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sexta-feira, 10 de dezembro de 2021
quinta-feira, 9 de dezembro de 2021
BONDE PIEDADE
Vemos um trecho da Avenida Presidente Vargas na década de 50, onde ocorreu um acidente entre o bonde "Piedade" e um automóvel. Chamam a atenção as simpáticas sacadas dos antigos pequenos prédios.
O trecho da Pres. Vargas parece ser o do sentido
Zona Norte-Centro, trecho logo após a Praça da República e a Rua Tomé de Souza, pois
podemos ver do outro lado o Colégio Rivadávia Correia.
O muro branco é o
Panteon de Caxias, no vão entre o 1º e o 2º poste preto podemos ver o letreiro
da Cinzano na frente da Central que não aparece na foto, no vão do 2º e 3º
poste pode-se ver as palmeiras do mangue, e para finalizar o letreiro preto, atrás do poste do outro lado da rua, é os
fundos da antiga delegacia de vigilância da Rua Larga ou Marechal Floriano.
Em matéria de carros, é
um show. Segundo um especialista (terá sido obiscoito?) parece que o Chevrolet
1949-50, que é o primeiro carro junto à divisória, é o carro mais moderno na
foto. Atrás dele, um Ford 46, um Packard 46-47 e um Citroën 11 Légère. Ao lado
dessa fila, um Ford 40 Furgão. O bonde atropelou um Studebaker 47. Na frente
dos populares estão um Chevrolet 46, um Ford 39 e um Hudson 46-47.
Ou o trecho não seria o descrito?
Nesta foto bem antiga a informação é de que o bonde "Piedade" estaria na Rua Adolfo Bergamini.
O trajeto do bonde "Piedade", linha 77, era Largo de São Francisco de Paula - Andradas - Presidente Vargas - Praça da Bandeira - Mariz e Barros - São Francisco Xavier - 24 de Maio - Dias da Cruz - Adolfo Bergamini - Amaro Cavalcanti - Praça Sargento Eudoxio Passos - Clarimundo de Melo - Assis Carneiro.
Quem teria levado a
melhor nesta “traulitada” entre o bonde “Piedade” e um caminhão?
Outra vez o bonde “Piedade” na Rua Adolfo Bergamini.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2021
PRAÇA MAUÁ - AV. RIO BRANCO
Authochrome de Marc Ferrez garimpado pelo H. Hübner. Estamos no início da Av. Rio Branco, com a Casa Mauá à esquerda. Era legitima representante da arquitetura eclética do início do século 20. A Casa Mauá, uma casa comercial, foi demolida no final da década de 80 para a construção da horrenda torre de vidro, o RB1.
À direita vemos o prédio onde havia um enorme letreiro da Casa Hanseática.
Também vemos o monumento ao Visconde de Mauá, Irineu Evangelista de Sousa, que se ergue no
extremo norte da Avenida Rio Branco, à entrada da Praça Mauá. É obra de Rodolfo
Bernardelli. Compõe-se de uma coluna dórica de 8 metros e 30 centímetros de
altura, talhada em granito. A pedra fundamental do monumento foi lançada
no dia 30 de abril de 1904, no início das obras da Avenida Central (Rio Branco,
hoje), pelo Clube de Engenharia. A inauguração ocorreu no dia 1 de maio de 1910.
Postal da coleção do
Klerman W. Lopes. Edic. Da Directoria Regional dos Correios e Telegraphos do Districto Federal.
Vista do Centro com o Edifício "A Noite". Foi o primeiro arranha-céu da
cidade, construído no fim da década de 20 e também o primeiro a ser
construído com o moderno concreto armado. Seu estilo art-deco estava mais para
construções norte-americanas do que para as francesas que ainda existiam na
região. Foi sede de inúmeras repartições públicas como o INPI, escritórios, do jornal A
Noite e da Rádio Nacional. O edifício possui 22 andares, correspondentes a 30
de um prédio moderno, devido a seu pé-direito ampliado.
A foto é anterior a 1945,
pois ainda existia o canteiro central da Av. Rio Branco. A estátua de Mauá
ainda dava as costas para a avenida. Depois foi alterada a posição e passou a
ficar de costas para o edifício de A Noite. Depois foi mudado para mais perto
do mar, quase no estacionamento do "Touring", no eixo da Rodrigues
Alves. Mas também saiu de lá, provavelmente para não ficar debaixo da
Perimetral. O ônibus que aparece na foto é o apelidado de "Sinfonia Inacabada"?
Vemos a região em um dos estupendos trabalhos de GUTA (Carlos Gustavo Nunes Pereira), um artista precocemente falecido. Eventualmente comentava no "Saudades do Rio" do provedor Terra. Era irmão de um colega de colégio. Guta era um grande artista que em suas pranchas apresentava um mesmo local do Rio através dos séculos.
Esta foto, da Comp. Melhoramentos de São Paulo - Indústrias de Papel, é do acervo do Rouen. Deve ser dos anos 50. Fica aqui o desafio para obiscoitomolhado, pois quando o Rouen a publicou houve muitas divergências sobre os automóveis.
terça-feira, 7 de dezembro de 2021
CINEMA PATHÉ - CINELÂNDIA
Segundo a Secretaria Municipal de Urbanismo o edifício impôs sua
nobreza afrancesada à outrora "chic" Cinelândia. Magnífica composição
de fachada, com embasamento de quatro pisos, todos diferenciados e coroamento
progressivamente trabalhado, do décimo-primeiro ao décimo-quarto pavimento.
Dignas de nota as soluções volumétricas e decorativas que estabelecem as
transições entre cada um dos cinco primeiros pisos: cornijas, superfícies
abauladas e terraço. Nos interiores, interessante "bombonière" e
lustres. PS: esta bomboniere
recebia visitas frequentes do prezado Menezes.
Vemos a fachada do Pathé
na década de 30 tendo em cartaz o filme “O Signal da Cruz”, de Cecil B. DeMille,
com Fredric March, Elissa Landi, Charles Laughton, Claudette Colbert.
No Pathé, Brigitte Bardot
em “Brotinho do Outro Mundo”. Imperdível.
"Fantasia", de Walt Disney, no Pathé em agosto de 1941. Foto de Hart Preston.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2021
CINEMA PATHÉ
H. Hübner é um grande estudioso e conhecedor do Rio Antigo e publicou no Facebook este maravilhoso “Autochrome Marc Ferrez”, do acervo do IMS/Coleção Gilberto Ferrez. Trata-se do Cinema Pathé, nas primeiras décadas do século XX, quando funcionava na Av. Central/Av. Rio Branco nº 147. Ficou conhecido como “Pathezinho”. Funcionou a partir de 1907. Depois, em 1914, recebeu o nome de Cine Palais e funcionou até 1926.
Os retratos são do rei Alberto I e da rainha Elizabeth, da
Bélgica.
Foto do Arquivo Nacional
mostrando aspecto da fachada do cinema Pathé, na Avenida Central, à época de
sua inauguração. O Pathezinho, como também ficou conhecido, foi uma das
primeiras salas de cinema do Rio de Janeiro e um empreendimento importante da
família Ferrez. Foto de Marc Ferrez. Rio de Janeiro, 1907. Família Ferrez
sábado, 4 de dezembro de 2021
LEBLON
O Leblon em 1957 em foto garimpada pelo Nickolas.
O Leblon em 1971 em foto de Gyorgy Szendrodi.
O Leblon em 1951 em foto do acervo D’.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2021
ENGARRAFAMENTOS
A vida dos cariocas é um engarrafamento sem fim. Aqui no final do Aterro.
A região do Humaitá é sempre problemática no acesso à Voluntários da Pátria.
Algo esta errado, não? Para que tantos ônibus?
E os comentaristas podem lembrar outros lugares complicados como as linhas Amarela e Vermelha, a Av. Brasil, o acesso à Barra e por aí vai.

















