atual parque Recanto do Trovador.

O novo zoológico carioca, na Quinta da Boa Vista, viria a ser inaugurado em 1945 por Getúlio Vargas.



terça-feira, 13 de agosto de 2024

FILME "COPACABANA PALACE"

Como comentado ontem, o filme "Copacabana Palace" foi rodado no Rio, em 1962, tendo no elenco Mylène Demongeot, Tom Jobim, João Gilberto, Walter Chiari, Sylva Koscina, Tonia Carrero, Franco Fabrizi, entre outros.

O enredo envolvia três malandros cariocas que armam um esquema para roubar as joias do cofre do hotel Copacabana Palace. Enquanto isso três aeromoças no mesmo hotel planejam aproveitar o carnaval para conhecer os ídolos brasileiros da Bossa Nova. Também no Copacabana Palace um príncipe pretende flagrar a infidelidade da esposa que vai passar o carnaval no Rio. 


Mylène Demongeot a bordo do famoso iate "Atrevida", em foto da revista "Manchete". O bikini causou furor nos idos de 1962.


Mylène, em foto de Paulo Muniz, comprando um "souvenir".

Com Tom Jobim, em cena do filme "Copacabana Palace".


Considerando que "pintou um clima" com o Tom?


Tom Jobim e Sylva Koscina na praia neste filme?