O incansável colaborador do "Saudades do Rio", Helio Ribeiro, enviou estas oito fotos de bondes para o "Onde é?" de hoje.
FOTO 1
FOTO 2
FOTO 3
FOTO 4
NOTA: Muito cansativa e repetitiva esta polarização entre bolsonaristas e lulistas.
Já foram fartamente expostas aqui as opiniões sobre um lado e outro.
Desta forma, a partir de agora, comentários político-partidários deste tipo serão excluídos.
Foto 6 acho que é na praça da Bandeira.
ResponderExcluirFito 8 acho que é no Cosme Velho.
Eu gostei da NOTA. Já deu esse assunto.
Bom Dia ! Concordo com a nota. Aqui não é palanque. Na foto 7, esse carro, o 471 , nos anos mil novecentos e cinquenta e tal, esteve lotado na seção M. Viajei nele algumas vezes.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirAchei que ia dizer apenas que vi nas primeiras horas, mas não, além do bonde 19 de Santa Teresa (foto 8), estacionado na Almirante Alexandrino, na altura da Casa de Saúde São João de Deus, tão extinta quanto o 19, que tinha uma parede entre o motorneiro e os passageiros, onde ficava um banco vis-a-vis. Este banco era fixo e nas laterais tinha uma alça apoio de braço em latão polido - eram um charme esses bondes, havia 2 ou 3 deles e muitos serviam o ramal Muratori.
ResponderExcluirMas vou além - a foto 1 mostra um bonde da linha Estrada de Ferro - Cais dos Mineiros, como a rua é uma extensa reta, deve ser a Visconde de Inhaúma - Marechal Floriano, mas também pode ser uma da laterais da Candelária, São Pedro, que não vi em pé.
E na foto 5, a esquina da Estácio de Sá com a Rua São Carlos.
Poderia arriscar outras, mas fiquei olhando o Bagageiro na foto 6 e o tempo passou.
Sou contra qualquer censura, mas é fato que o tema deste blog é voltado para outros assuntos. Tomara que todos os comentários políticos, de futebol e religiosos sejam excluídos. E sobre Napoleão Bonaparte também.
A única maneira de corrigir uma batatada datilográfica é copiar o comentário, excluí-lo e postar com a correção. Fi-lo.
ResponderExcluirBom dia!
ResponderExcluirFoto 06, Praça da Bandeira.
O lembrete deve ser seguido a risca, até porque não existe debate e sim formas agressivas de contestar posições divergentes.
Obiscoito, com ou sem batatada, mandou bem.
ResponderExcluirFoto 02, Estácio.
ResponderExcluirMario, tempo nublado, cancelei a ida ao Pão de Açúcar. A previsão para agora de manhã é tempo instável e chuva. Fica pra próxima! Abraços!
ResponderExcluirBom dia a todos.
ResponderExcluirAlguns palpites, à primeira vista:
Foto 4 : Primeiro de Março;
Foto 6: Praça da Bandeira (acho que essa foto já apareceu antes);
Foto 8: Cosme Velho.
A foto 5 é na Rua Estácio de Sá e a foto 6 é na Praça da Bandeira.
ResponderExcluirBom dia, Dr. D'.
ResponderExcluirTempo estranho. Já choveu e agora saiu o sol. Seria visita de médico?
Acho que é consenso a foto 6 ser da Praça da Bandeira. Discordando do Guilherme, chuto Avenida Passos na foto 2, sem qualquer convicção. Se eu tiver palpite para as demais fotos, eu posto.
Em tempo, acho que também há consenso em relação às fotos 5 e 8.
ResponderExcluirOk, Guilherme, faz todo o sentido, fica para a próxima.
ResponderExcluir(está chovendo bem agora em Laranjeiras; chuva é chato, mas a temperatura está uma maravilha ...)
Abraço.
É Mario, chuva é chato mas a temperatura está uma maravilha, como você bem falou. Além disto, a chuva aumenta o nível dos reservatórios e a Light não vem com aquela bandeira vermelha nas nossas contas, aumentando o valor original.
Excluir👍
ExcluirA foto 3 seria no Campo de São Cristóvão? A foto 4 eu chuto, como sempre, sem convicção, rua Visconde do Rio Branco ou da Constituição. Mas não descartaria a Primeiro de Março, como já disseram.
ResponderExcluirAs demais, vou acompanhar.
PS: discordando do biscoito, comentários sobre futebol, desde que não ofensivos, têm tudo a ver com a cultura carioca. Principalmente se remeterem a fatos antigos ou relevantes. Por exemplo, há algumas semanas, Flamengo e Fluminense "disputavam" um jogador do Betis que começou no próprio Fluminense, e que acertou com o Botafogo por mais de cem milhões de reais. Parte desse valor virá para o Fluminense como clube formador...
ResponderExcluirEu gosto de futebol, sou rubro-negro, mas detesto ler a palavra MENGO! após um habitual massacre, porque não ajuda a ninguém.
ExcluirPor essas e outras, só assisto a Premier League, onde torço discretamente pelo azul-claro e só vejo o que há de melhor.
Quanto à palavra MENGO ! imagina eu que sou alvinegro .. 🙂
ExcluirQuanto a assistir, concordo e faço a mesma coisa, Premier League na veia e o City é o meu preferido.
(Champions League também vai bem nos mata/mata)
Guilherme tem razão quanto à foto 2. Sem dúvida, é no Estácio. A grade é da Igreja.
ResponderExcluirO Biscoito descreveu a foto 8 e acho que acertou na mosca as fotos 1 e 5.
Igreja do Divino Espírito Santo do Estácio de Sá. Tombada em 2000.
ResponderExcluirBom dia Saudosistas.
ResponderExcluirFoto 1- R. das Laranjeiras
Foto 2- R. Haddock Lobo
Foto 3- Pça da Bandeira -
Foto 4- R. da Constituição
Foto 5- R. Estácio de Sá em frente a subida do São Carlos.
Foto 6- Cancela - São Cristóvão
Foto 7- R. do Catete
Foto 8- Almirante Alexandrina - Santa Tereza
A foto 2 é no Largo do Estácio. Os trilhos que viram à direita levam à Joaquim Palhares e à Machado Coelho.
ResponderExcluirA foto 7 é na Rua Gomes Freire.
ResponderExcluirA foto 7 é para mim a mais difícil.
ResponderExcluirPedalada pela orla de Ipanema e da Lagoa com chuva fina. A tristeza de turistas caminhando pelo calçadão chega a ser comovente. Que azar para quem veio passar uma semana de praia no Rio.
ResponderExcluirÉ de dar pena mesmo.
ExcluirTurismo e chuva não combinam em qualquer lugar do mundo, mas em cidades de praia em geral é um desastre. (no Rio então nem se fala, é uma cidade em que as grandes atrações só podem ser apreciadas com sol).
Isto é uma coisa da qual não posso reclamar, na maioria de minhas viagens turísticas o clima médio sempre foi o melhor possível. (toc, toc, toc ... batendo na madeira)
FF Disponível na Netflix, o excelente filme "A Sociedade da Neve", sobre o famoso acidente de outubro de 1972, em que um avião fretado da Força Aérea do Uruguai que rumava para o Chile se choca contra uma montanha nos Andes; a maioria dos mais de 40 passageiros fazia parte de um time de rúgbi amador e 16 são resgatados depois de 72 dias, período durante o qual se alimentam dos corpos dos passageiros mortos.
ResponderExcluirMario, esta semana vi no Facebook uma foto do local desse acidente em 1972 e do mesmo local, no mesma data, de 2023; se não me engano. Paisagens bem diferentes, com nenhum sinal de neve. Legenda dizia que era "efeito das mudanças climáticas no mundo".
ResponderExcluirEm tempos de "fake news", não sei se era real ou não.
Esta semana vi também uma estrada (não me recordo o nome) na Cidade do Rio de Janeiro, em que era, nos anos 1990, bastante arborizada, com a divisa entre as estradas que estava coberta de grama. Atualmente, tudo cinza, nada verde!
Vi essa notícia agora sobre a história e o filme sugerido por você. Uma expedição ao local do acidente.
https://www.google.com/amp/s/exame.com/mundo/tragedia-dos-andes-expedicao-de-turismo-ate-local-de-acidente-leva-tres-dias-e-custa-quase-r-3-mil/amp/
Bem interessante a matéria sobre a expedição "turística" ao local do acidente.
ExcluirQuanto à neve, existe um período de verão em que o vale pode ficar sem neve, o que já acontecia em 1973, corroborado pelo trecho que reproduzo ao final, retirado do artigo da BBC: https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgv0n7j3p6o
"Gustavo Nicolich pai viajou para a montanha em fevereiro de 1973, para acompanhar o pai de outro dos mortos, que queria enterrar os restos do seu filho no Uruguai.
Quando regressou, seu semblante era outro. Ele havia visto, já sem a neve que camuflava a paisagem, a carnificina que tomou conta do local."
Quanto à neve, é interessante que as geleiras se movem lentamente, vale abaixo. A ponta delas apresenta um grande acúmulo de rochas e neve, chamado de morena ou moraina. É incrível a devastação que uma geleira provoca nas laterais e no fundo do vale dentro do qual ela se desloca. Os vales de geleira têm a forma de U, porque ela desgasta as laterais, enquanto os dos rios possuem a forma de V, pois o rio desgasta o fundo do leito onde ele corre.
ExcluirAs geleiras costumam começar num anfiteatro nas montanhas, chamado de circo. A neve cai durante o inferno e no verão derrete e infiltra nas ranhuras das rochas do circo. Com a chegada do inferno, essa água congela. E como o gelo ocupa maior volume do que a água que o originou, a pressão dentro das ranhuras quebra as rochas e elas caem no gelo. Pelo peso, vão descendo até o fundo da geleira. E como esta se move, as pedras que estão acumuladas no fundo são arrastadas e vão lixando o leito da geleira. As pedras caídas nas laterais, idem. Então a geleira é uma imensa lixa, daí desgastar as laterais e o fundo e darem a forma de U ao vale por onde descem.
Eu pude ver bem isso na geleira Franz Joseph, na Nova Zelândia. É um cenário totalmente devastado.
Na Nova Zelândia tem um pássaro chamado kea, onomatopeia do grito dele. O bichinho é uma parada: ele come de tudo, sem distinção. Quando parei nas duas geleiras que visitei lá, a Franz Joseph e a Fox, havia uns carros estacionados. Em cima de um deles havia vários keas e eles estavam "comendo" a borracha que envolve o parabrisa. São famosos por entortar antenas de carros e roubar limpadores de parabrisas.
ExcluirA foto 3 é na região da Francisco Eugênio e Praia Formosa.
ResponderExcluirO corretor do Helio transformou "inverno" em "inferno" no comentário das 15:35.
ResponderExcluirAssisti há algumas semanas o "Sociedade da Neve" citado. Já havia visto anteriormente um filme sobre o acidente, mas esta versão é melhor. Um drama e tanto. Aco difícil os sobreviventes terem uma vida normal. Devem ser assombrados por pesadelos.
Hoje deu pra disfarçar. O sambarilove foi dos outros e não meu, ufa! Hoje e passei batido, mas não será sempre assim.
ResponderExcluirA Foto 4- fiquei na dúvida entre R da Constituição e R. Visc. do Rio Branco. o que me enganou foi o calhambeque estacionado, com sentido ao Campo de Santana.
ResponderExcluirFoto 7 - não pode ser Paraty porque lá nunca teve bonde, portanto arrisco a Rua Larga, depois renomeada em homenagem ao Mal. Floriano.
ResponderExcluirSobre inferno / inverno, algum filósofo (?) disse uma vez "o inferno pode ser gelado", se referindo aos muitos aborrecimentos, isolamentos, acidentes e, pior, doenças, podendo ser fatais, causados pelo gelo acumulado nas temperaturas abaixo de zero em vários dias seguidos. E muito trabalho de desobstrução de calçadas e vias.
ResponderExcluirA Oceania tem fauna quase totalmente exótica para quase todo o resto do Mundo. Além do diabo da tasmânia ainda tem esse tal kea citado pelo Hélio?
ResponderExcluirE tem o kiwi.
ExcluirO animal. A fruta é originária da China, mas ao chegar à Nova Zelândia ganhou o nome por lembrar a ave.
ExcluirBem disse eu que a 7 é a mais difícil.
ResponderExcluirBom Dia ! Como disse em comentário anterior esse carro da foto 7 esteve lotado na seção M . Já nesta foto acredito , ser de alguma linha do Centro.
ResponderExcluirBom dia.
ResponderExcluirQuase disse Praça da Bandeira na foto 3, mas achei que o Helio não colocaria duas fotos do mesmo local. O precedente foi aberto.
Como o Lino, fiquei em dúvida sobre Visconde do Rio Branco ou da Constituição na foto 4, como mostra um comentário anterior. Sobre a foto 7, a linha do bonde foi apagada e a placa da rua está ilegível. Mas vou arriscar a Praça da República.
Tempo instável...
Em tempo, sobre séries, a Band vem exibindo desde o dia 15 no final da noite, após as 22:30, "Vikings". Eu tinha visto quando passou na TV fechada. Hoje, só no streaming do Star+. A série é interessante por mostrar a história pela visão "do outro lado". Tem cenas "pesadas", mas com aviso da emissora.
ResponderExcluirSeria a mesma série que está disponível na Netflix? se for, é sensacional. O personagem principal é o Ragnar Lothbrok e sua bela esposa Lagertha. Minha prioridade sempre são as séries épicas. Vejo todas rapidamente e depois fico ófão...rsrsr
ResponderExcluirPode ser. Não tenho streaming. Até 2022 estava no FOX Premium, mas o canal acabou e a Disney passou o conteúdo para o Star+. A Netflix pode, talvez, passar as primeiras temporadas. Assisti até a primeira metade da última temporada, acho que a sexta. Não sei até qual a Netflix exibe.
ExcluirA princípio, a Band vai exibir as três primeiras temporadas.
ExcluirSim, a série parou na sexta temporada. Ainda nesta linha, assista também "Bárbaros", é muito boa. Também adoro filmes e séries sobre a II Guerra Mundial. Recomendo muito a série "O Pacífico".
ResponderExcluir"O Pacífico" vi mais recentemente, já tinha visto também "Band of Brothers" (excelente), da mesma dobradinha Spielberg/Tom Hanks, que agora fecha o ciclo da segunda guerra mundial com Mestres do Ar - sobre a campanha de bombardeios aéreos americanos diurnos na Europa ocupada - que estreou ontem na Apple TV. (2 primeiros capítulos já disponíveis).
ExcluirAs séries Os Vikings e Os Bárbaros são boas fontes de reflexão que mostram o nível e a velocidade da evolução de determinadas etnias observando seu atual estágio evolutivo. Outras etnias entretanto tem um nível de evolução praticamente "estático". Um exemplo disso é mostrado na propaganda da ONG "Médicos sem fronteiras", no qual não se sabe se as etnias mostradas estão vivendo há 20.000 anos ou na atualidade. A quem responsabilizar por tamanho atraso? A Providência Divina ou a própria natureza das etnias mostradas?
ExcluirDICA: A FOTO 7 É NO CENTRO.
ResponderExcluirFoto 7 Rua do Senado
ResponderExcluirVirando na Mem de Sá.
ExcluirBom dia Saudosistas
ResponderExcluirFoto 7- Pça da República esquina com Buenos aires. O prédio a direita da foto é onde hoje o Tribunal de Contas do RJ.
Bom dia!
ResponderExcluirAcho que o Lino matou a charada.
Bom, não fui tão preciso como o Lino, mas, se estiver certo, pelo menos metade eu acertei...
ResponderExcluirMas não deve ser. Caso contrário, o gerente não daria a dica de 09:59.
ExcluirBom, meu comentário foi às 08:35, mas não tão preciso quanto o do Lino, com a esquina e tudo...
ExcluirGrande Lino. Senhor absoluto desta área da cidade.
ResponderExcluirRESPOSTAS (GABARITO DO HELIO):
FOTO 1 = Marechal Floriano
FOTO 2 = Haddock Lobo com Machado Coelho
FOTO 3 = Praça da Bandeira
FOTO 4 = Visconde de Rio Branco com Regente Feijó
FOTO 5 = Estácio com São Carlos
FOTO 6 = Praça da Bandeira
FOTO 7 = Praça da República com Buenos Aires.
FOTO 8 = Almirante Alexandrino
Mauro xará: quando anotei a seção dos bondes, no período 1962/66, o 471 era da seção B (Barão de Drummond). Na foto ele estava fazendo a linha 63 - São Francisco Xavier.
ResponderExcluirBoa tarde! 2 dias de emergências profissionais, saí do ar, agora volto ao "normal(?!)".
ResponderExcluirSó acertaria Santa Teresa. Mas seria ótimo andar de bonde no Rio. Pela orla então!!! Poucos registros de bonde em Copacabana. Por onde ele passava quando vinha do Centro? As garagens do Catete e Humaitá eram pontos finais?
Hoje fui cortar cabelo e já começam os trajetos desviando de blocos e blitzes.
FF: Na rua Jardim Botânico um galho de árvore atrapalha a visão do sinal luminoso. Liguei para 1746 fiz a denúncia pedi a poda etc. Ao final o simpático atendente informa que o prazo de solução é de até "230 dias"! "Como assim meu amigo?" É isso mesmo. Se muita gente ligar e insistir pode ser antes. Pedi ao pessoal do JB Em Folhas, jornal do Bairro, para ficar ligando.
Hoje tenho um jantar na Barra. muito estranho! Levo passaporte?
O GMA precisa fazer um curso intensivo com o Helio sobre os bondes.
ResponderExcluirDo Centro chegavam pelo túnel Novo e pelo túnel Velho.
Pela São Clemente, pela General Polidoro, pela rua da Passagem.
Também pode acessar o bondesrio.com para o material didático.
Vou me matricular!
ExcluirQuanto ao jantar espero que não seja num quiosque da Barra.
ResponderExcluirGMA, 16:09h ==> as garagens do Catete e do Humaitá eram para recolher os bondes ao final do dia. No caso da do Catete, era também oficina.
ResponderExcluirHoje nem precisou de sambarilove: meu pitaco quase foi na mosca! Estou progredindo e qualquer hora eu chego lá.
ResponderExcluirBom dia.
ResponderExcluirBom Dia ! Volto mais tarde, agora vou na feira .
ResponderExcluirBom dia.
ResponderExcluirVoltei! Fui na feira tomei um caldo de cana e comi um pastel de vento com sabor de queijo.
ResponderExcluirMe fez lembrar dos tempos de colégio, quando alguns colegas colocavam um pequeno cartaz pelo lado de fora da cantina: "se encontrar recheio no pastel ganha outro".
ExcluirAtualmente nem pode vender frituras em escolas.
Já em refeitórios de indústria o suco era a "vítima", se alguém perguntasse o sabor a pessoa respondia só sobre a cor, pois era quase impossível distinguir pelo paladar.
ExcluirMauro, não posso falar mal do pastel de uma barraca da feira que funciona aos sábados em um trecho da rua Professor Ortiz Monteiro (paralela à General Glicério); como não gosto de feira, brinco dizendo que a única coisa que presta na feira é o pastel, massa fina, sequinha e recheio sempre caprichado.
ExcluirVale a pena.
Paulo, no restaurante "bandejão" do Fundão no início da década de 70, era brincadeira corrente tentar adivinhar o sabor da água com açúcar colorida que era servida à guisa de suco.
ExcluirA comida (subsidiada, claro) também era muito ruim, acho que custava 2 unidades monetárias da época, para alunos. professores e funcionários.
Fiquei com saudades dos pastéis que minha mãe fazia para vender. Com recheio de verdade. Queijo, carne moída e, mais raramente, camarão. Ela fazia a massa, meu pai esticava na máquina manual. Minha mãe colocava o recheio, cortava, dobrava e depois gritava. Eu e meus irmãos aproveitávamos a sobra da massa e até dos recheios para fazer os nossos próprios pastéis.
ResponderExcluirEla não "gritava", ela fritava... Droga de corretor automático.
ExcluirDurante toda minha vida escolar, dos 6 aos 24 anos, nunca comprei nada em cantina. Sempre levei lanche de casa. Dependendo da época, podia ser pão com goiabada e queijo minas, pão com manteiga e açúcar, biscoito Mirabel. Para beber, café com leite na garrafa térmica. Eventualmente comia a merenda escolar, e gostava quando era macarrão. A bebida era um achocolatado, talvez Ovomaltine.
ResponderExcluirNo Exércíto, quando estava de serviço o rancho era salada de alface e tomate, arroz com feijão e bife. No café da manhã, café com leite e pão com manteiga. O pessoal chamava de "pão blindado, mas era intriga.
ResponderExcluirSou boa boca, não estranho nada, como de tudo (exceto jiló e maxixe), nunca passo mal, mesmo comendo arroz ou feijão já passados.
Meu pai, quando lanchava nos domingos à noite o indefectível pão francês com manteiga e café com leite, anunciava, para a diversão minha e de minha irmã e horror de minha mãe:
Excluir- Vou dar banho na criança !
Mergulhava o pão no café com leite, retirava o mesmo ainda pingando e comia com ar de felicidade.
Atribuía o hábito ao período em que estudou interno no Colégio Militar, quando o pão do café da manhã/lanche às vezes era "de ontem", muito duro, e precisava ser banhado no café com leite para amolecer ...
Uma vez, por motivos que não vou revelar, eu estava andando dentro da favela Nova Holanda. Fazia um sol brabo. Deu fome e sede. Parei numa birosca. Tinha aquele bolinho estufado embrulhado numa forminha de papel. Mas estava mofado. Comi assim mesmo, com soda limonada. Não senti nada.
ResponderExcluirTenho um pouco de mitridatismo, acho. Tanto é que moro no Rio e ainda não morri.
Helio, me fez ir ao dicionário, desconhecia o termo.
ExcluirConcordo que nós, moradores antigos do Rio, e vivos, devemos passar pelo processo de mitridização sem perceber....
Também fui ao dicionário.
ExcluirNo Visconde de Mauá às vezes ia na cantina e comia um "joelho. Em ocasiões de muita fome, ia de x-tudo. Bem saudável, #sqn.
ResponderExcluirNa UFF, ainda peguei época do bandejão com preços simbólicos. Era normal juntar uma turma depois da aula e alguém de cada vez "bancar" o almoço.
Por muito tempo não comi jiló. Minha mãe cozinhava para vender e ela e meu pai comiam o que sobrava no fim do dia. Minha irmã também, às vezes. Eu e meu irmão nem chegávamos perto. Só recentemente passei a comer. Maxixe como cru em salada, substituindo o pepino, ou cozido no vapor.
ResponderExcluirO jiló eu comecei comendo em "chips" nos buffets. Depois passei para os cozidos no vapor, assim como abobrinha, berinjela e outros tubérculos.
ExcluirAmo experimentar pratos estrangeiros, mas minha esposa atual tem medo de novidades. Com a ex, comemos pratos poloneses, russos, espanhóis, portugueses, suíços, alemães, gregos, iugoslavos, vietnamitas, mongóis, chineses, árabes/libaneses, cajun e por certo italianos. Não gosto da culinária japonesa, embora tenha experimentado uma ou outra vez.
ResponderExcluirDa culinária brasileira, já comi vatapá (adoro), virado paulista, galinha de cabidela, pato ao tucupi, maniçoba, moqueca capixaba, vaca atolada, feijão tropeiro, tutu à mineira. Esses o que lembro agora.
ResponderExcluirDa culinária cajun, comi jambalaia e frango bourbon. Maravilha, ambos! Feitos por um cozinheiro cearense, casado com uma tailandesa, num restaurante em Atlanta.
ResponderExcluir..." cozinheiro cearense, casado com uma tailandesa, num restaurante em Atlanta."
ExcluirIsto é quase uma definição de globalização.
Kkkkk
Excluir🤣🤣
ExcluirPor sinal, Jambalaya é o nome de uma música cantada pela Brenda Lee. Subtítulo *On the Bayou*. A letra é num inglês arrevezado, misturado com francês idem, típicos do sul dos EUA. Difícil de entender.
ResponderExcluirAqui no Brasil adulteraram o trecho inicial da música para "Jambalaia, levanta a saia de veludo / Quero ver o seu bicho cabeludo". Espero que o Luiz não censure isso.
ResponderExcluirA música é de1956. Há uma versão também com "The Carpenters".
ExcluirSon of a gun, we'll have big fun on the Bayou ..
ExcluirO Creedence Clearwater Revival também gravou.
ExcluirAliás, a região do Bayou é muito cantada em músicas. Além de Jambalaya, tem "Born on the Bayou", cantada pelo conjunto Creedence Clearwater Revival, e a bela "Blue Bayou", do Roy Orbison, da qual tenho as versões original, em alemão cantada pela Nana Mouskouri e em francês pela Mireille Mathieu.
ResponderExcluirDuas músicas muito boas e famosas do Roy Orbison são “Only The Lonely” e “Oh, Pretty Woman”.
ExcluirEu acrescentaria "In Dreams" e "Crying".
Excluir👍
ExcluirUma canção com bela história romântica é a haitiana Choucoune, cuja letra foi totalmente alterada e regravada como "Yellow Bird". A letra original é em haitiano créole, derivado do francês, mas totalmente incompreensível mesmo para quem entende francês. Vide trecho da letra abaixo:
ResponderExcluirDèyè yon gwo touf pengwen
Lòt jou m rakontre Choucoune
Li souri lè li wè mwen
Mwen di -Syèl a la bèl moun!-
Mwen di -Syèl a la bèl moun!-
Li di -Ou trouve sa chè?
Ti zwazo nan bwa t'ape koute
Ti zwazo nan bwa t'ape koute
Lè mwen tande sa mwen genyen la penn
E depi jou sa de pye mwen nan chenn
Lè mwen tande sa mwen genyen la penn
De pye mwen nan chenn
Fora de Foco
ResponderExcluirDepois de Tancredo em 1985, e lá se vão quase 40 anos, ninguém mais quer saber de hospitais em Brasília ... vejam só:
Sonia Guajajara, Ministra dos Povos Indígenas se sentiu mal durante uma agenda pública na quinta-feira (25).
Na sexta-feira (26), ela passou por exames clínicos no Hospital Regional da Asa Norte, uma unidade pública no centro de Brasília, e DEPOIS FOI TRANSFERIDA PARA O INCOR, NA CAPITAL PAULISTA PARA, SEGUNDO A ASSESSORIA DO MINISTÉRIO, RECEBER NOVOS CUIDADOS, POR PRECAUÇÃO.
O melhor hospital de Brasília é o aeroporto.
ResponderExcluirO melhor do Brasil é o aeroporto.
ExcluirFalando em pastel de feira, alguns podem ocasionar até pneumonia, dada a golfada de ar no interior deles, substituindo o recheio pelo vento... algo parecido com o famoso "pão com epa" de algumas cantinas escolares em épocas de vacas magras.
ResponderExcluirE por falar em vacas magras, me lembro de lugares no centro da cidade que, na década de 80, serviam a "meia refeição", em um prato pronto pequeno, custando aproximadamente 60% a 65% do prato pronto normal.
ExcluirO pessoal brincava que era prato de regime ... "compulsório".
Dureza.