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Nas fotos de hoje vemos a garagem da Companhia Ferro-Carril do
Jardim Botânico no Catete.
Esta garagem ocupava quase que completamente o quarteirão
delimitado pelo Largo do Machado (Rua do Catete), Rua Machado de Assis (antiga
Rua do Pinheiro), Rua Dois de Dezembro e a atual Rua do Pinheiro.
Na última década do século XIX a Companhia Ferro Carril do Jardim
Botânico enfrentava sérios problemas para manter os seus 1300 animais de tração
com alimentação de qualidade. Os gastos na compra da alfafa importada eram
muito altos. Isto, entre outros fatores, levou o Dr. Coelho Cintra, gerente da
companhia, a buscar nova forma de tração para os seus carros, substituindo os
animais pela eletricidade. O processo iniciou-se em 1890 e em 1892 foi
realmente implantado. A eletricidade era gerada por uma central termelétrica
localizada à Rua Dois de Dezembro, no Largo do Machado, e o sistema utilizado
era chamado Thomson-Huston e fornecido pela General Electric Company. Às 13 horas do dia 08/10/1892 partia o
primeiro bonde elétrico das imediações do Teatro Lírico, no Largo da Carioca,
até a Rua Dois de Dezembro, o bonde 104, no qual seguia, entre outros
convidados ilustres, o Vice-Presidente da República, o Marechal Floriano
Peixoto
“Seguem algumas características dos bondes da Jardim Botânico (uma
empresa à parte, mas controlada pela Light), segundo o “expert” Helio Ribeiro:
a)
Todos os carros motores médios, como o da foto, tinham um letreiro
de grandes dimensões e um pouco recuado, em cima da capota, e isso desde o
início de circulação deles, por volta de 1906/7. Havia muitos carros motores
com essa característica na Light propriamente dita, porém nesta também havia
dois outros tipos de letreiro. Ou seja: na Jardim Botânico havia uniformidade
de letreiro; na Light, diversidade.
b) Alguns carros motores médios da Jardim Botânico tinham em seus truques duas
rodas de menor diâmetro que as outras duas componentes do truque. Esses bondes eram
chamados de "pé-de-anjo" porque diziam que seu rodar era mais macio
que o daqueles com 4 rodas de mesmo diâmetro nos truques.
c) Exceto em seus primórdios, a Jardim Botânico nunca teve carros motores
pequenos. Somente os bondes muito antigos eram de pequeno porte, porém deixaram
de circular no início da década de 1920.
d) Os carros motores médios da Jardim Botânico sempre tiveram para-brisa como
proteção ao motorneiro. Já os da Light somente adotaram isso por volta de
1940/41, sendo que até então o motorneiro e os passageiros sentados no primeiro
banco ficavam expostos às intempéries, principalmente a chuvas. Tanto é que os
motorneiros da Light são vistos, em algumas fotos, trajando uma capa
impermeável preta.
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No mapa o Largo do Machado aparece como Praça Duque de Caxias, que atualmente é a do panteon do mesmo, em frente ao prédio do antigo Ministério da Guerra.
ResponderExcluirO portal da garagem, em estilo art deco, acabou ficando feio por falta de conservação.
Pelo avanço dos passageiros na última foto, imagino que era um dia de greve de motoristas de ônibus.
Como a primeira foto já foi postada, provavelmente no Terra, se não me falha a memória os sobrinhos disseram que a Tia Nalu é aquela jovem que espera a saída do bonde e a menina de mão dada com a avó é a sumida Evelyn.
De que ano seriam as fotos?O serviço parecia estar nos seus momentos finais.Hoje,em vez do Biscoito,deveremos ter o comando do professor Helio...
ResponderExcluirO reclame seria de alguma "brilhantina"?
Bom dia ! Pelo nome, "Superfixo(a)", Belletti, deve ser de fixador de dentaduras...
ExcluirFixador de dentaduras,Muller,não deixa de ser um espanto!!!!
ExcluirEstou meio perdido. A saída defronte ao Largo do Machado seria então ao lado do prédio do cinema São Luiz?
ResponderExcluirSim, mas agora tem uma rua ao lado, que não existia no tempo do mapa postado acima.
ExcluirBom dia.
ResponderExcluirVou aproveitar a garagem dos bondes e garantir meu lugar no Clouseau. Passei algumas vezes no Largo do Machado para ir no IPP ou no Oi Futuro, mas nada que tenha a ver com as fotos de hoje...
Bom Dia! Faz pouco mais de dois meses, estive no apartamento de um amigo, de onde se pode ver o atual abandono deste grande terreno que depois de abrigar os bondes,serviu de garagem para a CTC e também durante um período foi onde se faziam as vistorias anuais dos ônibus e taxis.
ResponderExcluirEmbora me atrevendo a comentar recentemente, acompanho este sítio a tempos. Tiveram outras tentativas de mudança na tração dos bondes Cariocas, a primeira delas foi a tração a vapor, a qual não vingou e somente foi utilizada por cerca de 3 anos, voltando a tração animal. Uma outra forma de tração foi por meio de baterias, que foi utilizado na linha que atendia até o Largo dos Leões. Já a primeira linha elétrica, seria a do Centro até o Alto da Boa Vista, visto que a tração animal não suportaria ao esforço de subida, para isso se construiria uma Usina Elétrica neste local, razão pela qual deu origem ao nome desta região da Tijuca, porém como tal obra foi paralisada e suspensa e esta, que seria a primeira linha de bondes elétricos da América Latina, só vem a entrar ao serviço em 1898. Coube, então, à The Botanical Garden Railroad Company a honra de, em outubro de 1892, fazer circular pela linha do Flamengo o primeiro bonde elétrico da América Latina”.
ResponderExcluirOs carros de pequeno porte, citados no texto e que pararam de circular na década de 1920, vieram para a Ilha do Governador em 1922, quando a Companhia Melhoramentos inaugurou a linha de bondes entre a Ribeira e a Freguesia.
ResponderExcluirOs carros da Ilha (STIG) eram semelhantes aos do STR (Campo Grande). Eram menores e de dois eixos, mas algumas vezes levavam reboques. Circularam até meados de 65.
ExcluirA greve de ônibus ocorreu em 1961. Dá para ver o Bonde Avenida sem reboque. Quanto à circulação dessa linha simultaneamente aos ônibus elétricos em algumas ruas da zona sul, continuo a pesquisar. Adianto que a garagem dos bondes remanescentes da zona sul passou a funcionar no Humaita no prédio da atual Cobal entre março e Maio de 63.
ResponderExcluirInteressante é que a garagem da Companhia Ferro Carril do Jardim Botânico, ficava no Catete. Ou havia outra no bairro do nome dela ?
ResponderExcluirTambem lembro dessa garagem onde e hoje a Cobal.Aqui na Tijuca só existia uma pequena garagem na Muda.
ResponderExcluirA garagem da Muda nunca foi uma garagem propriamente dita. Apesar do grande espaço, servia como oficina e ponto final de uma única linha: a 60, Muda - Marquês de Abrantes. Se eu estiver enganado, me corrija o mestre Hélio Ribeiro.
ExcluirTrês coisas no mapa chamaram minha atenção: a atual Rua Gago Coutinho chamava-se Carvalho de Sá; o atual colégio Amaro Cavalcanti chamava-se Escola José de Alencar e o atual Largo do Machado chamava-se Praça Duque de Caxias.
ResponderExcluirExiste uma garagem de bonde na praia de Botafogo, acho que fica entre a Voluntarios e a descida do viaduto para rua da Passagem ( era fechada essa passagem quando eu crianca 1960 fazia balet no orfanato Colegio Imperial).
ResponderExcluirA última foto foi tirada durante uma greve de transportes na cidade, ocorrida no dia 10 de outubro de 1961.
ResponderExcluirCom relação ao primeiro bonde elétrico a circular na JB, o de número 104, há a registrar que ele possuía três eixos, ao invés de apenas dois. Mas essa inovação não vingou e dali em diante todos os bondes dessa primeira leva de eletrificação adotaram dois eixos. No final da década de 1900 entraram em circulação bondes maiores, com dois truques de quatro rodas cada e isso passou a ser o padrão na JB. Os de dois eixos foram sendo descontinuados gradativamente, até que em meados da década de 1920 não restou nenhum naquela companhia.
ResponderExcluirJá na Light uma boa parte da frota era constituída por bondes de dois eixos, porém de modelo bem maior que os iniciais da JB. Rodavam prioritariamente nas linhas circulares do Centro da cidade e em algumas que iam até bairros adjacentes, como Catumbi, Estácio, Rio Comprido, Gamboa, Praia Formosa, Leopoldina, havendo poucos exemplares em linhas dos bairros, exceto na área de Jacarepaguá, onde todos eram de dois eixos.
ResponderExcluirQuanto a garagens de bondes, havia várias, algumas de grande porte e outras bem pequenas. Na Zona Sul havia a mostrada na foto e outra onde hoje fica a Cobal, na rua Voluntários da Pátria. Na Praia de Botafogo havia uma subestação de força, entre a São Clemente e Voluntários da Pátria, atualmente ocupada pelo Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro.
ResponderExcluirNo antigo Boulevard São Cristóvão (ex-Boulevard do Imperador) havia a enorme garagem e oficinas originalmente da Companhia Ferro-Carril de Vila Isabel. Atualmente a área está desfigurada pelo conjunto de viadutos das Forças Armadas, mas boa parte da garagem ficava onde hoje é o conjunto residencial Martin Luther King Jr. Em frente a ela, entre o boulevard e a rua Elpídio Boa Morte, havia uma garagem que servia de depósito de reboques fora de serviço.
ResponderExcluirNo Méier havia a garagem e oficina originalmente da Companhia Ferro-Carril do Cachamby, na rua Arquias Cordeiro, quase em frente à estação ferroviária, entre as ruas Carolina Méier e Padre André Moreira. Atualmente a parte traseira da antiga garagem é uma rodoviária de ônibus urbanos; o prédio principal era até pouco tempo uma dependência da Secretaria da Fazenda. Hoje em dia parece estar abandonado.
ResponderExcluirNo Boulevard 28 de Setembro havia uma grande garagem e oficina, construída em 1925 pela própria Light, situada quase na Praça Barão de Drummond, e que tinha entrada também pela rua de trás, a Torres Homem. Atualmente a parte da garagem voltada para o boulevard é a quadra da Escola de Samba Unidos de Vila Isabel e a parte voltada para a Torres Homem é ocupada por uma instalação do DETRAN.
ResponderExcluirNa Muda havia uma pequena estação, citada em um dos comentários da postagem, e que era ponto final da linha 60 – Muda x Marquês de Abrantes, como escreveu o finado Joel Almeida. Ali também costumava ficar um bonde de serviço para atender a demandas da região. Se não me falha a memória, era o de número de ordem 746. Hoje é a filial-estoque dos Supermercados Prix, depois de servir de quadra ou sede para uma escola de samba, se não me engano a Unidos da Tijuca.
ResponderExcluirNa Penha havia uma garagem na Avenida Nossa Senhora da Penha, onde hoje é uma dependência dos Bombeiros, não muito longe do acesso à igreja da Penha.
ResponderExcluirEm Cascadura havia uma estação de rodo dos bondes das linhas de Jacarepaguá, na rua Nerval de Gouveia, em frente à estação ferroviária de Cascadura. Originalmente pertencia à Companhia Ferro-Carril de Jacarepaguá. O local foi totalmente destruído, inclusive o prédio da estação, mas em foto no Google Maps de 2010 dá para ver os trilhos dentro do terreno que fica ao lado do número 425 da rua. Hoje na frente da rua se encontra uma padaria e lanchonete de baixíssimo padrão.
ResponderExcluirA garagem mesmo onde ficavam os bondes da área de Jacarepaguá era também em Cascadura, na avenida Ernani Cardoso, num enorme terreno hoje parcialmente ocupado pelo Fórum de Campinho, no fundo do qual ainda há grandes equipamentos da Light.
Na antiga rua Pereira Franco, bem no meio da zona de baixo meretrício do Mangue, havia uma instalação em duas construções separadas por uma rua e que, segundo li algures, servia de depósito para trilhos. Hoje aquele nome de rua foi transferido para uma das alças de acesso do viaduto do túnel Catumbi-Laranjeiras junto à Presidente Vargas.
ResponderExcluirNo entroncamento das ruas Frei Caneca e Salvador de Sá, bem em frente ao quartel da Polícia de Choque da PM, havia um pequeno depósito, chamado de Bom Jardim. Não cheguei a conhecê-lo. Parece que armazenava reboques, talvez para os bondes das linhas circulares do Centro da cidade.
ResponderExcluirO próprio terreno onde está o prédio sede da Light, na Marechal Floriano, era antes a garagem e depósito de feno dos burros da Companhia Carris Urbanos, incorporada pela Light em 1906, junto com duas outras empresas de bondes. Em 1912 a Light construiu ali o prédio atual e os fundos do terreno serviram durante alguns anos de garagem de bondes.
ResponderExcluirEm 1930 a Light construiu as imensas e maravilhosas instalações da assim chamada Cidade Light, em Triagem, onde várias atividades da empresa eram executadas, entre as quais a reforma geral de todos os bondes, a cada seis anos. Ali também foram construídos todos os bondes do modelo sossega-leão, o primeiro dos quais entrou em circulação em 24/12/1936, numa linha da Zona Sul.
ResponderExcluirFora isso, havia estações de bagagem e de embarque de passageiros espalhadas em vários pontos da cidade. Não cheguei a conhecer nenhuma, porém já vi fotos de algumas. Aqui no SDR já foi publicada a existente na esquina da rua Siqueira Campos com Nossa Senhora de Copacabana, onde hoje está o Centro Comercial de Copacabana. Também havia uma na rua 24 de Maio, entre Gregório Neves e Barão de Bom Retiro, posteriormente ocupada pela 25ª DP e atualmente abandonada. A fachada dela lembra a da subestação da Praia de Botafogo. Dentro do antigo Mercado Municipal da Praça XV havia também estação para embarque de produtos a serem transportados para outros mercados dos bairros, em bondes bagageiros.
ResponderExcluirOnde hoje fica a Escola Municipal Tiradentes, na rua Visconde do Rio Branco, esquina de Gomes Freire, estava situada antes a cocheira de uma empresa de bondes, cujo nome me escapa.
ResponderExcluirSobre algumas das antigas garagens citadas pelo Helio, a de Vila Isabel virou, antes de posto do Detran e quadra de escola de samba, garagem de ônibus da CTC.
ResponderExcluirEstive algumas vezes, nos anos 80, no terreno da Nerval de Gouveia que ficava perto de um supermercado onde eu ia com a minha mãe. Esse ficava bem perto do da Ernani Cardoso, do qual não lembrava, local até hoje de instalações da Light. Em Botafogo, fui uma vez ao Arquivo Estadual na Praia de Botafogo e percebe-se o antigo uso do prédio.
Sim, algumas garagens foram usadas para os ônibus da CTC.
ExcluirQuando a Light assumiu o serviço de bondes, em 1906, ela incorporou a frota e instalações de três companhias, a saber:
ResponderExcluir1) Companhia Carris Urbanos (CCU), fundada em fins de 1878 pela fusão de várias outras empresas. A frota era totalmente de muares, com bondes de bitola 820 mm. Das três companhias incorporadas pela Light, era a de maior frota. Suas cocheiras, como citei antes, ficavam onde depois foi construída a sede da Light, na avenida Marechal Floriano.
2) Ferro-Carril de Vila Isabel, fundada em 1872 pelo Barão de Drummond, cuja frota já era totalmente eletrificada desde 1905, e constituída de 50 carros-motor alemães e respectivos reboques. Bitola 1435 mm, a mesma da JB. Tinha a imensa garagem e oficinas do Boulevard São Cristóvão e a do Méier, esta advinda da incorporação em 1886 da companhia Cachamby.
3) Companhia São Christóvão, fundada em 1869 com o nome de Rio de Janeiro Street Railway, cuja frota também era só de bondes puxados a muares, porém com bitola originalmente 1370 mm, alterada posteriormente para 1435 mm. Suas cocheiras, salvo engano, eram as citadas por mim na rua Pereira Franco. Também pertencia a ela a pequena estação da Muda, cujo nome deriva do fato de ser onde eram trocadas as parelhas dos bondes oriundos do centro da cidade com destino à Usina.
Aula magna do Helio.
ResponderExcluirObrigado
Eu escrevo muito. Às vezes acho que perco tempo à toa.
ExcluirEu leio e arquivo
ExcluirFF: Chaveamento das semifinais da Europa League: quem pega quem
ResponderExcluirBraga x Freiburg
Nottingham Forest x Aston Villa
Lembro de ter visto no acervo da Light fotos mostrando a rua das instalações anteriormente pertencentes à antiga Cia. São Christóvão na Cidade Nova.
ResponderExcluirTentei entrar no acervo, não consegui, mas lembro que os muito trilhos saindo de vários portões para a rua me chamaram a atenção quando vi a foto a primeira vez e fui pesquisar.
ExcluirTambém não consegui confirmar se era a Rua Pereira Franco citada pelo Hélio ou se era alguma paralela ou transversal a ela.
Paulo, eu tenho um mapa dos trilhos de bondes da área do centro da cidade e regiões vizinhas, posição em 1935. Nesse mapa mostra que as duas garagens ficavam na rua Pereira Franco, separadas pela Afonso Cavalcanti. A maior delas, da qual saem quatro pares de trilhos para a Pereira Franco, ocupava o quarteirão delimitado pela Presidente Vargas, Machado Coelho, Afonso Cavalcanti e Pereira Franco. A segunda, da qual só sai um par de trilhos, era delimitada pela Afonso Cavalcanti, Machado Coelho, Júlio do Carmo e Pereira Franco. Correspondem hoje em dia exatamente à área ocupada pela Prefeitura.
ExcluirHavia uma continuação de um par de trilhos dobrando à esquerda na Júlio do Carmo e aí se bifurcando num par aparentemente entrando em alguma empresa que ocupava o quarteirão delimitado por Pereira Franco, Júlio do Carmo, Pinto de Azevedo e Rodrigues dos Santos. O outro par da bifurcação seguia pela Júlio do Carmo até a esquina com Nery Pinheiro, onde dobrava à direita e entrava num terreno aparentemente vazio onde estavam os trilhos, porém cercados por construções, que pelo formato eu diria serem residências e/ou pequeno comércio. Desconheço o que havia ali.
Quanto à garagem Bom Jardim, constatei no citado mapa de 1935 que havia um total de cinco pares de trilhos ligando um lado da garagem às ruas Marquês do Sapucaí e Salvador de Sá, e dois pares com saída para a Frei Caneca. Pela disposição dos trilhos, a entrada era pela Salvador de Sá mas havia saída para a Marquês de Sapucaí, Salvador de Sá e Frei Caneca. Ao contrário do que escrevi antes, a localização mais precisa dessa garagem não era em frente ao batalhão da PM e sim entre a Salvador de Sá, a Marquês do Sapucaí e a Praça da Apoteose do sambódromo.
ExcluirSerá que alguém, com a ajuda de uma inteligência artificial, poderia compilar todas essas informações do blog, juntando-as por assunto e/ou localização. Daria um livro espetacular.
ResponderExcluirCom certeza. Mas nunca lidei com IA e não sei da possibilidade de ser feito isso.
ExcluirFF: o Terra está noticiando a morte de Oscar Schmidt aos 68 anos.
ResponderExcluirhttps://www.terra.com.br/esportes/basquete/oscar-schmidt-morre-aos-68-anos-e-deixa-legado-historico-no-basquete-mundial,c1dfac8a67cbce4dd5a21642103471ffw2c9a955.html
Hélio, muito boas as informações.
ResponderExcluirZenon, dizem que a gerência do SDR ficou de ver essa possibilidade ou algo similar.