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sexta-feira, 5 de julho de 2024

BONDE


 Helio,

o que está acontecendo?

Qual a data da foto, o nome do fotógrafo, o itinerário deste bonde, qual a linha, o modelo, o nome do motorneiro, do condutor e do fiscal?


quarta-feira, 3 de julho de 2024

AV. PRESIDENTE ANTONIO CARLOS

As fotos de hoje são da Av. Presidente Antonio Carlos, no Centro, antigamente chamada de Av. Aparício Borges e Av. Santos Dumont. 


Esta foto dos anos 50, garimpada pelo Nickolas, já teve os automóveis identificados pelo Obiscoitomolhado: Um Ford Prefect, já de faróis embutidos, de 48 a 51. Atrás dele um Morris Oxford, dos mesmos anos.


As escolas de samba desfilaram na Praça Onze até 1941, quando o local foi destruído para que desse passagem à Av. Presidente Vargas, para onde os desfiles foram transferidos (trecho perto da Candelária). 

Em fins dos anos 50, os desfiles passaram a ser na Av. Rio Branco. Em 1963, já com arquibancadas, voltou para a Av. Presidente Vargas. 

Em 1975 o desfile realizou-se na Av. Presidente Antonio Carlos, como vemos na foto acima. 

Fotografia da Exposição Virtual 'Estampas do Rio'. Vemos a Praça do Expedicionário, criada em 8/5/1947. Anteriormente conhecida como Praça do Castelo, situa-se na avenida Presidente Antônio Carlos, em frente às avenidas Nilo Peçanha e Almirante Barroso.  

Com a palavra o mestre Andre Decourt: "Uma visão do Castelo e do bairro da Misericórdia, certamente nos primeiros anos da década de 50.

À esquerda vemos as construções do bairro da Misericórdia, um bairro que não existe mais, sepultado pelo prédio do Fórum, a via onde as pequenas construções dão frente é a Rua da Misericórdia, em seu antigo traçado que serpenteava pelas fraldas do morro do Castelo. Nestaa foto podemos perceber onde ele terminava. 

As ruas internas eram das mais velhas da cidade como os becos do Cotovelo, Boa Morte, da Música e Travessa do Guindaste.

Também ali ficava o Hotel Bom Jardim, cujo letreiro pode ser lido na foto "em alta".

Ao fundo vemos os torreões do Mercado Municipal destruído sem muito sentido para a construção do viaduto da Av. Perimetral.

O prédio grande e com cúpula é o antigo Ministério da Agricultura, derrubado junto com o Monroe no governo Geisel como forma de desmoralizar e enfraquecer o Rio de Janeiro, privando-o dos símbolos da velha capital.

Na extrema direita aparece um pedacinho da Santa Casa .

No meio da foto aparece com destaque a Praça dos Expedicionários, um dos lugares que tinha tudo para ser um dos mais aprazíveis do Centro, principalmente pelo belo lago e chafariz.

O edifício do Jockey ainda não existe, sendo seu terreno usado como estacionamento, essa foto deve ter sido tirada num dia não útil, pois há poucos carros estacionados. 

Há também um pequeno monumento num dos lugares mais improváveis na cidade de hoje, na confluência das movimentadíssimas Av. Presidente Antonio Carlos e Almirante Barroso. Este pequeno monumento comemorativo do arruamento do Castelo foi removido quando houve o desfile das escolas de Samba na Pres. Antônio Carlos, em 1975, por causa das obras do metrô na Pres. Vargas.

Uma curiosidade sobre a Praça dos Expedicionários é que em seu subsolo se encontra o único grande abrigo antiaéreo do Rio de Janeiro, construído na época da 2ª Guerra Mundial. Era o primeiro de outros que seriam construídos, mas a guerra acabou e os aviões e navios do Eixo nunca apareceram... 

Existem outros abrigos pela cidade, mas todos em prédios privados, muitos em Copacabana, onde inclusive existem prédios com lajes blindadas por chapas de aço. Este abrigo é usado como estacionamento do Tribunal de Justiça.

Esta foto possivelmente foi tomada dos prédios da Rua Debret."

Engarrafamento em 1979 na Avenida Presidente Antonio Carlos. Vemos o posto de gasolina da Esso que por décadas funcionou ali perto do Ministério do Trabalho.

segunda-feira, 1 de julho de 2024

HOTEL GÁVEA

 

Com esta polêmica foto publicada na "Manchete" e que provoca intensas discussões sobre se está espelhada ou não, voltamos ao tema do Gávea Tourist Hotel por conta de uma mensagem que a tia Milu me enviou.


Na década de 1960 a Companhia Califórnia de Investimentos 

lançou o Gávea Tourist Hotel com o "slogan" ...e o sonho se 

realizou entre o mar e a montanha.

Entretanto, o sonho virou um pesadelo. As obras foram 

paralisadas há mais de 60 anos devido à falência da 

incorporadora. 

O prédio de 11 andares, projetado para ter 40 apartamentos de 

23 metros quadrados cada um, ocupa uma área de quase 22 mil 

metros quadrados na Estrada da Canoa nº 2041.

Começou a ser construído em 1953 pelo arquiteto Decio da Silva 

Pacheco.


O hotel fica num local privilegiado, com belíssima vista para o 

mar, encravado no meio de luxuriante floresta. Durante alguns 

anos, na década de 60, chegou a funcionar ali o Sky Terrade Bar,

um bar-boate.

Muitos investidores, como meu "velho", perderam dinheiro ao 

comprar cotas deste empreendimento. Foram vendidas 1520 

cotas, que davam direito a ali se hospedar durante parte do ano.



Por volta de 1960, com parte do prédio construído, passaram a acender vários quartos, formando as letras ""GTH". Os banheiros já estavam com peças hidráulicas instaladas e pelo menos um dos elevadores foi posto em operação para levar o público ao Sky Terrace.



Aparentemente o empreendimento foi vitimado por excesso de esperteza. Muito mais cotas do que o volume autorizado foi vendido de forma que a soma dos valores das cotas ultrapassava o possível valor futuro do imóvel ou da empresa operadora.

A construção ficou totalmente abandonada por esses anos todos e foi parcialmente invadida por desocupados.


A administração da cidade ou eventuais proprietários pouco fizeram neste século para acabar com este esqueleto horroroso. A cidade mudou, a legislação para construções é alterada a todo momento, a violência se instalou e a viabilidade de aproveitamento do local ficou no ar.


A vista do local, apesar da construção dos arranha-céus de São Conrado, continua linda.


Eis então que surge a notícia enviada pela tia Milu:
A empresa Valeria Gontijo Arquitetos comunica que "Faremos o projeto do novo Hotel da Gávea no Rio de Janeiro!!!!!

No coração da Floresta da Tijuca, uma edificação em concreto rasgando o verde da mata, com vista para a praia de São Conrado. Com projeto original do arquiteto Décio da Silva Pacheco, que em 1953 desenhou o edifício quando a arquitetura moderna brasileira ganhava prestígio internacional, com nomes como Lucio Costa, Affonso Reidy e Oscar Niemeyer.

Um hotel que adota os princípios da arquitetura moderna, como planta sobre pilotis, pavimento livre, terraço-jardim e janela em fita. Os pilotis com colunas em “V”, sob um prisma vertical de 15 pavimentos, com rígida ortogonalidade.

O edifício é vizinho à Casa das Canoas, residência projetada em 51 por Oscar Niemeyer, e onde ele mesmo morou por muitos anos.

A volta desse empreendimento icônico foi anunciada algumas vezes, mas agora, finalmente, vai sair do papel. Estamos muito felizes de compartilhar com vocês que seremos responsáveis pela arquitetura desse projeto.

We will design the new Hotel da Gávea in Rio de Janeiro!!!!!

In the heart of the Tijuca Forest, a concrete building through the lush greenery, offering views of São Conrado beach. The original project was designed by architect Décio da Silva Pacheco in 1953, a time when Brazilian modern architecture was gaining international prestige, with names like Lucio Costa, Affonso Reidy, and Oscar Niemeyer.

The hotel embraces the principles of modern architecture, such as pilotis, an open floor plan, rooftop gardens, and ribbon windows. The pilotis will feature V-shaped columns beneath a vertical prism of 15 floors, with strict orthogonality.

The building is also adjacent to Casa das Canoas, a residence designed by Oscar Niemeyer in 1951, where he lived for many years."

Não deixa de ser uma ótima notícia para o Rio, mas vamos esperar para ver.

sábado, 29 de junho de 2024

 

OS POUCO FAMOSOS (Primeira parte), por Helio Ribeiro

São muitos os cantores e cantoras nacionais que fizeram sucesso no passado. Maior ainda é a quantidade dos que nunca fizeram parte do panteão dos famosos. Esta postagem cita alguns deles. Fonte Wikipedia. Alguns dos textos aqui estão muito resumidos em virtude da extensão deles no original. 

Além disso, como costumo fazer, acrescento observações ou comentários meus.

 

WILMA BENTIVEGNA (17/07/1929 – 02/07/2015)


Começou a carreira aos nove anos no programa “Clube do  Papai Noel” e foi a primeira cantora a se apresentar na TV Tupi. Especializou-se em versões de músicas estrangeiras de sucesso na época. “Hino ao Amor” (“Hymne à l’Amour”, sucesso de Edith Piaf), gravada em 1959, tornou-a nacionalmente conhecida. Ganhou alguns prêmios, participou de novelas e do filme “Custa Pouco a Felicidade”, de Geraldo Vietri, em 1952.

Morreu de insuficiência respiratória. Era depressiva e quase não saía de casa.

 

DALVA DE ANDRADE (02/04/1935)


Revelou-se no programa “Pescador de estrelas”, do radialista Arnaldo Amaral. Em 1955 ganhou menção honrosa na categoria “Revelação feminina” do crítico Sylvio Tulio Cardoso. Seu maior sucesso foi “Serenata Suburbana”, de 1960, uma guarânia do compositor pernambucano Capiba.

Afastou-se da carreira artística em meados na década de 1960, em virtude de problemas auditivos.

 

VANJA ORICO (15/11/1931 – 28/01/2015)

Surgiu no cenário artístico cantando “Mulher rendeira” no filme “O Cangaceiro”, de Lima Barreto, 1953, premiado no Festival de Cannes, trazendo a Vanja o reconhecimento internacional e permitindo-lhe apresentações na Europa, África, Caribe e EUA. Gravou discos na França, foi recordista de vendas no Brasil e capa de várias revistas da época.

Participou de vários filmes do Ciclo do Cangaço. Além do citado “O Cangaceiro”, fez papel em “Lampião, o Rei do Cangaço” (1964), “Cangaceiros de Lampião” (1967) e “Jesuíno Brilhante, o cangaceiro” (1972).

Também fez papel em filmes internacionais, como nos italianos “Luci del varietà”, de Fellini, em 1950, e “Yalis, la vergine del roncador”, 1955, e no alemão “Die Windrose”, também de 1955.

A canção que me fez lembrar da Vanja foi “Prenda minha”, tradicional gaúcha, gravada junto com o Trio Nagô, que tocava nas rádios e que eu aprecio muito.

Eu sempre desconfiei do nome Vanja, pois em vários idiomas a letra J tem som de I e então Vanja seria pronunciado como Vânia, diminutivo do nome masculino russo Ivan, o nosso João.

Nos últimos anos Vanja sofria de Mal de Alzheimer, porém morreu de câncer de intestino.

 

JOÃO DIAS (12/10/1927 – 27/11/1996)

Começou a carreira artística em 1948. No ano seguinte foi para a Rádio Bandeirantes. Em 1951 gravou seu primeiro disco pela Odeon. Passou por várias gravadoras, como Copacabana e CBS, porém a maior parte de suas músicas foi lançada pela Odeon. Também trabalhou na TV e rádio Tupi e fez apresentações em várias outras emissoras de televisão. Passou a apresentar um programa na Rádio Nacional aos domingos, em 1953, conquistando grande popularidade. Em 1955 o programa passou para o horário antes ocupado durante vários anos pelo de Francisco Alves, de quem era grande amigo.

Foi o idealizador e responsável pela Lei de Direito Conexo, regulamentada em 1968, que garantiu ao intérprete receber direitos pela execução posterior de suas gravações, o que anteriormente só era garantido aos autores.

Ao todo lançou pela Odeon seis LP’s e um pela Copacabana, além de lançar dois a três discos por ano. Considerado “o herdeiro de Francisco Alves”, também era conhecido como “O Príncipe da Voz”.

No ano em que faleceu dirigia a SOCIMPRO (Sociedade Brasileira de Intérpretes e Produtores Fonográficos).

Ao longo dos 45 anos de carreira gravou cerca de 320 músicas em LP’s, discos de 78rpm e CD’s.

A música de João Dias que me marcou foi o tango “Cantando”.

 

MARIA LÚCIA GODOY (02/09/1924)

Mais conhecida como cantora lírica, é considerada a maior intérprete de Villa Lobos, porém interpretou várias canções populares, de autores como Tom Jobim, Chico Buarque de Holanda, Milton Nascimento, Hekel Tavares e outros.

Especializou-se no canto lírico graças a uma bolsa de estudos na Alemanha, fazendo recitais em vários países. Venceu vários concursos e ficou como solista principal do Madrigal Renascentista, cujo regente era Isaac Karabtchevsky, com quem foi casada.

É considerada uma das maiores cantoras brasileiras de sua geração, aliando exímia técnica vocal a dons de interpretação. Bidu Sayão a considerava sua única sucessora.

Cantou no traslado dos restos mortais de Dom Pedro I para o Brasil, no Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa. Também apresentou-se durante a inauguração de Brasília, convidada pelo presidente Juscelino Kubitschek. No enterro de Glauber Rocha interpretou as “Bachianas Brasileiras número 5”, de Villa Lobos.

Foi condecorada com a Grã-Cruz da Inconfidência e com a Medalha de Honra da UFMG. Recebeu o título de Doutor Honoris Causa da mesma UFMG, em 2016.

Lembrei-me dela através da música “Fiz a cama na varanda”.

 

NÚBIA LAFAYETTE (21/01/1937 – 18/06/2007)

OBS: Confesso ter ficado impressionado com a beleza da Núbia, ao menos durante sua juventude. Não conhecia nenhuma foto dela.

Nascida Idenilde Araújo Alves da Costa, ficou conhecida pelo nome Núbia Lafayette. Originária de Açu, no Rio Grande do Norte, sua família mudou-se para o Rio de Janeiro quando ela estava com três anos de idade. Começou a se apresentar em programas infantis aos oito anos de idade.

No final da década de 1950, com o nome artístico de Nilde Araújo, iniciou sua carreira artística, ao se apresentar no programa “A Voz de Ouro”, da TV Tupi, cantando músicas da época. Trabalhava como vendedora nas Lojas Pernambucanas. Foi crooner da boate Cave do Rio e estreou cantando Dalva de Oliveira.

O nome artístico Núbia Lafayette foi sugestão de Adelino Moreira, em 1960, quando a levou para a gravadora RCA, com apoio de Nelson Gonçalves. Seu primeiro disco foi lançado nesse mesmo ano, com a canção “Devolvi”, de Adelino Moreira, projetando-a como cantora popular e romântica.

Durante toda sua vida participou de apresentações esporádicas e de programas especiais.

Lembrei-me dela através da música Kalu, de Humberto Teixeira e sucesso de Dalva de Oliveira, em 1952.

Morreu de AVC em 2007.

 

------------  FIM  DA  POSTAGEM  ------------

O "Saudades do Rio" mais uma vez agradece a colaboração do Helio.

 

 

quinta-feira, 27 de junho de 2024

TURISMO NO RIO

 

A foto de hoje mostra um carro turístico em frente ao Teatro Municipal. É o precursor dos jipes que temos hoje em dia levando os turistas dos hotéis para passearem pelo Rio.

O grupo elegante está pronto para um passeio da Dahmens Auto-Excursões (a empresa de Paulo Dahmen estava registrada como Dahmen´s Auto-Excursions). 

Qual seria o trajeto?

O motor tinha que ser bem pesado para suportar a discrepância de carga nos entre-eixos do veículo. Subir ladeiras, nem pensar! 

Segundo um "expert", o veículo da foto tem todas as características do TIDAHOLM TSLO TRUCK, que fornecia as unidades para uso de ônibus, carros de bombeiros,etc.Como ônibus podiam transportar de 21 a 33 pessoas. Em 1929 dispunham de um modelo com potente motor de 6 cilindros e 90 HP. Em 1932 já tinham alcançado a potência de 115 HP. O seu país de origem é a Suécia. A Tidaholm forneceu suporte técnico para a Volvo e para a Scania, ambas suecas. 

No "Jornal do Brasil" da década de 1920 há algumas referências a estas excursões. Num anúncio pede-se a quem encontrou uma pasta esquecida que entre em contato com o Hotel Continental. Noutro buscava-se um "angariador de passagens" e um "chauffeur mecanico que compreenda concertos da machina, com boas referencias de sua conducta e que tenha muita pratica. Paga-se 600$000 por mez."

quarta-feira, 26 de junho de 2024

CINE CORAL E CINE SCALA

 

A Esplendor Filmes S.A., nome do braço exibidor da Franco-Brasileira, inaugurou dois cinemas geminados na Praia de Botafogo, o Coral e o Scala, onde já havia inaugurado cinco anos antes o cinema Ópera.

Acima vemos o anúncio publicado no "Jornal do Brasil", na véspera da inauguração.


Embora no anúncio da primeira foto conste o nº 320, segundo Alice Gonzaga em seu excelente "Palácios e Poeiras", o Cine Coral foi inaugurado em 1964 na Praia de Botafogo nº 316 loja E. Tinha 1004 lugares. Já o Cine Scala, inaugurado na mesma data, ficava logo ao lado, na Praia de Botafogo nº 316 loja D. Tinha 1248 lugares.

Ambos sobreviveram com esses nomes até 2005. Atualmente no nº 316 da Praia de Botafogo funciona o Espaço Itaú de Cinema ladeado por uma Drogaria Pacheco e uma Drogaria Venâncio.

A foto 2 é do início dos anos 1970.


Foto da acanhada bilheteria do Cine Coral.


A foto é da mansão que existia antes de ser construído o prédio que abrigou os cinemas Coral e Scala. Que diferença...




segunda-feira, 24 de junho de 2024

ARPOADOR E IPANEMA

ARPOADOR ANOS 50


ARPOADOR ANOS 50


                                            ARPOADOR ANOS 50


IPANEMA ANOS 70

Nas três primeiras fotos, da década de 50, vemos a região do Arpoador com as instalações do Exército e o edifício Marambaia, que está na esquina das ruas Francisco Bhering, Francisco Otaviano e Vieira Souto desde os anos 30.

Na foto do início dos anos 70 vemos a praia em seus últimos dias de tranquilidade. Nada de barracas de bebidas, a maioria usando toalhas para usar sobre montinhos de areia, barracas sem patrocínio.