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sábado, 26 de outubro de 2019

DO FUNDO DO BAÚ



Relembramos hoje os sábados da série "DO FUNDO DO BAÚ" com objetos do acervo do M.E.R.D.A. - Museu Eraldo de Relíquias, Descobertas e Alfarrábios: a lata dos Biscoitos Aymoré e um brinde também da Aymoré.
Na lata vinham biscoitos sortidos, uma meia dúzia de cada tipo, acondicionados em papel sanfonado para não quebrarem. Os tradicionais Marie (depois virou Maria), Maisena, Cream-Cracker, outros cujo nome não lembro, alguns deles muito doces.
A caixa nunca era jogada fora, sendo útil para guardar qualquer tipo de quinquilharia.

15 comentários:

  1. Bom dia, Dr. D'.

    Ainda hoje, ainda temos biscoitos vendidos em latas. A maior parte, importados. Mas algumas marcas nacionais mantêm a tradição de tempos em tempos.

    Lembro das latas enormes da Piraquê, onde vinham biscoitos que eram vendidos a granel. Algumas dessas caixas viraram por muito tempo o destino das decorações natalinas.

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  2. Na minha casa nunca jogamos uma lata de biscoitos fora e nem guardamos. Simplesmente, nunca vi uma lata em casa. Talvez fosse uma frustração de infância - se foi, não marcou - mas, percebi que realmente eu não gostava nem de cream-crakers e nem de maria (Marie eu não lembro) e muito menos de maizena, este sim um frequentador habitual, em pacotes. Os biscoitos de que eu gostava não vinham nessas latas sortidas, eram os amanteigados, ou os recheados. Então lata era mesmo para quinquilharias, que é o nome de loja de ferragens (e um nome muito apropriado) na França. Você aprende isso quando a tomada do seu equipamento não encaixa na parede.
    Agora, quer conversar a sério comigo, que entre um palmier na conversa, Aquela popular orelha, que meu pai - raramente - trazia da confeitaria Roma, Paris, Berlim, ali na Treze de Maio, onde o prédio caiu. Se o nome do estabelecimento era este não sei, mas era como a chamávamos.
    O que o meu pai trazia religiosamente era O Pato Donald, às terças feiras.

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  3. Minha avó guardava linhas, agulhas, ilhoses, e "fechos", em um lata dessas. Hoje fariam p produto encarecer muito. FF: A chuva destruiu os vidros em dezenas de carros na baixada Fluminense. Parecia os "pampas gaúchos". Ainda fora de foco: Sempre procuro informar "neste sítio" fatos que não são o objetivo do blog e quando esses fatos ocorrem em "certo local da zona oeste" me acusam "ataque pessoal" e/ou de "disseminar fake news". Pois bem, na madrugada de hoje foram dois fatos: Um assalto em uma pizzaria no Largo da Preguiça em Curicica e um assalto na estação do Brt da Taquara. O diferencial de hoje é que eu tenho os videos dos eventos e posso disponibiliza-los para quem os solicitar. Estão às ordens...

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  4. Os biscoitos Aymoré eram "finos" e gostosos, depois ficaram vagabundos.

    Quem ainda mantém a qualidade muito boa é a Piraquê; o recheado de chocolate não tem igual. Os antigos, como o queijinho, salgadinho (quadrado), presuntinho, goiabinha, etc, ainda fazem muito sucesso. O sub bairro de Turiaçu, espremido entre Madureira, Rocha Miranda e Honório Gurgel, é praticamente todo ele a fábrica da Piraquê, que está lá ainda firme e forte até hoje.

    Interessante que fora do Rio a Piraquê não faz muita frente; da turma lá de Sampa alguns nem conhecem.

    Aliás, é biscoito, ou bolacha? Há de se convocar um plebiscito.

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  5. Ele é um índio camarada, amigo da garotada, ele traz biscoito aymoré para o lanche e alegria do café...

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  6. E eu jurava que o Biscoito era sortido...

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  7. Acho que a Aimoré ainda é uma das sobreviventes dos tempos antigos.
    O jingle dessa marca tinha uma versão muito popular.
    Como a família da minha mãe era formada por muitas costureiras, essas latas existiam lá em casa e na minha avó e tias, para guardar vários apetrechos para costura. Verdadeiras caixas de "primeiros socorros" para roupas que precisavam de conserto ou modificação, além das novas criações a partir de moldes fornecidos por revistas especializadas e no falecido "O Jornal".

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  8. Bom dia a todos. Fiquei emocionado ao ver a lata dos sortidos aymoré, minha mãe tinha uma até seus últimos dias, onde guardava todas as suas coisas de costura, como linhas, almofada de agulhase alfinetes, dedal, tesoura,etc. Lembro quando ela morreu, minha irmã a levou como recordação, não sei se ainda a guarda.

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  9. Lembrei que as latas de estoque de botões de roupa também forneciam um ou outro jogador para o futebol de botão. E se a bolinha sumisse apelávamos para botões menores, do tipo usado em camisa social, para substituir a pelota na mesa. Era só colar um no outro, esperar secar e colocar em jogo.

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  10. Uma postagem que cairia bem no SDR seria sobre os biscoitos Marilu. Eu me lembro bem da fábrica e do grande pátio ferroviário com diversos desvios que ficavam mais ou menos onde se situa o INTO. Depois de desativada e demolida ficou em seu lugar a sede do JB. Até os anos 60 o Rio era rico em ferrovias e pátios ferroviários. A região portuária não possui mais ferrovias ou trilhos mas o movimento ali era intenso. Bem em frente à Rodoviária Novo Rio na pista da Rodrigues Alves de descida para o Caju, existe a estação da E.F. Rio D'Ouro "Ilha das Moças". Até 1922 a estação terminal da Rio D'Ouro era na ponta do Caju. Após essa data a estação passou a ser em Francisco Sá, atrás da Leopoldina como todos sabem. Mas o que poucos sabem é que até o final dos anos 20 a Rio D'Ouro manteve o seu trajeto inicial, que partia do Caju, cruzava a futura Avenida Brasil, tomava a atual Prefeito Olímpio de Melo, Avenida Suburbana, e atual Avenida João Ribeiro até uma estação conhecida como "Engenho do Mato. Antes ela cruzava com o "novo ramal" na atual estação de Del Castilho, na época conhecida como Liberdade. Como se pode perceber, a zona norte do Rio tem ainda um passado pouco conhecido...

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  11. Boa noite a todos! Bela lembrança!

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  12. Perdão, "seu índio amigo" e não "amiguinho!.

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  13. Bom dia! Saberia dizer qual o ano que foi feito este objeto redondo com o índio em autorelevo? Eu tenho um e gostaria de saber o ano e em que lata saiu, você sabe? Meu WhatsApp é 21 988673575

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