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sábado, 6 de setembro de 2025

CONCURSO SDR DE CINEFILIA

 

 

CONCURSO SDR DE CINEFILIA



O texto abaixo descreve o regulamento do concurso.

 

REGULAMENTO

 

OBJETIVO

Testar a capacidade do participante de identificar filmes através de seus trailers.

TERMINOLOGIA

Organizador – Helio Ribeiro.

Participante – qualquer pessoa que dê palpite sobre o nome de um filme.

Acertador – participante cuja resposta foi aceita como correta.

Trailer – pequena amostra de filme, com duração média de 30 segundos.

 

DURAÇÃO DO CONCURSO

A princípio, serão quatro rodadas. Após a segunda rodada será avaliada a aceitação do concurso pela comunidade SDR, quando então se decidirá pela sua continuação ou cancelamento.

 

DAS POSTAGENS

1)      A postagem de cada rodada será feita ao meio-dia dos sábados.

2)      Cada rodada constará de 10 trailers, identificados sequencialmente como TRAILER 01, TRAILER 02 e assim sucessivamente, sem repetição de nome entre as rodadas.

3)      Cada trailer terá duração média de 30 segundos, embora alguns possam passar um pouco desse tempo.

4)      A cada trailer será atribuído um peso de 1 a 3, a critério do organizador, tomando por base o quanto ele considera ser difícil a identificação do filme. O peso corresponde à quantidade de pontos a que o acertador fará jus. Em cada rodada haverá um filme considerado especialmente difícil de identificar, com peso 5.

OBS: A dificuldade de identificação é subjetiva e pode não coincidir com o pensamento dos visitantes.

5)      Cada postagem ficará disponível para palpites até as 18 horas do dia seguinte.


DA IDENTIFICAÇÃO DOS FILMES

1)      Com base no trailer, o participante postará qual o nome do filme correspondente. Serão aceitos tanto o nome original como aquele com que foi exibido no Brasil.

OBS 1: Pequenos erros de grafia poderão ser aceitos, a critério do organizador.

OBS 2: Somente serão aceitas respostas de participantes que se identifiquem, ainda que com pseudônimo. Respostas de “Anônimo” serão ignoradas, embora possam ser aproveitadas por outro participante.

OBS 3: Tendo ou não dado resposta, todos os visitantes considerem-se convidados a enriquecer a postagem com comentários sobre os filmes. Para isso não há restrição quanto aos “Anônimos”.   

2)      Caso mais de um participante dê a resposta correta para um filme, será considerado acertador o primeiro que a postou.

3)      Para evitar “chutes”, caso o participante dê o mesmo nome de filme para dois trailers diferentes da mesma rodada do concurso, ambos os palpites serão desprezados. 


DA PONTUAÇÃO

1)        O acertador fará jus aos pontos correspondentes ao trailer.

2)        Os pontos serão cumulativos até o fim do concurso.

 

 

DO RESULTADO DE CADA POSTAGEM

Uma vez encerrado o prazo para as respostas, o organizador computará os pontos dos acertadores, fará as acumulações necessárias e enviará esse material para o gerente do SDR incorporá-lo ao fim do texto original da postagem, junto com as respostas corretas e seus acertadores.


DA PROCLAMAÇÃO DO VENCEDOR

Caso o concurso não tenha sido cancelado, ao seu final será feita a proclamação do(s) vencedor(es).

 

DA ENTREGA DOS PRÊMIOS

Será estudada a possibilidade de haver algum tipo de premiação para os três primeiros colocados, em solenidade a ser previamente agendada.

OBS: Se um dos premiados tiver se identificado ao longo do concurso através de pseudônimo e a entrega do prêmio ocorrer em solenidade pública, o premiado terá de se apresentar com o seu pseudônimo. 

----  FIM  DO  REGULAMENTO ----

A título de aperitivo, seguem trailers de três filmes que não farão parte do concurso e portanto não contam pontos. Sintam-se os visitantes desafiados a dizer seus nomes. Mas não se iludam: a mostra principal será bem mais difícil.

 

APERITIVO 1



APERITIVO 2



APERITIVO 3



Fim do ensaio. Doravante será pra valer. Preparem-se.

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NOTA: O "Saudades do Rio" agradece esta nova colaboração do Helio Ribeiro e vamos nos divertir nos finais da semana relembrando filmes e artistas.

sexta-feira, 5 de setembro de 2025

VIADUTOS

FOTO 1 - Viaduto Pedro Alvares Cabral

FOTO 2 - Viaduto Pedro Alvares Cabral


FOTO 3 - Viaduto do Engenho Novo


FOTO 4 - Viaduto de Quintino


FOTO 5 - Viaduto de Quintino


FOTO 6 - Viaduto de Bento Ribeiro


FOTO 7 - Viaduto de Madureira


 FOTO 8 - Viaduto de Madureira

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quarta-feira, 3 de setembro de 2025

POR AÍ

Com fotos garimpadas pelo Amadeu Hermes e publicadas no Facebook dele  vamos dar um passeio pelo Rio.

Bar e Restaurante Miron, Rua México nº 41, telefone 52-2951, na esquina com Rua Santa Luzia. Era época de eleição e a propaganda colada pelas paredes emporcalhava a cidade.

Uma solitária carrocinha da Kibon, estacionada em frente ao Teatro Municipal, não tinha concorrentes. A Biblioteca Nacional aparece em todo seu esplendor.

A Praça Mauá com a estátua de Mauá ainda dando as costas para a Av. Rio Branco. Vemos o Palacete D. João VI, que foi a "Inspetoria de Portos" e hoje faz parte do MAR - Museu de Arte do Rio. Mais atrás o prédio onde funcionou a "Imprensa Nacional" no Rio, desde a década de 1940 até a década de 1970, quando passou a ser a sede da Polícia Federal no Rio.


A foto não tem legenda, mas acredito estarmos na Rua Almirante Gonçalves, famosa pelo "Bip-Bip", do falecido Alfredinho, local de muita cerveja e boa música.

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segunda-feira, 1 de setembro de 2025

CENTRO


FOTO 1: Vemos o Terminal Rodoviário Erasmo Braga, no Centro, nos anos 60. Foi construído na década anterior.


FOTO 2: O Terminal Erasmo Braga e, ao fundo, a Igreja de São José, do século XIX. Mas já no século XVII havia uma pequena ermida no local. A nova igreja teve as obras iniciadas em 1808, ficando pronta em 1842.


FOTO 3: Além de terminal rodoviário o local servia também como estacionamento.



FOTO 4: Outra foto do Terminal da Erasmo Braga.

FOTO 5: A cena é do filme "Orfeu Negro", de Marcel Camus, com Breno Mello no papel principal. Este filme ganhou o "Oscar" de melhor filme estrangeiro em 1960 e tinha músicas lindíssimas em sua trilha sonora, tal como "Manhã de Carnaval" (certamente o Joel vai comentar sobre um grande erro de continuidade neste filme). Ao fundo o terminal Erasmo Braga.

FOTO 6: Em março de 63 quando da greve dos troleibus, os lotações que tinham sido deslocados para a Zona Norte voltaram emergencialmente a fazer linhas da Zona Sul.


FOTO 7: Enviada por nosso correspondente em Lavras-MG, Renato Libeck, vemos o prédio em construção nos anos 60, onde se instalaria a sede do BEG (Banco do Estado da Guanabara), à Av. Nilo Peçanha, esquina com Rua México. O edifício do BEG foi inaugurado no final do governo Lacerda em 1965. 

Na foto aparecem os ônibus elétricos, que substituíram os bondes e que tiveram vida efêmera no Rio de Janeiro, saindo de seu ponto final “Erasmo Braga”. Vê-se à frente dois terminais rodoviários de cobertura simples de concreto. 


FOTO 8: Com fotografias publicadas pelo Amadeu Hermes no Facebook vamos dar uma olhada no Centro por volta de 1970.

Nesta fotografia já havia desaparecido o antigo terminal Erasmo Braga e iria começar a construção do Edifício-Garagem Menezes Cortes. No centro da foto o Palácio Tiradentes e a Igreja de São José.


FOTO 9: Outra imagem do Centro. Este edifício na Av. Nilo Peçanha é o da Policlínica Geral do Rio de Janeiro?

O antigo terminal Erasmo Braga funcionou dos anos 50 até 1969. Em seus últimos anos foi o terminal dos ônibus elétricos.



FOTO 10: O edifício-garagem Menezes Cortes já em pleno funcionamento. O Menezes Côrtes foi inaugurado em 1973.

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sábado, 30 de agosto de 2025

DO FUNDO DO BAÚ

  HERÓIS, VILÕES OU MASSA DE MANOBRA?, por Helio Ribeiro

Nesse mundo de meu Deus há produtos que em relação à saúde do consumidor ora são considerados heróis, ora vilões e muitas das vezes servem de massa de manobra, em que alguns estudos os consideram heróis e outros vilões, simultaneamente. E o consumidor fica num vai-e-vem, sem saber se deve abolir ou não o produto de sua vida.

Para certos produtos o enquadramento depende da quantidade ou frequência de consumo ou da saúde pré-existente do consumidor. E, muitas vezes, da marca do fabricante, à qual está associada a qualidade do produto.

Há muito poucos heróis ou vilões definitivos. A imensa maioria é simples massa de manobra, em que as virtudes ou os males do produto dependem da instituição autora do estudo e, por que não dizer, dos interesses comerciais por trás desses estudos.  

A postagem de hoje relaciona alguns desses produtos.

 

CIGARRO

Atualmente é um vilão consagrado. Mas nem sempre foi assim. Antigamente dizia-se que “o garoto começa a fumar para provar que já é homem; o adulto deixa de fumar para provar a mesma coisa”.

Um amigo meu dizia que parar de fumar é fácil, tanto que ele já havia feito isso várias vezes.

E tem a velha piada: “Meu médico me aconselhou a ficar longe do cigarro. Comprei uma piteira.”

 

BANHA DE PORCO

Antigamente era muito usada, inclusive lá em casa. Vinha embalada num papel tipo manteiga, ao qual ficava irritantemente agarrada, tendo de ser raspada.

 

GORDURA DE COCO

Quem não se lembra dessa lata? Era figurinha fácil lá em casa.

 

CAFÉ

Típica massa de manobra. Alguns relatam seus efeitos benéficos, outros ressaltam os maléficos. Ao que parece, depende da quantidade e frequência de consumo e da saúde do consumidor.

Particularmente não gosto de café puro. Mas o “Jorge, o Ucraniano”, comentarista sumido do SDR, uma vez me deu uma amostra de café colombiano, se não me engano o Juan Valdez. Ô, cafezinho bom!!

E em Sarajevo um relojoeiro, de nome Núria, me serviu o que ele chamava de café bósnio. O pó era colocado dentro de uns copinhos metálicos e água fervente era jogada em cima e misturada. Depois deixava-se decantar a mistura e bebia-se, tomando cuidado para não ingerir o pó. Também foi uma experiência memorável de café puro. Acho que esse tipo de preparação é comum na Turquia e em outros países.

 

CHOCOLATE



Outra massa de manobra. Minha esposa foi chocólatra durante muitos anos. Deixou de sê-lo. Eu jamais caí de amores por chocolate, mas se houver um dando sopa eu como. 

 

AJI-NO-MOTO

Era figurinha fácil lá em casa. Depois passou a ser grande vilão. Ainda existe, porém ignoro o seu enquadramento atual. Minha esposa costuma usar o Alho e Sal da Arisco.

 

VINHO TINTO

Esse é bastante polêmico. Uns elogiam seu conteúdo de resveratrol; outros o criticam por ser bebida alcoólica.

Eu sou abstêmio. Mas durante visita a uma adega em Vila Nova de Gaia provei vinhos do Porto tinto e branco. Magníficos. Trouxe uma garrafa de cada e consumi rapidamente. De lá para cá tenho lutado contra a vontade de comprar esse tipo de vinho.

 

MARGARINA

Essa e sua irmã gêmea, a manteiga, são massas de manobra. Durante algum tempo a margarina virou sensação, depois foi crucificada. Não sei o enquadramento atual.

 

ADOÇANTES

Acho que é o produto mais polêmico. Em virtude de suas várias composições, volta e meia uma delas é crucificada no altar da Ciência ou dos interesses comerciais. Há adoçantes de ciclamato de potássio, de stévia, de sucralose, de aspartame, de sacarina, etc. Tal como gangorra, cada um assume a posição de queridinho durante algum tempo, decaindo logo após em favor de outro.

 

MEL

Parece que seu consumo é contraindicado para portadores de certas doenças, como o diabetes.

Quando eu era gente, no café da manhã comia uma fatia de pão de forma lambuzada com mel e com um pedaço de queijo amarelo em cima. Ô, delícia! Bons tempos aqueles!


GEMA DE OVO

Outra massa de manobra. Cada hora aparece um artigo condenando ou recomendando o consumo de gema de ovo. 

 

BEBIDAS ALCOÓLICAS

Deixo de anexar foto porque são dezenas os tipos desse produto, variando desde teor alcoólico até o tipo em si de bebida.

São consideradas vilãs e causadoras de inúmeras tragédias, tanto de cunho pessoal em relação à saúde de quem a ingere e na sua convivência familiar, quanto envolvendo outras pessoas, como em acidentes e crimes. Alguns defendem o consumo de certos tipos de bebida, ressalvada sua moderação.

Sendo produtos milenares, não se consegue eliminá-los do mercado, por vários motivos.


EMBUTIDOS







Típicos vilões, todos eles. Mas que são gostosos, lá isso são.

Na minha infância e juventude, lá em casa aos sábados à noite não se jantava: comíamos sanduíche de pão francês com ovo ou com salaminho. Vez por outra pegávamos o bonde, íamos até o ponto final na Usina, entrávamos no Bar das Pombas, pedíamos isca de carne com batata frita, acompanhados por refrigerante ou chopp, dependendo da pessoa.  

Particularmente eu gostava muito de fiambrada ou apresuntada. Mas há séculos não como uma. 


-----  FIM  DA  POSTAGEM  -----

sexta-feira, 29 de agosto de 2025

MERCEARIAS

O “Saudades do Rio”, como a maioria já sabe, conta a história do Rio antigo baseada nos documentos oficiais e, também, histórias vividas ou sabidas pelos comentaristas.

Hoje vamos falar da Gaio Marti, uma rede de mercearias citada pelo Helio Ribeiro na última postagem. Como conheci algumas lojas na Zona Sul, fui dar uma pesquisada e, aqui e ali, encontrei uma boa matéria para publicar.

Abaixo vemos vários endereços onde havia lojas Gaio Marti, embora nem todos estejam aí citados, como o da loja que existiu na Rua Rainha Elizabeth, na fronteira Copacabana- Ipanema.

FOTO 1

A história desta empresa é contada numa edição da "Revista da Semana" da seguinte forma:

"Uma das qualidades primaciais da gente portuguesa, qualidade essa que herdamos esplendidamente, é a tenacidade. Não a levam ao desânimo as dificuldades, nem as aparências atemorizantes conseguem fazê-la recuar. Quando resolvem efetuar uma obra, qualquer que seja a natureza dos seus objetivos, os filhos de Portugal a realizam de maneira positiva.

Os empreendimentos que, principalmente em nossa capital, se admiram são em grande parte devidos ao espírito vigoroso dos lusíadas.

Uma das mais prestigiosas e sólidas organizações da nossa metrópole é, nem há dúvida, GAIO, MARTI & C., que dispõe de magníficas filiais.

Todas estas casas, especialistas em líquidos e comestíveis de fabricação esmerada e escrupulosa manipulação – características, aliás, que consagram a sua vitória perante uma clientela escolhida e vastíssima – representam, no Rio de Janeiro, o que existe de modelar em armazéns modernos, desses que merecem a confiança da população e honram o progresso da nossa adiantada e linda cidade!

Em 1898, os sócios Manuel Jorge Gaio e José Francisco Martins fundaram GAIO, MARTINS & Cia, singela casa.

Foi exatamente em 1918 que a primitiva organização se ramificou em duas: em consequência, ficou a firma GAIO, MARTI & Cia, com seis casas, e composta dos sócios Manuel Jorge Gaio, Americo Ferreira Marti e Artur Ferreira da Costa.

Daí a sucessão de iniciativas, desdobramento de estoques e instalações apresentadas a primor, sucessão que confirma o gênio realizados dos portugueses, a culminar, hoje, nesta realidade empolgante: GAIO, MARTI & Cia. dispõe, atualmente de 20 estabelecimentos perfeitos em seu gênero, com 21 sócios, os quais haviam mesmo, em sua totalidade, sido auxiliares da grande e admirada firma."


FOTO 2

Esta loja eu conheci. Ficava em Ipanema, na esquina da Rua Teixeira de Melo com Rua Prudente de Morais, onde há hoje a “Casa do Médico”. Luiz C. Brandt publicou no Facebook esta foto da Rua Teixeira de Melo nº 32. Um dos comentaristas de lá, o prezado Luiz Antonio Almeida, ficou agradavelmente surpreendido, pois morava em cima da loja.

Carmen Evangelho lembrou que ali também morava “seu” Costa, o gerente, casado com D. Lucinda. Eram pais do Afonso e dos gêmeos Beto e Anita.

Em seguida, em conversa com Angela G., antiga moradora de Ipanema, ela lembrou que a família Gaio morava numa casa na Rua Rainha Elizabeth. Da geração dela eram os filhos do proprietário, Regina, Gaio e um terceiro cujo nome não lembrou. A casa era onde ficava guardado o material da rede de vôlei “Reno”, grande campeã em alguns torneios de vôlei patrocinados pelo “Jornal dos Sports” (já houve uma postagem aqui sobre este grupo da rede “Reno”).

Conversa vai, conversa vem, lembramos que na mesma esquina da Teixeira de Melo, do lado ímpar, funcionou havia um colégio feminino, o Mello e Souza, cujo endereço era Teixeira de Melo nº 27. Tinha turmas até o 4º ginásio. A partir de 1962/1963 o colégio foi vendido e passou a se chamar “Orlando Roças”, com turmas de Ginásio e Clássico. A quantidade de moças bonitas era enorme.

Este trecho da Teixeira de Melo, entre Vieira Souto e Prudente de Morais tem muita história.

Ali ficava no nº 25 a “Casa Vieirense”, que era uma loja de aluguel e consertos de bicicletas de um português chamado Jaime Valente. Ele jogava vôlei comigo na praia. Vivia de lá para cá com sua lambreta. Tinha, quando éramos meninos, o apelido de “Jaime Ladrão”, pois achávamos os preços dos consertos caríssimos.

Outra loja histórica é Tinturaria/Lavanderia Gheisha, no nº 14, que sobrevive até hoje.

A Leiteira das Famílias, era no nº 28, o famoso Bar Jangadeiro funcionou no nº 20, o restaurante L´Escargot no nº 22, o Gardenia no nº 14.

FOTO 3

A Gaio Marti patrocinava o programa "Musical Gaio Marti", na TV Continental, canal 9, com o violinista Fafá Lemos. Fazia um enorme sucesso e meu "velho" era um grande fã. Fafá fez uma carreira de muito sucesso no Brasil e nos Estados Unidos.


FOTO 4

Esta era a loja da Gaio Marti na esquina da Voluntários da Pátria com Dona Mariana, em Botafogo. Neste local, tempos depois e por mais de 60 anos, funcionaria a tradicional "Panificação Voluntários", que fechou as suas portas em janeiro de 2025. O fechamento, lamentado por muitos moradores, foi decidido pelos filhos do fundador, que administravam o negócio à distância a partir da Espanha. No local, será instalada uma nova farmácia, a "Drogaria Cristal". 

Junto à padaria podíamos comprar uma das melhores caipirinhas de limão do Rio. Feita pelo Gonçalo, engarrafada, era comprar, levar para casa, colocar gelo e pronto!

FOTO 5

Esta foto, na qual aparece a loja da Gaio Marti na esquina da Av. N.S. de Copacabana com Rua Francisco Sá, foi publicada pelo Luiz C. Brandt. 

Lena Leitão comentou que o prédio à esquerda é projeto de MMM Roberto e que a loja embaixo dele foi a Lurde's Boutique, de propriedade do pai dela.  À direita, o edifício Igrejinha que tem um bloco virado para a Av. Atlântica e outro para a Av. N.S. de Copacabana. 

E assim, um pequeno comentário do Helio, virou uma boa lembrança para muitos. Abaixo outras fotografias de lojas da Gaio Marti.

FOTO 6

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