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sexta-feira, 5 de abril de 2019

MALVINO REIS



 
Quando era criança e morava na Barata Ribeiro costumava ficar na varanda vendo o trânsito passar. E muito me intrigava ler o letreiro do ônibus 109 - Malvino Reis-Ipanema.
 
Ficava imaginando onde seria Malvino Reis.
 
Não me lembro por que não perguntava para os mais velhos. Só muito mais tarde descobri onde ficava esta praça.
 
A pergunta de hoje é: onde estão os bondes e ônibus Malvino Reis?
 
OBS: muito antigamente a Praça Malvino Reis era a atual Praça Serzedelo Correia. 

25 comentários:

  1. Dois Chevrolet 47-48, ali só pode ser ponto de táxis; uma rara foto de ônibus Volvo (as linhas da Urca e da General Glicério também usavam Volvo) e na penúltima, cruzam a avenida um Ford Prefect 49-51 e um DKW-Vemag Grande Universal 1960, o único 1000 (o escudo está na frente da porta) com parachoque antigo, igual ao alemão. Parece ser da Petrobras, a julgar pelo losango pintado na porta. E está com as lindas barras brilhantes na tampa inferior da mala.

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  2. Lembro de um outro modelo do 109 mas não sei descrever.
    Aceegunda foto parece Copacabana talvez na Francisco Sá.
    A terceira fito acho que já apareceu por aqui e acho que é Tijuca.

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  3. O ônibus da última foto é um GM montado na fábrica de São Caetano do Sul. A Viação Carioca (linhas 11 e 111) também tinha desses carros

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    1. Esse GM da última foto era o TDH4008 e era importado dos EUA. Os montados no Brasil eram sob chassis ODC 210.

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  4. Na segunda foto o volvo, com carroceria Cabrasa se encontra na Haddock Lobo em direção à praça Malvino Reis no Grajau

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  5. A primeira foto é na Praça da República próximo ao quartel do Corpo de Bombeiros e a terceira é na Praça Afonso Pena. A segunda e a quarta fotos ainda não identifiquei.

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  6. Atrás do Volvo está um "nariz" Mercedes Benz. Obs o 109 era famoso pela quantidade de acidentes com seus ônibus. Motivo: manutenção péssima. A empresa, Viação Nacional, faliu por volta de 1965.m em um depó

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    1. As empresas dessa época (pós-guerra) foram incentivadas a importar, principalmente dos EUA. A partir de 1955, as importações começaram a ficar restritas, principalmente a importação de peças, para favorecer a 'industria nacional'.
      Era impossível fazer manutenção sem peças.
      Relâmpago, Nacional, Limosine Federal, EIOL, Copanorte (apelidada Copamorte) eram algumas empresas que sucumbiram neste período por este motivo.

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  7. Para quem não sabe, Aristides Lobo é o "novo nome" da Rua Malvino Reis. Meu avô em 1915 morava na "Rua da Luz", antigo nome da Avenida Paulo de Frontin antes da canalização do Rio Comprido e paralela à rua Malvino Reis e comentava sobre sobre uma "quitanda" onde costumava "aviar as compras" de minha bisavó e que ficava naquela rua. E como curiosidade, existia o "perigo amarelo", que eram os bondes elétricos daquela cor da Cia. São Christóvão. O perigo consistia na "alta velocidade" empreendida por eles, ao contrário dos "puxados a burro" e que eram "pachorrentamente lentos"...

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  8. Havia o 109 e o 110 que eram da Viação Nacional que tinha a garagem na Rua São Miguel.

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  9. FF: Complementando o comentário anônimo no post de ontem e postado hoje às 07:35, acrescento que as GMs foram criadas para "dividir atribuições com a polícia" para fatia-las e enfraquece-las, tornando as cidades inseguras. No Rio de Janeiro não portam armas apesar dessa questão ficar a critério do prefeito, e isso se deve a questões ideológicas. Com isso a marginalidade "ganhou força", principalmente quando, "segundo rumores", os políticos passaram a armar as favelas e gerenciar seus "lucrativos negócios". Basta ver a caótica situação dos municípios brasileiros. São falidos, violentos, degradados, e onde são quem lucra são os políticos...

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  10. Caro Biscoitomolhado, no canto inferior direito da segunda foto não seria uma presilha de capô? Nesse caso o carro estaria na contra-mão! Ou era usada também em porta-malas?

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    1. Não seria rua de mão-dupla? O caminhão à direita também está no outro sentido.

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    2. Com certeza mão dupla, o que demonstra a bagunça que estava o trânsito no momento. Aquela presilha no capô, parece de jipe Willys. Ou não ?

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  11. Havia também ,o Dieckman deve se lembrar dos onibus com uma carroceria longa da Nacional com motor Volvo central (109) carroceria Carbrasa.

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  12. Na primeira foto o bonde 1889 era um bidirecional. A garotada chamava os bidirecionais de bonde de duas frentes.

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  13. Wagner Bahia, por culpa do Crivella excluí seu comentário. O táxi passou num buraco e em vez de clicar em “publicar” cliquei em “excluir”. Desculpe

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  14. Sem problemas, mas não deixou de ser um fato engraçado...rsrsrs

    Acho que eu tinha feito um comentário sobre a logomarca da Volvo, pois achava que o símbolo do sexo masculino fosse recente. Tem algo de "subliminar" ali...rsrsrs

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  15. Já que o assunto é ônibus, não custa comparar as duas épocas e fazer a seguinte pergunta: "Foi bom pra você?" A resposta é óbvia e unânime. O fato é se antes havia apenas "empresas" de ônibus, hoje são organizações criminosas com metástase no poder público. Naquele tempo havia o "convívio" harmonioso entre ônibus, lotações, e bondes. Apesar da população ser bem menor e também haver problemas operacionais, era evidente que o sistema dava certo. Vejam agora o exemplo do consorcio BRT: A tal intervenção da prefeitura mostrou que as irregularidades iam desde um projeto defeituoso, passando por materiais de péssima qualidade, e chegando a uma "caixa preta milionária" onde só quem tem prejuízo é a população...

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  16. A foto do 1889 foi tirada na Praça Tiradentes, e ele está parado no ponto perto da esquina com a rua Pedro I. Ao fundo, meio esfumaçado, aparece a parte superior do antigo prédio do DETRAN. Já a foto do 467 foi tirada em 13/06/1963 e é na rua Afonso Pena, com o bonde vindo da rua Mariz e Barros e chegando à esquina da Doutor Satamini. À direita da foto está a Praça Afonso Pena.

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  17. Quanto aos Volvo, lembro-me que era muito comum ferver a água do radiador deles e os passageiros terem de desembarcar e pegar o próximo ônibus. A Viação Nacional tinha dois modelos de Volvo: o da foto, que eu chamaria de pequeno, e um de carroceria mais alongada, que eu chamaria de grande.

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  18. Só agora com chances de ver o SDR pois estava encarando o Leão e aí lembrando do desparecido Lavra que fazia retiro só para ajustar os investimentos/aplicações(sic)Com tarja verde na vida a igreja vai aos trancos e barrancos e ainda tem que bancar apetite do governo...Vou seguir o anuncio da foto 2 e tomar um frisante Michelon imaginando a cefaleia matinal e procurar o que trata hora zero se seria um inverso da folha gaúcha.

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  19. A presilha do capô e de um jipe. Parece ser uma Rural-Willys. Quanto aVolvo de motor central, lembro de haver, porém não lembro de ver.

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    1. A CTC chegou a possuir vários destes Volvo, com motor central, inclusive na Linha Praça 11 - Bancários
      Jaime Moraes

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  20. A presilha do capô é do veículo de reportagem do Correio da Manhã, que muitas vezes tira uma casquinha nas fotos.
    Jaime Moraes

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