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Hoje
temos mais três fotos do carnaval de antigamente, todas do acervo do Correio da
Manhã.
Na
primeira, duas moças sobre um carro, brincando alegremente naqueles tempos em
que o lança-perfume Rodouro era permitido.
A
segunda foto mostra foliões em frente à loja Feira de Leipzig na Rua Sete de
Setembro.
Na
terceira foto a farra dos rapazes é na Av. Presidente Vargas.
Brincava-se
pela brincadeira, não sendo preciso se embebedar para ter alegria. Ficar bêbado
podia ser consequência, não finalidade.
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Ontem comentei pelo celular, mas não saiu, era sobre o Ford 51 da última foto. Hoje temos um taxi De Soto 46-48 na foto do lança-perfume. E muita festa. Só não vejo a hora desse Carnaval moderno acabar, eu me tornei um ilheu a seco. Se sai, não volta. Ou nem sai.
ResponderExcluirFui ver e encontrei comentários na pasta de SPAM. Não sei a razão de terem ido para lá. Tenho que me habituar de verificar sempre lá.
ExcluirLiberei todos.
A violência no carnaval ultrapassou os limites do tolerável. O arrastão na Vieira Souto em frente ao hotel Fasano onde cerca de vinte elementos "caucasianos"(sempre eles) atuaram durante três horas e roubaram mais de vinte pessoas, levou pânico à região. No Leblon dois policiais militares foram baleados em frente a 14 D.P. É muito bandido e muito pouco policiamento. Como disse Stanislaw Ponte Preta: "Quando estamos fora do Brasil dói na alma; quando estamos dentro, dói na pele". Faz sentido.
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ResponderExcluirMetade do carnaval já passou felizmente.
ResponderExcluirOnde estariam as moças do De Soto?
Os brinquedos da Feira de Leipzig eram uma atração.
A baixinha porta bandeira sobre o táxi vence no quesito "Saúde para Dar e Vender" em toda a sua extensão.
ResponderExcluirPor sinal esse táxi só podia ser da Zona Rural, de tanta lama.
Na foto 2 destaque para a "baiana". Duvido que algum engraçadinho falou besteira para "ela", a alcance daqueles braços.
Já na foto 3 a homenagem deve ser àquele deputado cassado por falta de decoro após foto em que apareceu sem as calças, se não me engano iludido pelo David Nasser, que teria dito que o fotografado apareceria só da cintura para cima.
A violência no Rio pode até diminuir por espantar a freguesia do tráfico, que não acaba. Drogas ilícitas são vendidas até em pequenas cidades do interior do Brasil todo. A diferença, insisto, é o poder de fogo dos traficantes do RJ. Armas e muita munição passando pelas fronteiras do país e atravessando no mínimo 2 outros estados até chegar nas mãos das facções criminosas. E sobre isso não ouvi os ministros da Justiça e da Defesa falarem, apesar de terem alguma razão sobre o que dizem a respeito dos problemas de segurança a cargo do governo fluminense.
Há mais ou menos dois anos, em uma das muitas postagens aqui no SDR retratando a Avenida Atlântica e a praia de Copacabana nos anos 50, mencionei um comentário de Stanislaw Ponte Preta nos anos 60, e o fiz de forma eufemística, no qual ele disse algo como no Brasil "todos conhecem o seu lugar" e atualmente "as coisas são bem diferentes". Foi o suficiente para "me crucificarem" e me imputarem uma série de adjetivos impróprios à real situação. Hoje, diante do arrastão ocorrido na madrugada de ontem na Vieira Souto, ficou bem claro quem tinha razão...
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ResponderExcluirA respeito da referência que o Joel faz aos "caucasianos" outro dia li um artigo que dizia que o Brasil é o terceiro país com a maior população de brancos no mundo, com cerca de 100 milhões, ficando atrás dos EUA é da Rússia.
ResponderExcluirOu seja, o Brasil tem mais caucasianos (sem aspas) que a Alemanha.
Boa tarde a todos.
ResponderExcluirO tempo já aprontou das suas. Uma pancada forte de chuva, mas breve, enquanto o maçarico estava ligado agora de manhã. Vou me abster de comentar sobre caucasianos com ou sem aspas para para não causar comoções. Sujiro acompanhar as reportagens do Globo dos últimos dias sobre o sigilo das atas censuradas do CMN de 1964 a 1985.
"Sugiro"...
ExcluirOs fatos são "filhos do tempo" e são imutáveis. O RJ TV mostrou imagens inéditas de fatos novos que "abrilhantaram" o carnaval, inclusive a agressão a um policial civil em Copacabana, a tentativa de arrastão na porta de um hotel em Copacabana, assaltos diversos os zona sul, e um novo arrastão na praia de Ipanema. A falta de policiamento perece ser intencional, pois suspeita-se de uma lucrativa associação entre Pezão, o crime organizado, e o "povo das favelas". Tomara que desta vez o comentário não seja "censurado", já que o "redundante aspecto" dos autores desses fatos lamentáveis não deixam qualquer dúvida".
ResponderExcluirAcabei de chegar com a família do desfile do bloco do Peru Sadio do Leme. Puro divertimento, sem o menor problema. Nestes últimos três dias foram dois blocos e o desfile da Banda do Lido sem qualquer ocorrência desagradável. Até o momento as notícias lamentáveis vêm de outros bairros da cidade. Vamos aguardar os próximos dias. Se continuar desse jeito Copacabana este ano vai dar um exemplo de paz e tranquilidade, contrariando seus detratores.
ResponderExcluirEstava bom demais. De fato um policial civil foi agredido quando tentava impedir um roubo na Av. Atlântica perto do Posto Seis. Pelo menos na área do Leme/Lido até agora sem problemas. Vamos aguardar.
ExcluirBom dia. Há oito anos o carnaval estava na reta final. Agora estamos na véspera. Amanhã será ponto facultativo com desfiles das escolas de acesso.
ResponderExcluirE muita gente pega estrada já a partir dessa quinta feira, principalmente rumo ao Leste, para a Região dos Lagos.
ResponderExcluirEsse êxodo pode ser o principal motivo do fim dos bailes em clubes no Rio.
Bom dia a todos!
ResponderExcluirRespondendo ao comentário do Lino, de ontem, sobre os sambas do Salgueiro. Só lembro de ter ouvido o "Bahia de Todos os Deuses" (1969) e "Festa para um Rei Negro" (1971), dos mais antigos. Nasci em 1967, e minha vizinha colocava o LP de Escolas de Samba na época do Carnaval. Os anteriores citados pelo Lino, não conheci, mas ontem fui ouvi-los no Youtube. Vários sambas de 70, 80 e 90 ficaram gravados na minha mente até hoje. Não tenho torcida por nenhuma escola, mas esse "Explode Coração" de 1993 tem um refrão espetacular, talvez seja o mais conhecido até pelo jejum que o Salgueiro passava na época.
Fui em algumas escolas de Samba, várias vezes na Ilha do Governador, meados de 80 até início de 90. Duas vezes na quadra da Imperatriz e uma apenas no Salgueiro, nesse ano de 1993. Na Beija-flor fui também, mas num show do Fagner, quando "Deslizes", de 1987, era seu grande sucesso na época.
ResponderExcluirGosto muito de rock, adoro solos de guitarra, mas curtia bastante um samba e ver uma bateria de Escola de Samba começando o "Esquenta" é incrível, cada instrumento entrando na sequência.
O "Aquarela Brasileira" (Império Serrano), de Silas de Oliveira é uma obra-prima. É o samba que mais me encanta. Impossível não se emocionar, até para quem não curte samba. Conheço a filha do Silas, mora na Vila da Penha há muitos anos, inclusive faço alguns trabalhos profissionais para ela e algumas irmãs dela. Elas recebem direitos autorais até hoje.
ResponderExcluirLembrei agora que também fui no Império Serrano uma vez, mas não entrei na quadra, fiquei com alguns amigos da faculdade na porta da escola bebendo umas cervejas e vendo o movimento do local, em 1990.
Guilherme o Império Serrano teve o maior compositor de Sambas Enredos de todas Escolas de Samba, com destaque para este samba Aquarela Brasileira (1964), mas outros grandes sambas enredos composto pelo mestre Silas de Oliveira estão na galeria dos melhores Sambas de Enredo de todos os Tempos, destaco: Os 5 Grandes Bailes da História do Rio (1965) com parceria de D. Ivone Lara e Heróis da Liberdade (1969) este em parceria com Mano Décio da Viola.
ExcluirBoa tarde Saudosistas. O Carnaval se aproxima, agora com as escolas dominando todos os dias de desfile na Marquês de Sapucaí, amanhã e sábado teremos o desfile das escolas da série ouro, domingo, segunda e terça-feira, os desfiles do Grupo Especial.
ResponderExcluirOuvi os sambas de todas Escolas do Grupo especial, destaco os sambas da Vila Isabel, Unidos da Tijuca, Beija Flor e Portela, como os melhores da Safra de 2026, aliás uma safra bem melhor do que do ano passado. De lamentável o enredo e o samba da Niterói, que é uma propaganda do governo LULA, usando 10 milhões da Lei Rouanet, até acho que uma Escola possa fazer menção a políticos ou governos, mas não recebendo patrocínio destes para fazer o Carnaval.
Essa foi uma "jogada de mestre", passar dois dias com seis escolas para três dias com quatro. Duvido que tenham diminuído o preço do ingresso proporcionalmente... havia um movimento de colocar pelo menos mais uma em cada dia mas não foi adiante.
ExcluirNão consigo gostar de nenhum samba feito a partir de 2.000. Os melhores, disparados, foram compostos nos anos 70, 80 e 90. E a qualidade dos puxadores (intérpretes, pois eles não gostam de serem chamados de puxadores de samba) de outrora como Nei Viana, Dominguinhos do Estácio, Jamelão e Aroldo Melodia. Insubstituíveis!
ResponderExcluirNão acompanho desfiles há décadas mas os sambas estão na mídia boa parte do ano. Realmente não lembro de algum que tenha me atraído recentemente.
ExcluirEste ano tem sambas sobre Rita Lee e Ney Matogrosso, por exemplo, mas sem a minha atenção. Para não dizer que fiquei totalmente alheio, tentei acompanhar alguns anos as escolas do Paulo Barros, algo diferente do lugar comum, no começo.
Mauro, embora nos anos 70, 80 e 90 tenhamos tido grandes Sambas de Enredo, os anos 60 os sambas são insuperáveis, posso listar pelo menos 50 deles considerados verdadeiras obras de arte.
ExcluirE a partir dos anos 2000 tivemos muitos bons sambas, muito embora, a maioria deles com viés político.
Lino, depois da praga dos enredos patrocinados, foi só ladeira abaixo.
ExcluirEm relação a Carnaval, eu sou "Do Contra". É uma festa que tem tudo o que mais detesto na vida: bêbados, confusão, multidão, assaltos e samba.
ResponderExcluirFico imaginando os turistas estrangeiros que pagam uma fortuna para assistirem ao desfile das escolas de samba: não entendem a letra das músicas, não conhecem os homenageados ou os fatos retratados nas alegorias, ficam surdos com o nível altíssimo do som das baterias. Não conhecem as escolas de samba, sua história, seus personagens tradicionais, os puxadores do samba-enredo. Só o que lhes resta é apreciar os efeitos luminosos, os carros alegóricos, as fantasias de chão ou dos destaques. Não fosse isso, dormiriam ou iriam embora após a apresentação da segunda escola de samba.
ResponderExcluirÉ mais ou menos como nós aqui do sul assistirmos a uma apresentação de bumba-meu-boi ou o Quarup: não entendemos nada do que se passa.
Os turistas assistem a duas ou três escolas e vão embora extasiados. Dizem que o espetáculo é inesquecível.
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ExcluirPerfeita a colocação do Anônimo.
ExcluirQuando trabalhava na SMTR, fazia plantão para fiscalizar táxi.
Chegava por volta da meia-noite a uma da madruga, ficava uma fila imensa de gringos para pegar táxi
Isso me lembra o famosíssimo show de luz e som da Acrópole de Atenas. Pagamos para assistirmos a ele. A apresentação era em inglês. Não entendíamos a narração, não entendíamos o que estava sendo apresentado. Em pouco tempo estávamos dormindo. Dinheiro gasto à toa.
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