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Fotogramas do filme https://www.youtube.com/watch?v=HMsj0k09eOE garimpados pelo Nickolas. Um passeio por uma cidade maravilhosa.
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Foto 2: Dois Chevrolet 1937, um sem mala.
ResponderExcluirFoto 3 Chevrolet 36 preto (tive que ver no filme) e Chevrolet 1940 dourado.
Foto 4: Só especialista em ônibus, nunca vi nada parecido.
Foto 8: Ford 1939-40 e um (talvez) Buick 38 conversível.
O filme é ótimo, meia hora de Rio de Janeiro, passando pelas assas de borboletas, certamente.
"Ótimas fotos. Seriam de uma cidade européia? É possível, já que até as pessoas que aparecem, bem como sua indumentária, induzem à isso. Deve haver alguma "falha" da gerência, já que "este sítio" que é destinado à memória do Rio de Janeiro, não sendo portanto admissível a postagem de logradouros que não os existentes no Rio de Janeiro." Uma pessoa desavisada, distraída, ou mesmo um dos tios e tias desaparecidos, poderia postar algo assim, já que parece ser em outra cidade.
ResponderExcluirQuanto aos ônibus o Jason comentou "Sempre achei que os ônibus Guy da Light (à esquerda) eram verde. Esse aí é amarelo".
ResponderExcluirQuanto ao ônibus estiloso da direita não vi nenhum comentário.
Difícil acreditar que existiu está cidade.Coisa linda.A foto do Monroe e dos ônibus naquela região da Glória dizem tudo.Um show de beleza.Valeu.
ResponderExcluirBom dia.
ResponderExcluirEstou sem palavras. O filme é anterior à retirada do canteiro central da Rio Branco.
As cenas estereotipadas de sempre não podiam faltar. As plantas e aves exóticas, assim como o símio acorrentado.
As normalistas do IE parecendo estar em algum país europeu, as crianças, algumas de uniforme, rodeando o vendedor de doces, as madames com seus cães.
Parabéns ao Nickolas pela garimpagem e por ter extraído as fotos. Realmente era um cenário com o qual sonhamos. Num dia como o de hoje, com temperatura agradável e muito sol, a Natureza do Rio está maravilhosa. Como é possível que uma cidade assim esteja tão abandonada pelos governantes e tão maltratada por seus habitantes? Há uma grande desordem urbana e ninguém respeita nada ou ninguém. Para cada lado que se olha, seja Educação, Saúde, Segurança, Transporte, etc, só há descalabro. É uma pena.E para piorar não se vislumbra solução a curto ou médio prazo.
ResponderExcluirFilmes e fotos das fases anteriores do Rio devem ser preservados, para provar às gerações futuras que aqui existiu uma civilização.
ResponderExcluirImpressionante que em todo o filme não se vê uma pessoa obesa, ou com sobrepeso; e isso numa época que se cozinhava com banha e não havia produtos "lihgt". A cidade inchou e, com isso, favelas e mais favelas. Mas, o mais triste foi as pessoas terem associado pobreza a má educação, desordem e vagabundagem.
ResponderExcluirHoje muitos nutricionistas e médicos consideram que banha de porco é mais saudável que óleos vegetais. E naquela época ninguém comia nada processado (guloseimas), a dieta básica era alguma proteína com arroz e feijão. E principalmente, não havia controle remoto para os adultos e as crianças brincavam na rua.
ExcluirNa primeira foto o fotógrafo estava na Praça 11, ainda um local para descanso e lazer em 1940, mas já sem a Escola Benjamin Constant, que foi para a Pç. Mal. Hermes no Santo Cristo. Como foi antes da construção da Av. Pres. Vargas, eu acredito que essa escola teve que mudar por conta do odor do Canal do Mangue.
ResponderExcluirO ônibus vermelho merecia o apelido de Frankenstein. Pode ter sido uma fabricação de fundo de quintal, utilizando carcaças de outros coletivos, o que alguns chamam de "canibalismo".
Viver no Rio de Janeiro não é tarefa para amadores, e tendo em vista o atual estado do Rio de Janeiro, se faz mister a utilização de uma cartilha ou manual de sobrevivência para que não seja surpreendido pelos males que ora aqui grassam. Aqui vão alguns itens: Jamais transite à noite de carro em vias estreitas; evite andar de ônibus à noite; evite frequentar praias da zona sul, principalmente Copacabana, Leme, e Ipanema, onde s presença de moradores das favelas da região é inevitável e os assaltos e arrastões podem ocorrer a todo momento; desconfie de duas ou mais pessoas de chinelos, bermudas, e bonés, principalmente se forem "caucasianos", circulando juntas, já que o assalto pode ser iminente; duplas de motoqueiros também merecem atenção, principalmente se possuírem as características descritas no item anterior, pois podem ser "roubadores" e "latrocidas"; evitem regiões como os subúrbios da Central, Rio D'Ouro, e Leopoldina, pois a violência é tal que você pode se sentir "dentro" do filme "Falcão Negro em perigo; evitem também a zona oeste e a chamada "região do BRT", onde as milícias e o tráfico "são o Estado"; tenha o cartão do plano de saúde sempre à mão, já que nos hospitais públicos são precaríssimos. Essas são apenas algumas das cautelas dignas de atenção. Vale à pena vir ao Rio?
ResponderExcluirAs mazelas do Rio de Janeiro e do Brasil tiveram seu início em 28 de Agosto de 1979 com a aprovação da Lei da Anistia, que tornou possível o retorno terroristas, assassinos, e subversivos ao território nacional. Em 15 de Março de 1985, José Sarney deu início à uma longa agonia cujo fim quiçá esteja próximo. Todos os valores morais, familiares, e republicanos até então sólidos pilares da sociedade brasileira, começaram a ser corroídos e solapados por indivíduos até então banidos do país, cuja malfadada Lei da Anistia serviu como combustível para que pudessem executar seus pérfidos objetivos. Uma constituição pusilânime que concedeu direitos a quem nunca os teve, e principalmente eliminou direitos de muitos, elevando energúmenos e párias à categoria de "cidadãos", enquanto desqualificava instituições republicanas quase centenárias através da substituição de seus quadros através de uma renovação por métodos espúrios. Anormais alçados para posições de destaque, disseminaram na sociedade conceitos dúbios e questionáveis como o de "cidadania" e o de "politicamente correto". A luta de classes implantada com isso atinge à todos, inclusive aos membros "deste sítio", quando "ou ou outro" procuram defender o indefensável. A verdade é que "nada será como antes" se "nada for feito". Reflitam sobre isso..
ResponderExcluir"um ou outro"
ExcluirPara mim as mais significativa das fotos são a vista da Praça 11 com o canal do mangue cercados de Palmeiras Imperiais. Sempre me admirei como essas majestosas arvores chegaram a alturas vista na foto. Devem terem sidos plantadas quase na época da primeira Republica. Levam quase 100 anos para chegarem a essa altura. Lindas mesmo. E a outra é a do Cassino Atlântico. Linda Arquitetura. Em destaque ainda o Cais junto a Pça XV. O prédio ao fundo se não me engano tá lá.
ResponderExcluirÉ acho que viajei na maionesse. Não é o cais da Pça XV e sim a região do Inst.Benjamim Constant. Falha nossa.
ResponderExcluirOs ônibus Guy-Daimler, oriundos da Light ( operados pela EMO) que rodaram aqui na Ilha do Governador em 1949-50 eram cinzas com uma faixa azul e para-lamas pretos.
ResponderExcluirEm todas as fotos, impressiona a limpeza das ruas !
Na foto dos dois ônibus, um deles, o de número de capelinha 4 é um Guy da Light, apelidado de Jacaré. Detalhe interessante: não tinha faróis!
ResponderExcluirO outro nunca vi fotos. Mas o número do itinerário na capelinha 11, se for realmente esse número, era um Tijuca x Ipanema da Viação Carioca, cuja cor era mesmo vermelha.
Esta réplica do Rio de Janeiro, feito por IA retrocedendo no tempo, é realmente muito bonita. Em compensação, as legendas apresentam muitos erros. A narração em português é tétrica, em alguns momentos é preciso esforço de imaginação para entender o que está sendo dito ou descrito. Quem não for carioca ficará perdido nesses momentos.
ResponderExcluirO mais cômico é quando o narrador diz que quem nasce no Rio é chamado de caraoquês. Outro ponto é quando diz ter o Pão de Açúcar a altura de 12.200 pés (aproximadamente 3.700 metros). Mais um: quando diz que a corte portuguesa veio para cá em 1888. Tem também avenida Rio Bronco. Ah, e Urca virou Orca, Ipanema virou Epana, Gávea é Gavia, Corcovado é Cavo, Botafogo é Bafogo... Cansei...
Quanto aos três ônibus que aparecem por volta dos 4:58 minutos da réplica do Rio, a linha 13 era Estrada de Ferro x Urca, a linha 4 era Mauá x Ipanema ou Castelo x Ipanema, dependendo do ano, e a linha 11 era realmente a Tijuca x Ipanema (Bar 20).
ResponderExcluirFiz uma revisão nas fotos com IA.
ResponderExcluirPS: há vídeos sobre bairros do Rio na década de 1940, feitos por IA e distribuídos pela Internet, que são um desserviço ao Rio antigo. As informações são péssimas, alguns locais são recriados de forma errada. Uma tristeza. Quem não conhece o Rio antigo ficará com uma ideia totalmente falsa.
A revisão ficou muito boa em alguns fotogramas e com problemas em outros, como a do Monroe, em que partes do bonde ficaram em marrom; a da Glória, nos números das capelinhas e no nome da linha do ônibus amarelado, que ficou "P. Leopoldo", possivelmente "Pedro Leopoldo", nome de uma cidade mineira; e a do Cassino Atlântico, em que o modelo e a cor do carro foram bem alterados.
ExcluirA propósito: até ver a foto do ônibus vermelho e branco eu achava que o mais medonho modelo era o chamado "Sinfonia inacabada". Mas diante da foto mostrada fiquei em dúvida sobre qual dos dois seria o mais horripilante. Provavelmente um foi projetado à imagem e semelhança do Frankenstein e o outro à imagem e semelhança do Quasímodo. Páreo duro.
ResponderExcluirPara quem não conhece o horroroso "Sinfornia inacabada", vide a terceira foto do link https://saudadesdoriodoluizd.blogspot.com/search?q=sinfonia+inacabada
ResponderExcluirA IA está querendo aposentar os softwares de manipulação de imagens.
ResponderExcluirFicaram sensacionais as fotos com IA. Parabéns!
ResponderExcluirA IA é muito boa para várias coisas, e principalmente para imagens, mas de vez em quando ela alucina, como relatou o Sr. Helio. Nessa toada, o que a IA fez com o que, aparentemente, são dois pedestres passando em frente a Praça 11? O do centro da foto parece que perdeu a cabeça, literalmente.
ResponderExcluirNão comentei ou nem mesmo percebi há 8 anos, mas a Av. Pres. Vargas na ocasião da primeira imagem e a Praça XI aparece dividida ao meio por uma rua transversal ou acrescentaram um gramado onde antes tinha os sobrados em frente à praça.
ResponderExcluirSerá que originalmente era Leopoldina e a IA interpretou Leopoldo no coletivo da Light?
No segundo fotograma do Iate Clube colocou a bandeira brasileira onde na verdade tinha uma parecida com a da Holanda ou da então Iugoslávia monárquica, ou seja, sem a estrela vermelha incluída a partir de 1945 e que durou uns 50 anos.
Um dos grandes problemas das IA's é com textos: deturpa tudo, como por exemplo com nomes de firmas, placas de carro, anúncios, etc.
ResponderExcluirAcho que o mundo será outro, quando as IA's tomarem conta de tudo: para melhor em certos aspectos, para pior em outros. Nunca mais poderemos confiar no que nos for informado em textos ou apresentado em fotos, videos ou áudios. Se já temos um alto grau de desconfiança hoje, por causa de golpes, no futuro a desconfiança será total. Só acreditaremos em contatos tête-à-tête. Isso enquanto não desenvolverem imagens holográficas perfeitas, associadas a IA.
ResponderExcluirNo mundo militar e da espionagem, sempre houve grande esforço intelectual e muita despesa em convencer o inimigo daquilo que queremos. Agora será facil: basta uma IA e um notebook.
ResponderExcluirEu assisto muito a vídeos sobre fatos da II Guerra. Cada vez mais deparo-me com vídeos em que o texto ou narração corresponde à realidade, porém todas as imagens são geradas por IA: soldados, tanques, canhões, paisagens, construções destruídas, tudo, tudo é falso.
ResponderExcluirEu fico crente que estou assistindo a um documentário mas na verdade tudo que é mostrado é falso.
ExcluirNão sei onde a Humanidade vai parar. Estamos entrando numa nova era, a do faz-de-conta. Depois da Era Moderna e da Era Contemporânea iniciou-se a Era da Mentira.
ResponderExcluirFicaram estupendas! Foi vc quem fez Luiz? Se sim, qual app usou?
ResponderExcluirEssas restaurações de IA estão cada vez mais surpreendentes. Quando usada de forma adequada, pode até haver alguma perda na fidedignidade, mas o ganho em qualidade pode compensar tremendamente. E é um tipo de resultado que nenhum restaurador/colorizador humano conseguiria alcançar.
Agora, quanto aos videos baseados em IA, chega a me dar cansaço. Como muitos já devem ter notado, no youtube estão pululando ad nauseam, seja qual for o assunto pesquisado. Procurar novos videos do Rio antigo tornou-se realmente um garimpo, pois a quantidade de besteirada que aparece torna a busca quase impossível. Virou uma enxurrada de vídeos genéricos e mal feitos que só servem para gerar cliques.
É como eu disse: aos poucos estamos sendo inundados por falsidades, invencionices, farsas, todas respaldadas por IA. No futuro, não saberemos mais distinguir o que é real do que é falso.
ExcluirBoa tarde Saudosistas. As fotos geradas por IA ficaram excelentes, muitos embora pequenos detalhes sejam cortados. Já as imagens da cidade da metade do século passado, estas são imagens para que não sejam apagadas de nossa memória, pois com elas poderemos dizer que o Rio de Janeiro era realmente a cidade maravilhosa.
ResponderExcluirNickolas, usei a Chatgpt.
ResponderExcluirHelio, vi o nome na "vista" do ônibus e iria apagá-lo com o Photoshop, mas acabei esquecendo.
Os videos com IA do Rio em 1946 são mesmo de irritar um monge tibetano, tantos são os erros.