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sábado, 6 de março de 2021

SAUDADES DO RIO


 Hoje o “Saudades do Rio” no Blogger completou 1 milhão de visualizações. Para comemorar temos a foto da última postagem no provedor Terra, em 2013. Lá também tivemos números excepcionais de frequência.

 

Após um pequeno tempo hospedado no fotolog.com e no Multiply, em 09/06/2005 estreava no fotolog do Terra, onde os blogs viveram seus tempos de glória. Com a desativação do Terra no final de 2013 foi para o UOL e, finalmente, abrigou-se no Blogger desde 21/12/2016. Pelos meus alfarrábios foram 7891 fotografias publicadas sobre o Rio de Janeiro até agora.

 

Local de encontro diário de conhecidos e desconhecidos, fonte de pesquisa para estudantes, o interesse pelo Rio Antigo uniu, através de todos estes anos, muita gente boa. Brigas, diversão, gozações e bons amigos surgiram. Alguns nunca encontrei. Outros tive o prazer de conhecer e desfrutar da companhia. Os blogs do Rio Antigo já foram tema de reportagens na Veja, no SBT, no Estado de São Paulo, etc.

 

Lá nos tempos antigos, sem Google Maps e disponibilização dos grandes acervos pela Internet, era um prazer pesquisar e descobrir uma foto nova. Fosse em coleções familiares, fosse na Praça XV, fosse em sebos. Tal dificuldade propiciou momentos interessantes como o primeiro concurso "Sherlock Holmes" para identificação de fotos, que culminou numa grande festa de entrega de prêmios num bar do Leblon. Ali muitos nos conhecemos.

 

Tempos depois, com o  Facebook, muitos novos admiradores do Rio Antigo, bebendo na fonte de nossos antigos blogs, publicam nossos acervos como se fossem novidade. Tudo bem, o importante é divulgar o Rio Antigo.

 

Fomos tema de uma tese de mestrado do pesquisador Alberto Goyena. Vimos surgir os "colorizadores" como o Conde di Lido e o Nickolas Nogueira, hoje com muitos seguidores. Criamos o S.E.M.P.R.E., em cuja "sede social" nos encontramos com regularidade.

 

Enfim, aprendemos muito, nos divertimos, resgatamos o Rio Antigo através da história e das nossas memórias. Quantos comentaristas, como vocês, ajudaram a registrar histórias que normalmente ninguém teria conhecimento. Tem sido uma grande aventura. Como o tempo passa grandes amigos e comentaristas já deixaram esta vida. Lembramos sempre deles com saudades.

 

Certamente vou cometer injustiças pela omissão de alguns, mas vale a pena lembrar do “Espaço Livre” - do Candeias”, “Rio de Fotos” - do Derani, “História do Rádio” – do Jaime Moraes, “Ilha” – do Álvaro Botelho, “Rio para Sempre” – do Augusto, “Rio de Outros Janeiros” – do P. Gomes, “Saudosismo” – do Marcos Valente, “Arqueologia do Rio” – do Rouen, “Carioca da Gema” – do Tumminelli, “Voando para o Rio” – do JBAN, “Foi um Rio que Passou” – do Decourt, “Zona Norte” – do Antolog, “Antiquus” – do Mauricio Lobo, “Coisa Lúdica” – da Milu, “Saudades do Rio – O Clone” – do AD, “Rio Hoje” – do Rafael Netto, “O Pharol” – do Derani, “Professor Pintáfona”, do Professor Pintáfona, “Outstanding” – do Conde di Lido, “Ontem e Hoje”, do saudoso Richard, o “Mapas” – do Celso, o “Saudades do Rio”, que continua ainda por aqui, Lanterna Mágica – Marcio Bouhid, Rio Magazine – Lucia Simões, Fotopaint – Luiz F. Moniz, Antigamente – Lyscia Braga. E havia os vários do Lavra que eram todos deletados de tempos em tempos e que tinham cópia das cópias, o do Marcio Bouhid, cujo nome alguém há de lembrar.  Além de tantos outros que serão lembrados, como o do FlavioM.

 

E dos inúmeros personagens, alguns "suicidas", que fizeram histórias como o AG, a Karina, o Professor Pintáfona, o Manitu, o Tertuliano Delacroix, o General Miranda e seu irmão Eleutério, o Frei Henrique Boaventura, o tinturista Tutu la Minelli, toda a turma d´O Pharol, da Mme. Simmons, do Bispo Rolleiflex, do Pimpolho e do Juquinha, d´A Gerência, da Creusa, do Eusebius Sophronius, do Jô, do Ahmed, do Guilherme Portas, do périplo do Zeppelin, do Hemo-Kola, do Veedol, das Tyas, da Anta Copacabanensis, do Tijucano Empedernido,  do Lulu & Dudu, das fotos do Silva enviadas pelo Patricio e pelo Fidelino Leitão de Menezes, o Aristharco Pessoa, delegado de polícia, o Dr. Celsão de Vila Matilde, a Embaixatriz Plenipotenciária da Urca e adjacências, o Dr. Luiz Oliveira, Dona Ana Lucia, telefonista da CTB, Claude Maurice, tinturista do Fleur, o último Francês da Armada de Villegaignon, do Álvaro (mordomo do Pintáfona), do Bispo Rolleiflex, Conde de Montenegro ou Count of Black Mount, Barão de Santa Teresa, o Marrento e fumacento, Pimpolho, Juquinha, Cigano Igor (vizinho da Alcyone), Primo Bouhid (sócio da Casa Pedro), Eusebius Sophronius, o Rei da Abissínia, os escravos núbios, “A Gerência”, do Waldenir e seu crachá, do Tijucano Empedernido, da Giseli Loira, da “troupe” d´O Pharol. E das histórias da PEJ (Praça Eugenio Jardim), da empena-cega, do parafuso de Arquimedes, das lâmpadas Thompson, das “park-ways”, do Veedol, Hemo-Kola e Ludaol, do Vittorio, da Demolidora Serqueira, do salão “Fleur de la Passion”, da Fortaleza Mont de la Veuve, do Bode Velho, da CMI  - Clínica de Mamoterapia de Itaipava.

 

No SDR vimos as diabruras do Anão Duarte, a faina da dupla de burrinhos Dudu e Lulu, os museus MIJAO do JBAN, MIJAO - Museu Interativo JBAN de Artefatos Obsoletos, e o M.E.R.D.A., o Museu Eraldo de Relíquias, Descobertas e Alfarrábios.

 

Como fontes tivemos acervos como os da LIFE, da Última Hora, da Brasiliana Fotográfica, do IMS, do Globo, do AGCRJ, do Correio da Manhã, do Giorgy Szendrodi, além das fotos familiares, muito contribuíram para o sucesso dos fotologs. Além das fotos da Cristina Pedroso, dos arquivos do Colégio Santo Inácio, os bondes do Helio Ribeiro, dentre outros.  

 

O curioso é que a maioria absoluta dos autores dos “fotologs” se conheceu pela Internet (impossível citar todos por aqui). Em 2005 foi criada a sigla “FRA” – Fotologs do Rio Antigo. Pouco tempo depois do início começaram a se reunir, inicialmente muito poucos, e criaram o S.E.M.P.R.E – Sociedade Edificante Multicultural dos Prazeres e Rituais Etílicos – cuja sede campestre no Alto da Boa Vista, se tornou palco de almoços memoráveis oferecidos por Lord Zé e Tia Lu.

 

Na história também ficou um chope no Degrau para a entrega dos prêmios do Concurso Sherlock Holmes, com direito a diploma confeccionado pelo Conde. Cerca de 40 comentaristas prestigiaram o evento.

 

Os “FRA – Fotologs do Rio Antigo” foram objeto de tese de mestrado do Alberto Goyena: “Rituais urbanos de despedida: reflexões sobre procedimentos de demolição e práticas de colecionamento”.  E motivo de extensas reportagens no SBT, VEJA, O Globo e Estado de São Paulo (Estadão). Além dos bons encontros tivemos oportunidade de aprender muito sobre o Rio, divulgar a história do Rio antigo sob o olhar de quem viveu esta história, proporcionar impressionantes encontros inesperados por meio das histórias contadas. 

 

É isto aí. Vamos adiante saudando todos os comentaristas atuais. Voltamos ao ar na segunda-feira.

URCA

Ontem o prezado Wagner Bahia perguntou sobre o aterro da Urca. Hoje temos algumas fotos sobre este assunto. A Urca foi criada a partir de 1921. Até então não existiam as avenidas Portugal e João Luiz Alves. O acesso para a Fortaleza de São João era feito através de embarcação. A ideia de ligar a Praia da Saudade à Fortaleza foi do comerciante português Domingos Fernandes Pinto. Em 1921 o engenheiro Oscar de Almeida Gama criou a Sociedade Anônima Empresa da Urca. A Av. Portugal foi inaugurada em 1922.


Em 1922, o plano geral de arruamento e loteamento da Urca foi aprovado e um ano depois, foram descritos e definitivamente aceitos os Planos de Abertura de ruas no bairro. 


Vemos a Urca ainda vazia, recém aterrada, com uma única casa na área entre o Forte São João e o Cassino Balneário. 

Carta do Distrito Federal (parte), em 1922, do Acervo do Arquivo da Cidade. Antes de totalmente aterrada e abertas as ruas, ainda se planejava toda a avenida de contorno da Urca, com o nome de Avenida Portugal.

Alguns estudiosos acreditam que a área onde se situa a Praia Vermelha outrora foi ligada à Enseada de Botafogo, fazendo do Pão de Açúcar e do Morro Cara de Cão uma ilha

 

Foto do acervo da família Ferreira mostrando o areal do aterro da Urca, em 1927. O fotógrafo, Alberto, morava na única rua habitada desta parte da Urca, cujo acesso era por trás do antigo Cassino da Urca. Do alto, Alberto acompanhava o crescimento do bairro e descia até lá nos finais de semana com a família, para acompanhar as obras. 

Esta parte da Urca foi construída pela Sociedade Anônima Empresa da Urca, do Engenheiro Oscar de Almeida Gama, a partir de 1921.A Empresa deveria construir um cais, a partir da Avenida Portugal, correspondendo portanto à atual Av. João Luís Alves, até a ponte de atracação da Fortaleza de São João, correndo este cais a um mínimo de 150 metros do litoral e fazendo o aterro dessa faixa conquistada ao mar. Se o plano geral de arruamento e loteamento da Urca foi aprovado em 1922, somente em 1923, é que foram descritos  e definitivamente aceitos os PA de ruas no bairro. O primeiro PA da Urca dá como limites a Av. Pasteur, Portugal e a Rua Ramon Franco, denominando essa área de primeira seção. A segunda seção é o trapézio limitado, no mar, pela Av. João Luís Alves e, no morro, pela Av. São Sebastião 

A foto foi enviada por minha amiga Lina Ferreira de Souza.
 

Alguns anos depois vemos o aterro da Urca já preenchido com as construções.

sexta-feira, 5 de março de 2021

URCA





As fotos de hoje foram enviadas pelo Carlos Paiva e, além das informações por ele enviadas, outras tantas são de autoria de meu amigo Hugo Hamann.

Nos anos 1920 foi construído um curioso prédio na Urca com dois acessos para ruas diferentes. A parte de baixo fica na Av.  João Luiz Alves    e a parte de cima fica na Av. São Sebastião. 

As fotos mostram a obra com interessante sistema estrutural. O prédio fica colado ao portão do Forte São João. O construtor foi Alberto Hass e o primeiro proprietário foi o Sr. Almir Accioly Antunes Filho.

O sistema de fundações chama-se “Pegões”, formado de paredes de tijolos e pedras encimado por um arco de alvenaria que recebe a laje de concreto.

Esta casa tem seu limite lateral numa pequena escadaria que liga o final da Rua São Sebastião à Av. João Luiz Alves (beira-mar), junto à guarita do Forte.

Embora antigamente fosse uma propriedade única, mais recentemente tornou-se propriedade de duas famílias. A que mora nos dois andares superiores (acima do nível da Av. São Sebastião), quando foi comprou a casa fechou a escada que levava aos outros dois pavimentos inferiores, separando a construção em duas residências independentes: uma com acesso pela São Sebastião e a outra com acesso pela Av. João Luiz Alves. Cada uma com 2 pavimentos, sendo que a casa superior tem um “sótão habitável”.

A se destacar o arrojo de construção para a década de 20, uma construção com tantos pisos, e o fantástico encaibramento do telhado aparente.


 

quinta-feira, 4 de março de 2021

FÁBRICA CONFIANÇA







Hoje são apresentadas 6 fotos da Fábrica Confiança, todas do fotógrafo A. Ribeiro e do acervo de meu  amigo Klerman Wanderley Lopes. O texto abaixo foi conseguido no "site" História dos Bairros - Vila Isabel.

 

A “Companhia de Fiação e Tecidos Confiança Industrial” (“Fábrica de Tecidos Confiança”), com sede na Rua Souza Franco nº 1, no bairro de Vila Isabel, foi fundada em assembleia no dia 22 de abril de 1885, embora estivesse funcionando desde 1878. Em

 

1885, a fábrica funcionava com 400 teares; em 1894 foi acrescentada uma quantidade considerável de novos teares; em 1905, a Fábrica Confiança tornou-se a maior fábrica do Brasil, trabalhando com 1.600 teares.

 

Era uma fábrica invejável, completa, ocupando grande área na Rua Maxwell. Foram construídas moradias para diretores e operários, além de escola e garantia de emprego aos estudantes, no término dos cursos. A fábrica construiu duas chaminés, a primeira em 1878 que, infelizmente, rachou e teve que ser demolida. A segunda não menos apreciada, foi construída em 1894 e, com sua forma arredondada, permanece até hoje como monumento histórico do bairro.

 

Seus três apitos inspiraram o compositor Noel Rosa, a escrever os versos de famosa melodia (“Quando o apito da fábrica de tecidos, vem ferir os meus ouvidos, eu me lembro de você ...”).

 

No período 1927/1929, em consequência da recessão na Bolsa de Nova York, as vendas caíram e muitos operários foram demitidos, tendo sido decretada a falência da fábrica. Em 1933, a família Menezes adquiriu a Fábrica, retomando as suas atividades, e tornando-a novamente, numa das mais importantes do país. Durante a Segunda Guerra Mundial, a Fábrica Confiança foi a única fornecedora de tecidos para a confecção dos uniformes das Forças Armadas do Brasil. Nessa época, seus lucros eram fartos e divididos entre empresa e empregados. A guerra acabou e o faturamento da empresa voltou ao normal.

 

Entretanto, após vários anos, com o falecimento de Antonio Lacerda de Menezes, diretor-presidente da fábrica, novo período de decadência surgiu, causando grande apreensão entre operários e patrões, a tal ponto que a fábrica foi vendida em 1964 ao grupo paulista J.J. Abdala que, contudo, não conseguiu reerguê-la. Com tristeza, operários, diretores e moradores viram a Fábrica Confiança cerrar suas portas, definitivamente.

 

Aquele patrimônio, que abrigou tanta gente, durou apenas 85 anos, deixando em Vila Isabel uma enorme saudade. As casas, que serviram de moradias para os operários e diretores, permanecem como na época de suas construções, formando hoje a "Vila Operária Confiança".

 

PS1: qual seria a explicação para todos estes postais saírem em coleção sobre a Exposição Nacional de 1908? Seriam propaganda distribuídos na Expo?

 

PS2: o lago que aparece na foto 5 seria uma montagem?

quarta-feira, 3 de março de 2021

PRAIA DE COPACABANA - ANOS 50

Esta fotografia, do arquivo da LIFE, mostra o vendedor de casquinha da década de 50 nas praias cariocas: os pirulitos de açúcar queimado espetados no topo da lata de metal que guardava as casquinhas, o "tlac tlac" do pequeno dispositivo de madeira com peça de metal articulada para se movimentar de um lado para o outro na mão do vendedor e anunciar a sua presença, a enorme lata, às vezes multicolorida, às vezes toda verde. A tampa, invertida, era onde ficavam os pacotinhos das casquinhas a serem vendidas. O papel que embrulhava o pirulito habitualmente ficava tão colado que dava um trabalho danado retirá-lo. Notar ainda na foto acima os sapatos bicolores, a roupa do vendedor e a antiga bandeira delimitadora dos Postos de Salvamento.

As fotos a seguir, da LIFE, são de Dmitri Kessel.  Todos sentados no chão, sobre esteiras de palha ou uma toalha. Maiôs inteiros, muitos Catalina provavelmente, shorts "samba-canção", crianças fazendo castelos na areia e perdido lá no fundo parece estar um vendedor de picolés da Kibon. Não havia ambulantes fixos na areia.


Desde sempre, perto do Copacabana Palace e da Praça do Lido, os escultores de areia encantavam os turistas. Mais recentemente aumentou muito o número desses escultores, boa parte fazendo esculturas de mau gosto.


Os antigos bancos de praia. A empregada uniformizada acompanhava a criança. Época em que ninguém ia à praia sem camisa (os homens) e sem uma "saída-de-praia" (as mulheres).


Não havia aluguel de barracas de praia. Cada um tinha a sua, na maioria das vezes multicolorida. Era o tempo em que se pedia a alguém de alguma barraca para dar uma "olhadinha" nas próprias coisas para se dar um mergulho (a camisa, os chinelos, até o relógio e o dinheiro ficavam embrulhados e deixados sob vigilância de alguém).

 

terça-feira, 2 de março de 2021

CLUBE REGATAS GUANABARA (2)

Ontem vimos aspectos do Clube de Regatas Guanabara na década de 1930, com sua piscina de água salgada que avançava pelo mar. Até a década de 1950 a Av. Beira-Mar terminava exatamente em um largo (cul-de-sac), junto ao Pavilhão Mourisco, a sede do Guanabara e a sede do Botafogo. No início da década de 1950 a região foi duramene atingida por conta das obras de abertura do Túnel do Pasmado, tendo sido demolidos o Pavilhão Mourisco e as sedes do Botafogo e do Guanabara.

Vemos o início das obras com as sedes do Guanabara e do Botafogo (à direita) ainda de pé. 






A foto de meados dos anos 50 mostra a região do Mourisco com os jardins de Burle Marx, a sede do Botafogo (ginásio e piscina) à direita, ainda em construção, o Clube Guanabara ainda um tanto incipiente, a Policlínica de Botafogo, o anúncio da Salutaris, o acesso ao túnel do Pasmado e a pista que vem da Av. Pasteur.

Estas duas fotos, a acima e a abaixo, mostram o Guanabara ainda num período de transição. A Prefeitura do Distrito Federal demorou muito tempo em cumprir suas obrigações após desapropriar o terreno para a abertura do Túnel do Pasmado.


 

segunda-feira, 1 de março de 2021

CLUBE REGATAS GUANABARA






 O Clube de Regatas Guanabara foi fundado em 5 de julho de 1899,  como "Grupo de Regatas Guanabara", com sede atual na Zona Sul do Rio de Janeiro, na Avenida Repórter Nestor Moreira nº 42, Botafogo.

A história do Clube se encontra com os esportes aquáticos e náuticos. A Piscina Olímpica foi inaugurada em 13 de janeiro de 1935, tendo sido a primeira Piscina Olímpica do Brasil, além de ter servido como sede do Campeonato Sul Americano de Natação, Saltos e Water-Polo, quando Piedade Coutinho e Maria Lenk se destacaram como nadadoras. Por medida de economia, o clube preferiu fazê-la, a partir de 1933, usando as claras águas da Baía de Guanabara. Face a ser de água salgada propiciou vantagens que permitiram vários recordes mundiais de natação.

 Amanhã veremos fotos da grande transformação pela qual passou o clube após meados dos anos 50.