As fotos de hoje, de várias décadas atrás, retratam como o Rio sofre no verão.
Tal como esta última noite, quando choveu como há muito tempo não ocorria.
Como a cidade está abandonada, com o Prefeito viajando, certamente as consequências serão grandes face à falta de manutenção preventiva, com ralos entupidos, muito lixo nas ruas e árvores sem poda.
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Que tromba d´água esta noite. Aqui nas vizinhanças tudo alagado. Vejo na TV que a avenida Brasil está interditada, o linha vermelho parada, arrastão na Grajaú-Jacarepaguá, queda da ciclovia Tim Maia, alagamento na Airton Senna e por aí vai.
ResponderExcluirFenômenos como as chuvas de verão são complicados mas não haver um esquema pronto para ser acionado em casos de emergência mostra o despreparo da prefeitura.
As fotos são excelentes para retratar o descaso das autoridades, mas penso ser uma primeira praga nacional. Aqui em Vix qualquer chuva a coisa fica assim como nas fotos.E ninguém parece ser responsável. Um espanto...
ResponderExcluirMoro em Santa Teresa, onde não alagou, mas foi apavorante. Uma hora de pé d'água não é nada fácil e logo saberemos se o prefeito fez o dever de casa antes de sair em férias. A foto do lotação LP-312 está ótima, vai para o arquivo, deve ser fim dos anos 50 pelo ônibus que passa ao lado. O Fusquinha táxi tem rodas de pré-66, mas ostenta um escudo de 1300 no capô, alguém ali é falso. Acho que a roda combina melhor com a janela traseira. Aero-Willys sempre foi ruim de chuva, esse aí parece ser 60-61.
ResponderExcluirO carro que a chuva virou de cabeça pra baixo é um VW-1600 4 Portas, o Zé do Caixão. E a última foto mostra o Brasil automobilístico dos anos 70: Opala, Galaxie, Corcel, Kombi, Rural, Variant e muito Fusca.
A foto do lotação é de 1959. As outras são de 1971, segundo as legendas.
ExcluirA terceira foto é na Avenida Maracanã quase esquina de Eurico Rabelo. Os caminhões do guarda móveis Tijuca eram cor de abobora e a firma tinha sede na rua Haddock Lobo no Largo da Segunda Feira, quase esquina de Av. Melo Matos, ao lado da "Casa de Jacira", uma espécie de abrigo infantil, demolidos em meados da década de 70. No local existem atualmente um condomínio de apartamentos e um restaurante.
ExcluirComplementando o comentário do Plinio das 7:08, apenas uma operação de guerra, com os militares patrulhado as ruas, poderá melhorar a situação. Veículos retidos nas ruas sendo presas fáceis para arrastões, pode ser o pior dos pesadelos. Quanto a falta de policiamento nas ruas, esse transtorno é causado pela triste constatação de que mais de 60% das viaturas está parada por falta de manutenção. Não custa lembrar que o T.J do Rio usufrui de benesses e vantagens dignas de um emirado árabe, sem contar que possui "sobras" de sua dotação, algo em torno de centenas de milhões de Reais. Enquanto isso os "cidadãos encarnados" do Estado vivem nesse inferno,os "deuses de toga" "não estão nem aí"...
ResponderExcluirDe novo outra vez novamente.
ResponderExcluirTijuca alagada , Maracanã idem os mesmos problemas de outrora.
Mas tivemos carnaval feriadão e agora vem a semana santa mais feriado e o povo festejando uma beleza.
Aqui em Copa foi impressionante a quantidade de água, a força dos ventos e raios. Há tempos não via algo parecido. Mas de forma surpreendente não houve alagamentos, pelo menos na região do Lido. Muito trabalho para o pessoal da COMLURB.
ResponderExcluirSobre as fotos dois registros. A primeira me lembrou que alguns coletivos faziam ponto na r. Debret. Na segunda a tradicional leiteria BOL na Lapa, ponto de encontro dos boêmios que frequentavam a região. Suas especialidades eram as torradas Petrópolis e as coalhadas Kefir.
Detalhe para a casa noturna bem ao lado. Não estou certo mas parece ser a Paradise que nos anos '60 fazia par com o cabaré Novo México, nesse mesmo trecho. Essa casa noturna funcionava como restaurante/boate de meio dia às quatro horas da madrugada. Os boêmios saiam direto dali para matar a fome na BOL.
Um dado interessante: Passando pela Avenida Maracanã deparei-me com um poste de concreto caindo aos pedaços com os cabos internos e a fiação de alta tensão sustentando o poste.
ResponderExcluirInformei a Light dando o endereço e onde o poste está situado com o numero do prédio como referencia.
Para a minha surpresa o empresa informou-me que o dito poste que está desabando com risco para transeuntes ,só poderá ser substituído pelo prédio sendo de responsabilidade do condomínio sua compra e substituição. Nunca vi uma coisa dessas.
São os novos tempos...
ExcluirO Aero-Willys sempre pareceu-me uma porcaria. Lembro-me que o meu padrinho tinha um, ano 65. Entrava água pelo vidro de trás. Desregulada com facilidade. As marchas eram ruins de engatar. As portas empenavam... e mais outros defeitos.
ResponderExcluirUm FF referente ao jogo de ontem:a camisa pesou.Concordo com o Dr.D' que o técnico é fraco e o PSG se pensa em se firmar vai ter que mexer.Tirar o Cavani não foi bom e o Zidane mexeu bem no final.Mas o pior é não ter opção,com Chatão Bueno e o tal do Neto na Band.Um grande espanto!!!!
ResponderExcluirA outra opção é o André Henning no Esporte Interativo. Também é ruim. O jeito é assistir sem som e só liga-lo quando se quiser ouvir alguma opinião. Deveria haver a possibilidade de assistir só com aúdio ambiente.
ExcluirBom Dia! O para-raios de um edifício próximo recebeu uma descarga e assustou os idosos internos de uma clinica de terceira idade. O entorno do Méier está cheio de lama e arvores caídas. No estacionamento do Guanabara, uma senhora estava insistentemente afirmando que isso foi castigo de Deus porque o Prefeito saiu da cidade e não apoiou o Carnaval.
ResponderExcluirBom dia a todos. E maaaaiiisss uma vez, depois de uma chuva de verão a cidade se desmancha e vira o caos nas horas do temporal e dias subsequentes. Ora, isso não é novidade, nem as causas destes problemas são desconhecidas, falta de manutenção, inexistência e rede pluviais, povo mal educado e porco, administrações corruptas e incompetentes. Ora, o que se pode fazer? No Brasil, com certeza nunca será feito nada para modificar esta situação, mas se fosse em um País de primeiro mundo sério, se poderia fazer muita coisa, para eliminar estes problemas ou minimizá-los ao máximo, inclusive com previsão de coincidência de marés altas, na hora da tempestade, não precisa de nada de Engenharia de alta tecnologia, simplesmente fazer o feijão com arroz de uma rede de escoamento de águas fluviais. Se fosse impossível, a Holanda que está abaixo do nível do mar já teria desaparecido do mapa.
ResponderExcluirBoa tarde ! Caramba, o bicoito é molhado, mas reconhece até carro virado de cabeça para baixo. Nem virando o monitor, consegui reconhecer o dito cujo...
ResponderExcluirBom dia a todos,
ResponderExcluirO prefeito do Rio, embora muitíssimo ocupado em sua importante viagem na Europa, garantiu que já está orando pela cidade, tendo conversado particularmente com o divino. Podem ficar tranquilos que o milagre está garantido! As coisas voltarão ao normal rapidamente assim que a água baixar... pelo menos até a próxima chuva!
Há braços
Falando em chuvas pesadas, me lembro de um fato, a respeito do assunto, que ficou inesquecível para mim. Casei em 1969, passando a residir, então, no primeiro apartamento que possuímos. Era um prédio de uns 20/30 anos de uso. Acho que foi no verão seguinte que resolvemos (minha mulher e eu), trocar, pessoalmente, toda a fiação da casa. Devia estar de férias para tentar tal empreitada. Estávamos em plena operação de troca de fios, quando caiu um temporal "daqueles", que fez carros ficarem empilhados na Rua das Laranjeiras. O apartamento ficava no andar térreo. A Rua era e Prof.Estelita Lins. Com isso, várias coisas aconteceram ao mesmo tempo. Como mexíamos na fiação, estávamos com a luz desligada, quando desabou o temporal. A água era tanta que a que descia da nossa rua, não conseguia entrar nas galerias de águas pluviais da Rua das Laranjeiras, o que gerou um retôrno da mesma, de modo que, no nosso apartamento, a dita, começou a sair pelos ralos, para dentro do apartamento. O sinteco era novo. Para defendê-lo, tentamos fechar os ralos com panos, toalhas e tudo o mais que podíamos usar para tal finalidade, com vistas a protegê-lo. Imaginem vocês o quadro. Sem luz, chovendo pra dedéu, a água subindo pelos ralos e nós sem saber o que mais podíamos fazer...
ResponderExcluirA "banalização dos absurdos" é a realidade do Rio de Janeiro. Este blog é voltado para a memória da cidade e a comparação com o passado é inevitável. Os naturais debates sobre possíveis soluções encontrarão resistencia. O Lino Coelho postou ontem que "não se ganha uma guerra com flores" e isso é uma verdade. E não é uma guerra fácil, já que os verdadeiros inimigos estão entre nós. Esqueçam conceitos "politicamente corretos ou polidos. Destarte, e tendo em vista que "este sítio" é frequentado por pessoas esclarecidas, sejamos objetivos e de preferência sem "melindres"...
ResponderExcluirAinda bem que o gestor do blog postou as fotos do passado e aí as viúvas de antanho não podem dizer que antes era uma maravilha,que a culpa é do prefeito evangélico que Lulla mandou a grana para o ABC e daí para frente.Sempre foi uma bagunça quando chove e quando era mais jovem já tive que andar de bote lá no Jardim Botânico.Não melhorou e nem piorou nada e a verdade é que obra nesta seara não dá voto para ninguém.
ResponderExcluirAproveito para lembrar ao comentarista chamado Bahia que não era só o Aero-Willis que era uma porcaria.Toda a indústria de autos de antanho era uma lata de lixo e só mesmo as viúvas ficam a falar de fuscas,pumas,opalas e outras drogas da época.Sou Do Contra.
A Ilha do Governador a esta hora ( 15:00H ) ainda está com o caos instalado.
ResponderExcluirMuitos bairros sem energia elétrica, muitas árvores caidas e... total ausência do Poder Público.
F.F.: Vocês já ouviram falar de um aplicativo chamado "MUDAMOS" ?
ResponderExcluirTal aplicativo possibilita a participação em projetos de leis de iniciativa popular, tipo Ficha Limpa, que visem mudar as leis vigentes no país. Depois de baixado para o celular, é preciso se cadastrar para poder participar. Criaram um aplicativo importantíssimo para que a população possa, ao menos, tentar mudar as coisas vigentes no país. Que tal, vamos nos mexer ???
Boa tarde a todos.
ResponderExcluirGente o que foi aquilo ontem à noite? O mundo caiu e o cajueiro daqui de casa também. Ficamos o dia inteiro fazendo a poda para amanhã terminar de retirar o tronco. Felizmente ficou escorado no muro, ao contrário do abacateiro que havia antes que derrubou parte dele. Várias quedas de energia durante a madrugada, mas rápidas.
De manhã fui pagar a conta de luz e vi um grande trecho da Estrada dos Bandeirantes sem luz e outro interditado provavelmente por queda de árvore. Resultado, fui obrigado a ir até a Taquara, onde vi outro cenário de guerra. Durante o trajeto, vários sinais apagados.
O pior de tudo foi depois de voltar, ver um imbecil do jornal Extra dizer na Globonews que "não choveu tanto"... Isso só para poder atacar o prefeito, que tem sua parte de culpa, de forma gratuita. Não estou isentando o prefeito de culpa, que fique claro.
Na verdade, fui pagar a conta de água... Falei tanto em luz no comentário que troquei as bolas...
ExcluirEm dois anos, uma "tênue" ciclovia que mais parece uma "tripa de mico" desabou duas vezes deixando duas vítimas fatais. Se compararmos com a ponte Rio-Niterói e com a duplicação da Avenida Atlântica, obras magníficas realizadas pelos governos militares, nos faz entrar em uma profunda reflexão e em um angustiante remorso por termos feito escolhas politicamente erradas e catastróficas. Mas Sábado teremos o "Desfile das Campeãs" e Show da Anita. Tem coisa melhor?
ResponderExcluirFora de foco: Governo federal decide decretar intervenção federal na segurança pública no Rio de Janeiro. O exército será o responsável pelo controle sobre as policias e sobre o Corpo de Bombeiros. O interventor será o Gen. Walter Braga Neto. Fonte G1.
ResponderExcluirBoa tarde a todos!
ResponderExcluirE não podemos nem "ir reclamar com o bispo"!
Quanto ao desabamento da ciclovia Tim Maia pela primeira vez, em 2016, houve um fato interessante: alguém filmou o exato momento em que a pista desabava, e no filme aparecia uma mulher andando em direção ao filmador, tranquilamente, havendo passado pelo local do desabamento alguns segundos antes. Quando a vimos nas reportagens de TV, ficamos atônitos: era a madrinha de minha esposa. Ligamos imediatamente para a filha dela, que também ficou espantada. Quando a quase vítima viu a si mesma nas reportagens, comentou que estava fazendo sua caminhada diária, como era seu costume, porém estava com um fone de ouvido escutando música e não percebeu absolutamente nada do que ocorrera poucos metros atrás dela.
ResponderExcluirCom que então na data de hoje, há exatos oito anos, o governo decretava intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro e nomeava o general Walter Braga Neto como interventor. Onde é mesmo que ele se encontra agora? Adiantou o quê? Enquanto as leis forem feitas por bandidos no Congresso, em favor de seus comparsas fora dele, a situação vai ficar cada vez pior. É só comparar hoje com a da época da postagem original. Se o governante-mor do país acha que traficante é vítima do usuário de drogas e que o ladrão de celular comete o ato para beber uma cervejinha, alguém em sã consciência acha que algo vai mudar para melhor? Porque para pior já está garantido.
ResponderExcluirE ainda somos brindados por esse escândalo vergonhoso do stf, no qual um morcego agiu descaradamente para encobrir seu envolvimento na patifaria do Master e os outros sete morcegos o apoiaram. Só o Fachin e a Cármen Lúcia não aderiram ao coro de puxa-sacos. Mas são justamente os dois morcegos mais fracos na corte. E aí a camarilha dos sete alegou que as duzentas folhas do dossiê da PF foram obtidas ilegalmente e são lixo jurídico, não servindo para nada. Mas quando o hacker invadiu ilegalmente os celulares do Dallagnol e do Moro, aí o material colhido valeu. Só é ilegal quando não interessa aos Dráculas; quando interessa, o ilegal vira legal. O stf é a própria Transilvânia.
ResponderExcluirNenhum dos morcegos teve tempo de ler as duzentas folhas do material enviado pela PF e mesmo assim se puseram ao lado de seu companheiro de caverna. “Não sei do que se trata, mas desde já sou contra”. Ou, como costumava dizer minha mãe, “Não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe”. É essa merda de exemplo que a suprema corte de bosta dá ao país.
E ainda estudam a hipótese de enviar o escândalo para a primeira instância. Como assim? Quando a PF descobriu uma carta de um deputado federal ao Vorcaro, sem ligação alguma com o caso Master, o Mefistoffoli puxou rapidamente tudo para a caverna, certamente para encobrir seu envolvimento e o de muitos safados no caso. Sigilo total. Agora que o nome dele e de parentes aparece ligado a empresas do Vorcaro, e a mulher do Moraes tem um contrato milionário com o Master, os morcegos querem enviar o caso para a primeira instância? Que canalhice é essa?
ResponderExcluirDas duas, uma: ou vai para a primeira instância, o pobre juiz bode expiatório dá prosseguimento ao caso, e mais tarde a defesa do Vorcaro alega que aquela instância não era competente para andar com o processo, por haver citação ao nome do Mefistoffoli e certamente de outros safados da política. Aí os morcegos anulam tudo, como fizeram com a Lava Jato.
Ou então a primeira instância anda com o processo, ignora o envolvimento de políticos e dos dois morcegos (quiçá de mais alguns) e daí começa a palhaçada de recursos, recursos, segunda instância, recursos, recursos, terceira instância, recursos, recursos, até chegar à Transilvânia lá pelo ano 2050, onde será alvo de uma série de recursos infringentes, detergentes, emolientes, salientes, dissolventes, seguidos de recursos de declaração, de embromação, de enrolação, até que lá pelo ano 2080 será encerrado por decurso de prazo.
Com uma justiça de merda dessas, não tem como o país ir para a frente. A bandidagem de alto coturno faz a festa. Aliás, toda a bandidagem faz a festa. E nós bancamos a cerveja, a picanha e o salão de festas para eles. É Carnaval. Vocês que leem essas linhas, que tal formarmos o Bloco dos Babacas? Ou Bloco dos Otários seria melhor? Ou Bloco dos Babacas e Otários? Acho que esse nome ficou mais apropriado. Bem-vindos.
Bom dia. Dia agitado há oito anos. Inclusive para mim.
ResponderExcluirHoje no lugar do cajueiro está outro abacateiro dando frutos há alguns anos. Um ano depois viria o destelhamento do terraço. A virada no tempo está prevista novamente para a noite de terça-feira. A partir de quarta-feira a tendência é de chuva.
O Brasil não pune a reincidência. Fora os problemas que todos sabemos a respeito da diferença entre o andar de baixo e a cobertura.
Uma das melhores cenas da semana foi o cara jogar quatrocentos mil reais pela janela em Balneário Camboriú quando viu a PF na portaria.
ResponderExcluirA PF não estava atrás dele…
Com a ação desastrada, chamou a atenção para si e foi preso…
Bem feito.
ExcluirA PF estava atrás dele sim. Ele era um braço da organização criminosa. Paganini atuava na logística de ocultação de bens de Deivis Marcon Antunes, ex presidente do Rioprevidência e principal alvo da operação.
ExcluirO Augusto é nosso meteorologista de plantão e nos atualiza diariamente com a previsão do tempo. Isso me faz lembrar a época em que trabalhei em Belém, como passo a narrar no comentário mais abaixo.
ResponderExcluirLá eu tinha três ajudantes:
ResponderExcluir1) um maranhense, cabeça chata, muito tranquilão, fala baixinha, ele também baixinho, de uns trinta e tantos anos, tez morena clara, cujo nome nem sabíamos e só o chamávamos de Peão.
2) um garotão, pinta de playboy, branco, alto, magro, com cerca de 20 anos de idade, muito gozador e metido a conquistador, quase sem dentes na frente, cujo nome não recordo e que sempre falava gracinhas quando passava uma garota por nós. Se a garota não desse bola, ele falava: "Ô muié, vem cá!", rindo. Não ganhava ninguém mas se divertia e a nós também.
3) um típico marajoara, tez muito escura mas sem ser negro, magro, também tranquilão, cabelos pretos e lisos, fala baixinha, ex-pescador lá em Marajó, chamado Antônio, na faixa dos trinta anos.
De vez em quando a gente perguntava a ele como seria o tempo ao longo do dia. Ele olhava para o céu, prescrutava as nuvens (se as houvesse) e vaticinava o que iria acontecer. Sempre acertava. Era nosso meteorologista.
... perscrutava...
ResponderExcluirBelém tem uma época do ano em que chove todo santo dia, no início da tarde. Chuva rápida mas muito intensa. Porém nunca vi enchentes como aqui no Rio. Eu me lembro que no feriado de Zumbi de 2003 fui até lá rever meus excelentes tempos naquela cidade. Estava eu na Praça Justo Chermont, onde fica a Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré. Visitei-a e quando saí caiu o famoso temporal. Entrei numa sorveteria, pedi um sorvete e fiquei ali saboreando-o. Quando terminei, a chuva já havia cessado.
ResponderExcluirSobre Belém um fato ocorrido ano passado. Foi escolhida para sede do jogo entre Botafogo e Flamengo da Super Copa do Brasil. Marcaram o início do jogo para 16h, para surpresa dos "locais", mas para atender à Globo. Resultado: logo após a saída, partida interrompida por causa do temporal típico do horário. A partida só recomeçou uma hora depois... semana passada o Re-Pa começou às 17h. Porque foi programado pela federação local...
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirAliás, na data de hoje, há exatos 58 anos, eu estava retornando de Belém para o Rio. Dentro de um ônibus da Expresso Marajó, eu estava percorrendo o trecho entre Paraíso do Norte de Goiás (atual Paraíso do Tocantins) e Uruaçu.
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