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A
primeira foto, do acervo do Correio da Manhã, é de 1954 e mostra a Avenida
Atlântica. Vemos, à direita, a loja de antiguidades Vieux Paris. O endereço
antigo era Avenida Atlântica nº 418, mas houve uma troca de numeração em algum
momento e este local recebeu o nº 1850.
Ao
lado, com o toldo cobrindo a varanda, podemos ver a Boate e Bar Maxim´s, na Av.
Atlântica nº 1850, telefone 37-9644, no antigo Posto 3. Segundo o Decourt, a
Maxim´s fazia par com a Boate Vogue na incipiente cena GLS do Rio dos anos 50.
Enquanto a Vogue era mais lésbica, a Maxim´s era mais “gay”.
Um
pouco mais à esquerda, também com um toldo, podemos ver o Bar e Restaurante Bolero,
na Av. Atlântica nº 1910, telefone 37-9915. Era uma “Help” dos anos 50 e 60,
antro de prostituição segundo o Conde di Lido.
A
segunda foto é do acervo de ilustre comentarista do “Saudades do Rio” e mostra
a mãe dela na praia bem em frente à Maxim´s.
Os
automóveis serão identificados pelos especialistas.
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De frente, um Buick 1952, com parabrisas único. Mais atrás, o que parece ser um Henry J, de cor clara, e um Oldsmobile escuro. De traseira, inconfundível, um Henry J, com a janela traseira dividida e muitos cromados, provavelmente de 52 em diante. Um lindo Cadillac 50 conversível, um Chevrolet 49, com uma Rural americana escura ao lado. Mais à frente, visível logo após o Buick, um Jaguar Mk VII preto.
ResponderExcluirNa segunda foto, sem chuva e combinando com a loja, um Ford Vedette francês.
Parece uma exposição de carros antigos na avenida Atlântica.
ResponderExcluirPena que seja uma dificuldade frequentar os bares da orla seja pela prostituição, pedintes, pivetes, tocadores de pagode, vendedores de coisas variadas.
Com todo respeito tenho que dizer que a moça da segunda foto é um pitéu, como se dizia lá no Terra.
O tempo chuvoso deu um brilho diferenciado nos carros, mas deixando as fachadas dos prédios "entristecidas". Não só a loja deu um "ar" parisiense ao redor.
ResponderExcluirO Henry J. citado pelo Biscoito levou uma "laminada" e a porta ficou com "cicatrizes" mesmo após lanternagem. Só não consegui visualizar a tal janela dividida.
Naqueles tempos a jovem deve ter ouvido muito a frase que saiu de moda: "a nora que minha mãe gostaria de ter".
Já eu não consegui ver a laminada na porta. Atrevo-me a dizer que o carro era assim, embora ele esteja com a porta meio aberta.
ExcluirA janela dividida pode ser melhor definida pela interrupção do filete cromado. Bem acima da roda traseira.
Fiz confusão, olhei o vidro traseiro, que em muitos carros veteranos são divididos e não me liguei que você comentou janela.
ExcluirO biscoito esqueceu de dizer que o carro em primeiro plano à direita (Henry J) era conhecido como Frango Assado.
ResponderExcluirSou atrevido, mas não abusado.
ExcluirMeu tio tinha um e era esse apelido que meu pai usava para implicar com ele.
ExcluirNaqueles tempos civilizados, a homossexualidade era fortemente reprimida pela sociedade e obviamente os locais destinados à esse mister eram restritos. Hoje em dia são normais as "condutas típicas" e as manifestações públicas de homossexualidade. Até mesmo nas escolas a "repressão era dura". Já na década de 70 o famoso "Alfredão" já dava mostras de como seria o futuro. A boate Help era inicialmente um local bem frequentado. Nos anos 80 cheguei a frequenta-la e conheci ali mulheres interessantes e "de família". A Erótica, na Prado Junior, se transformou em um "Bingo" clandestino.
ResponderExcluirOnde, exatamente, ficava a boate Alfredão?
ExcluirNão consegui localizar, através do Google.
Muito obrigado.
"Bom dia".
ResponderExcluirO Posto 3 foi o local de Copa que eu mais vi de perto, por causa de um colega de UFF que morava na Paula Freitas no início dos anos 90. Infelizmente acabei perdendo contato depois da formatura.
Os "Henry J" comercializados pela Sears Roebuck nos Estados Unidos, por uma questão de economia de preços, não possuíam a tampa da mala, como o mostrado na foto. Para acessar a mala, era necessário rebater o encosto do banco traseiro..
ResponderExcluirOs carros da Sears tinham marca própria, Allstate. Não sei se venderam aqui. (Tinham também uma luz traseira redonda bem baratinha).
ExcluirBom dia a todos. Acho que vem de longe a fama de Copacabana ser um local de turismo sexual, e isso se deve a leniência das autoridades com bares e boates da orla, que sempre foram os pontos de exploração deste tipo de atividade. E este problema ficou tão difundido na imagem do bairro, que todo turista estrangeiro que viaja sozinho e chega ao País já conhece a Fama do bairro e procura o local. Quando trabalhava, os funcionários que vinham ao Rio de Janeiro em visitas técnicas, pediam logo de início para serem hospedados em Copacabana. Lembro de um Engenheiro já até bem idoso, que tomou um boa noite Cinderela em uma boate de Copacabana, que além de ter sido roubado, passou tão mal que foi internado em estado grave, isso deu um quiproquó danado, para explicar o que havia acontecido com ele, pois o mesmo deixou de se comunicar com a família, a família pedia informações a empresa nos U.S.A. tivemos que explicar o que havia acontecido e lá eles arrumaram uma história para contar para a família, para não contar o que aconteceu verdadeiramente. Depois disso a matriz proibiu que os técnicos em viagem, fossem hospedados em Copacabana, o que na verdade pouco adiantou, pois eles saiam de Ipanema para irem para a gandaia em Copacabana. Embora nossas autoridades façam muito pouco para mudarem esta imagem do País, pois a Fama também se estendeu para o resto do País, principalmente para as cidades litorâneas do nordeste, nestas então a prostituição infantil é explorada sem o menor pudor.
ResponderExcluirNão sou santo, mas esse negócio de prostituição comigo "não rola", nunca funcionou. É uma questão de foro íntimo, não dá. Roberto de Artois, conde de Beaumont le Roger, um personagem interessante da história francesa cujas aventuras podem ser conhecidas na coleção "Os Reis malditos" de Maurice Druon, era dado à lascívia e ao deboche. Suas conquistas amorosas iam desde moças finas, passando por serviçais, e chegava à canalha das ruas, vadias depravadas encontradas aos magotes na Paris do Século XIV, mas jamais "pagava mulher". Não sou sou tão "eclético" ou tenho um gosto tão diversificado como o Conde de Artois, mas jamais me utilizei desse tipo de "serviço profissional". O ilustre conde morreu devido ao ferimento ocasionado por uma flecha durante o cerco de Vannes em 1343...
ExcluirEu me lembro de um caso ocorrido nos anos 90 quando um juiz de direito, hoje ministro do STJ, foi flagrado dentro de seu carro junto com uma mulher que solenemente "tocava um trombone". Foi um escândalo, mas como de hábito, "não deu em nada". Fatos dessa natureza não acontecem na Escandinávia ou no Japão e caso ocorram, seus protagonistas certamente serão execrados.### A situação está se tornando bastante instável no Brasil. Hoje um noticiário matutino informou que havia dez tiroteios simultâneos na cidade. Nem a Síria é capaz de tal "proeza...
ResponderExcluirMuito bom o festival de carros da época com assessoria dinâmica do Biscoito.¨"Frango Assado" na minha época era outra coisa.... Um bonito casal na segunda foto,sendo que Ceará,individuo,deve ter deletado a bela moça da sua tela.Aliás não custa perguntar se a Calango não esteve presente desde sempre em Copa,passando pelas citadas Maxim's e Help,esta num passado mais recente.Vou logo adiantando que a minha igreja sempre atendeu qualquer tipo de fiel.A restrição é com a tarja verde e similares.
ResponderExcluirA Help era cliente da Calango com certeza.
ExcluirResta saber se trabalhava com "combo"...
ExcluirQuando vi a foto do fortão acima logo lembrei do Pastor. É o numero dele. Agora, nesses "antros" da perdição a Calango se absteve. Muita vadiagem para meu gosto com diria o DI LIDO nos tempos do JABA.
ExcluirO Decourt comentou que este trecho perto da Rua Fernando Mendes tem o Edifício Egyto, um dos do conjunto art-dèco da Fernando Mendes, junto com o Amazonas, o Brasil , o Irapuan e o Labourdette. Infelizmente o Egyto é o mais descaracterizado deles com uma reforma em sua portaria. Eles são posteriores aos do Lido e já têm uma linguagem proto moderna.
ResponderExcluirDiante dos comentários, fiquei imaginando uma pergunta: a repressão aos homossexuais na epoca fazia com que eles deixassem de ser homosexuais?
ResponderExcluirNaquela época ainda não existia a IURD.
ExcluirPergunte ao Belletti se a igreja dele pratica a Cura gay...
ExcluirMais uma questão que depende do dízimo .O investimento pode ser grande.Atualmente apenas um fiel na linha,mas garanto que é caso complicado.Quando vem com tarja verde proponho uma abordagem tipo SUS.Ai o fiel normalmente muda de igreja.
ExcluirApesar da pilhéria, esse negócio de "cura gay" não deveria ser levado na brincadeira. A homossexualidade vista pelo enfoque da espiritualidade tem uma explicação lógica. Todos nós trazemos traços de encarnações anteriores e na maioria das vezes reencarnamos em corpos do mesmo gênero. E quando, por exemplo, um espirito que durante muitas encarnações encarna em corpo de mulher passa a encarna em um corpo de homem, certamente trará características femininas. Se sente mulher e age como tal. Assim como existe o carma racial, onde a raça negra carrega um carma pesadíssimo, existe o carma de ordem sexual, onde milhares de espíritos encarnados em corpos trocados. O mundo espiritual é repleto de mistérios...
ExcluirPois é, tinha um montão de gay "incubado".
ExcluirCertas mulheres têm algo difícil de definir e que produz uma forte atração sobre alguns homens. No caso, a da foto me induziu esse sentimento. Aliás, ela me lembra uma colega do primário e do Pedro II, de nome Regina Coeli. Usava esse corte de cabelo, tinha o mesmo formato de rosto, e como características especiais tinha duas covinhas nas bochechas. Não sem motivo, foi minha namoradinha oculta durante a terceira série primária. Nunca mais a vi ou ouvi falar dela. Seria a da foto?
ResponderExcluirNão. Esta é a mãe de uma comentarista desaparecida e já apareceu em diversas foros do tempo do Terra.
ExcluirDiversas fotos.
ExcluirOdette Roitman morreu de novo. Agora de vez...
ResponderExcluir30 anos após "Vale tudo".
ExcluirNa esquina da República do Peru vemos a escola Cícero Pena, ainda instalada na antiga casa.
ResponderExcluirAmanhã teremos cornetada novamente. É de dar pena ver os jogos dos times Brasileiros, quando comparado com os jogos dos campeonatos Europeus.
ResponderExcluirTeste.
ResponderExcluirOntem não estava funcionando.
Teste.
ResponderExcluirTentei várias vezes ontem e não consegui. Pensei que era só comigo até ver que não havia outros comentários.
ExcluirBom dia a todos!
ResponderExcluirTambém tentei comentar ontem sobre como me irrita e torna-se desanimador ver a população jogando lixo nas ruas, calçadas, praias, parques, etc. A falta de educação impera. Um conhecido esteve no Japão e disse que praticamente não se vê lixeiras e as ruas e calçadas estão sempre limpas. Dá vergonha ver os japoneses fazendo a limpeza dos ginásios, quando somos nós mesmos que os sujamos de lixo.
Também não consegui comentar ontem. Até bronquei com o Luiz dizendo que o Moraes havia bloqueado o blog.
ResponderExcluirComentei em 2018 sobre o Henry J, cuja porta que sofreu lanternagem, reparando agora eu acho que mais parece uma nova porta de um modelo diferente e que não encachou direito.
ResponderExcluirUm "fundo de baú":
ResponderExcluirNem sei porque resolvi procurar o que foi feito da Rádio Cidade FM e descobri que ainda existe, mas só via internet e músicas de rock suave.
Até onde lembro foi a primeira FM com músicas populares, consequentemente teve muita audiência entre os jovens a partir da segunda metade da década de 70.
Segundo a Wikipédia ainda pertence ao grupo do Jornal do Brasil.
Meu primeiro carro, um fuskinha 73 já veio com um rádio exclusivo FM, lembro que havia poucas estações, mas eu ouvia muito a Imprensa FM só de músicas e de boa qualidade, que me consta essa sim foi a primeira.
ExcluirEu escuto música desde criança, fosse nas diversas vitrolas lá de casa, fosse nas estações de rádio, inicialmente em AM e depois em FM. Lembro de escutar as rádios Mayrink Veiga, Nacional, Roquete Pinto, Tamoio, Antena 1, Imprensa, JB, a 98 FM e uma antiga, que transmitia músicas folclóricas aos sábados no meio da manhã.
ExcluirQuanto a programas musicais, escutava o "Músicas na Passarela", o "Pela Bis pelo Telefone", o "Saudade não tem Idade", o famosíssimo "Good Times". Meus tios escutavam aos sábados pela manhã o "Programa Januário Ferrari", na década de 1950, mas não sei em que estação.
Em meados de 1987 descobri na Rádio Imprensa o programa "Bom dia, Alemanha", transmitido todos os sábados das 9 às 10h da manhã. O organizador do programa se chamava Albert Müller, um alemão que trabalhava no setor de marketing da VARIG. Todo ano, nas férias, ele ia até a Alemanha e trazia inúmeros LP's. As músicas tocadas podiam ser repetidas no sábado seguinte, mediante pedidos dos ouvintes, por telefone ou carta. Eu mesmo cansei de fazer isso. Inclusive uma vez, a pedido dele, fui visitar a transmissão, numa casinha bem acanhada na rua Felipe Camarão, quase esquina com a avenida Professor Manoel de Abreu, em Vila Isabel (ou seria já Maracanã?). Ele queria que eu entrasse no ar para falar o nome de uma das músicas tocadas. Mas por timidez declinei do convite. Quem falava o nome das músicas era uma jovem, de nome Teresa. Ela dizia o nome em alemão e a tradução em português.
ExcluirGravei muitas fitas cassette a partir do programa. Mais especificamente, as fitas de número 8, 10, 48, 49, 50, 52, 54, 55, 56 e 57. Em meados de 1989 o programa perdeu o patrocínio da VARIG e saiu do ar.
Tempos depois, tendo retornado a trabalhar na VARIG, fiz uma visita ao Albert Müller lá no setor onde ele trabalhava. Depois ele sumiu de vista e reencontrei-o por acaso tempos depois, na avenida Marechal Câmara. Ele havia se aposentado e estava morando em Maceió. Perguntei por que ele não havia retornado para Alemanha e ele disse que não aguentava mais o frio de lá. Preferia morar à beira-mar em Maceió.
Uma vez foi sorteado um LP de músicas tradicionais alemãs, para quem enviasse cartas para o programa. Quem ganhou fui eu.
ExcluirQuando eu gravava uma música na fita cassette, registrava o nome dela, o nome do intérprete e os autores. Como o programa não citava os autores, eu enviava carta pré-selada para o Albert, contendo nome da música e intérprete, e pedia que ele preenchesse com os nomes dos autores. Ele fazia de bom grado e então eu registrava isso na ficha da música, no meu acervo.
Tínhamos um bom relacionamento, embora por via telefônica e por carta.
Já em princípios de 1991 passei a escutar a Antena 1, por dica do meu ex-cunhado. Tal como com o programa "Bom dia, Alemanha", eu passava horas escutando as músicas e gravando as de que eu gostava. Dava trabalho. Disso resultaram as fitas 58 a 66, a primeira com gravação encerrada em 12/01/1991 e a última em 15/06 do mesmo ano. Mas como as músicas eram sequenciais, sem citação dos nomes, eu pedia auxílio ao meu irmão para identificar o cantor e o nome delas, já que ele era muito melhor do que eu nesse mister. Porém muitas continuaram sem identificação, até hoje.
ExcluirQuando comprei meu sítio, em junho de 1991, as obras necessárias para tornar a casa habitável me tomavam tempo e não consegui mais gravar fitas na época, pois eu o fazia aos sábados e os fins de semana eu passava na obra.
No total, eu gravei 99 fitas cassette, a quase totalidade com músicas estrangeiras e muitas com canções folclóricas ou tradicionais de países, que eu comprava durante minhas viagens. Assim são a 3 e 7 (Itália), a 4 lado A (México), 4 lado B (Suriname), 11 e 97 (Suíça), 21(Áustria), 22, 23 lado A e 39 (Grécia), 23 lado B e 83 (Escócia), 28 e 29 (Noruega), 30 (Suécia), 31 (Finlândia), 32 (Dinamarca), 33 (Alemanha), 78 (Havaí), 82 (Irlanda), 86 (Bulgária), 88 (Caribe), 96 e 98 (Polônia) e 99 (França).
ExcluirAs fitas de 35 a 38 são um apanhado de vários países, gravadas a partir de uma coleção de discos pequenos vendidos em banca de jornal.
Agora vou iniciar uma tarefa doméstica que vai me tomar tempo. Executá-la-ei ao som de um CD com 24 músicas tradicionais alemãs, gravado por mim em 25/05/2019.
ResponderExcluirColaborador Anônimo, a dúvida é se a pioneira Rádio Imprensa tocava músicas populares antes da Rádio Cidade, inaugurada em 1977 ou se também só tinha músicas orquestradas, inclusive clássicas como a Rádio JB FM, por exemplo.
ResponderExcluirPaulo Roberto, posso afirmar com toda certeza que eram músicas bem populares, do tipo que hoje chamamos de hits, pelo menos nos horários que ouvia já, que como disse, era só no carro nos deslocamentos.
ExcluirN'O Dia de hoje a notícia que volta a ter jogo no Estádio Ítalo Del Cima, a histórica casa do Campo Grande AC, para alegria dos saudosistas.
ResponderExcluirO Campusca, como é chamado pelos íntimos, está na terceira divisão do Carioca.
Helio Ribeiro, ===>15:12 Se vc ainda tem músicas sem identificar, poderia usar a tecnologia atual do Google, seria uma boa diversão.
ResponderExcluirA Rádio Imprensa, salvo engano, funcionava na Marechal Rondon nos anos 90. Ela transmitia um programa sobre esoterismo com alguns conhecidos do meu irmão. Ele chegou a ir algumas vezes à rádio.
ResponderExcluirNos anos 80 e 90 ouvia muito Rádio Cidade, Transamérica, RPC, Antena 1 e JB (posso ter esquecido alguma). Isso no FM. Tinha programas só com shows ao vivo, com versões não "oficiais", além de apresentações exclusivas nos estúdios da rádio. Isso mudou muito no final dos anos 90 por causa de alguma mudança, talvez, na legislação de execução dessas músicas.
ResponderExcluirEra época do Luiz Carlos Júnior (aquele) na Rádio Cidade com o Carlos Alberto, que depois também virou apresentador e, mais recentemente, dublador do Homer Simpson.
Augusto, no YouTube tem apresentações ao vivo de algumas bandas do anos 80/90.
ResponderExcluirPrograma Invasão da Cidade com a Legião Urbana, que foi ao ar em agosto de 1992 na Rádio Cidade RJ.
https://youtu.be/JyC9xyY7HIU?si=sH1gZsKc8BbGHCZO
Programa de Réveillon 1979/1980
Radio Cidade FM Rio de Janeiro 102,9
Apresentando Ivan Romero
Com comerciais e tudo.
https://youtu.be/AMuaB0ocAOw?si=olHWvEMAxxlfUODa
Eu gravei o áudio do show do Jóquei Clube em 1990 no YouTube muitos anos depois. Mas isso é raridade. Tinha gravado antes direto do rádio para uma fita K7 mas toda hora o Luiz Carlos Junior falava por cima, sem contar as vinhetas da rádio a todo momento...
ExcluirO mesmo show, só que na estranha cidade do sudeste, anos depois, virou CD, mas não na íntegra.
ExcluirPaulo Roberto às 11h29 ==》Sigo uma página da Rádio Cidade no Facebook. Bem interessante.
ResponderExcluirHélio, às 14h44 ==》Meus pais ouviam todo sábado de 11h às 14h um programa de músicas portuguesas. Acho que era Rádio Metropolitana. Isso nos anos 80. Acho que existe até hoje.
Colaborador Anônimo, às 12h56 ==> Meu pai teve um fusquinha 75/76, comprado 0km na Real, na Av. Vicente de Carvalho, vinha com um Rádio AM/FM Motoradio. Eu escutava mais as rádios Eldorado e Mundial na AM e Rádio Cidade na FM.
ResponderExcluirO meu era um Aiko FM, a rádio Cidade ainda não existia,
ExcluirDias atrás teve uma postagem sobre a Ilha das Cobras e comentários sobre Tiradentes. Hoje encontrei uma postagem no Facebook sobre a prisão onde ficou Tiradentes antes de ser enforcado. Quem quiser visitar:
ResponderExcluirSegue o link:
https://www.facebook.com/share/199TswsWFd/
MEMÓRIAS DO CÁRCERE
FF: incêndio em loja de brinquedos no subsolo fecha mercadão de Madureira durante a tarde. As lojas só reabrirão na terça-feira.
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