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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

VILA SÃO CLEMENTE

 

Colorizada por IA em 2026

Vila na Rua São Clemente nos anos 70 em fotografia do JBAN (o nome da vila seria Gauy?).
Esta é a vila citada no livro "O Cortiço", de Aluisio Azevedo. Ao fundo havia a pedreira de Botafogo onde há, atualmente, grandes condomínios de edifícios do final da Rua Barão de Lucena.
A foto foi tirada de dentro da Concessionária Ford, talvez a Santo Amaro, que havia do outro lado da rua.
Notar os Ford Landau e, na rua, um táxi tipo "Zé do Caixão". E um ônibus da Metropolitana.
O casarão do lado esquerdo não existe mais e a casa à esquerda dele foi ao chão há alguns anos, sendo substituída por um prédio horroroso.
 

32 comentários:

  1. Esta vila é aquela ruazinha com um portão entre a Barão de Lucena e a Eduardo Guinle?

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    1. Sim, mas tem também a Travessa Visconde de Morais entre essa vila e a Barão de Lucena.

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  2. Nunca entrei mas sempre vi o portão. Vilas do Rio muito interessantes. Tive um colega de Santo Inácio , Eduardo Nagib Gaui, hoje cardiologista. As vilas seriam prédios deitados ? Creio que esse é o conceito de uma feita por arquiteto de nome na Av. Niemeyer ,perto do Vidigal.

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  3. Bom dia.

    Apesar de o número de ordem do ônibus não estar muito legível, parece ser da Vila Isabel, talvez da linha 438 extinta alguns anos atrás.

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  4. Meu território. Bem anos 70. Até o motorista do táxi com o braço na porta.

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  5. Em 1965 eu morei em Botafogo e vilas e casarões eram bastante encontrados, mas a com modernidade, muitos vieram abaixo. Há cerca de 20 dias eu estive na Rua das Palmeiras quase esquina de São Clemente e no número 15 existe um belíssimo casarão do Século XIX. Muito bem conservado, possui "porão habitavel" no "rés" da rua", coisa que eu não via há muito tempo.

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  6. Ótimos, o livro, romance naturalista de Aloísio Azevedo e o filme com elenco de qualidade, participações especiais e música.
    Faz jus ao livro. Nunca o vi exibido na televisão. Talvez pelo ótimo desempenho de Mário Gomes e Betty Faria (?).
    Tudo (grátis) na NET. O livro no Domínio Público.

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    1. Li O Cortiço e ele retrata fielmente a sordidez da sociedade humilde de antanho, com mulheres mal educadas, fedorentas, e cabeludas. O filme não é fiel ao livro. Aliás no filme, a Betty faria não convence, e menos ainda Mario Gomes (sem a cenoura).### A vila mencionada pelo Lino Coelho era imensa. Parte dela deu lugar no final dos anos 60 aos blocos de apartamentos da rua Ubaldino do Amaral, 70 e 80. Restou um imenso matagal murado que somente no Século XXI deu lugar ao complexo da Petrobrás. No inicio dos anos 90 era possível ver bandos de "biquinhos de lacre" sobrevoando o matagal. Quanto aos traficantes homiziados nos cortiços daquele entorno, são em número infinitamente menor do que seus "colegas" da região da Central do Brasil, onde são uma "extensão" do tráfico do morro da Providência. Só para refrescar a mente de vocês, lembrem-se que o Brasil se tornou o maior consumidor de drogas do mundo ocidental após o fim do regime militar. A "Nova República" trouxe com ela os planos de saúde, os fuzis automáticos, os "narcocurrais eleitorais", a imunidade parlamentar, o foro privilegiado, o rombo da previdência, os tiriricas, as beneditas, e os Jean Willys, além de um elenco de desgraças que ocuparia "infinitas laudas neste sítio"...

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  7. Embora muitos o considerem um bairro "de passagem",vejo Botafogo como um local interessante.Ainda existem casas antigas bem conservadas e novo prédios bem transados.Ainda vejo uma harmonia entre épocas diferentes.As ruas internas são bem interessantes e ainda se desfruta de certa calmaria.

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  8. Botafogo ainda tem bons locais interessantes do Rio Antigo.
    Vilas como essa devem ser da categoria condomínios horizontais.

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  9. Já morei em Botafogo, não muito longe dali. As vilas são, em geral, uma preciosidade. Lembrei de uma, em frente ao Santo Inácio, onde na época morava uma senhora, D. Maria, que fazia os melhores biscoitos que já provei. Éramos fregueses da D. Maria, que também fazia os bolos mais deliciosos. Bolos de verdade, com manteiga de verdade, ovos, açúcar, ingredientes que tendem a cair em desuso...

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    1. Peralta, o implicante29 de agosto de 2018 às 15:11

      Tia Nalu me prometeu um bolo de laranja e de laranja ela entende muito.

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  10. Existe um belíssimo documentário sobre demolição em Botafogo com alguns simbolismos importantes considerados pelo autor.
    Tentei comprar e não encontrei. Difícil achar documentários.
    Pouca procura. Decerto não interessa à mídia. Pena!

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  11. Boa tarde a todos. O bairro de Botafogo é como o time do Botafogo, sustenta um passado glorioso, nos dias de hoje ambos passam por uma transformação. Conheci inúmeras pequenas Vilas pela Tijuca e Centro da Cidade, sendo que na Tijuca ainda sobrevivem algumas delas, talvez por serem ocupadas por famílias até de classe média alta, com belos casarões. Já no centro da cidade, quase todas foram demolidas e algumas poucas ainda existem, sendo que a maioria delas as casas estão em estado lastimável de conservação e muitas servindo de abrigo a traficantes, como a que existe na R. do Lavradio quase ao lado do Fórum. A maior Vila residencial do centro e também do Rio de Janeiro era a Vila Rui Barbosa, abrangia as Ruas dos Inválidos, Senado, Ubaldino do Amaral e Henrique Valadares, onde hoje está construído o complexo administrativo da Petrobras. Numa cidade com o alto índice de violência como o Rio de Janeiro, as Vilas substituíram as casas residenciais de frente de rua de antigamente, muito procuradas por famílias, que desejam se livrar dos altos custos de condomínio dos edifícios de hoje em dia.

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  12. Há ainda muitas vilas fantásticas pela cidade. Outro dia passei por varias em Ipanema, algumas que nem sabia que existiam.

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  13. Existe uma bela vila em Icaraí onde todas as unidades foram vendidas para um Grupo. Exceto uma. O dono se recusa a aceitar. Difícil quebra de braço. Mas... um dia o dono morre. E os herdeiros....
    Aí a conversa muda. Espero que ele viva, viva, muito.
    Quase todas as histórias possuem o mesmo enredo. Pena, de novo.

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  14. Informa o Rouen que "Essa concessionária era a São Clemente Veículos S.A, na Rua São Clemente, 179 com o telefone central 266-3737."

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  15. Alguém sabe a respeito daquela vila cuja entrada é na Santa Clara à altura da 5 de Julho??

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  16. Com certeza já comentei aqui que existe uma vila na rua onde morei em Madureira. Na minha infância e adolescência o acesso era total mas nos anos 90 colocaram um portão para maior segurança dos moradores. Essa vila é separada de outra, no mesmo quarteirão, por um muro. Possivelmente antes de eu nascer pode ter sido a mesma vila, com dois acessos diferentes. Perto também tem outras vilas. Já aqui em Jacarepaguá é bem mais raro achar alguma vila. Pelo menos nesta região. Em outros pontos eu já vi.

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  17. Eu morei em vilas a maior parte da minha vida: de 1973 a 1978 numa, dali até 1998 em outra, e desde 2006 aqui onde estou. No total, 45 anos dos meus 79 de vida.

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  18. Morar em vila tem várias vantagens: você mora em casa e não em apertamento, está ao rés-do-chão e não nas alturas, o valor do condomínio é muitas vezes inferior ao de um edifício, e dependendo da vila você estaciona seu carro na porta de casa ou numa área destinada a isso dentro da própria vila. E dependendo da vila sua casa pode ter dois andares (às vezes com um terraço suplementar) e possui uma área aberta, para colocar por exemplo uma churrasqueira fixa e uma área gourmet, como se diz atualmente. Ou uma área de lavanderia. Ou ambas.

    Antigamente as vilas eram muito requisitadas e casas nelas tinham valor alto.

    A desvantagem, atualmente, é que a segurança é mais problemática do que em edifícios, onde o acesso é mais difícil.

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  19. Aqui na Barão do Bom Retiro há muitas vilas. Vindo da rua 24 de Maio em direção ao Grajaú, você encontra:
    1) no primeiro quarteirão, entre a 24 de Maio e a Marechal Rondon, há duas vilas, uma de cada lado da rua.
    2) entre a Visconde de Santa Cruz e a Conselheiro Jobim, há uma bem grande, do lado esquerdo, mais parecendo um condomínio do que uma vila com casas alinhadas.
    3) entre a Dona Romana e a Gão-Pará há quatro: a minha, uma bem em frente, e duas mais adiante.
    4) bem em frente à Grão-Pará há outra.
    5) entre a Grao-Pará e a Araújo Leitão, mais uma.
    6) entre a Abatirá e a Açaré, mais uma.

    Ou seja, 10 vilas nesse trecho, sendo cinco boas e cinco bem fraquinhas.

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  20. Na rua Gregório Neves, onde também morei numa vila, só no quarteirão entre a 24 de Maio e Marechal Rondon há três, sendo duas boas e uma fraquinha.

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  21. Falando em telefone, vou tentar recordar todos os que já tive:
    1) de meados da década de 1950 até meados de 1975 ==> 58-8514, posteriormente 258-8514.
    2) de meados de 1975 a meados de 1998 ==> 201-1718 (casa da minha mãe, onde residi durante algum tempo, quando solteiro).
    3) de meados de 1980 a junho de 1998 ==> 261-6754.
    4) de outubro de 1998 a junho de 1999 ==> 2571-7471 (casa da minha mãe, onde residi quando me separei da minha ex).
    5) do segundo semestre de 1999 a maio de 2006 ==> 2578-7777 (dava a maior confusão com o telefone do Shopping Iguatemi, que é 2577-8777). Tive um outro número, que esqueci.
    6) de meados de 2006 até não lembro quando ==> 2261-1739.
    7) dali em diante, até hoje ==> 3529-3301. Originalmente era um número da operadora GVT. Agora é da Claro.

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  22. Sobre a companhia de ônibus Transportes Vila Isabel, durante uma época ela operava as linhas 433 e 438, ambas Barão de Drummond x Leblon, sendo a 433 via Lapa e a 438 via Aterro do Flamengo. Também tinha a 432 - Barão de Drummond x Gávea, via túnel Santa Bárbara. E a 222 - Barão de Drummond x Hospital dos Servidores.

    Se não me falha a memória, as duas mais antigas eram a 433 e a 438, cujos números originais eram 97 e 98.

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  23. Em Olaria, ainda criança, morei num local que chamávamos de vila, mas eram só 4 residências, e todas de um lado só do corredor, o outro lado era o muro de uma casa que tinha um grande quintal, onde eventualmente a nossa bola parava depois de um chute exagerado no joguinho de 1 contra 1 nessa "vila".
    A vizinha, com fama de brava, ameaçava, mas nunca furava a bola que caía em seu quintal, depois de um tempo acabava devolvendo com um bom "sermão".
    As mangas espada do pomar dela também eram muito cobiçadas e eu e meu irmão conseguíamos algumas, após pedidos com toda educação para amolecer o coração da dona brava.

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  24. Outro dia, caminhando por Ipanema, reparei em algumas vilas simpaticíssimas, que ainda resistem à especulação imobiliária. Na rua Alberto de Campos há duas espetaculares. Também na Barão da Torre, meio escondida, há outra linda. Mas o que se vê são os "sergios dourados" do momento comprando tudo, inclusive prédios de 4 andares, para erguerem arranha-céus.

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  25. Boa tarde a todos!

    A foto colorizada ficou show!

    Zona Norte e subúrbio têm várias vilas ainda, apesar da voracidade da especulação imobiliária. Meus 2 primos (casal) foram morar em casas numa vila que os próprios pais construíram, logo que se casaram, em Vista Alegre. Eram 8 casas e quando íamos lá de visita ou em algum aniversário, todos os vizinhos acabavam participando. A convivência entre eles era muito boa.

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  26. A Transportes Vila Isabel fechou há alguns meses e até hoje a maioria das suas linhas não foram reativadas por problemas jurídicos. Ontem aconteceu a licitação para as linhas de Vila Isabel e Ilha do Governador mas não houve interessados, diferente dos lotes da zona oeste, em Santa Cruz e outros bairros da região.

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  27. Aqui na Praça da Bandeira, nas ruas Barão de Ubá e Pereira de Almeida, ainda existem algumas vilas. Mas, possivelmente, a especulação imobiliária vai acabar com todas. Onde estão os prédios mais novos da Rua do Matoso, era uma vila simpática. A tendência é essa, acabar vilas e pequenos prédios antigos para construção de condomínio com todas as comodidades possíveis.

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