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quarta-feira, 27 de junho de 2018

FEIRAS




 
O desafio hoje é identificar os locais destas feiras.
Numa das fotos vemos os meninos com seus carrinhos de rolimã para ajudar as freguesas a levarem as compras para casa. Muitas vezes os carrinhos eram feitos com madeira de caixotes de bacalhau, com uma sola de sapato de borracha à guisa de freio e um volante improvisado. Tal e qual estivessem numa patinete, “pedalavam” e alcançavam alta velocidade, ganhando uns trocados pelo serviço. Hoje, entrar em casa com um estranho seria considerado ato de alto risco.
Quanto à feira, frequentada por tantos, fico em dúvida sobre a qualidade dos alimentos, sobretudo os peixes, expostos a um sol tremendo e a temperaturas acima de 40ºC. Como é possível que não se deteriorem?

40 comentários:

  1. Sempre achei um mistério a questão dos peixes e, hoje em dia, percebo que há muito cuidado com a temperatura, pois as barracas recebem os peixes de caminhões frigoríficos e mantém gelo permanentemente em torno dos peixes e crustáceos, a minha praia.
    Já que o assunto é a minha praia, o caminhão da terceira foto é um Chevrolet de 1947 a 50, chamado de Advanced Design, nos Estados Unidos. Aqui era Boca de Sapo mesmo. Na última foto, há um Austin A-70 Hereford, de 1950 a 54, reconhecível pela saída lateral oval junto à porta dianteira (e mais, a grade horizontal sob a grade principal e a pestana na abertura da roda), e dois táxis, um Ford 46-48 e um Chevrolet 37-38.
    Essa série de Austin Ovo-de-Páscoa foi, a meu ver, um retrocesso estilístico abominável da fábrica, que abandonou uma linha chique dos A-40 Devon a A-70 Hampshire em prol dessa obesidade automobolística.

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  2. Bom Dia! Consegui identificar o local de duas fotos.Uma delas, depois de "rodar" por outras ruas do bairro,hoje bem menor voltou ao mesmo lugar. O taxi, que na época se chamava "carro de praça" acho que é um Mercury 48.Que embora não fosse obrigatório eram de cor preta. Carro de praça pintado em "saia e blusa" só os "rabo de peixe' que eram para fazer carro de noiva.

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  3. A terceira foto parece ser na rua Gustavo Sampaio em Copacabana/Leme.

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  4. Já disse aqui que gosto de feiras e frequento uma semanalmente,mas estas das fotos estão meio que derrubadas.Em relação aos pescados/mariscos,tenho observado que são mantidas em caixas frigoríficas e muito gelo e isopor.Me parecem bem acondicionados e conservados.O melhor da feira para mim é a diversidade de produtos que nos supermercados são restritos ou de aspecto industrializados.
    Parece que foi comentado aqui que ao "contratar" um destes garotos dos carrinhos vc poderia entrar em fria como coisa de trabalho escravo infantil.Mais um espanto que foi criado neste país de gente que não tem o que fazer.

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    1. Belletti, ontem postei um comentário que não foi publicado mas que a síntese se aplica ao post de hoje e que espero que seja publicado. A doutrinação comunista nas escolas e faculdades a partir do final dos anos 80, é a responsável por produzir pensamentos estúpidos como esse. Não vou me estender em assunto tão espinhoso, mas hoje em dia essa garotada certamente prefere o tráfico, o funk, e os arrastões. Isso é fato. E essa triste realidade se deve ao cultivo no "vitimismo" ou do "coitadsismo" cujas consequências são trágicas. Todos os setores da sociedade se encontram infiltrados com elementos desse estória é sempre a mesma: oriundos de periferias ou de subúrbios e sem muito verniz escolar, após concluir uma faculdade, tornam-se críticos da burguesia e do sistema opressor.

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  5. Ainda bem que o Sr. Belletti não repara que os peixes não vendidos, após horas ao sol, voltam para o caminhão e serão vendidos, após umas doses de corantes, na feira do dia seguinte.

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  6. Sr. feirante agradeço a confissão de desonestidade,mas como capixaba e adepto de uma moqueca garanto que não compro gato por lebre ou no caso tainha por robalo....

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  7. Quem apostou na Coreia ganhou na Mega-Sena.
    Quando a Alemanha de vermelho e preto ganhou a Copa...

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  8. Segundo as legendas a segunda e terceira foros são na Gustavo Sampaio. A última é na Pau Ferro. Não há legenda na primeira foto.

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    1. Na primeira foto a placa mais próxima parece indicar uma praça, mas a resolução não ajuda...

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  9. A última foto confere. 1961, largo de Pechincha. Feira na Geremario Dantas, e ao fundo estrada do Tindiba.

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  10. Provavelmente, então, o nome "Largo do Pechincha" teria a ver com a presença da feira...

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    1. Havia ali uma "venda" que pertencia a um português. Como tinha o costume de pechinchar, toda a redondeza passou a conhecer o comércio do "galego" como a venda do "pechincha". Como a venda ficava na confluência da estrada do Pau Ferro com a Avenida Geremario Dantas, o lugar passou a ser conhecido como "Largo do Pechincha".

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  11. Observador Esportivo, o verdadeiro27 de junho de 2018 às 17:11

    Que papelão da Alemanha.
    Mas o Brasil até agora não chega a entusiasmar.
    O lado da chave nas oitavas em que o Brasil está é bem mais difícil do que o outro lado.

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  12. Boa noite.

    Gol da Coreia...

    A Alemanha hoje jogou de verde como o México e ambos perderam. O mais bizarro é que se o México vence, iríamos enfrentar a Coreia...

    De um lado da chave temos até agora campeões mundiais como Uruguai, Argentina, França e Brasil, além da atual campeã europeia... Ainda pode vir a Inglaterra e nos Livramos da Alemanha.

    Do outro lado, até agora só a Espanha e pode ir a Inglaterra.

    Sobre o jogo do Brasil, o Cair (sinônimo de Neymar) parece que quer uma bola só para ele, apesar de hoje ter sido menos pior do que os outros jogos, devo admitir. Na maioria das jogadas em vez de dominar e chutar, tinha sempre ue tentar pelo menos uma firula e na maioria das vezes era desarmado.

    Mais uma vez o Coutinho se destacou, mas o Homem do Jogo foi o Paulinho, graças em parte ao excepcional lançamento do Coutinho no primeiro gol.

    Mais uma vez um jogador brasileiro se machuca e desta vez o médico da seleção culpou o colchão do hotel...

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  13. Brasil, terra da macumba. Ninguém vem aqui bate na gente de 7 x 1 impunimente.
    Como disse a Alemanha também tem os seus amarelões, esse tal de Ozil é brincadeira.

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  14. O Brasil, se passar pelo México, vai esbarrar com a Bélgica ou Inglaterra e aí a "ordem natural das coisas haverá de prprevaler". "A Cesar o que é de Cesar, a Deus o que é de Deus".

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  15. A segunda foto me lembra um trecho da Anita Garibaldi entre Toneleros e Bairro Peixoto. Será q é?

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  16. A primeira foto é na Praça São Salvador. Ao fundo a escola Senador Correia, atrás da Rua Esteves Junior.

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  17. Eu sempre gostei de ir a feiras-livres. Já frequentei as localizadas em:

    1) Engenho Novo ==> ruas Manoel Miranda e Grão-Pará.
    2) Vila Isabel ==> ruas Barão de Cotegipe; Mendes Tavares e Duquesa de Bragança.
    3) Riachuelo ==> rua Marechal Bittencourt.
    4) Mantiquira (perto de Xerém) ==> a feira na praça principal de Mantiquira.

    Eu não costumava beber nem comer nada nas feiras. Mas na de Mantiquira eu pedia para moer abacaxi ou limão no caldo de cana. Nâo lembro o que e se comia.

    Hoje em dia, na feira da Grão-Pará, peço a dupla Coca-Cola zero e pastel de queijo. Na verdade, prefiro caldo de cana, mas por causa do alto teor de açúcar dessa bebida evito-a.

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  18. Por sinal, a mãe do nosso saudoso Joel Almeida também frequentava essa feira da Grão-Pará, enquanto ele a esperava dentro do carro. Mas nunca o encontrei lá, porque ele ia cedo pela manhã e eu ia já na xepa.

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  19. Ao contrário de muita gente, não costumo ser freguês assíduo de nenhum feirante. Olho os preços e a qualidade do produto e compro onde considero mais vantajoso. Às vezes ocorre de esses dois fatores sempre ocorrerem em determinada barraca e aí acabo comprando ali, mas não exatamente por ser freguês assíduo.

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  20. Quanto à Copa do Mundo, estou torcendo por dois países: Cabo Verde e Irã. O primeiro, pela valentia em enfrentar gigantes como a Espanha e o Uruguai e empatar com ambos; o segundo, pela sacanagem feita com eles pelo governo trumpista.

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  21. Essas feiras-livres são um atraso. O nível de higiene é baixíssimo. Fico vendo os peixes expostos ao sol, numa temperatura que deve ser de mais de 50ºC, e no final da feira se não são vendidos voltam para os caminhões e serão oferecidos em outra feira. Além disso a sujeira que fica e o barulho desde a madrugada, são um inferno. Não conheço ninguém que queira ter feira na porta de casa.

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    1. Feiras-livres têm prós e contras. Os contras são a sujeira e o barulho para quem mora na rua, apesar de terminada a feira a Comlurb limpar tudo. E nunca compro peixe em feira.

      Quanto a falta de higiene, não é so em feiras. Vemos isso em certos hortifrutis e até em supermercados. Se não chama tanto a atenção é porque a sujeira está atrás das cortinas, enquanto nas feiras está à vista. Prova disso são as inúmeras autuações durante fiscalização de órgãos do governo.

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  22. Os prós são os preços mais baratos que no comércio normal, a interação com os feirantes, a possibilidade de pechinchar e dependendo do caso a proximidade com nossa casa. Sem falar no pastel feito na hora e no caldo de cana, que não é fácil encontrar em outros lugares. Kkkk

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  23. Ali no entorno da Praça Barão de Drummond havia três lanchonetes. Uma nós apelidamos de melequinha, porque a chinesa tirava meleca e pegava o pastel com a mão nua para te entregar. A outra nós chamavamos de cabelinho, porque um dia uma cliente pegou cabelo dentro da coxinha de galinha. A terceira, embora chinesa também, foi a única que restou. As outras duas fecharam.

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  24. Na feira da rua Grão-Pará, pertinho aqui de casa e que frequento toda segunda-feira, há nas duas extremidades barracas de pastel e caldo de cana. Vivem cheias de clientes.

    Há duas grandes barracas só de verduras, sendo que numa delas todos os feirantes são da mesma família, e os produtos são de melhor qualidade que na outra.

    Há uma barraca exclusiva para bananas, com uma quantidade absurda delas. Mas o feirante não é de bom trato, tenta empurrar a maior quantidade de bananas para o freguês comprar.

    Há duas só de frango e ovos, mas sempre compro na mesma, pela variedade de partes de frango que apresenta e pelo atendimento cortês. Sempre tem bastante gente comprando nela. A outra vive vazia.

    Há alguns caminhões de peixe, mas nunca comprei nada neles.

    Também há grandes barracas só com frutas, as mais variadas. E há duas barracas só com condimentos: coentro, colorau, orégano, pimentas, etc.

    Então, para mim é até um momento de descontração ir até essa feira e vagar por lá, comprando o que achar conveniente e onde me der na telha. E a saideira é um pastel de queijo com Coca-Cola zero.

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  25. Esqueci: há um tripeiro, onde se pode comprar fígado de boi, tripa, língua e filé de peixe congelado. Tudo de boa qualidade, trazido das lojas que ele possui em alguns bairros.

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  26. Também há um senhor bem velhinho com uma barraca e que conserta panelas. Já usei os serviços dele mais de uma vez.

    No mais, são barracas pequenas, cada uma voltada para certos tipos de produto. Há algumas que os vendem já ensacados, por preço fixo. Não costumo comprar nelas, prefiro eu mesmo escolher com a mão o que vou comprar.

    E há as de produtos que não têm ligação com alimentos, como tiras de sandálias havaianas, tampões de pias, tomadas, panos de prato, panos de limpeza, forros de mesa, lençóis, brinquedinhos, etc.

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  27. Enfim: a feira é um mosaico de produtos, de gentes, de raças, de níveis sociais e econômicos, de gritos de feirantes, de piadas entre eles e com os clientes, de culturas, etc. Para mim, uma grande diversão.

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  28. Não lembro de ter ido a uma feira para comprar alimentos. Já comprei outros produtos, não perecíveis. Minha irmã já, mas atualmente a "praia" dela é produtos orgânicos. Duas vezes na semana passa a Kombi com esses produtos.

    Eu vou nos sacolões e aproveito os dias de promoção nos supermercados.

    Hoje é o último dia de definição de vagas mas vários confrontos estão definidos. Alguns, Brasil X Japão, Alemanha X Paraguai, Argentina X Cabo Verde, entre outros.

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  29. Feiras são um retrato do Brasil. E só se choca com as das cidades quem nunca viu as de cidades menores do Nordeste. Em Pau dos Ferros, no RN, estive numa em que até couro de bode era vendido, fedorento e cheio de moscas. Fora as inúmeras com galinhas, galos, bacorinhos, pássaros e outros animais, dentro de gaiolas de madeira e arame. Aliás, comuns até em cidades maiores, como vi em Campina Grande, na PB.

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  30. Boa tarde a todos!

    Tô de acordo com o Zenon nessa.

    Eu tenho birra com feira desde criança, quando minha mãe me levava para ajudar a carregar as bolsas. O problema maior é que minha mãe "ia e voltava", "voltava e ia" e demorava a sair da feira. E quando já tínhamos saído da feira ela lembrava que tinha esquecido de comprar alguma coisa e voltávamos de novo.

    Para quem mora na rua da feira, além do barulho, da falta de higiene, do cheiro horrível que fica, mesmo depois da Comlurb lavar tudo, ainda tem o incômodo de não conseguir sair de carro, pois determinadas feiras ficam horas e horas em funcionamento.

    Minha opção é sempre pelos hortifrutis, sacolão ou mercados. Num raio de 1km de casa tenho dezenas de opções, sem contar o peixeiro que faz ponto 2 vezes por semana numa praça que fica dentro do condomínio. Tudo limpo e organizado.

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    1. Você tem trauma de infância com feiras. Memória emocional negativa. Kkkk

      Como eu escrevi antes, a limpeza e higiene de certos comércios é apenas aparente. A fiscalização cansa de pegar carnes podres, fora de validade, frutas e vegetais contaminados, etc. Mas isso o cliente não vê, está atrás das cortinas. Minha enteada trabalhou numa loja de produtos de beleza num shopping e via quando apagavam a data de validade e colocavam outra. Ela pediu demissão e denunciou a loja.

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    2. E bota "memória emocional negativa" nisso, Helio. Toda quinta-feira era essa saga. Lá ia eu com meus 7 ou 8 anos nessa jornada inglória, durante anos e anos, e nunca rolou um sorvete para amenizar esse trauma...kkkkk

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  31. Con certeza, Helio, muitos comércios agem dessa forma, utilizando produtos fora da validade, ou mesmo já em processo de apodrecer. Muitas "cozinhas" de restaurantes de elite/caros também se utilizam disso. Tem gente que fala "nem queira entrar numa cozinha antes de receber o prato a ser servido".

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    1. Alguns mercados, incluindo os de "grife", vendem produtos perto da data de validade a preços mais baixos. Em alguns casos dá para garimpar algum com uma data mais distante que esteja misturado aos demais. Aconteceu comigo hoje. Comprei um produto com data para daqui a um mês enquanto que os outros estavam com data para a semana que vem.

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  32. https://oglobo.globo.com/rio/bairros/zona-sul/noticia/2026/06/27/memoria-urbana-viva-aplicativo-une-tecnologia-turismo-e-patrimonio-para-tracar-um-mapa-com-historias-de-enderecos-cariocas.ghtml

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  33. Penúltimo grupo definido com um dos melhores jogos da Copa até agora, a despeito do 0X0. Colômbia em primeiro e Portugal em segundo. Congo em terceiro se classificou e tirou a Coreia. Última vaga está entre Irã e Argélia. Outros confrontos definidos: Portugal X Croácia, Inglaterra X Congo, Bélgica X Senegal.

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