O prezado Carlos P. L. de Paiva, antigo colaborador do "Saudades do Rio", enviou alguns fotogramas interessantes, como sempre.
Vemos a região do Castelo. O desafio para nossos comentaristas é comentar as diferenças entre a foto mostrada e o que há nos dias de hoje.
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Estacionamento no lugar do prédio do Jóquei Clube e ausência completa do Menezes Cortes e também dos prédios remanescentes da Rua São José (52). Nada de Avenida Central. Para mim, estes aspectos datam a foto no final dos anos 50. Ainda tem Mercado Municipal funcionando e aqueles bequinhos da Rua da Misericórdia. Tomara que venham mais fotogramas.
ResponderExcluirNa condição de um conhecedor razoável da região hoje não vou comentar, deixando para os demais comentaristas a iniciativa dos registros sobre as alterações sofridas por essa área da cidade.
ResponderExcluirTambém acho que a foto é dos anos 50, pois lá atrás vemos o desmonte do morro de Santo Antônio. O terreno do Fórum também está deserto.
ResponderExcluirA foto ê certamente posterior à 1955 e ainda mantém prédios contemporâneos do morro do Castelo. Não sou "entendido" na região e por tal razão vou observar as diferenças.
ResponderExcluirUma curiosidade: com a demolição do morro do Castelo muitos imóveis devem ter sidos indenizados, mas depois da derrubada a quem pertencia toda aquela valiosa área? À prefeitura? À Igreja.
ResponderExcluirO Edificio Estácio de Sá me parece récem construído, o que poderá facilitar a identificar o ano da foto. No terreno onde atualmente é o Fórum, em 1955 fui visitar uma Feira de Amostras. Creio que uma das ultimas que ocorreu por essas bandas.
ResponderExcluirDe primeira temos os locais vazios onde hoje temos o Fórum e o edifício garagem junto à Rua São José. A imagem não permite ter certeza mas parece que já tinham demolido as coberturas do antigo terminal de ônibus do Castelo.
ResponderExcluirO Plínio comentou sobre a data, baseado no desmonte do Morro de Sto. Antônio, mas o processo foi tão demorado que acho difícil acertar essa cronologia. Pode ser até após o fim do desmonte e estamos vendo o local ainda vazio, aguardando as construções.
Por isso vou "chutar" meados dos anos 60, pois lembro da parada de ônibus do Castelo, quando eu era criança.
Bom dia, apenas observando a conversação.
ResponderExcluirA "velha Misericórdia" ainda estava de pé antes de dar lugar ao "palácio da justiça". Não existia ainda o terminal de ônibus da Erasmo Braga, o que situa a foto entre 1955 e 1959. Essa região é bem descrita no opúsculo de Paulo Barreto "História das ruas do Rio", onde é minuciosa a descrição do dédalo de antros que eram a tônica da região. As demolições da região somadas com a da região da Avenida Central, mais as das regiões da Lapa, Praça Onze, e Estácio, dariam o total de aproximado de mais de seis mil domicílios. Era "muito entulho".
ResponderExcluirSou suspeito para falar desta região e vou ficar na platéia. No final do ano continuo sendo Do Contra.
ResponderExcluirDo meio para o fim dos anos 1950. O Edifício Avenida Central ainda não estava lá, e o Marquês do Herval estava aparentemente em construção.
ResponderExcluirImpressionante como nessa época a praça dos Expedicionários ainda respeitava fielmente o Plano Agache.
Sem o monstrengo do Ed. Candido Mendes e dá pra ver a cúpula do antigo Ministério da Agricultura.
Boa tarde a todos.
ResponderExcluirAlguns aspectos da região são facilmente reconhecíveis, como o topo da cúpula do Ministério da Agricultura e parte do Mercado Municipal. O prédio Estácio de Sá onde fui várias vezes na Defensoria Pública e o atual anexo da Alerj sem os penduricalhos de vidro.
PS: fiquei afastado nos últimos dias devido a uma semana terrível.
Que tudo tenha se resolvido bem, Augusto.
ExcluirInfelizmente não, Dr. D'...
ExcluirAinda de pé o Mercado Municipal e uma de suas torres, no canto inferior direito
ResponderExcluirDia um tanto confuso em função de férias a partir de amanhã e com possível ausência dos comentários nos próximos dias sujeito a deliriuns pela abstinencia.Vamos dar um giro lá pelo Velho Continente e fuga deste calorão que está chegando e arrebentando...Vamos tentar manter a leitura em dia com juda do Wi Fi,pois a igreja não vai bancar nada...Espanto!!!
ResponderExcluirO dízimo rendeu bem... Boa viagem!
ExcluirBom dia. Depois do rescaldo das sobras da ceia de Natal, uma sexta-feira enforcada por quase todos. Como há oito anos, o maçarico não dá descanso. Algumas previsões dizem que hoje passamos de 40°, outras não. O consenso é que na virada pode ter chuva.
ResponderExcluirSobre a foto, acho que quase não há o que acrescentar.
Bom dia, só agora tomei conhecimento da passagem do assíduo Joel. Figura no mínimo polêmica, tive oportunidade de sentar a seu lado no encontro no Degrau e pude ouvir muitas de suas estórias, inclusive descobri que fomos vizinhos na Tijuca. A essas horas suas convicções espirituais estarão sendo confirmadas (ou não ). Força à família.
ResponderExcluirBoa tarde Saudosistas. Conheci muito bem esta região, e olhando a foto, pode-se ver já no morro de Sto. Antônio o Campo do V.M. (Vem Manso), como o V.M. foi fundado em 1960 logo a foto deve ser de entre 1960 e 1961.
ResponderExcluirMeu chute há 8 anos passou longe. O atento anônimo das 14:26h, daquele dia 26/12/2017, chamou a atenção para a ausência do Edifício Avenida Central, que se não me engano ficou pronto em 1960.
ResponderExcluirUm fato interessante é que o térreo desse prédio chegou a ser chamado de "Nova Galeria Cruzeiro".
Na verdade a inauguração foi em 22/05/1961.
ExcluirAntes, em 1º. de março daquele ano, o Correio da Manhã fez matéria sobre o Rio Antigo incluindo entrevistas com antigos comerciantes da velha Galeria Cruzeiro, demolida em 1957, e novos da futura Nova Galeria Cruzeiro