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sexta-feira, 20 de abril de 2018

EXPO 1908







 
Hoje temos mais uma série de fotos de Malta sobre a Expo de 1908.
Conforme a legenda delas, “a Exposição Nacional de 1908 foi uma celebração do comércio e desenvolvimento industrial que exibiu um “inventário” do Brasil através dos produtos industriais, agrícolas, pastoris e artísticos montados no Palácio da Indústria, no Palácio dos Estados, no Pavilhão do Distrito Federal e nos pavilhões de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Santa Catarina.
E também mostrou a modernização dos novos serviços públicos municipais e federais entre eles o Pavilhão do Corpo de Bombeiros, o Pavilhão dos Telégrafos e Correios, o Jardim Botânico, o Pavilhão do Café e Cacau, a Inspetoria de Matas e Jardins.
Após o encerramento da Exposição, todos os prédios foram demolidos com exceção do Palácio dos Estados e do Pavilhão das Máquinas.”
O único país estrangeiro participante foi Portugal, que construiu o Palácio Manuelino e um segundo pavilhão menor chamado Anexo Belas Artes.

11 comentários:

  1. Lindas fotos. Dão uma sensação de tranquilidade que se perdeu. Eu gostaria de ter passeado por aí, vendo as pessoas bem vestidas como já foi mostrado em outra ocasião aqui no SDR.

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  2. Fico aqui pensando o Brasil de hoje fazendo um evento deste porte para apresentar o que tem de melhor:os políticos.

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    1. Belletti, "Alea Jacta est"! A frase dita às margens do rio Rubicão por Júlio Cesar retrata bem a situação atual do Brasil. O país está adquirindo uma forte aversão aos políticos e a grande maioria dos alfabetizados e bem intencionados apoia uma intervenção das forças armadas no Brasil. Apenas indivíduos de mentalidade quixostesca anacrônica e que ainda vivem no passado pensam diferente ...

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  3. Bom dia.

    Salvo engano, o pavilhão português foi desmontado e remontado lá em Lisboa (ou outra cidade).

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  4. Deram um "banho de loja" na antiga Escola Militar da Praia Vermelha, com direito a uma cachoeira no varandão, como podemos ver na foto 6.
    E a Tecidos Bangú, que já tinha o seu clube de futebol, mostrava que era uma potência industrial no Brasil.

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  5. Sempre tive uma duvida sobre esses prédios maravilhosos. Eles eram feitos de cimento e tijolo ou eram cenográficos?
    De qualquer forma as despesas com suas construções não deve ter sido nada barato. Penso que levando-se em conta a proporcionalidade saiu ao preço do Maraca. Ou não?

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    1. Consta que alguns pavilhões eram "descartáveis". Provavelmente em madeira cal e gesso. Já no tempo do Império faziam grandes portais provisórios em praças para comemorações em datas festivas.

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  6. Boa tarde ! Naquele tempo, ventos ascendentes. Hoje, descendentes. Assim é a vida, um sobe e desce interminável...

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  7. Bom dia. Assisti ontem à noite um documentário (na verdade, somente trechos) sobre o combate ao mosquito transmissor da febre amarela, com imagens da primeira década do século passado, e a apresentação de pacientes com a doença de Chagas, sendo tratados pelo próprio Oswaldo Cruz. Os filmes foram apresentados originalmente em Dresden, em 1911, ficaram "perdidos" na Europa e reunidos no documentário de 2011, exibido ontem no Canal Saúde, da Fiocruz. O filme sobre a febre amarela parece ter sido filmado parcial ou totalmente no Rio.

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    1. Falando em doença de Chagas, em 21 de dezembro de 1973 eu fiz uma viagem a Montes Claros, no norte de MG, para obter espécimes para minha coleção. Parti de BH após o almoço e lá pelo meio da tarde o ônibus parou em Corinto, para lanche. Desci e fui ao toilete. De repente vi andando pelas paredes do recinto vários bichos parecidos com besouro, que deduzi serem os insetos transmissores da doença de Chagas, já que aquela região de MG era conhecida pela incidência daquele mal. Fiquei apavorado porque estava indo para uma cidade daquela área. No hotel em Montes Claros, dei uma geral para conferir que não havia nenhum daqueles insetos dentro do quarto. Mas correu tudo bem.

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  8. Na viagem acima citada ocorreu algo muito estranho: eu estava sentado no penúltimo banco do ônibus, lado do motorista, junto ao corredor. No banco à frente, também junto ao corredor, estava sentada uma mulher, já entrada nos quarenta anos de idade. Não lembro quem estava a seu lado.

    Lá pelas tantas, já começando a escurecer, o ônibus ia com passageiros em pé e junto ao banco da tal mulher estava um cara bem mais novo do que ela. Em determinado momento começaram a conversar, aparentemente porque tinham algo em comum, não sei se moravam na mesma cidade ou outro motivo qualquer. Creio ter ouvido uma citação a Riacho dos Machados, uma cidade pouco além de Montes Claros.

    Tirei uma soneca. Quando acordei já estava escuro, e notei uma movimentação estranha: o cara estava com o corpo colado no banco da mulher. E pouco depois me pareceu que ele estava limpando o bráulio e abotoando a braguilha.

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