Escrevo mais cedo hoje ois tenho que resolver problemas externos. A primeira foto Nossa Senhora de Copacabana a segunda não consigo ver direito está muito escura e a terceira Figueiredo de Magalhães.
A terceira foto é a Rainha Elizabeth com N.S. de Copacabana após 1953, a segunda foto parece ser a Hilário de Gouveia, e a primeira foto é a Barata Ribeiro quase esquina de Xavier da Silveira no início dos anos 60.
Foto 1, o Camões, já com a metade do teto retirada e letreiro bipartido. Atrás vem um Austin A-40 Devon/Dorset, 1948+. Foto 2, Dodge 1947/48 táxi, um Peugeot 203, dos primeiros, de janela traseira pequena e um Chevrolet 51-52 hard-top, que seria o início da linha Bel-Air, se bem que, como linha, só receberia este nome em 1953. Foto 3, outro Bel-Air 1951, com outros GM atrás. Na rua, um taxi Hudson 46-47 e um Austin A-40, 1952, Somerset. O lotação Chevrolet 1948 parece estar na Domingos Ferreira.
Já que não reconheço os locais, pois afinal de contas morador da Ilha do Governador não se afasta muito de casa... Lá vai a minha opinião: O ônibus é um "Aclo- Regal" com motor diesel de 12 litros, com mudança automatizada e carroceria Grassi.
Seria eu não reconheço a região onde morei. O edifício Egalité (ao fundo à esquerda da terceira foto) ficou pronto de 1952 e tinha frente para 3 ruas. À direita em primeiro plano está o edifício onde funcionava o cinema. A avenida N.S. de Copacabana tinha a mão de direção para a Francisco Otaviano.
FOTO 1: é a Rua Barata Ribeiro na altura do nº 638. Aquele edifício à esquerda, com janelas abertas para a rua, é o de nº 622. Vemos o famoso ônibus "Camões" e um visitante de Copacabana nos anos 50. Será que iria para a pensão que funcionava ao lado de minha casa. A pensão ficava na nº 593 e, além dos hóspedes, recebia frequentadores externos para seu almoço, algo comum ainda hoje na Zona Norte, mas praticamente desaparecido em Copacabana. Uma curiosidade: aí em frente, do outro lado da rua, ficava a loja de bolsas do "seu" Emílio. Para vocês verem como os tempos eram outros, por esta época trabalhava nela o Alfredinho, que era ponta-esquerda do juvenil do Flamengo. Bem diferente de hoje quando são profissionais desde cedo e não precisam ganhar dinheiro em outra atividade. Como eu passava todos os dias por aí, ficamos amigos. Torci muito por ele. Chegou a jogar nos aspirantes e em algumas partidas no time titular. Vibrei quando marcou um dos gols do Flamengo, numa vitória de 3x1 sobre o Botafogo, vencendo o Manga. Anos depois reencontrei o Alfredinho como dono de uma loja de consertos de aparelhos elétricos no Leblon, mas acabei perdendo contato. FOTO 2: as moças se preparam para entrar numa das numerosas obras que havia em Copacabana nos anos 50. Dezenas de nordestinos moravam nelas, mal alojados, um ou outro, depois de terminada a obra, conseguiam um emprego de porteiro ou faxineiro no novo edifício. Acompanhei muitas da janela de minha casa. Me fascinava como transportavam tijolos dos caminhões para dentro da obra, dois tijolos a dois, passando de mão em mão. Ou a rapidez como descarregavam caminhões de areia e pedra, como viravam concreto no chão (nada de máquinas), como peneiravam a terra. Ouvia sempre o "sino" (um pedaço de ferro batido contra o outro) para avisar o início da obra às 7 horas, o almoço das 11 às 12 horas, o encerramento às 17 horas. FOTO 3: é na Rua Rainha Elisabeth, esquina de N.S. de Copacabana. Pertinho do cinema Caruso. Neste trecho da Copacabana ficava também o apartamento do professor particular de matemática, Manoel Montenegro, que ajudou a centenas de alunos do Santo Inácio a passarem de ano...
O Lopes agora virou um misto de restaurante mercadinho. Em 1970 eu era frequentador. O cinema Caruso virou Banco Itaú. Uma "gloria" para mim foi conseguir naquele cinema o filme "Shalako", pois era "impróprio" para menores de 14 anos e eu só tinha 12. Naquele tempo eu Participei em várias oportunidades do curso de "botinho" no Posto Seis, ministrado pelos "banhistas" do Corpo Maritimo de Salvamento. Bons tempos...
Era realmente uma alegria, após um sessão no Caruso, trucidar os pastéis do Lopes e depois arrematar com um sorvete de pavê, que só lá podia ser saboreado.
Esses ônibus apelidados de “Camões” normalmente são conhecidos e exibidos na Internet rodando na linha 12. Segundo o monumental levantamento feito pelo Marcelo Almirante, essa linha já existia no ano de 1940, servida pela empresa Limousine Federal. O nome da linha mudou várias vezes, a saber: 1) Até meados de 1950, foi Estrada de Ferro x Ipanema. 2) Daí até meados de 1955, Estrada de Ferro x Leblon. 3) Daí até meados de 1962, Estrada de Ferro x General Osório. 4) Daí até meados de 1963, voltou a ser Estrada de Ferro x Leblon, quando então a empresa passou a ser a Taruman até o fim da vida da linha, em ano não especificado.
Segundo consta no Facebook, a foto mostrada é do ano de 1958. Também no FB o comentarista Ago Feitosa diz que após o fim da linha vários desses ônibus foram colocados num terreno em Vaz Lobo, onde enquanto enferrujavam eram usados pelos namorados a titulo de motel. Eu pessoalmente vi vários deles, da Taruman, em 1965, amontoados num terreno no caminho entre Cachambi e Maria da Graça, não lembro se na rua Miguel Ângelo ou Ferreira de Andrade.
Havia dois tipos de “Camões”: o da foto tem o telhado recortado da mesma forma que a parte inferior do ônibus, com o número da linha num letreiro e o nome em outro; mas há um modelo um pouco diferente, em que o telhado é inteiriço, sem o recorte mostrado no da foto, e o letreiro era único, com número e nome juntos. No modelo da foto, o para-lama direito fica descoberto; no outro modelo, ele fica debaixo do telhado, mas a reentrância do motor é a mesma em ambos os modelos.
A empresa Copanorte, fundada em outubro de 1948, também usava esse tipo de ônibus em várias linhas da Zona Norte, partindo de Parada de Lucas, IAPI da Penha, Acari, Vigário Geral, Olaria, além da 70 – Estrada de Ferro x Leblon (posteriormente Leme), operada de meados de 1950 a fins de 1956. Na internet há fotos desse tipo de ônibus na linha 70. A Copanorte pediu falência em 1959, mas foi uma empresa de porte.
Esse ônibus Camões foi a coisa mais esdrúxula que vi no segmento, era muito feio! O cara com a mala na foto 1 me remete a cenas de cinema ou TV que sempre me chamam atenção. Nunca vi um ator andar fingindo que a mala está pesada, todas estão leves. O colega Joel era bom em acertar os locais.
Estranhei o comentário do Biscoito, há 8 anos, sobre metade retirada do teto, porque já ouvi falar que originalmente não existia cabine fechada para o motorista e que os dois tipos de arranjos citados pelo Hélio hoje foram montados depois da chegada desses modelos, originando o apelido.
A menos que eu esteja enganado, onde hoje há uma agência do Itaú na esquina da Nossa Senhora de Copacabana com Rainha Elizabeth existia a lanchonete Pancake's. Fui várias vezes lá, na segunda metade da década de 1970, comer panqueca, embora eu nunca tenha sido fã desse prato. Eu pedia panqueca de frango a cacciatore ou frango bourbon. Havia outra filial na Rainha Guilhermina.
Lendo o comentário sobre a lanchonete fui rever o local, pois ali ficava o Caruso. Achava que a agência do Itaú tinha sido instalada no lugar do Caruso, mas não totalmente. Ela já existia bem na esquina, onde estaria a lanchonete mencionada, ao lado do Caruso. Depois do fechamento do Caruso é que a agência passou a ocupar todo o espaço desde a esquina. Podemos ver o Caruso e a agência juntos em https://saudadesdoriodoluizd.blogspot.com/2023/05/cinema-caruso.html
Nos anos 70 tinha um Pancake Bar na Rua Rainha Guilhermina 95, onde atualmente funciona o Restaurante Nam Thai. O dono era um alemão e vivia lotado toda noite. Era uma novidade as panquecas com os mais variados recheios. Não tinham mesas.
Luiz D' e Mauro Marcello ==> realmente, a Pancake's não tinha mesas. Comia-se de pé no balcão, em pratos coloridos e rasos fabricados pela Goyana. Por causa do material, o fundo deles era todo riscado por facas de refeições anteriormente saboreadas.
Escrevo mais cedo hoje ois tenho que resolver problemas externos.
ResponderExcluirA primeira foto Nossa Senhora de Copacabana a segunda não consigo ver direito está muito escura e a terceira Figueiredo de Magalhães.
Bom dia. A 3a tem cara de Xavier da Silveira.
ResponderExcluirBom dia a todos. Respondendo 1ª Av. N. Sra. de Copacabana, 2ª Souza Lima e a 3ª Figueiredo Magalhães.
ResponderExcluirA terceira foto é a Rainha Elizabeth com N.S. de Copacabana após 1953, a segunda foto parece ser a Hilário de Gouveia, e a primeira foto é a Barata Ribeiro quase esquina de Xavier da Silveira no início dos anos 60.
ResponderExcluirTrabalho em ritmo de Brasil Grande.Dava para dar uma super faturada?Este Camões é um grande espanto!!!!
ResponderExcluirFoto 1, o Camões, já com a metade do teto retirada e letreiro bipartido. Atrás vem um Austin A-40 Devon/Dorset, 1948+.
ResponderExcluirFoto 2, Dodge 1947/48 táxi, um Peugeot 203, dos primeiros, de janela traseira pequena e um Chevrolet 51-52 hard-top, que seria o início da linha Bel-Air, se bem que, como linha, só receberia este nome em 1953.
Foto 3, outro Bel-Air 1951, com outros GM atrás. Na rua, um taxi Hudson 46-47 e um Austin A-40, 1952, Somerset. O lotação Chevrolet 1948 parece estar na Domingos Ferreira.
Já que não reconheço os locais, pois afinal de contas morador da Ilha do Governador não se afasta muito de casa... Lá vai a minha opinião: O ônibus é um "Aclo- Regal" com motor diesel de 12 litros, com mudança automatizada e carroceria Grassi.
ResponderExcluirO Joel deu uma resposta totalmente certa, outra parcialmente certa (o trecho está errado) e uma passou perto.
ResponderExcluirSeria eu não reconheço a região onde morei. O edifício Egalité (ao fundo à esquerda da terceira foto) ficou pronto de 1952 e tinha frente para 3 ruas. À direita em primeiro plano está o edifício onde funcionava o cinema. A avenida N.S. de Copacabana tinha a mão de direção para a Francisco Otaviano.
ExcluirBoa tarde a todos.
ResponderExcluirPela postagem de ontem, arrisco Barata Ribeiro na primeira foto. Já o trecho aí é pedir demais.
As demais fotos vou ficar devendo...
Tá parecendo que o homem da mala ia pegar o Camões e ir para o local acertado.Seria a história do Waldomiro ou do Manguinhos?
ResponderExcluirManguinha corretor!!!!!
ResponderExcluirCaramba, que está certo afinal!
ResponderExcluirFOTO 1: é a Rua Barata Ribeiro na altura do nº 638. Aquele edifício à esquerda, com janelas abertas para a rua, é o de nº 622. Vemos o famoso ônibus "Camões" e um visitante de Copacabana nos anos 50. Será que iria para a pensão que funcionava ao lado de minha casa. A pensão ficava na nº 593 e, além dos hóspedes, recebia frequentadores externos para seu almoço, algo comum ainda hoje na Zona Norte, mas praticamente desaparecido em Copacabana.
ResponderExcluirUma curiosidade: aí em frente, do outro lado da rua, ficava a loja de bolsas do "seu" Emílio. Para vocês verem como os tempos eram outros, por esta época trabalhava nela o Alfredinho, que era ponta-esquerda do juvenil do Flamengo. Bem diferente de hoje quando são profissionais desde cedo e não precisam ganhar dinheiro em outra atividade. Como eu passava todos os dias por aí, ficamos amigos. Torci muito por ele. Chegou a jogar nos aspirantes e em algumas partidas no time titular. Vibrei quando marcou um dos gols do Flamengo, numa vitória de 3x1 sobre o Botafogo, vencendo o Manga. Anos depois reencontrei o Alfredinho como dono de uma loja de consertos de aparelhos elétricos no Leblon, mas acabei perdendo contato.
FOTO 2: as moças se preparam para entrar numa das numerosas obras que havia em Copacabana nos anos 50. Dezenas de nordestinos moravam nelas, mal alojados, um ou outro, depois de terminada a obra, conseguiam um emprego de porteiro ou faxineiro no novo edifício. Acompanhei muitas da janela de minha casa. Me fascinava como transportavam tijolos dos caminhões para dentro da obra, dois tijolos a dois, passando de mão em mão. Ou a rapidez como descarregavam caminhões de areia e pedra, como viravam concreto no chão (nada de máquinas), como peneiravam a terra. Ouvia sempre o "sino" (um pedaço de ferro batido contra o outro) para avisar o início da obra às 7 horas, o almoço das 11 às 12 horas, o encerramento às 17 horas.
FOTO 3: é na Rua Rainha Elisabeth, esquina de N.S. de Copacabana. Pertinho do cinema Caruso. Neste trecho da Copacabana ficava também o apartamento do professor particular de matemática, Manoel Montenegro, que ajudou a centenas de alunos do Santo Inácio a passarem de ano...
E falando da FOTO 3 não se pode deixar de citar, com saudade, do Lopes, onde havia imbatíveis pastéis de queijo e pavês de chocolate.
ResponderExcluirO Lopes agora virou um misto de restaurante mercadinho. Em 1970 eu era frequentador. O cinema Caruso virou Banco Itaú. Uma "gloria" para mim foi conseguir naquele cinema o filme "Shalako", pois era "impróprio" para menores de 14 anos e eu só tinha 12. Naquele tempo eu Participei em várias oportunidades do curso de "botinho" no Posto Seis, ministrado pelos "banhistas" do Corpo Maritimo de Salvamento. Bons tempos...
ExcluirRainha Elisabeth ! Quem diria.
ResponderExcluirEra realmente uma alegria, após um sessão no Caruso, trucidar os pastéis do Lopes e depois arrematar com um sorvete de pavê, que só lá podia ser saboreado.
ResponderExcluirEsses ônibus apelidados de “Camões” normalmente são conhecidos e exibidos na Internet rodando na linha 12. Segundo o monumental levantamento feito pelo Marcelo Almirante, essa linha já existia no ano de 1940, servida pela empresa Limousine Federal. O nome da linha mudou várias vezes, a saber:
ResponderExcluir1) Até meados de 1950, foi Estrada de Ferro x Ipanema.
2) Daí até meados de 1955, Estrada de Ferro x Leblon.
3) Daí até meados de 1962, Estrada de Ferro x General Osório.
4) Daí até meados de 1963, voltou a ser Estrada de Ferro x Leblon, quando então a empresa passou a ser a Taruman até o fim da vida da linha, em ano não especificado.
Segundo consta no Facebook, a foto mostrada é do ano de 1958. Também no FB o comentarista Ago Feitosa diz que após o fim da linha vários desses ônibus foram colocados num terreno em Vaz Lobo, onde enquanto enferrujavam eram usados pelos namorados a titulo de motel. Eu pessoalmente vi vários deles, da Taruman, em 1965, amontoados num terreno no caminho entre Cachambi e Maria da Graça, não lembro se na rua Miguel Ângelo ou Ferreira de Andrade.
Havia dois tipos de “Camões”: o da foto tem o telhado recortado da mesma forma que a parte inferior do ônibus, com o número da linha num letreiro e o nome em outro; mas há um modelo um pouco diferente, em que o telhado é inteiriço, sem o recorte mostrado no da foto, e o letreiro era único, com número e nome juntos. No modelo da foto, o para-lama direito fica descoberto; no outro modelo, ele fica debaixo do telhado, mas a reentrância do motor é a mesma em ambos os modelos.
ResponderExcluirA empresa Copanorte, fundada em outubro de 1948, também usava esse tipo de ônibus em várias linhas da Zona Norte, partindo de Parada de Lucas, IAPI da Penha, Acari, Vigário Geral, Olaria, além da 70 – Estrada de Ferro x Leblon (posteriormente Leme), operada de meados de 1950 a fins de 1956. Na internet há fotos desse tipo de ônibus na linha 70. A Copanorte pediu falência em 1959, mas foi uma empresa de porte.
ResponderExcluirEsse ônibus Camões foi a coisa mais esdrúxula que vi no segmento, era muito feio! O cara com a mala na foto 1 me remete a cenas de cinema ou TV que sempre me chamam atenção. Nunca vi um ator andar fingindo que a mala está pesada, todas estão leves. O colega Joel era bom em acertar os locais.
ResponderExcluirBom dia. A princípio nada a acrescentar aos comentários. A chuva que não dá trégua.
ResponderExcluirEstranhei o comentário do Biscoito, há 8 anos, sobre metade retirada do teto, porque já ouvi falar que originalmente não existia cabine fechada para o motorista e que os dois tipos de arranjos citados pelo Hélio hoje foram montados depois da chegada desses modelos, originando o apelido.
ResponderExcluirLembro sempre do 12 com a Praça General Osório como final de linha. Achava um barato aquela cabine para o motorista.
ResponderExcluirA menos que eu esteja enganado, onde hoje há uma agência do Itaú na esquina da Nossa Senhora de Copacabana com Rainha Elizabeth existia a lanchonete Pancake's. Fui várias vezes lá, na segunda metade da década de 1970, comer panqueca, embora eu nunca tenha sido fã desse prato. Eu pedia panqueca de frango a cacciatore ou frango bourbon. Havia outra filial na Rainha Guilhermina.
ResponderExcluirLendo o comentário sobre a lanchonete fui rever o local, pois ali ficava o Caruso. Achava que a agência do Itaú tinha sido instalada no lugar do Caruso, mas não totalmente. Ela já existia bem na esquina, onde estaria a lanchonete mencionada, ao lado do Caruso. Depois do fechamento do Caruso é que a agência passou a ocupar todo o espaço desde a esquina. Podemos ver o Caruso e a agência juntos em https://saudadesdoriodoluizd.blogspot.com/2023/05/cinema-caruso.html
ResponderExcluirNos anos 70 tinha um Pancake Bar na Rua Rainha Guilhermina 95, onde atualmente funciona o Restaurante Nam Thai. O dono era um alemão e vivia lotado toda noite. Era uma novidade as panquecas com os mais variados recheios. Não tinham mesas.
ResponderExcluirBoa tarde/noite a todos!
ResponderExcluirLendo a postagem e os comentários, ainda não percebi onde fica a Foto 02.
Luiz D' e Mauro Marcello ==> realmente, a Pancake's não tinha mesas. Comia-se de pé no balcão, em pratos coloridos e rasos fabricados pela Goyana. Por causa do material, o fundo deles era todo riscado por facas de refeições anteriormente saboreadas.
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