As fotos de hoje, do acervo do Correio da Manhã, mostram os campos de futebol do Aterro do Flamengo.
Nos primeiros tempos eram local para diversão gratuita, segura, acessível a todos. Eu mesmo cheguei a jogar várias vezes ali perto do Russel.
Muitos craques que se tornaram lendários passaram por estes campos, inclusive o meio-campista Lino Coelho.
Será que se fosse hoje, com os governantes que tempos, uma construção como esta do Aterro abrigaria tantos campos de futebol?
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Provavelmente existiriam varios blocos de predios e casas do programa (minha casa minha vida) ou algo parecido.
ResponderExcluirNos anos 70, morando no Largo da Segunda-Feira, eu ia de bicicleta até o Aterro, jogava mais de duas horas de futebol, voltava na mesma bicicleta, e de banho tomado, ia para alguma festinha ou para um encontro. Hoje em dia só de pensar nessa maratona eu já fico morto de cansado. Eram "outros tempos". Quanto aos campos de futebol, apesar do projeto "Segurança presente", a região é perigosa devido à presença da assaltantes, viciados em drogas, moradores de rua, travestis, anormais, etc. Mas as peladas continuam animadas...
ResponderExcluirDariam preferência aos chamados esportes radicais, inclusive paredões para escalar, além do vôlei de praia em maior quantidade.
ResponderExcluirA foto com os campos abandonados já tem um daqueles grandes postes da bela iluminação, e na outra não achei nenhum, dando a impressão que a segunda foto é anterior à primeira, embora sem muita explicação para o abandono dos campos já na reta final da conclusão do parque.
Paulo, as fotos são de locais diferentes. Repare que a primeira foto mostra uma curva da pista de automóveis e na segunda a pista é reta em frente aos campos.
ExcluirEsta região mudou muito de aspecto.Hoje me parece muito mais bonita,mas nos demais quesitos parece perder de muito para o sseu início.Ainda existem os campeonatos do Aterro?
ResponderExcluirBom Dia ! Se esta obra fosse feita nos dias de hoje,certamente iria custar pelo menos 20 vezes mais, estaria abandonada e invadida antes da conclusão. Seria hoje um grande favelão.
ResponderExcluirMauro xará, aquilo já é um "quase favelão", ainda mais se contarmos com a Glória e região da Augusto Severo. Eu me lembro com o Aterro era "pelado" em 1965, época de sua inauguração. Nessa época os campos não possuíam alambrados nem funcionavam "oficialmente".Também as novas pistas de rolamento eram vedadas à circulação de ônibus. Meio fora de foco. Tendo em vista um comentário do Wolfgang em um outro blog, comentário esse que eu "assinaria em baixo", grande parte da decadência vertiginosa do Rio de Janeiro deve-se às migrações desordenadas ocorridas principalmente a partir dos anos 60 e 70. Rio das Pedras, Rocinha, Maré, e mais algumas centenas de favelas, são a consequência direta dessa migração. Milhões de analfabetos sem qualificação em busca de emprego, além de suas famílias, agregados, bicicletas aro 28, e muito mais, ocupando espaços insalubres, palafitas, brejos, morros, etc, não poderiam resultar em outra coisa...
ExcluirConcordo plenamente, Mauro xará !
ResponderExcluirUm Bom Domingo para todos.
O alçapão da Russia deu certo.Conseguiu levar o jogo para os pênaltis e mandou a Espanha para casa.Com um time limitado os anfitriões vão dando conta do chá.
ResponderExcluirBoa tarde.
ResponderExcluirHoje seriam quadras poliesportivas, com a possibilidade de vários esportes serem praticados, como vôlei, basquete, handebol (nessa peguei pesado...), etc.
E a Espanha acaba de dançar nos pênaltis contra a dona da casa. Também foi eliminada pela dona da casa em 2002.
Alemanha, Argentina e Espanha são as campeãs eliminadas até agora.
Incompetência total da Espanha. 74% de posse e só 3 chutes a gol. O time da Rússia é fraquíssimo. Jogo de baixíssimo nível.
ResponderExcluirEste lado da chave é muito fraco.
As surpresas vão acontecendo na Copa, impressionante a queda de produção desta seleção Espanhola, quem viu como eu, os amistosos contra a Alemanha e a Argentina antes da Copa esperavam muito mais da Espanha nesta Copa.
ResponderExcluirQuanto aos campos do Aterro, tenho muitas saudades, principalmente dos jogos do campeonato do Jornal dos Sports, hoje estes torneios seriam inviáveis, já naquela época alguns grandes times, já intimidavam seus adversários pelo tamanho de suas torcidas, entre eles o Madeiras Frei Caneca, que era da Cruzada São Sebastião e trazia vários ônibus de torcida nos seus jogos, o Embalo do Catete também tinha grande torcida, Ordem e Progresso, Capri e o time da Gloria. E olha que eu já vi e joguei alguns jogos deste campeonato, que havia mais torcida que muitos jogos do atual campeonato brasileiro. Nos dias de hoje seria de grande risco este campeonato, acho que o último campeonato patrocinado pelo Jornal dos Sports foi em 1979 ou 1980.
A "máxima" que ficou de legado do jogo Croácia e Dinamarca: "Raça"!
ResponderExcluirSe estas seleções tivessem o Dourado como batedor de pênaltis seriam imbatíveis.
ResponderExcluirDivisão política é algo bem curioso. Se o Brasil tivesse enfrentado a Croácia ao invés da Sérvia certamente teria levado um "sufoco". Entretanto até 1991 eram "uma coisa só", já que faziam parte da velha Iugoslávia. Mais ou menos como se no futuro o Brasil fosse dividido em dois: Minas, Rio, S.P, Paraná, S.C, e R.S de um lado, e o "resto" do outro. Faria uma diferença e tanto...
ResponderExcluirOs campos que aparecem nas fotos são excelentes para os times que jogaram hoje na Copa.Jogos de baixo nível e cobranças de pênaltis para consagrar os goleiros e os times do Aterro poderiam dar show no dia de hoje e so espero que o Brasil saia desta mesmice pois caso contrario a corneta vai funcionar.
ResponderExcluirHavia um enorme terreno baldio que ia da rua Uruguai até a Dona Delfina. O Google Maps acusa dimensões de 170 metros de comprimento (de uma rua à outra) por 60m de largura. Nele havia três partes distintas: o primeiro terço, entrando pela Dona Delfina, era apenas terreno baldio, com mato; o terço médio era uma oficina mecânica, com acesso por uma via de terra a partir da Dona Delfina; o último terço, dando para a rua Uruguai, era uma área plana, de terra, usada principalmente como campo de pelada. Mas de vez em quando se instalava ali um parque de diversões mambembe, com roda gigante, tenda de tiro ao alvo, carrossel, etc.
ResponderExcluirNesse campo de pelada eram disputados campeonatos entre os times de futebol da região. De vez em quando eu ia até lá assistir às partidas.
ResponderExcluirTambém havia outro campo de pelada, no terreno situado nos fundos da igreja dos maronitas, na rua Conde de Bonfim, entre a Dona Delfina e José Higino. Esse campo dava para o fim da rua João da Mata, que não tem saída. Ali também eram disputados campeonatos, com direito a taça, promovidos por um senhor já idoso, de cabelos brancos, que o pessoal chamava de "seu" Gabi. Era menor que o outro, medindo uns 50 x 20 metros.
Meu irmão jogava num dos times que disputavam esse campeonato.
Se não me engano também havia partidas de futebol no Country Club da Tijuca, na rua Uruguai. Nunca estive lá. Talvez fosse futebol de salão, não sei ao certo. Meu irmão ia frequentemente jogar lá.
ResponderExcluirSeguindo o fio da meada do campo do terreno baldio da rua Uruguai, ele ficava bem ao lado do famoso Edifício Del Monte, situado no número 339. Famoso no bom sentido, por ser um dos poucos existentes naquela área, e por ter na época (década de 1950) um design bonito e atual. Nele residia a primeira garota de quem gostei (ora vejam, eu só tinha nove anos de idade e ela era minha colega de turma). Era loirinha, olhos claros, cabelos cacheados, meio rechonchudinha. Seu nome era Vânia. Sei todos os sobrenomes dela, mas não me lembro da ordem deles. Acho que eram Vânia Pimenta Leitão Bueno. Mas poderia também ser Vânia Leitão Pimenta Bueno. Ou outra ordem qualquer.
ResponderExcluirGostei dela, silenciosamente, durante os anos de 1956 e 1957. Aí terminamos o primário e cada um foi para um lado. Anos depois a encontrei por acaso na rua Uruguai, empurrando um carrinho com um bebê. E ainda era bem nova.
Não por acaso, minha filha se chama Vânia. Que, por sinal, é um diminutivo de Ivan, muito comum nome russo e correspondente ao nosso João. Engraçado que lá é nome masculino e aqui é feminino.
ResponderExcluirIsso ocorre também com nomes italianos, que lá são masculinos e aqui são femininos, como Danielle, Andrea, e outros.
Na parte terreno baldio já citada antes, meu irmão, eu e um colega de nome Antônio José, cinco anos mais novo do que eu, brincávamos de Clube do Bolinha. Levávamos uma lona, estendíamos sobre o mato alto, limpávamos uma clareira embaixo e ficávamos ali conversando.
ResponderExcluirFoi também nesse terreno baldio que num início de noite, por volta de 1961, nós três (mas eu principalmente) cometemos um ato que hoje talvez nos colocasse em apuros. Uma moradora da casa que dava para o terreno nos viu e nos dedurou à mãe do Antônio José. Sobrou para ele, que levou uma surra. Meu irmão escapou por pouco, pois antes de sermos descobertos ele havia ido para a casa de um outro colega nosso, na rua José Higino. Para mim não deu nada, mas quando cheguei em casa e vi minha mãe no portão me esperando senti um frio na espinha. Mas era porque a mãe do Antônio José tinha ligado para minha mãe e pedindo que se ele aparecesse lá o mandasse para casa. Ele foi chorando, pois já imaginava o que o esperava quando chegasse lá. Não deu outra.
Desse timezinho da Dona Delfina participavam meu irmão e dois colegas nossos, por sinal também irmãos, de nomes Antero Luiz e Paulinho. Todos eles botafoguenses doentes. Amarravam uma bandeira do time num cabo de vassoura e iam a pé até o Maracanã, assistir aos jogos. O Antero tinha uma memória formidável e recordava-se de gols de partidas oficiais, narrando-os em detalhes como se fosse um narrador esportivo de rádio.
ResponderExcluirQuando adultos, Antero trabalhou no jornal O Globo e formou-se em Direito; Paulinho entrou para a IBM no setor de Recursos Humanos (na época se chamava Departamento de Pessoal) e meu irmão virou oficial de Justiça do Estado.
Já que estou deitando falação, uma vez quase ceguei o Antônio José. Estávamos brincando de mocinho e bandido no quintal da casa vizinha à minha, que estava vazia. Usávamos com projéteis uns brotos de manga da mangueira que havia no quintal. Tinha uma banheira daquelas antigas, brancas, abandonada ali. O Antônio José se escondeu atrás dela. Eu, na falta de um broto de manga, peguei uma pedaço de pedra de São Tomé e arremesse em direção à banheira, justamente na hora em que o Antônio José se levantou para atirar em mim. A pedra pegou no olho direito dele. Ele saiu chorando para casa. A mãe dele ligou para a minha, dizendo que ia me denunciar na delegacia (na época era chamada de distrito) que ficava a um quarteirão lá de casa. Minha mãe a convenceu a não fazer isso. O Antônio José passou dias com um tampão no olho.
ResponderExcluirQuem pode parar a França? Ela está bem encaminhada para a semifinal. Salvo engano meu pode pegar Inglaterra, Portugal ou Croácia. Não acredito nos EUA, apesar do fator "casa" ou de arbitragem "camarada". "Deste lado", Brasil, Argentina, México e Colômbia. O México em breve perderá o fator "casa", que pesou muito contra o Equador.
ResponderExcluirPS: acho que errei porque a Inglaterra estaria "deste lado" da chave. Estou montando o chaveamento de cabeça...
ExcluirSim, eu errei. Troquei Inglaterra com a Espanha (que pode cruzar nas quartas de final com Portugal ou Croácia).
ExcluirJoguei algumas vezes no Aterro, mas não era um craque como o mestre Lino.
ResponderExcluirBom dia Saudosistas. Muitas saudades destes tempos, na foto maior aparecem somente 7 campos, na foto não aparece o campo 1, que fica a frente do campo 2, os dois maiores.
ResponderExcluirHoje não consigo correr nem na esteira na academia, quanto mais correr num campo de futebol.
Acho que foi depois de 2018 que o skate "reacendeu" com a Fadinha fazendo sucesso nas Olimpíadas de 2020 (21) e 2024 e por isso no meu comentário há 8 anos não citei que também teríamos pistas (ou quadras?) para essa prática, se o Aterro fosse construído na década passada.
ResponderExcluirBom dia a todos!
ResponderExcluirNunca joguei bola nos campos do Aterro, apenas uma vez parei próximo a eles e observei durante alguns minutos uma partida, que me parecia oficial, pois estavam todos uniformizados, inclusive tinha árbitro "de preto".
Onde moro, no quarteirão, não havia nenhum prédio, apenas casas e terrenos baldios. O 1° prédio a ser construído foi em frente a casa de minha mãe, em 1982, e finalizado no ano seguinte. A seguir, outros terrenos foram sendo vendidos e neles construídos prédios, inclusive duas Torres com 18 andares. Nesse grande terreno havia festival de balões, que varavam a madrugada. Nesse terreno também foi ponto de um circo. As Torres foram finalizadas em 1985/1986. Depois disso, mais 8 prédios menores foram construídos. Não existe mais nenhum terreno disponível.
Comentarei a Copa do Mundo, mas não esta e sim a de 1970.
ResponderExcluirVejo hoje em dia muitos comentaristas e pessoas que não eram nascidas, que ao verem os vídeos tapes da Copa de 70, falam que naquela época os jogadores tinham mais espaços e a marcação não era tão intensa como nos dias de hoje. Quem não era nascido, quem não jogou futebol, falam isso sem o menor conhecimento do que estão dizendo. Vou começar pela Copa de 1966, onde quem ver algum vídeo tape de jogos desta época, verão que a marcação era intensa, homem a homem, posso citar 4 jogos para quem quiser comprovar, o que estou falando, (BrasilXHungria, PortugalXCoreia do Norte, InglaterraxArgentina, InglaterraxAlemanha), ao final desta Copa, com a mudança da forma de jogar e de marcação das Seleções Européias, aqui no Brasil a imprensa passou a chamar esta mudança de Futebol Força. Já em 1970, a Copa do Mundo foi no México, as Seleções Europeias mal sabiam onde era o México, muito menos qual eram os efeitos da altitude em jogos de futebol, e os jogos naquela Copa, eram realizados ao meio-dia e as três da tarde, em pleno verão no hemisfério norte. Aquela fantástica Seleção Brasileira, começou a treinar 3 meses antes da Copa, embarcou para o México, com 1 mês de antecedência para o início da Copa, e se instalou em Guadalajara, porque o time do Botafogo excursionava constantemente para jogar no México, e pela primeira vez a Seleção formou uma equipe de preparação física de profissionais especializados da Escola de Educação Física do Exército, entre eles estavam Claudio Coutinho e Parreira.
Como a Copa do Mundo sempre é no mês de Junho e Julho, final de temporada na Europa, e horário dos jogos na hora da maior intensidade do calor e agravado com os efeitos da altitude, as Seleções Europeias se arrastavam em campo, muitas vezes já no final do primeiro tempo.
Se quiserem confirmar o que disse acima, vejam os jogos nesta Copa das Seleções Europeias nesta Copa, mesmo com o horário mais tarde e com parada da hidratação, no segundo tempo estão se arrastando em campo. E para finalizar não se pode comparar aquela Seleção Brasileira de 1970, com qualquer outra no futebol mundial, exceto a Brasileira de 1958.
Esqueci de incluir a de 1982.
ExcluirA excepcional seleção de 82 sofreu com a teimosia do Telê em escalar o Valdir Peres e esquecer o Raul e o Leão.
ResponderExcluirDeu um azar enorme do Careca se lesionar e o Serginho entrar.
Se não fosse isso e o Paulo Rossi…
Aquela Seleção deveria ter praga de alguma madrinha, mesmo com as teimosias do Telê, ela era maravilhosa. Essa praga começou com a contusão as vésperas da Copa de dois maiores centroavantes do futebol brasileiro, Reinaldo e Careca, depois ainda agravada pela preferência do Telê pelo Serginho (jogador do seu time) ao invés de Roberto Dinamite (para mim muito melhor do que o Serginho). Mas eu teria feito algumas modificações naquela Seleção. Substituiria o Waldir Peres (Goleiro do Time dele) pelo Raul, Leão ou mesmo o Paulo Sérgio que estava em ótima forma, teria convocado o Marinho ponta direita que foi do Bangu e estava na época se destacando no Atlético Mineiro, e colocaria o Mario Sérgio na ponta esquerda no lugar do Éder.
ExcluirMinha Seleção ideal seria. Raul, Leandro, Oscar, Luizinho e Junior, Toninho Cerezo, Falcão, Sócrates, Zico, Reinaldo e Mario Sérgio. Todos tratavam a bola por você, devido a intimidade que tinham com ela.
Já que o assunto é sobre campos de futebol e terrenos baldios, vou dar uma contribuição. Longa, como sempre.
ResponderExcluirEm fins da década de 1970 e início dos anos 1980, o campo do Madureira, na rua Conselheiro Galvão, era usado às vezes como local de soltura de balões de grande porte. O baloeiro era uma pessoa ligada ao jogo do bicho daquela área, e se não me engano ele se chamava Luciano. Só o vi uma ou duas vezes, pois ele faleceu logo depois. Mas transmitiu a técnica para o filho, Luis, marido de uma prima da minha ex, moradores em Vicente de Carvalho.
ResponderExcluirUma vez o Luís decidiu fazer um balão imenso, com uma cangalha idem. Escolheu para local da colagem das folhas a vila onde morava a avó da minha ex, situada na rua Carolina Machado. As folhas eram tão grandes que ocupavam toda a extensão da vila. Quem se encarregou do trabalho foram dois rapazolas, aprendizes de baloeiro com o Luís. Saíam da escola e passavam a tarde na vila, colando as folhas.
ResponderExcluirNa noite de soltura do balão, ele e a cangalha foram levados para um grande terreno baldio, porém não lembro em que bairro. Fui até lá de carro, para assistir ao evento. Já estavam enchendo o balão, usando botijões de gás engarrafado. A cangalha estava estendida no chão, com centenas de lanterninhas com velas dentro, aguardando para serem acesas no momento em que o balão começasse a alçar voo.
ResponderExcluirDemorou um tempão para encher de gás o balão. Os carros que passavam no local paravam e os ocupantes desciam para ver o evento. Estava atulhado de espectadores. No momento adequado, foi dada ordem para acender as velinhas da cangalha. Havia dezenas de pessoas nesse mister, já que era enorme a quantidade de velinhas a serem acesas.
ResponderExcluirFinalmente o balão subiu, puxando a cangalha. Não lembro qual era o motivo dela. Aí os autores saíram de carro atrás, acompanhando a marcha do balão, para tentar recuperá-lo ao cair. Havia até armas envolvidas nessa tarefa.
ResponderExcluirNovidade: agora vou morar, sem me mudar, no Bairro dos Ingleses. Chiquérrimo.
ResponderExcluirSó me recordo de uma noite nesses eventos de balão. Provavelmente era inverno, estava frio, fiquei com meu pai até alta madrugada. Deve ter sido no início dos anos 1980. O maior balão do evento tinha em seu painel um menino rodando um pião. Havia um mecanismo que fazia o pião girar. O balão, enorme, subiu depois de muito tempo de espera, com maçaricos enchendo de gás de botijão, como disse o Helio, acima. Depois que subiu, uma galera foi atrás dele por causa do mecanismo que girava o pião. Lembro dizer que era importado e bem caro. Também diziam que o balão era projetado para cair no mar, que o tempo que ele ia ficar no ar seria suficiente para ser levado em direção ao mar. Não sei como podem calcular isso, talvez seja pura invenção.
ResponderExcluirNessa noite vários balões subiram, um deles representava os símbolos do Corpo de Bombeiros, capacete e machado. Diziam que bombeiros faziam parte da equipe, pasmem!!
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirBairro dos Ingleses também é pela vereadora Rosa Fernandes que está de frente nisso, como foi feito aqui onde moro, no Bairro Argentino. Também vai virar Bairro a qualquer hora o "Bairro Araújo", que é uma localidade do Bairro de Vista Alegre.
ResponderExcluirPor falar em Ingleses, a Inglaterra passou de fase, graças ao seu centroavante Harry Kane.
ResponderExcluirQuase toda equipe tem pelo menos um jogador que está fazendo a diferença.
Kane, Haaland, Messi, Mbappé e, talvez, o Vinicius Jr, pelo Brasil. Talvez o que faça a diferença mesmo seja uma equipe que tenha outro jogador decisivo, e aí aparece a França, que tem Dembélé,e talvez a Inglaterra com Bellingham.
Marrocos e Colômbia não tem estrelas, mas têm equipes que sabem jogar coletivamente. A conferir!!
Mudar de bairro sem mudar de casa tem agora exemplos oficiais, mas mudanças como essas sem conhecimento de muitos moradores e o aval da prefeitura já aconteciam, principalmente por interesse do mercado imobiliário.
ResponderExcluirO Google me colocou na "Barra Olímpica" na localização. Mas (ainda) não estou lá...
ExcluirSobre a seleção brasileira na Copa de 1982 são várias as opiniões sobre o fracasso daquela equipe, inclusive que o bom Falcão, chegou do Roma e "caiu de para-quedas" num time que vinha jogando com Paulo Isidoro.
ResponderExcluirConcordo que o Dinamite entraria melhor do que o Serginho, mas o Telê não iria admitir sua terceira opção pular direto para titular, ainda mais sendo o substituto do Careca um jogador do S. Paulo FC.
E teve o Cerezo errando duas vezes a favor da Itália, deu um passe para o Paolo Rossi no segundo gol e cedeu infantilmente o escanteio que iniciou a jogada do terceiro. E teve ajuda do Júnior, que não saiu para colocar o Rossi em impedimento.
Aliás, o Danilo fez lembrar o Cerezo no gol do Japão na segunda-feira passada. Entraria para a história se o Brasil não se classificasse.
Por que insistem em dizer que, tirando erros de arbitragem, o adversário não joga melhor do que o Brasil. A Itália jogou melhor na proposta dela, ajudada por erros individuais do Cerezo e do Júnior. Claro que o pênalti não dado em cima do Zico (que ficou com a camisa rasgada) poderia ter mudado a história (ou não).
ResponderExcluirHoje dois europeus eliminaram dois africanos de virada. A Inglaterra no tempo normal e a Bélgica na prorrogação, quase indo para as cobranças de pênaltis.
Vão sempre (ou quase) culpar a falta de seriedade dos africanos.
Fiquei muito pê da vida com a derrota do Senegal. Aguentaram 84 minutos e em 5 minutoa a Bélgica fez 2 gols.
ExcluirEu também. Mas acho que era evitável. Não vi o jogo da Inglaterra porque estava na rua mas vi os melhores momentos da CazéTV. Foi praticamente jogo de ataque contra defesa.
ExcluirIntervalo e EUA 1X0 na Bósnia.
O técnico da Bélgica tirou seus dois principais jogadores e a equipe conseguiu fazer os 2 gols no final e levar o jogo para a prorrogação.
ResponderExcluirAliás, quase todos os jogos estão sendo definidos no finalzinho das partidas, a Bélgica ainda conseguiu vencer no final da prorrogação. A França, até agora, tem passado com facilidade.
A CazéTV bateu seu recorde no último jogo do Brasil, ultrapassando a barreira do 20 milhões de expectadores.
No momento, passando o jogo dos EUA e a esta hora o número está em quase 10 milhões, eu incluído. Os EUA acabaram de fazer 2x0 e devem avançar de fase.
Boa noite a todos! Comentário atrasado que ficará para a posteridade e será novamente acessado em 1º de julho de 2034. Após sair do São Vicente fui para o Instituto Souza Leão, então num prédio antigo ao lado do Parque Lage. As aulas de Educação Física eram levadas a sério e ocorriam no outro lado da rua, no Clube Militar, onde praticávamos uma diversidade de modalidades, incluindo o atletismo. Ocorre que alguém da turma teve a idéia de inscrever um time de alunos no Campeonato de Pelada do Jornal dos Sports que acontecia justamente nas quadras do Aterro do Flamengo. Pedimos permissão ao diretor para usar o nome do Instituto e a resposta foi afirmativa. O pai de um aluno conseguiu um amistoso contra os campeões do ano anterior, os "Pequenos Mirins". Eu era o goleiro e nunca tinha jogado numa quadra destas dimensões. Resultado final, 3 x 0 para nós. Quando o campeonato finalmente iniciou já estávamos todos em férias. Eu em Petrópolis e mais alguns colegas em outras localidades. O time não se apresentou completo e perdemos a primeira partida por W.O., sendo desclassificados, de acordo com as regras. Tínhamos então ao redor de 10 anos de idade. Minha fraca memória acusa este evento entre 1969 e 1970. Seria interessante que mais alguém que lembre e tenha participado, leia este blog e comente. Não lembro o nome dos colegas. Abraços e até 2034!
ResponderExcluirO comentário acima é meu.
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