Identificação correta: Rua General Glicério, antiga Rua Aliança, por conta desta fábrica que aparece na foto acima.
Segundo nos conta Renato
Rezende, "a Fábrica Aliança, situada num vale dentro do próprio vale das
Laranjeiras, fundada em 1880, foi uma das maiores têxteis do Brasil,
responsável pela fixação no bairro de centenas de famílias de operários, tanto
nas famosas vilas que ainda existem em Laranjeiras quanto nas casas simples das
ruas de encosta do Morro Mundo Novo. Falida e sucateada em 1935, a antiga
fábrica deu lugar ao empreendimento Cidade Jardim Laranjeiras, um conjunto de
13 prédios, hoje tombados por seu valor arquitetônico, no alto da Rua General
Glicério."
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Jeitão de General Glicério. Início dos anos 60, pelo DKW que se afasta , entre as árvores. Um Henry J e um Chevrolet 51 tomam o lugar dos pasteis da feirinha de sábado.
ResponderExcluirIa muito na General Glicério nos anos 50 e 60, para visitar tios agregados, que me adotaram como sobrinho e era ótimo passear com eles no Chevrolet 51 pelo Rio, da Quinta ao Joá. Quase tudo no cimento armado, como a Rua Julio Ottoni, caminho obrigatório na volta.
Bingo!
ExcluirA foto é de 1964
Bom dia a todos. Frequento de vez em quando aos sábados esta pracinha da foto, fico exatamente no local da pessoa que está atrás do cara que aparece na ponta da praça. Ali me instalo ao lado da barraca do meu amigo Luizinho, o rei da Caipirinha da cidade, sempre escutando uma roda de choro ou de samba, que se forma neste local aos sábados no horário da feira. Ando em falta com ele, pois não tenho aparecido na barraca nos últimos meses, nem aí e nem na Praça São Salvador aos domingos. Para quem gosta de caipirinha, e se um dia for na barraca do Luizinho, aconselho a tomar a caipirinha de tangerina com gengibre, coisa muito especial. Um pena que as Tias Alcyone e Nalu estejam desaparecidas, daria uma sugestão de comerem o pastel ou o bolinho de bacalhau nas barracas que ficam exatamente onde se vê o caminhão estacionado.
ResponderExcluirO Lino observou muito bem a ausência das tias. Como a região é reduto delas e também da tia Evelyn, fica o questionamento: Onde andam as tias? Foram tricotar em outras paragens ou fazer companhia para tia Evelyn em busca de novas cafetarias?
ExcluirNão conheço de perto esses imóveis tombados mas acredito que sejam de razoável qualidade. Esses grandes conjuntos, se bem construídos, poderiam ser uma boa solução para o Rio. Os "Minhocões da Gávea e o de Benfica são bons exemplos. Se não me engano existe um prédio desse tipo popular nas proximidades na rua das Laranjeiras, o edifício Zacatecas. Estou certo?
ResponderExcluirSim, Joel, O Ed. Zacatecas fica na rua das Laranjeiras, 210, junto à rua Pereira da Silva.
Excluirdá uma olhada em... https://tinyurl.com/y8dd4qwj
Bom dia.
ResponderExcluirHoje o Biscoito foi tão rápido que nem ficou molhado... Só se for de chuva daqui a pouco...
O prospecto do Cidade-Jardim Laranjeiras é velho conhecido do SDR.
Jurisdição das sumidas comentaristas Nalu e Evelyn. Aliás não seria surpresa se contassem que a Nalu e a Tya Alcyone já cumpriram o programa que o Lino sugeriu, com uma ou outra parada para "tricotar" na pracinha em foco.
ResponderExcluirAquele túnel projetado no segundo panfleto sairia em algum lugar entre o Santo Inácio e a entrada do Santa Marta.
Paulo na Pça São Salvador já encontrei com a tia Nalu algumas vezes, numa delas batemos longos papos na barraca do Luizinho, depois nas demais ela não pode parar para bater papo.
ExcluirBom dia!
ResponderExcluirOs apartamentos são bons, mas não há garagem para todos.
O tombamento é meio ridículo, não se justifica.
Imagino que as Tias Nalu e Alcyone em priscas eras batiam ponto no local,com tendências para proveito maior junto a ambulantes.***Não conheço bem o local e vou aguardar mais detalhes.
ResponderExcluirNão sabia do túnel. Ainda bem...
ResponderExcluirAinda aposto que as tias estão em Curitiba.Solidariedade...
ResponderExcluirKkkk essa foi boa...
ExcluirEsse túnel evitaria o trânsito de carros na rua "Mundo Novo" cuja descida fica junto à casa de saúde Doutor Eiras no final da Marquês de Olinda. Mas há muito tempo o poder público passou a investir onde há grandes espaços para desenvolvimento. A Barra e o Recreio foram exemplos do crescimento da cidade, onde se chegou a se aventar a possibilidade de constituírem um município à parte. Mas o inconveniente desses grandes "booms" expansionistas são as regiões periféricas dos mesmos, os chamados "puxadinhos", onde serviços públicos precários ou inexistentes, a falta de segurança, transportes, e de mobilidade urbana, fazem dessas urbes locais perigosos. Exemplos como os "sub-bairros" de Jacarepaguá e da Zona Oeste, que não saem do noticiário policial, são bem vivos...
ResponderExcluirMorei na principal saída do Cidade-Jardim Laranjeiras (rua Prof.Estelita Lins) de 1969 a 1979, logo depois de casar. Foi lá que minha falecida espôsa andou com meus dois filhos mais velhos, com carrinho de bebês e onde conheceu (acho que eram 6 ao todo) outras mães, que se encontravam na mesma situação, e que ficaram amigas pelo resto de suas vidas.
ResponderExcluirLino, pensei que o chorinho fôsse realizado na Praça Ben Gurion, na confluência das ruas Prof.Estelita Lins com rua das Laranjeiras. Meu filho, quando morador do bairro, era freqüentador assíduo do referido evento.
Como acho que o tema da postagem já foi devidamente exaurido, permitam-me mudar de assunto e fazer alguns comentários. Desde o início da década de 1980 meu passatempo é gravar músicas. Na época era em fitas cassette. Eu sintonizava rádios e gravava as músicas de que gostava. Com o advento dos CD’s, e depois da compra do meu CD player, passei a pesquisar e baixar da Internet as músicas do meu agrado, e após ajustes nas mesmas eu as gravava, resultando em 98 fitas cassette e 85 CD’s cheios de músicas. No total são umas 3600 músicas gravadas, embora algumas estejam repetidas.
ResponderExcluirNão tenho apreço pelo cancioneiro nacional. Mas não posso negar que há várias músicas bonitas de autores brasileiros. Dos 85 CD’s, só 5 são dedicados inteiramente a músicas nacionais: um é só com rocks das décadas de 1950 e 1960; dois são com músicas daquelas décadas e anteriores; dois são com músicas em sua maioria da década de 1970, com algumas dos anos 1980.
ResponderExcluirOntem, durante execução de longa tarefa caseira, resolvi escutar os CD’s que não são os de rock. Não foi boa ideia: ao final eu estava macambúzio, tristonho, deprimido. O motivo? A constatação da queda vertiginosa que o cancioneiro nacional teve dos anos 1990 para cá. Onde as Ângela Maria, as Dalva de Oliveira, os Nelson Gonçalves, os Jackson do Pandeiro, os Luiz Gonzaga, os Ruy Maurity, as Elis Regina, os Guilherme Arantes, os Milton Nascimento e tantos outros intérpretes?
ResponderExcluirCom aperto no coração, escutei maravilhas como “Dindi”, “Asa Branca”, “Prelúdio para Ninar Gente Grande”, “Tarde em Itapoã” (maravilha!!), “Ai Ioiô”,”Chuá, Chuá” (obra-prima!), “Luar do Sertão”, “João Valentão”, “Paralelas”, “Sol de Primavera”, “Faltando um Pedaço” (nossa!), “Atrás da Porta” (dá vontade de chorar!), “Êxtase”, “Disparada”, “Romaria”, “Minas Gerais”, “London, London”, “Medo da Chuva”, “Domingo no Parque”, “A Distância” (uma das mais lindas do Roberto Carlos), ”Pequeno Mapa do Tempo” (para os entendidos), “Como Nossos Pais”, “Planeta Água” (sensacional!), “Travessia”, “Nascente”, “Do Fundo do Meu Coração” (para mim a mais bonita do Roberto Carlos), “Paixão e Fé”, “Helena, Helena, Helena” (a letra mais triste que conheço, em português).
ResponderExcluirSem falar nas músicas do Ruy Maurity, todas de ritmo muito gostoso: “A Senha do Lavrador”, “Com Licença, Moço”, “Nos Cafundó do Zé”, “Pé de Cabra”, “Pele de Couro”, “Passarinhada”, “Pelo Sinal”, “Xote do Amor”, “Serafim e Seus Filhos”.
ResponderExcluirAliás, “Pele de Couro” e “Longer Boats”, do Cat Stevens, têm exatamente o mesmo início melódico. Quem terá plagiado quem?
Depois de tantas maravilhas, eu fico me perguntando como conseguimos entrar de cabeça, corpo, membros, coração e alma no lamaçal hodierno, em todos os sentidos: musical, político, institucional, moral, ético, etc. Um lamaçal em que funk é alçado a patrimônio cultural. Antes, cantor tinha de ter voz. Hoje não precisa, basta estarem no palco mulheres com as coxas de fora e o público ser engambelado com luzes coloridas, lasers, fumaça de gelo seco, enquanto o cantor saracoteia, rebola, pula, rodopia no palco. O cantor é apenas uma peça a mais no show, nem sempre a peça principal. E se for cantora é aconselhável se apresentar quase nua, para agradar aos fãs e às sapatões na plateia. E se for show de funk, é indispensável a presença de fuzis mostrados em destaque, dançando também. Como coroamento do show, nada como algumas dezenas de disparos dirigidos para o alto.
ResponderExcluirA conclusão é que ao nos permitirmos chegar a esse ponto de degradação total reconhecemos que somos realmente um povo covarde, sem atitude, submisso, conformado, autênticos vira-latas, que nos contentamos com as migalhas bolorentas jogadas no lixo depois de vomitadas pelas elites políticas e econômicas do país. Somos a rã na panela. A rã que engole sapos e se considera feliz. Tupa que o rapiu!!
ResponderExcluirHélio, tb me pergunto sobre isso. Por causa do meu pai, conheci vários estilos de música, desde a clássica e MPB, passando até pelo jazz.
ExcluirNão sei onde meu pai conseguiu esse capital cultural. Sendo de família pobre do Maranhão.
Tento passar o máximo para minha filha de 4 anos.
No futuro, teremos muitos idiotas neste país.
Já comentei em outras oportunidades o gosto eclético do meu que resultou em uma vasta coleção de discos, fitas e CDs. Somente não tinha fitas de vídeo ou DVDs por não ter televisão no quarto. A imensa maioria do acervo continua em casa, exceto pelo que foi levado por minha irmã.
Excluir"meu pai"... Não sei porque o corretor pulou a palavra.
ExcluirA Rua General Glicério é um dos recantos mais aprazíveis da zona sul. Como colocado pelo Lino, aos sábados o local ferve com a feira e as barracas de bebidas e tira gostos.
ResponderExcluirSó comecei a passar por Laranjeiras em si, fora o trecho de acesso ao Santa Bárbara, depois da inauguração da Casa Roberto Marinho. Por isso não tenho muito a colaborar.
ResponderExcluirHoje Bruna Lombardi faz 75 anos.
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