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Com
a colaboração do Jason Vogel, Gustavo Lemos, Dieckmann e antigos moradores de
Ipanema e Copacabana, aí vai um pouco da história do folclórico Urubu, mecânico
que durante anos atendia a Zona Sul carioca:
"Urubu"
e "Pega Firme" moravam juntos na boléia de um velho caminhão
International. O carro tinha pneus carecas e por mais de vinte anos, caindo aos
pedaços, vivia pedindo pintura - e água para o radiador não ferver. Mas, nunca
deixou de atender, de dia ou à noite, as chamadas para reboque, ou trabalhos de
pequena mecânica. Os fregueses eram Cadillacs e Impalas de Copacabana, ante os
quais o International formava pitoresco contraste na Zona Sul do Rio.
Isaias da Silva é o preto de cavanhaque, sempre vestido com o mesmo macacão
sujo de graxa, a quem o carioca apelidou de Urubu. Era ele o dono do mais
engraçado carro-reboque do Rio.
E
Pega Firme? Não é gente, mas um cãozinho, talvez o único amigo sincero de
Urubu. Era um vira-latas branco, a princípio; tempo e graxa o foram tonando
cinzento e lhe deram uma cor indefinível. Sua missão: montar guarda ao
"Soneca", que não dorme (Soneca é o carro-reboque).
Todo
mundo conhecia o Urubu, seu carro e seu cão. Muita gente sabia de cor o
telefone do bar Igrejinha, em frente à TV-Rio, onde davam recados ao mecânico,
que estava sempre ali pelo Posto 6, perto da boate Pigalle e da TV Rio.
"Soneca" atendia a uma média de 8 pedidos de socorro por dia e o
preço de Urubu variava de acordo com a cara do freguês. Mas não era extorsivo.
Mesmo assim, ele não confirma, nem desmente a história: que estaria rico e já
seria dono de um apartamento luxuoso.
Conta
o Gustavo que o pai dele acompanhou a vida do Urubu por muitas décadas. “Ele
começou trabalhando na oficina Meridional, na Rua Francisco Otaviano, onde
depois foi construído o bingo Arpoador. A oficina pertencia ao lendário Gino
Bianco, que foi seu protetor até uma briga feia que tiveram por causa da
bebida, vício maior do mecânico. No seu cartão vinha escrito "Seu carro
enguiçou? Chame o Urubu (vulgo Isaías)".
Todos
os clientes que ligavam para o meu pai na sua concessionária de veículos
dizendo que o carro estava enguiçado na rua eram atendidos pelo Urubu. Meu pai
já o havia advertido diversas vezes sobre o vício cada vez mais presente do
álcool. Um dia ele apareceu transportando um carro completamente embriagado.
Nunca mais foi chamado.
Também era viciado em jogo do bicho, razão pela
qual não prosperou, já que clientes não lhe faltavam. Faleceu de cirrose nos
anos 80. Um ajudante continuou o serviço por alguns anos, depois da morte do
Urubu. O carro das duas primeiras fotos é um Mercury 53, com rodas de um Dodge
Dart.”da
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As ameaças do SDRL se concretizam...
ResponderExcluirLembro bem da Mercury, sempre parada na Francisco Otaviano. Do caminhão, não tenho a mesma imagem. Seja como for, ninguém desconhecia o Urubu. Era o tempo dos reboques do Touring e do Automóvel Club e, quem não era sócio, tinha que chamar um reboque particular. Eu só lembro do Urubu.
Cães e mecânicos são companheiros naturais. A cor adquirida é apenas uma consequência. Lembro bem dos Irmãos Carvalho - os Oak Brothers, no nosso linguajar antigomobilista. O Rogério Carvalho dá um livro exclusivo, mas aqui relembro o cão e tartaruga (jabuti) que coabitavam, sujíssimos, a oficina, no Éden. A gente ia no Éden, sem o menor temor, até os anos 90. Nem penso em adentrar o conglomerado atualmente, mas pode ser apenas preconceito.
Dieckmann, não é preconceito e sim amor à vida. Éden, São Mateus, Anchieta, e Pavuna, fazem parte integrante da "área do Chapadão", o que dispensa comentários. Não é tão "problemática" quanto a "área do BRT" mas chega perto...
ExcluirJardim do É den era o nome completo. E é amor à vida sim.
ExcluirEu usava o reboque MARRETA, indicado pelo Luigi Sciai para levar o carro para a oficina da Praça da Bandeira.
ResponderExcluirSuponho problemas crônicos decorrentes da propriedade de automóveis italianos. Afinal, com o Sciai na linha...
ExcluirCarlos Alberto Torres, o vivo, lembrou do Skipper, amigo e frequentador da oficina dos Oak Brothers, que contava casos ocorridos na oficina, alcunhada pelo mesmo Skipper de "sítio".
Um foi a sugestão para o dono da arara, tão cinzenta quanto o cão e o jabuti: "-Rogério, acho que a arara está precisando trocar o óleo."
Outro foi sobre um cidadão que apoiou a perna em uma pedra do pátio. Passados alguns segundos, a pedra se moveu. Era o jabuti camuflado.
Este caso pode ter ocorrido com o Sergio Fortes. Incauto, o Sergio bebeu incontáveis caipirinhas preparadas por um vizinho que tinha uma semi-birosca. Tendo passado mal, na semana seguinte (íamos lá todo fim de semana) reclamou com ele da qualidade da vodca.
"- Sergio, não pode ter sido a vodca! Fui eu mesmo que a fiz, na banheira lá de casa!""
Mito ou não, não sabemos se havia sequer banheira na casa da figura em pauta, mas dá uma imensa saudade desse Rio que não desfrutamos mais.
São coisas de um passado inimaginável para os mais novos e que não volta mais. Esse tipo de "socorro mecânico" talvez possa ser encontrado onde ainda existam carros muito antigos circulando e em regiões mais carentes onde carros antigos sejam a tônica, já que em carros mais novos, só com equipamento computadorizado. Estive há pouco tempo na região da Estrada do Pau da Fome e vi que ali proliferam "fuscas", "Brasílias", "Chevettes", etc. Além do mais, mesmo que fosse possível fazer esse tipo de serviço na rua, quem se arriscaria? Quase todo mundo que possui um carro "mais recente" tem um seguro cujo "pacote de serviços" cobre situações de emergência. Mas parece que o "cidadão" aí da foto tinha uma boa clientela. FF. As forças armadas ocupam nesse momento a região do Jacarezinho, alvo da postagem de ontem do "Foi um Rio que passou em minha vida". Também as Favelas da Maré e do Alemão fazem partes a operação.
ResponderExcluirTeve uma época que o reboque do Urubu tinha na traseira flâmulas de todos os times cariocas e não só do Flamengo e Vasco.
ResponderExcluirBom Dia! Diziam que o urubu só tomava banho no dia 31 de Dezembro.
ResponderExcluir"Bom dia".
ResponderExcluirO Dr. D' relembra o Reboque do Urubu em dia de clássico lá na Ilha da Fantasia do cerrado.
Irônico comentarem sobre áreas "problemáticas" depois de ocorrências recentes em Vila Isabel, Engenho Novo, Rocha e Grajaú, entre outras regiões "problemáticas"...
Bom dia a todos. Tempos saudosos ou não tão saudosos para os que o seu automóvel teve pane e necessitou deste serviço. Até bem pouco tempo, víamos diversos reboques parados em pontos estratégicos da cidade com bastante movimento, como a Radial Oeste depois do Maracanã, na Av. Brasil em diversos pontos da mesma, porém hoje com este serviço oferecido pelas seguradoras e pelas próprias concessionárias, estes prestadores de serviço se agregaram a estas companhias. Vi o Urubu algumas vezes em Copacabana, mas nunca fiz uso dos seus serviços, acho que só usei reboque umas duas vezes, uma para trazer meu carro da estrada Rio Juiz de Fora para o Rio e outra em uma batida na Av. Brasil, de um carro que me bateu na traseira. Já quanto ao alcoolismo, é uma doença que destrói muitas carreiras de bons profissionais, além de invariavelmente levar a morte do usuário.
ResponderExcluirEste Urubu já andou pousando por aqui e com ele as mudanças na tecnologia dos autos.Melhorou anos luz a indústria de autos e só lembrar das regulagens de carburador dá arrepios.
ResponderExcluirTalvez o Urubu ainda tivesse algum serviço nos locais citados pelo Joel.Quem não evoluiu nesta área,dançou.Dois deste estilo,Toninho e Renato,foram meus carrascos entre meados dos anos 70 e 90.Sinceramente nao sei que fim levaram,mas os seus ninhos mudaram de local...
Como todo bom prestador de serviços e comerciante, esse também fazia média com os grandes clubes da cidade.
ResponderExcluirFusca, Brasília e Variant ainda podem ser vistos em estradas vicinais do interior. Quando houve desmoronamentos na rodovia de acesso à Visconde de Mauá em Resende a opção era uma estrada de chão. Em época de chuvas de verão, na gravação da reportagem só se via no desvio carro com aparência de 4x4 e veteranos VW.
Urubu era um ótimo mecânico. Era comum consertar o carro no local sem precisar rebocá-lo. Tinha no seu reboque um pequeno estoque de velas, correias, platinados e fusíveis, que eram as causas mais frequentes de enguiços. Foi uma grande figura.
ResponderExcluirFlamengo mais uma vez fazendo a alegria do pessoal do Z4.
ResponderExcluirTenho assistido a propaganda eleitoral do Sr. Eduardo Bandeira de Melo e faço uma indagação: com que dinheiro? Estariam os "fundos negros" sendo saqueados? A lavagem de dinheiro estaria em pleno andamento?
ResponderExcluirO Anônimo das 20:18h da data original da postagem fez referência a um tal de Eduardo Bandeira de Mello. Este nome me lembrou uma figura que minha tia, então lotada na Divisão de Segurança e Informações do Ministério das Minas e Energia, na época do regime militar, frequentemente citava um tal de "general Bandeira de Mello". Procurando no pai dos burros, encontrei dois generais com esses sobrenomes, mas presumo que o citado por minha tia era o general Oscar Geronymo Bandeira de Mello, que tinha pertencido aos quadros do SNI.
ResponderExcluirQuanto a reboques, ao longo dos meus 52 anos de CNH nunca tive de apelar para eles. As duas vezes em que tive de rebocar meu carro (o Chevette amarelo gema de ovo, modelo 1976), o fiz através de outro carro, puxando por cordas.
ResponderExcluirA primeira vez foi na noite de 30 de dezembro de 1977, quando após uma regulagem geral de motor feita dois dias antes o aprendiz de mecânico não aparafusou a capa do distribuidor. Na noite fatídica eu estava fazendo uma ultrapassagem na estrada dos Bandeirantes, na época em que ela estava sendo alargada, quando de repente o motor morreu e não ligou mais. Apelei para meu tio, que morava aqui onde resido atualmente. Ele foi com o fuscão cor de rosa da minha tia até lá, amarrou meu carro a ele, e viemos rebocando, via Mato Alto, passando por Madureira para deixar minha então noiva, e chegamos aqui em casa já por volta de 1 hora da manhã. No dia seguinte constatamos que a tampa desaparafusada do distribuidor fez com que o cachimbo se chocasse com parte interna do dele e se partisse.
A segunda vez ocorreu quando fiz uma baianada entrando à esquerda na rua José Higino, vindo pela avenida Maracanã, manobra proibida até hoje. Um PM estava à espreita e apitou. Era por volta das sete da noite, já estava escuro. Apaguei as luzes do Chevette e fui em frente, temendo que o PM viesse atrás, o que não ocorreu. Porém ao entrar na rua Amaral o carro morreu. Apelei novamente para meu tio e ele foi me rebocar junto com um vizinho, no Opala deste. Só que esse vizinho era muito afobado e cada vez que tínhamos de parar e sair novamente ele dava um tranco e a corda se partia. Aí meu tio descia, amarrava novamente com o que restava da corda, e logo mais adiante novo tranco e nova corda partida. Isso ocorreu várias vezes, até que no fim a distância entre os dois carros estava por volta de um metro só.
ResponderExcluirPara dar emoção, ao sairmos da rua Alexandre Calaza e entrarmos na Visconde de Santa Isabel havia uma blitz da PM. E rebocar carro com corda era proibido na época e agora. Gelei. Na cara de pau fomos passando. Ao dobrar na Barão do Bom Retiro, um PM estava de pé em cima de um gelo baiano e viu a corda. Aí gritou algo como "Olha só isso! Não pode!". Não demos bola para ele, mas logo à frente havia uma Patamo parada. Pensamos que ela nos faria parar. Mas isso não aconteceu. Uns duzentos metros à frente, ao sair do sinal na esquina da rua Açaré, a corda arrebentou novamente. Emendada, lá fomos nós. Ao sair do sinal na pracinha da Araújo Leitão, uns 150 metros à frente, partiu de novo. Nova emenda. Se ela arrebentasse novamente, babau, já não restava quase nada da corda. A sorte é que a vila distava uns duzentos metros dessa pracinha e conseguimos chegar em casa. Não lembro o motivo da morte do motor.
Na década de 1950, quando eu morava na Tijuca, um calhambeque caiu dentro do rio Maracanã, perto da esquina com a Dona Delfina. Fui até lá ver. Chegou um socorro, como dizíamos na época. Era um caminhão também velho. Quando ele começou a puxar o carro, levantou a frente e quase foi puxado para dentro do rio. Aí chamaram outro socorro, este mais parrudo e novo. Só então conseguiram tirar o carro de dentro do rio.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirUma vez tive de chamar uma prancha para levar embora o carro alugado por mim, um Palio modelo antigo. Felizmente eu havia conseguido chegar em casa com ele. Era fim de julho de 2005 e eu estava voltando de uns quinze dias de férias, durante os quais fomos até Diamantina. Na volta, bem ali no Campo de São Cristóvão, parei no sinal da esquina com Figueira de Melo. Quando tentei sair, constatei apavorado que a embreagem não estava funcionando. Era quase noite. O jeito foi desligar o carro, forçar o câmbio na marra em primeira marcha, ligar o carro (que saiu corcoveando) e fazer o trajeto dali até Vila Isabel, onde eu morava na época. Era hora do rush na Radial Oeste. Cada vez que eu parava, tinha de desligar o carro, mantê-lo engrenado na primeira marcha, ligá-lo novamente e sair dando pinote até a próxima parada, no sinal ou no engarrafamento. Foi um aperto grande. Chegando finalmente em casa, liguei para a locadora e eles mandaram uma prancha para levar o carro.
ResponderExcluirImaginem se o problema tivesse acontecido durante a viagem.
Bandeira de Mello faz campanha para reeleição. Ficou marcado pelo período sem títulos mas duvido que não haja quem o agradeça hoje.
ResponderExcluirMinha irmã hoje muda de fila em alguns lugares.
Augusto, na gestão do Bandeira de Mello, o Flamengo ganhou a Copa do Brasil, em 2013, além dos Cariocas de 2014 e 2017. Sim, você tem razão, hoje o torcedor rubro negro o agradece, vez que seu lema era reorganizar as finanças do clube em detrimento de títulos.
ResponderExcluirUm título nacional e dois cariocas em cinco anos. Imagina hoje...
ExcluirNão foi eleito em 2018, só conseguiu em 2022.
ExcluirNão conheci o Isaías Urubu, mas acho que o vi no seu ponto na Rua Francisco Otaviano, a partir de 1975, quando tirei minha habilitação. Ele era a cara do então folclórico Rio de Janeiro. Tirando o vício do álcool, creio que não "roubava" os clientes, empurrando peças que não precisariam ser trocadas como muito se vê atualmente. Era um cara humilde e tinha um jeito de ser gente boa. E mais, nos dias de hoje, até ele teria sido assaltado sem dó nem piedade por esse bando de vagabundos que assola a nossa cidade.
ResponderExcluirHouve uma época do Rio Antigo que o América também tinha sua flâmula ou escudo em paredes de bares, padarias, bancas de jornais e barbearias.
ResponderExcluirDo Bangu era bem mais difícil.
A intenção era agradar toda a freguesia, que hoje só tem entre os 4 clubes considerados grandes.
Hoje praticamente só na estante do José Trajano...
ExcluirPizza calabresa, quatro queijos, mozzarella, mista? O que será servido no STF hoje?
ResponderExcluirMoraes muitos milhões. Mendonça terrivelmente com um instituto e “assim” com Claudio Castro. Nunes Marques só meio milhão mensal para o filho. Fux e filho…Gilmar e Lisboa. Tutti buona gente.
Mais difícil dizer quem NÃO está chafurdado no Master..
ExcluirTudo isso foi plantado lá atrás, quando anularam a Lava Jato. Foi a dica para os corruptos de que se bem planejada a roubalheira de dinheiro público sairá sempre impune. Depois das anulações da Lava Jato a credibilidade do STF foi ladeira abaixo. As nomeações baseadas em amizades e concordância ideológica resultaram nisso. Hoje o STF é um poderoso partido de esquerda, com praticamente todos seus perebas nomeados por partidos daquele viés. Não existe independência de poderes quando um membro do STF é escolhido pelo Executivo e aprovado pelo Legislativo. Obviamente só será aprovado por eles quem com eles concordar. Acabou-se a independência entre os poderes.
ExcluirO provimento de cargo de ministro das cortes superiores deveria ser feito por concurso público, sem ingerência política e sem o indicado ter de lamber chulé de senadores para ser aprovado. Acrescente-se também idade mínima e provado conhecimento jurídico. Aí sim podemos dizer que o STF é independente. O mesmo deveria ser aplicado àqueles escritórios mambembes de contabilidade pomposamente autointitulados Tribunais de Contas, onde também imperam as indicações políticas e parentais. No Ceará, por exemplo, a esposa do governador foi nomeada para o TCE. Dá para esperar que ela vá rejeitar as contas do marido? Isso é brincadeira de mau gosto.
ExcluirHelio, sempre falo que anularam a Lava-Jato por vários motivos. Já tinha servido ao seu propósito, estava começando a chegar em nomes emplumados e o pessoal do judiciário estava adorando as luzes dos holofotes. Tanto que muitos deles há algum tempo estão em campanhas eleitorais para cargos executivos e legislativos.
ExcluirRepito aqui pela enésima vez: o Brasil não sai desse bordel em que se transformou a não ser por uma revolução sangrenta, com a execução de alguns milhares de bandidos das elites econômicas e políticas. Achar que com voto sairemos desse lamaçal é burrice. Nosso voto serve apenas como procuração de inteiro teor e poder total para que o eleito possa roubar à vontade o dinheiro público, fazer negociatas, empregar parentes, amigos, correligionários, afins, fazer rachadinha, tudo isso garantido cem por cento pelo Judiciário
ExcluirNos processos que envolvem bandidos de alto coturno, o Judiciário se preocupa em ver se houve erro de concordância nominal, se caiu gota de café em uma página, se algum carimbo está de cabeça para baixo, se as páginas estão com orelha, tudo isso motivo mais do que suficiente para anular tudo. Quanto aos fatos, ao conteúdo, isso é de somenos importância. O que importa é a forma, não conteúdo. E, naturalmente, o nome na capa. Dependendo deste, nem se precisa folhear o calhamaço: é anulação direta.
ExcluirAntigamente, juiz era uma pessoa respeitada pela população. Hoje em dia é visto como mais um bandido tipo CV ou PCC.
ExcluirAugusto, 13:04h ==> sim, quando a Lava Jato chegou aos bandidos do PSDB, tipo José Serra e Aécio Neves, foi a hora em que seu comparsa no STF, o Gilmar Mendes, nomeado pelo FHC, abriu fogo contra a operação. Esse é o cara mais nojento do STF, sem sombra de dúvida. O resultado é que todos os bandidos da Lava Jato foram inocentados e quem os acusou foram execrados, como o Moro, o Dallagnol, o Bretas, agora a Gabriela Hardt, e outros.
ExcluirAli foi plantada a semente do caso Master, dos descontos dos aposentados do INSS, das roubalheiras durante a pandemia de COVID. Ali o STF garantiu impunidade geral a quem roubasse o dinheiro público.
Agora ex-ministros como o Celso de Mello querem posar de bonzinhos e condenar a atual situação do STF. Mas ele foi um dos artífices desse bordel em que a corte se transformou.
Boa tarde a todos!
ResponderExcluirEsse "Urubu" era vascaíno, com certeza!💢
Mecânico é igual a médico e contador, tem que ser de confiança. Não adianta pular de galho em galho. No momento que você confia no profissional, é com ele que você faz o negócio.
Acho que vocês sabem do meu ódio tanto pelo Lularápio quanto pelos Bolsonaro. E minha intenção é anular meu voto para presidente (e para outros cargos também). Mas já estou reavaliando essa escolha e talvez vote no Flávio. Estou certo de que ele faria um péssimo governo, mas pior ainda será o Lularápio ganhar e ter direito a escolher mais três ministros para o bordel. Já imaginou o bordel ter Gilmar, Dino, Toffoli, Zanin, Moraes, Fachin e mais três lulistas lá dentro? Lularápio poderá realizar seus mais caros sonhos: acabar com a autonomia do Banco Central, revogar a Lei de Responsabilidade Fiscal, criar mais algumas estatais, acabar com as agências reguladoras ou aparelhá-las completamente com comparsas, etc. Pior do que um governo Bolsonaro seria essa tragédia.
ResponderExcluirTodo bairro tem seus personagens pitorescos. Aqui vou lembrar de dois, que eram meio amalucados.
ResponderExcluirUm deles era o "Pintinho", cara que ficava andando pelos bairros de Vista Alegre, Vila da Penha, Brás de Pina, Irajá e etc. Há quem garanta que ele jogava futebol muito bem, jogava no campo do Vista Alegre. Ele era alto, magro, esguio, perna cumprida e goleador. Uns diziam que foi vítima das drogas, outros falavam que ele foi mandado embora do emprego e acabou largando a família e virou pedinte, vagando pelas ruas dos bairros que mencionei acima. Alguns afirmavam que foi amaldiçoado, pois bebia cachaça das macumba. Enfim, era uma figura estranha, mas não fazia mal a ninguém. Estava sempre andando rápido e com um saco na cabeça e um jornal na mão. Por vários anos ficou vagando pelas ruas até sumir de vez.
A outra figura era a "neguinha maravilhosa", também circulava pela região levando um carrinho de feira, essa pedia de tudo a todos, menos dinheiro. Falava sozinha o tempo todo. De repente sumiu e voltou a reaparecer anos depois fazendo as mesmas coisas que fazia antes. Anos depois, sumiu da mesma forma que o Pintinho.
Flavio presidente, João Ninguém vice, Bananinha ministro relações exteriores, Damares ministra, Jair Renan ministro, Carluxo ministro da justiça, Michele ministra da educação, Malafaia no banco central, Edir Macedo ministro da saúde, para juízes do STF Paulo Figueiredo, Helio Bolsonaro e Queiróz. Vai ser uma maravilha.
ResponderExcluirUma merda, tal como um quarto mandato do Lularápio. Imagine esse ex-presidiário, que governou o pais durante o mensalão, petrolão, INSSsão, Vorcarão, tendo mais três perebas no bordel do STF. A impunidade será regra, como aconteceu até hoje. Cadê os ladrões da Lava Jato? Quem os inocentou? Toffoli, um merda reprovado três vezes para juiz, que confessou ter roubado um processo (ou algo parecido, é só procurar no YT), que foi alçado a prostituta do bordel apenas por ser lulista de carteirinha. E mais o Zanin, cuja grande qualidade foi ser advogado do Lularápio. E o Dino, que não se considerou impedido para mandar prender seu desafeto político no Maranhão, aquele magnífico Estado do qual ele foi governador.
ExcluirOra, tenham paciência. Um governo Bolsonaro será uma merda, um governo Lularápio será uma bosta.
O que poderia ser pior do que viver em um país em que as ingerências do octogenário, que conta com mais 2 longuíssimos anos como presidente dos EUA, não enfrentarão qualquer resistência da Presidência da República?
ResponderExcluirDo PIX ao Mercosul, passando pelos minerais críticos e pelas terras raras, simplesmente tudo estará em jogo e em vias de ser extinto ou de se descarrilar completamente sob a tutela de Flávio Bolsonaro. Trump não gosta do PIX e o enquadrou de forma inapropriada nas investigações comerciais que resultaram nos novos tarifaços desse ano. Com Flávio na presidência, é bem provável que as pressões norte-americanas para alterar nossa plataforma soberana de pagamentos, a fim de privilegiar os interesses de grandes empresas de cartões de crédito e de tecnologia dos EUA, resultem em algo profundamente desvantajoso para a população brasileira. Algo semelhante ocorreria com a capacidade de gerir nossos recursos naturais, que ficariam à mercê da sanha alheia, de modo não muito diferente do que ocorre com o petróleo venezuelano. O Mercosul, enfrentaria pressões que poderiam resultar na extinção de acordos que hoje nos beneficiam, sobretudo o que firmamos com a União Europeia após um quarto de século de negociações. Mais do que isso, a implosão provável do acordo UE-Mercosul, caso Flávio se eleja e replique as políticas ambientais de seu pai sob a orientação dos Estados Unidos de Trump, impediria a busca por diversificação de mercados, questão de sobrevivência para qualquer país que não seja os EUA ou a China. Que o diga o Canadá.
Refira-se à minha resposta acima.
ExcluirEu não sou direitista nem bolsonarista, e quem tem paciência de ler meus comentários aqui sabe disso. Mas essa corrupção desenfreada que tomou conta de todas as camadas do país se deve às decisões de ministros esquerdistas do STF: Gilmar Mendes, Toffoli, Fachin, Lewandowski, entre outros. Agora o bordel tem mais duas prostitutas: Zanin e Dino. Com mais três a serem escolhidas a dedo pelo Lularápio, dentre seus amigos mais íntimos, teremos Gilmar, Toffoli, Fachin, Zanin, Dino e mais três. Oito lulistas em onze. Adivinha o que vai acontecer com quem roubar descaradamente o dinheiro público!
ResponderExcluirEu fui petista desde a fundação do partido. Votei no Lularápio em 1990, 1994, 1998 e 2002. Aí veio o mensalão e eu jurei que nunca mais votaria naquelas meretrizes de beira de cais petistas. Nas eleições de 2006, 2010, 2014 e 2018 votei no adversário petista, o que implicou em Bolsonaro. Pensei que este faria algo de bom, mas só fez besteira. Então em 2022 resolvi votar novamente no Lularápio, tão somente para tirar o Bozo. Deu no que deu.
ResponderExcluirO primeiro grande escândalo de corrupção, o mensalão, ocorreu no governo Lula; o segundo, o petrolão, ocorreu no governo Lula; o terceiro, o INSSsão, ocorreu no governo Lula; o quarto, o Vorcarão, ocorreu no governo Lula. Como o Lularápio é azarado, não é? Ou será que a verdade é outra?
O INSSsão e o Vorcarão são consequência da anulação da Lava Jato, cujos grandes artífices foram Fraquin e Gilmar Mendes, ambos esquerdistas. Com a ajuda do Celso de Mello, que agora clama por uma atitude decente do STF. Atitude decente que ele não teve durante a Lava Jato. E com a atuação ativa do Toffoli, escolhido adivinhem por quem!
ResponderExcluirE agora temos o diretor-geral da PF e o PGR, ambos designados por Lularápio, envolvidos no Vorcarão. Além do Levandouísque, puxa-saco lulista, ex-Ministro da Justiça até pouco tempo atrás. E essa indecência feita pelo Moraes tem o apoio do Zanin, do Gilmar e do Dino, todos eles esquerdistas, sem contar as patifarias feitas antes pelo Toffoli, lulista de primeira hora.
Eis aí um retrato do que acontece quando o bordel é povoado em sua maioria por esquerdistas. Vários deles escolhidos pelo Lularápio.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirA Dilma, apesar de pertencer à quadrilha, não teve nenhum escândalo de corrupção nos seus oito anos de governo. Idem o Temer. Idem o Bozo, embora tenha sido autor de outras tragédias. Mas é só o Lularápio assumir o governo que logo estoura um enorme escândalo de corrupção. Já repararam nisso? Elejam-no e vamos ver quantos meses se passarão até estourar o mais novo rebento.
ResponderExcluirSaudade do tempo que o gerente passava o rodo nos comentários político-partidários.
ResponderExcluirO país vive um momento sério demais para a gente só ficar falando do Rio antigo. Tem coisa muito mais importante, trágica, hecatômbica, pavorosa ocorrendo e que afeta todos nós, nosso futuro e de nossos filhos e netos. Não é hora de enfiarmos a cabeça na areia.
ExcluirNo repertório da cantora Nana Mouskouri há uma canção que fala no comportamento das pessoas. Num trecho, a letra diz "Manch einer ist zu leise steckt seinen Kopf in den Sand". Em tradução livre significa "Para alguns é mais fácil enfiar a cabeça na areia". Eu não sou assim.
Hoje assistimos ao espetáculo mais lamentável da face da Terra. Os atores principais foram Gilmar Mendes, Flávio Dino e Moraes. Nunca pensei que ministros da mais alta corte do país fossem de tão baixo nível, de tanta cretinice, de tanta falta de educação perante os milhões de pessoas que atônitas assistiam àquele palavreado de prostíbulo de Praça Mauá. Realmente, essa cortezinha está afundando chão adentro, e só vai parar no centro da Terra porque dali não consegue mais avançar. Tristes trópicos, triste país, triste Judiciário, triste futuro.
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