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quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

ZONA NORTE



 
Hoje as fotos mostram aspectos da Zona Norte e os comentaristas que conhecem esta região do Rio poderão dar boas informações sobre estas fotos do Correio da Manhã.
 
A primeira foto é de 1964 e mostra o bairro do Grajaú, na esquina das ruas Marechal Joffre e Canavieiras. Destaque para a grande quantidade de litros de leite empilhados na calçada.
 
A segunda foto é de 1952 e mostra o Largo de Benfica.
 
A terceira foto, de 1966, é da esquina da Av. Maracanã com Rua José Higino. O destaque é o DKW.
 
Todas as legendas do Correio da Manhã estão corretas?

27 comentários:

  1. As esquinas não sei, mas o Ford Prefect com farois de fora, do leiteiro, é até 1948 (começou em 1938). A foto do posto Atlantic mostra dois taxis Chevrolet 1940 e, entre eles, um caminhão Bedford do pós-guerra. Bedford era uma marca da GM na Inglaterra e usava muitos componentes do automóvel Vauxhall e este modelo era primo em projeto do Opel Blitz alemão. Finalmente o DKW está uma gracinha com luzes de ré, bandas brancas e braço de fora. A placa não parece ser DF e sim, MG. O ano com tampa da mala lisa e porta suicida é de 1962 a 64, antes do 1001.

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  2. Hoje muita coisa a fazer,bancos podólogo comprar uma placa pra torrar pães comprar um par de tênis novo pois o meu está no final da vida útil pois uso para caminhar 6 quilômetros pra manter a forma,pela manhã ufa. Nós tijucanos caminhamos muito a pé pois temos o comercio perto e o meu carro geralmente só uso pra visitar minha afilhada na Peninsula e ir a Nova Friburgo.
    A foto 3 um Belcar na Av. Maracanâ cruzando a José Higino a rua mais esburacada da Tijuca.

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  3. Na primeira foto, o local, excetuando-se o veículo, pouco difere da atualidade. A segunda mostra grandes alterações temporais, a começar pela largura e calçamento da via. À direita da foto e atrás do posto, está a rua da qual não me lembro o nome e que leva ao HCE. Ao fundo estão as paralelas Senador Bernardo Monteiro e São Luiz Gonzaga. A terceira foto, tirada após uma enchente do Rio Maracanã, mostra o prédio à direita onde atualmente funciona um pizzaria e ao lado existe um prédio de apartamentos. Em seguida e logo à direita funciona a casa espirita Ramatis.

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  4. O Joel já disse tudo, sendo em Benfica maior mudança por conta das demolições na Av. Dom Helder.
    Todos os locais das fotos têm unidade do Corpo de Bombeiros por perto, sendo o da Rua Mal. Joffre um pouco mais distante.
    Dos carros só iria dizer que o da foto 1 o pelo menos o projeto seria da década de 30, mas o Biscoito já passou a ficha técnica.
    E o DKW estava nos trinques.

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  5. Na segunda foto, o prédio da direita me parece ser o de uma lapidação que durante anos lançava na pracinha defronte os restos de material. Não faz muitos anos, descobriram na pracinha " Milhares de pedras preciosas", o que levou uma multidão a escavar... e destruir a pracinha.

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  6. Bom dia a todos.

    Infelizmente não tenho condições para confirmar (ou não) as localizações, mas a quantidade de garrafas de leite na primeira foto realmente impressiona... Deve ter algum estabelecimento oculto na foto que usava essa quantidade toda.

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  7. Comentarista Esportivo25 de janeiro de 2018 às 12:10

    Com meio time de reservas mais uma Copinha para o Flamengo. A garotada promete.

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    1. Com um dia a mais de descanso em relação ao adversário, que teve de voltar a campo para disputar o restante da semifinal interrompida por um dilúvio no dia anterior, ficou mais fácil, né?

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    2. Uns ganham e os outros explicam.

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    3. Não adianta chorar seu Augusto:a Nêga tá lá dentro.Pelo menos nos garotos a coisa tá rendendo.Os meninos estão sendo aproveitados neste pré campeonato e lá na Copinha deram conta do recado.Bem feito pro São Paulo que no dia do dilúvio deu as cartas.Se fico injuriado com os mancebos do time de cima,estou satisfeito com a garotada.E viva o Zé Ricardo ,seu Augusto.

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    4. Na verdade a tensão pelo adiamento e pela disputa de penaltis deve ter sido pior do que jogar 30 minutos na ante-véspera da final. Aliás, dizem que foi o S. Paulo FC que quis continuar no dia seguinte o jogo contra o Inter sendo que este queria esperar e acabar tudo na noite do toró.
      O eficiência do goleiro do Fla em algumas jogadas e a falta de pontaria dos atacantes "tricolores" em outras é que foram fatores decisivos. Tanto que nem adiantou o recorde de 8 min que o juiz acrescentou no final.

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  8. Cada "engradado" de leite tinha quantas garrafas? Quatro ou seis?

    A princípio contei 44 engradados de leite. Para saber a quantidade de garrafas é só multiplicar por 4 ou 6... 176 ou 264.

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  9. Como disse o Joel, às 07:56h, a casa à direita, da qual só aparece uma nesga, abriga atualmente a Sociedade Espírita Ramatis. Antes era uma casa particular, projetada e habitada por um casal, o Sr. Alfredo Nahid e dona Olinda, cujo filho único se chamava Nestor (que chamávamos de Nestorzinho ou Tôzinho), nascido em 1952. O Sr. Alfredo morava anteriormente na rua Dona Delfina, 44 justamente ao lado da minha casa, número 46. Ele tinha um Ford canadense creme ano 1953, placa 12-81-37, e seu irmão, também chamado Nestor, um Ford idêntico, porém de cor verde e ano 1951, placa 2-24-69. A casa foi construída por volta de 1960. Entre ela e o edifício que se vê na foto, era a entrada de uma vila de casas, onde morava um grande amigo do Nestorzinho, de apelido Coca-Cola e que morreu de leucemia ainda criança, mais ou menos ao 10 anos. Nunca mais ouvimos falar daquela família.

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    1. O quanto sai de história por conta de uma simples foto. Ando pegando os comentários antigos do tempo do Terra e juntando às descrições originais. Daria para fazer um livro.

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    2. E foi assim que aos poucos, em breve teremos o livro sobre a Ilha do Governador. Mãos à obra!!!

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    3. No lugar da casa de muro branco ao lado da atual pizzaria existe um edifício de alto padrão. Aliás quase todas as casas da avenida Maracanã que aparecem à direita da foto no trecho até a rua Dona Delfina "vieram abaixo". Esse trecho sofre até hoje com as enchentes do Rio Maracanã. Em 1966, ano da foto, as enchentes foram terríveis...

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  10. FOTO 1  o local está correto. A casa com janelas em arco ainda está lá.
    Quem não se lembra das garrafas de leite, da CCPL ou da Vigor? Lá na Tijuca o padeiro, “seu” Carlos, da padaria Laís, toda manhã bem cedinho deixava lá em casa meia dúzia de pães franceses e um litro de leite CCPL. O embrulho de pães, naquele famoso papel cinza amarrado com barbante, ele atirava em cima da escada que dava acesso à sala de visitas. A garrafa de leite ele colocava no chão, atrás do portão. “Seu” Carlos passava novamente à tarde, empurrando sua carrocinha com grandes rodas de madeira, cesto de pães em cima. Meu irmão às vezes pedia mariola. “Seu” Carlos anotava no caderninho. No fim do mês minha mãe acertava as contas com ele. Quando via a relação com mariola, dava bronca no meu irmão.
    A padaria Laís sobreviveu durante décadas, na esquina das ruas José Higino e Antônio Basílio, bem em frente ao posto do Corpo de Bombeiros. Nas festas de final do ano meu padrasto costumava levar peru ou um bacorinho para assar no forno dela. Em algum momento foi comprada e se transformou no hospital Tijutrauma.

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  11. FOTO 2 ==> não consegui associar a foto com o aspecto atual do Largo de Benfica, principalmente ao ver a derivação nos trilhos de bonde. Seria entrada para alguma empresa localizada onde hoje é o supermercado Prezunic?

    Se no Google Maps vocês andarem um pouco mais à frente do Prezunic, em direção a Bonsucesso, verão do outro lado da rua um conjunto habitacional de seis prédios de quatro andares cada, com entrada de veículos pela rua Aloísio Amâncio. A bela e (cala-te boca!) namorada do sobrinho de minha esposa mora num deles e fez 23 anos na última sexta-feira. Estivemos lá comemorando. A mãe dela é nordestina e cozinheira de mão cheia. Comemos uma sopa de ervilha e um caldo de frango supimpas. Além de salgadinhos e doces. Dizem que ela faz um bobó de camarão de lamber os beiços.

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  12. FOTO 3 ==> que vergonha! Morei a um quarteirão da foto e não reconheci o local. No dia da postagem original, às 14:18h, fiz um longo comentário. Hoje repetirei alguns trechos dele, com pequenos ajustes, e acrescentarei mais recordações.

    No canto direito aparece a nesga de uma casa estilo moderno, de dois andares. Ali moravam antigos vizinhos nossos, da casa 44 da rua Dona Delfina. Nós morávamos no 46. Eram o “seu” Alfredo Nahid, a dona Olinda e o filho Nestor, que chamávamos de Nestorzinho ou de Tozinho, nascido em 1952. “Seu” Alfredo era arquiteto ou engenheiro civil, não sei bem. Ele mesmo projetou a casa que se vê parcialmente na foto. Era muito bonita, estilo moderno na época. Entre a casa e o prédio da foto havia a entrada de uma comprida vila de casas. Numa delas morava um garotinho bem moreno, apelidado de Coca-Cola, muito amigo do Nestorzinho e que infelizmente morreu de leucemia ainda criança, com uns 10 anos de idade.

    Hoje em dia o local está mudado. Não sei se a casa da Sociedade Espírita Ramatis é a casa a que me refiro ou se ela foi demolida para construção do prédio de azulejos vermelhos que fica ao lado da Ramatis. A vila ainda existe mas não sei qual o acesso a ela.

    Volta e meia cito aqui um carro Ford creme, placa 12-81-37, ano 1951. Era o do “seu” Alfredo e dizia ele que tinha sido fabricado no Canadá. O do irmão dele, também chamado de Nestor, era um Ford do mesmo tipo, cor verde, porém de ano anterior, placa 2-24-69. Este irmão morava na rua Maria Amália, bem perto da Dona Delfina, e tinha duas filhas e um filho, bem mais velhos que o Nestorzinho. O Ford do “seu” Alfredo foi posteriormente vendido para o Gil, um mecânico especializado em regulagem de carros, que lembrava o ator Jardel Filho e que atendia numa garagem domiciliar na rua Teodoro da Silva número 589, em Vila Isabel. Tinha-se de madrugar lá para ser atendido, por ordem de chegada. O Gil adaptou o carro para rebocar trailer. A placa for renumerada para BC-8137 quando do Estado da Guanabara e posteriormente para NO-8137 após a fusão com o RJ.

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  13. Eu teria muito a falar sobre Nestorzinho e pais, as brincadeiras que tínhamos com ele, a casa e o grande terreno em que ela estava situada, a mangueira e uma videira já quase morta e cuja estrutura fazíamos de baliza de futebol, colocando uma rede de pesca que eu pegava das feitas pelo meu tio, etc, etc. Foram nossos vizinhos durante uns 10 anos. Havia uma garagem para o carro, numa construção tipo caixote apartada da casa e um pouco distante da rua. Eu adorava percorrer o trecho entre o portão de entrada e a garagem, cavalgando uma vassoura de pelo fazendo as vezes de meu cavalo (eu era o cowboy Kid Colt), levantando poeira atrás, para minha alegria, portando na cintura um cinturão com revólver. Meu irmão fazia o mesmo numa vassoura de piaçava, Kit Carson que era ele.

    Bons tempos, grandes lembranças. Faltaria espaço aqui para eu narrar tudo que me vem à lembrança daquela casa e daquela boa e unida família.

    Quando eles se mudaram para a casa da foto, em fins da década de 1950 ou início da 1960, os novos moradores, família Boueri, transformaram a garagem num local de torneio de ping-pong com uma mesa oficial. Eram duas adolescentes e um caçula, Alberto Boueri, apelido Bituca. Do grupo que jogava fazia parte o Marcos Elia, na época aluno do Colégio Militar e que foi citado nas postagens dos dias 09/11/2019 e 15/04/2024 aqui no SDR. Era o melhor jogador de ping-pong do grupo. Tinha um irmão mais velho, que chamávamos de Lulu da Palmerana, corruptela de Lulu da Pomerânia, uma raça de cães. Não sei o motivo desse apelido.

    Hoje a casa e mais a vizinha, de número 38, tiveram os terrenos comprados e no local se construiu o Condomínio Lailla Helena, número 42 da rua Dona Delfina. Apartamentos de 98 a 206 metros quadrados. O nome foi uma homenagem à antiga moradora do número 38, dona Lailla, uma senhora muito bonachona, baixinha, gordinha, cabelos prateadíssimos, muito amiga da minha família. Morava com um filho já adulto, que chamávamos de Niltinho, posteriormente formado em Direito e que adorava encher a cara e chegar bêbado em casa, frequentador do bar Nova Orleans, na esquina das ruas Uruguai e Conde de Bonfim.

    Já a nossa casa, número 46, juntamente com a 48, 50 e 52, todas da mesma dona, foram vendidas em 1973, demolidas e no local se construiu o Edifício Saint Gottard, número 50, bem recuado em relação à rua, apartamentos de 105 a 147 metros quadrados.

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  14. Bom dia. Algumas diferenças gritantes de oito anos para cá. Flamengo campeão da "copinha" e este ano nem disputou, priorizando o estadual onde pode nem se classificar para o mata-mata e disputar o quadrangular do rebaixamento... A final de hoje será entre o Cruzeiro e o São Paulo.

    E o livro do gerente não se materializou...

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  15. Não, Augusto, mas muitos comentários estão numa grande planilha Excel, com o número da foto e data de publicação. Estou esperando a IA desenvolver uma maneira dela fazer isto para mim.

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  16. Sobre a postagem original, ao se analisar o comentário do Corneteiro Velho, observa-se um detalhe característico da sua forma de digitar que é quase uma impressão digital do saudoso Beletti. Nunca denunciei já que os pseudônimos escolhidos eram sempre gaiatos, assim como seus comentários bem humorados, algumas vezes um tiquinho ácidos, mas nunca ofensivos e assim não queria inibi-lo. Deixou saudades.

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  17. O ibope da Copa SP JR deve ter caído bastante em relação aos últimos anos, por culpa da antecipação da CBF para a temporada dos marmanjos, o que obrigou as federações estaduais a fazer o mesmo com seus campeonatos.
    O Cruzeiro tem mais é que comemorar muito, os grandes de São Paulo sempre jogam em casa nesse torneio e dominaram nos 4 anos anteriores.

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    1. A Globo aberta geralmente só transmitia a final e, mesmo assim, para as praças dos clubes envolvidos, exceto quando tinha "clássico nacional". Como este ano o Flamengo nem disputou e o Curíntia dançou cedo, ela nem se preocupou com isso. A Record exibiu alguns jogos, incluindo a final de hoje. Outro canal aberto novo, o Xsports, também exibiu jogos e chegou a ficar em quarto lugar.

      Em comum com oito anos atrás o vice do São Paulo.

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  18. Boa noite Saudosistas. Passei para ler os comentários como o faço todos os dias, muito embora nem sempre faça novos comentários.
    Hoje com a paralização do FLAxFLU, aproveitei pra rever o SDR, dessa vez o temporal foi no RJ, o Flamengo correndo atrás do prejuízo, devido ter começado o campeonato com o time de juniores, tá arriscado a não se classificar para o quadrangular final.

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    1. Ao contrário, o quadrangular é para fugir do rebaixamento. Os outros clubes vão disputar mata-mata dentro do grupo até fazer a final com um time do outro grupo.

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